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Entre o Procon e o Palácio Paiaguás: os caminhos de Gisela Simona

O Livre conversou com Gisela Simona para conhecer sua trajetória, suas propostas e o papel que pretende desempenhar como vice-governadora de Mato Grosso
Gisela Simona (União Brasil) não pretende ocupar uma posição meramente protocolar como vice-governadora na chapa de Otaviano Pivetta (Republicanos). Em entrevista exclusiva ao Livre, Gisela falou sobre suas pautas e ideias que pretende levar ao governo de Mato Grosso.
Advogada, ex-dirigente do Procon e ex-deputada federal, Gisela apresenta como principal marca de sua trajetória o contato direto com a população. É dessa experiência que ela parte para defender uma gestão voltada ao que chama de “cuidar das pessoas”, expressão que aparece repetidamente quando fala sobre serviço público, proteção às mulheres e responsabilidade política.
Na conversa com Livre, ela demonstrou cautela ao comentar a possibilidade de vitória no primeiro turno, descartou negociações antecipadas com adversários e detalhou algumas das propostas voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher.
Gisela também falou sobre a divisão das agendas com Pivetta, a relação com Fábio Garcia (União Brasil) e a responsabilidade de estar preparada para assumir o comando do Estado quando necessário.
Campanha trabalha com os pés no chão
Mesmo com pesquisas indicando vantagem para a chapa, Gisela evita tratar uma vitória no primeiro turno como algo garantido. Segundo ela, existe disposição para buscar esse resultado, mas a campanha considera o número elevado de eleitores indecisos e a presença de três candidaturas que conseguiram ganhar espaço na disputa majoritária.
“Existe vontade e existe muito trabalho para isso, mas a gente é muito pé no chão. Nós temos três candidaturas principais que estão conseguindo despontar na majoritária. E a gente sabe também que a quantidade de indecisos ainda é muito grande”, afirmou.
Para a candidata, a proximidade dos 50% nas pesquisas permite considerar diferentes possibilidades na reta final, mas não elimina a necessidade de continuar nas ruas. A meta, segundo ela, é vencer no primeiro turno ou chegar à etapa seguinte ocupando a primeira colocação.
“Quando a gente chega perto da casa dos 50%, faltando 25 dias para a eleição, tudo pode acontecer. Existe muito trabalho sério no sentido de que a gente consiga vencer no primeiro turno ou, minimamente, que a gente chegue em primeiro para o segundo”, disse.
Gisela também negou que a chapa esteja procurando adversários para negociar eventuais apoios em um segundo turno. Questionada sobre conversas com nomes como Rafaell Milas e Maurício Coelho, ela afirmou que esse movimento não existe neste momento.
“Não há nenhum trabalho nesse sentido. Existe o trabalho de ganhar corpo, de ganhar rua e de conquistar as pessoas. É nisso que nós estamos trabalhando.”
Proteção às mulheres como compromisso de governo
O enfrentamento ao feminicídio e à violência doméstica aparece entre os principais compromissos apresentados por Gisela. Ela relembrou sua atuação como deputada federal e destacou ter sido relatora, na Câmara, do pacote antifeminicídio, que endureceu as punições para crimes praticados contra mulheres.
Agora, como candidata a vice-governadora, ela defende levar essa experiência para o Executivo e fortalecer a rede de proteção nos municípios. A proposta é oferecer apoio técnico e financeiro do Estado para que as cidades tenham estruturas capazes de receber denúncias e acolher as vítimas.
“A situação acontece lá no município. Então, é preciso que o município tenha o amparo técnico e financeiro por parte do Estado, para que a mulher se sinta acolhida lá na ponta”, declarou.
Segundo Gisela, o atendimento precisa transmitir segurança à mulher desde o momento da denúncia. Entre as medidas citadas estão o botão do pânico, o uso de tornozeleiras eletrônicas por homens submetidos a medidas protetivas e a ampliação dos recursos destinados às políticas públicas de proteção.
