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7 de outubro de 2026

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Em defesa dos menistros – O Livre

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Francamente!

Como apreciador do português, impressiono-me com a incapacidade do brasileiro para com a leitura, a interpretação de texto e a definição de termos.

Como apreciador do português – agora, do povo – percebo que há, também, dificuldade na presunção da inocência – e o que os portugueses têm a ver com isso? Simples: note como alguns brasileiros culpam os nossos colegas de língua do além-mar pelas nossas mazelas devido à colonização.

Mas por que escrevo isso? Simplesmente para defender certas pessoas que saíram em notícias abjetas na mídia por esses dias. O que estão fazendo com esses pobres coitados é um acinte – e tudo por pura burrice. Vou citar aqui apenas dois ou três exemplos de como o mau entendimento da língua portuguesa pode arruinar a cândida imagem de alguém ou alguéns.

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Lembremo-nos, inicialmente, do surgimento de boatos sobre um banqueiro que, por algum motivo básico ou outro, acabou se dando muito mal e foi preso. Fofocas também dizem que, com seu poderio e seu dinheiro infinito, conseguia manipular altos escalões administrativos do país. Bufoneria, mas até aí tudo bem.

Problema: pegaram alguma de suas conversas por aplicativos, o que deixou seus contatos em maus lençóis, como