“É preciso ter uma eficiência maior no recebimento da denúncia e nesse acolhimento, para ela sentir que, quando denuncia para o Estado, a partir daquele momento realmente estará protegida”, afirmou.
Gisela reconhece que a execução dessas políticas exige mais dinheiro. Para ela, não basta anunciar programas sem garantir recursos para que o atendimento chegue às mulheres em todas as regiões.
“Não se faz política pública sem dinheiro. A gente precisa aumentar o investimento nessas áreas para conseguir fazer esse acolhimento em todo o Estado de Mato Grosso.”

O Procon como “pronto-socorro da cidadania”
Ao falar sobre a experiência acumulada durante os dez anos em que atuou no Procon, Gisela foge da descrição burocrática do órgão. Para ela, o trabalho representou um contato cotidiano com pessoas que chegavam ao serviço público em busca de ajuda para resolver problemas concretos.
“O Procon dá uma experiência que não é só de balcão de atendimento. Eu falo que o Procon é um pronto-socorro da cidadania. Ali, a gente sente a dor de muita gente”, afirmou.
Segundo Gisela, essa convivência ajudou a desenvolver uma percepção mais próxima das dificuldades enfrentadas pela população. A experiência, avalia, pode contribuir para decisões mais sensíveis dentro do Governo do Estado.
“Quando a gente sente a dor de muita gente, é muito mais fácil se colocar no lugar do outro para tomar decisões importantes. A partir dessa dor e dessa vivência, a gente consegue fazer ações que realmente vão impactar positivamente a vida das pessoas.”
Mas e o Fábio Garcia, como ficou?
A trajetória política de Gisela acabou cruzando, em momentos diferentes, com a de Fábio Garcia. Ela assumiu uma cadeira na Câmara dos Deputados quando ele foi convidado pelo então governador Mauro Mendes para comandar a Casa Civil. Mais recentemente, entrou na chapa de Pivetta após Garcia renunciar à candidatura a vice-governador.
Apesar das circunstâncias, Gisela rejeita a interpretação de que exista algum tipo de distanciamento entre os dois. Ela afirma que ambos continuam parceiros dentro do União Brasil.
“Somos parceiros de partido, somos União Brasil. Somos parceiros de vida profissional, política e de trajetória política”, declarou.
Autonomia e divisão de tarefas com Pivetta
Durante a campanha, Gisela e Pivetta adotaram uma divisão de agendas. Enquanto o governador precisa conciliar compromissos oficiais com atividades eleitorais, a candidata a vice participa de reuniões, recebe representantes de diferentes setores e percorre municípios para apresentar as propostas da chapa.
Ela afirma ter recebido autonomia para representar a candidatura majoritária e contribuir com a elaboração do plano de governo.
“Eu agradeço ao governador Otaviano Pivetta pela confiança e pela autonomia que ele tem me dado. Ele cumpre uma agenda oficial de governo e uma agenda de candidato”, afirmou.
Nos períodos em que Pivetta não pode participar de atividades eleitorais, Gisela diz assumir parte dos compromissos da campanha. Entre suas funções estão ouvir pessoas e grupos interessados em apresentar projetos para Mato Grosso.
“Tenho feito esse trabalho de atender pessoas que possuem pautas para a campanha, para contribuir com o plano de governo e com projetos para Mato Grosso. Também no interior e aqui na capital, em muitas reuniões, tenho representado a majoritária”, explicou.
A estratégia ajuda a ampliar a presença territorial da chapa, mas também oferece a Gisela a oportunidade de construir uma atuação que não esteja limitada à condição de acompanhante do candidato ao governo.

“Sempre pronta” para governar
Embora a possibilidade de assumir definitivamente o Governo do Estado não seja o centro de sua candidatura, Gisela reconhece que estar preparada para exercer o cargo é uma obrigação de qualquer vice-governador.
Questionada sobre assumir o Executivo durante viagens, afastamentos ou em outras circunstâncias previstas em lei, ela respondeu sem hesitar: “Sempre pronta”.
A candidata atribui essa disposição a uma orientação recebida ainda na infância. Segundo ela, o pai ensinou que, para conquistar espaço na vida, seria necessário estudar, trabalhar e honrar o nome da família.
Gisela afirma que procura conhecer as diferentes áreas da administração estadual e recorda que essa preparação ganhou força quando assumiu uma cadeira na Câmara dos Deputados.
“Ser uma das oito representantes do Estado dentro de um país como o Brasil é muita responsabilidade. Estar por dentro da economia, da saúde, da educação e da infraestrutura de Mato Grosso conta muito”, afirmou.
Ela reconhece que, como advogada, possui mais familiaridade com determinadas áreas. Em outras, considera indispensável contar com profissionais especializados. Para Gisela, conhecimento técnico pode ser oferecido por uma equipe preparada, mas valores pessoais permanecem como responsabilidade de quem governa.
“O conhecimento técnico você recebe de quem está na sua equipe para contribuir. Mas a boa-fé e o caráter são próprios de cada um. Isso ajuda muito a tomar decisões”, declarou.
É nesse ponto que Gisela fundamenta sua aliança com Pivetta. Segundo ela, a decisão de aceitar a candidatura a vice passou pela identificação com os valores e princípios que atribui ao governador.
Ao longo da campanha, entretanto, a candidata procura demonstrar que sua presença na chapa vai além da afinidade política. Entre agendas próprias, propostas para as mulheres e a experiência acumulada no serviço público, Gisela tenta se apresentar ao eleitor como uma vice preparada para participar das decisões — e não apenas para ocupar um espaço ao lado do governador.

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Trocou o vice! Laudicério deve escolher mulher da PMMT para ocupar vaga de vice deixada por Alex Pucineli

Em conversa exclusiva com O Livre, candidato antecipou que a escolhida é uma mulher conhecida pelo combate à violência contra a mulher
O candidato ao Governo de Mato Grosso Sargento Laudicério (AGIR) anunciará na próxima segunda-feira (14) o novo nome que ocupará a vaga de vice em sua chapa. Em conversa com O Livre, ele antecipou que a escolhida é uma mulher, sargento da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT) e conhecida por sua atuação no combate à violência contra a mulher.
O nome ainda é mantido em sigilo e será divulgado no último dia do prazo legal para a substituição. A nova candidata participou diretamente da elaboração do Programa de Governo apresentado pela chapa, segundo a campanha.
A mudança ocorre após Alex Pucineli renunciar à candidatura a vice-governador. A decisão foi tomada diante de uma questão jurídica envolvendo a comprovação de sua filiação ao AGIR.
O sistema da Justiça Eleitoral ainda registrava Pucineli como filiado ao Democrata desde 26 de março de 2026, sem anotação de desfiliação. O reconhecimento de sua filiação ao AGIR passou a ser discutido em uma ação própria, em tramitação na 39ª Zona Eleitoral.
Como ainda não havia decisão de mérito ou liminar reconhecendo o vínculo partidário, a Procuradoria Regional Eleitoral manifestou-se pelo indeferimento do registro de Pucineli. Para evitar que a situação provocasse prejuízos à chapa, ele decidiu renunciar.
O pedido foi protocolado às 13h04 dessa sexta-feira (11) e, posteriormente, homologado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT), em decisão assinada pelo desembargador Marcos Machado.
Laudicério afirmou que a equipe tentou preservar a permanência de Pucineli na disputa, devido à participação dele na construção do projeto político.
“Nós não queríamos perder o nome do Alex, porque ele é muito preparado, competente e participou diretamente da construção deste projeto. Tentamos todas as possibilidades possíveis, mas, diante do prazo e da situação jurídica, ele teve a consciência e a grandeza de renunciar para não colocar em risco uma proposta que pertence a todos aqueles que realmente desejam a mudança em Mato Grosso”, declarou.
Com a substituição, Laudicério sustenta que sua candidatura ao Governo de Mato Grosso permanece de pé. A composição definitiva da chapa deverá ser conhecida na segunda-feira.
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Ter um site é só o começo: modelo de assinatura transforma a relação das empresas com o digital

Estúdio de Cuiabá aposta em serviços por assinatura para manter sites e estratégias digitais em constante atualização
*Ter um site é só o começo: modelo de assinatura transforma a relação das empresas com o digital* A transformação da presença digital em uma ferramenta permanente para empresas e profissionais vem mudando a forma como sites, marcas e estratégias de comunicação são desenvolvidos. Em Cuiabá, esse movimento também começa a ganhar espaço com a atuação da UPBOOST, estúdio comandado pelo empresário Dherick Abreu, que trabalha com um modelo de serviços por assinatura.
A estrutura reúne desenvolvimento de sites, identidade visual, branding, hospedagem e ferramentas relacionadas ao posicionamento digital em uma mesma operação. A ideia é manter o acompanhamento depois da publicação do site, permitindo alterações e atualizações de acordo com as necessidades de cada projeto.
“Antes, o empresário precisava de um profissional para o site, outro para a marca, outro para o SEO, e ninguém respondia pelo conjunto. A gente reuniu tudo em uma assinatura, com uma equipe só respondendo por tudo”, explica Dherick Abreu.
Segundo o empresário, o modelo atende tanto negócios que estão começando a estruturar sua presença na internet quanto empresas e profissionais que já possuem uma trajetória consolidada, mas precisam reorganizar a forma como são apresentados no ambiente digital.
Em pouco mais de um ano de atuação, o estúdio colocou seis sites no ar em áreas como comunicação, mentoria, odontologia, recrutamento e energia. Entre os projetos estão trabalhos para profissionais que já possuem reconhecimento em suas respectivas áreas.
Um deles é o da jornalista, palestrante e escritora Luzimar Collares, que durante mais de 25 anos atuou na principal emissora de televisão de Mato Grosso e representou o Estado nas comemorações dos 50 anos do Jornal Nacional. Atualmente, também trabalha com media training, treinamentos de comunicação e palestras, incluindo participação no TEDx.
No projeto desenvolvido para Luzimar, a proposta foi organizar diferentes fases e áreas de sua atuação profissional em uma apresentação digital única, facilitando o acesso às informações sobre sua trajetória e os serviços que oferece.
Outro projeto é o de Sonia Mazetto, apresentada como a 1ª Gestora de Potencial Humano do Brasil. Com mais de três décadas de atuação nas áreas de comunicação, oratória e desenvolvimento humano, Sonia também passou pelo processo de reunir uma trajetória profissional extensa em uma estrutura digital mais organizada.
Para Dherick, esse tipo de trabalho parte de uma questão que vai além do aspecto visual de um site.
“Quem já construiu reputação não pode ter um site que desminta isso. Jornalista, professor universitário, gestora com trinta anos de estrada: essas pessoas chegam com nome feito. Meu trabalho é o endereço digital estar à altura”, afirma.
A atuação do estúdio ganhou uma nova frente com a parceria com Danillo Rodrigues, CEO do Grupo RDanillo, que passou a atuar na área comercial e na prospecção de novos negócios. A aproximação também amplia as possibilidades de conexão com empresas e empreendedores de outros mercados.
Além do desenvolvimento dos sites, os projetos podem envolver ferramentas como SEO técnico e local, Google Meu Negócio, Google Analytics, Search Console, Pixel da Meta e Tag Manager. A intenção é organizar não apenas a apresentação visual de uma empresa, mas também as informações que ajudam usuários a encontrá-la nos mecanismos de busca.
A discussão ganhou outra dimensão com o avanço das ferramentas de inteligência artificial. Sistemas como ChatGPT, Perplexity e Claude passaram a fazer parte da forma como algumas pessoas procuram informações sobre empresas, profissionais, produtos e serviços.
Nesse cenário, a organização das informações disponíveis na internet passa a ter importância também para a forma como empresas são identificadas e descritas por sistemas de inteligência artificial.
“Enquanto o mercado ainda discute como aparecer no Google, a pergunta já mudou: o que a inteligência artificial responde quando perguntam pela sua empresa? A gente já prepara os sites dos clientes para isso”, afirma Dherick.
“Ninguém controla o que a inteligência artificial responde. Mas dá para controlar a qualidade da informação que ela encontra sobre você”, acrescenta.
O modelo adotado pela UPBOOST funciona por meio de planos mensais, a partir de R$ 397, com valores definidos conforme o porte do projeto e os serviços contratados. Entre os recursos que podem integrar os planos estão desenvolvimento de sites, landing pages, hospedagem, domínio, certificado SSL, branding, criação de logomarca, manual da marca e identidade visual.
Antes da contratação, o estúdio também realiza um diagnóstico da presença digital e do mercado em que o negócio atua. A partir dessa análise, são definidos os recursos necessários para cada projeto.
Com a operação sediada em Cuiabá, a UPBOOST pretende ampliar a atuação para outros mercados brasileiros. A expansão ocorre em um momento em que empresas de diferentes portes passam a lidar com uma presença digital que exige atualização constante e com novas formas de busca impulsionadas pela inteligência artificial.
Para Dherick Abreu, essa mudança altera também a maneira como um site deve ser encarado.
“Um site entregue e esquecido envelhece rápido. Por isso, a gente não vende projeto: vende continuidade”, afirma.
Contato: (65) 99970-5151
www.upbooststudio.com.br
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Projeto ‘Multiplicadores Mirins’ transforma alunos da rede municipal em agentes contra queimadas e alagamento

Defesa Civil de Cuiabá leva treinamento prático para salas de aula e busca mudar cultura de preservação ambiental a longo prazo
A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria de Defesa Civil, realizou mais uma etapa do projeto Multiplicadores Mirins, que integra o programa Defesa Civil nas Escolas. A atividade aconteceu na EMEB Lenine de Campos Póvoas, no bairro Jardim União, com orientações sobre prevenção de queimadas, incêndios, alagamentos e preservação do meio ambiente, nesta sexta-feira (11).
O secretário municipal de Defesa Civil, coronel Alessandro Borges, destacou que o projeto busca trabalhar a conscientização desde a infância e promover uma mudança de cultura em relação à prevenção e à preservação ambiental.
“É um trabalho estruturante, da Defesa Civil com a Secretaria Municipal de Educação. É uma determinação do prefeito Abilio Brunini para trabalhar com a base, para mudar a cultura. Entendemos que esse trabalho é muito importante, porque é um trabalho de médio e longo prazo e que vai ser perene”, afirmou.
Segundo o secretário, o projeto será levado às escolas municipais das áreas urbana e rural de Cuiabá. A iniciativa aborda situações que impactam diretamente a cidade, como o aumento das queimadas e das temperaturas, a poluição do ar e os alagamentos provocados, entre outros fatores, pelo descarte irregular de lixo, que pode obstruir sistemas de drenagem.
“O aumento do calor, das queimadas, das fumaças e das partículas em suspensão traz um agravo à nossa saúde. Da mesma forma, na época da chuva, podemos ter alagamentos justamente porque o sistema de drenagem do município é bloqueado pelo excesso de lixo descartado pelas pessoas”, explicou.
Para o diretor Elias Alves de Oliveira, trabalhar a prevenção com os estudantes desde as primeiras fases da formação é uma forma de construir uma comunidade mais consciente e preparada.
“Quando se fala em prevenção, estamos falando de prevenir tanto situações acidentais quanto queimadas e alagamentos. É muito importante esse trabalho dentro das unidades escolares para conscientizar nossos estudantes a serem guardiões mirins”, afirmou.
A proposta do Multiplicadores Mirins é transformar os estudantes em agentes de conscientização, capazes de levar para casa e para a comunidade orientações simples que ajudam na prevenção de riscos e na preservação do meio ambiente. A ação faz parte de um trabalho contínuo da Prefeitura de Cuiabá para fortalecer a cultura de prevenção nas escolas municipais.
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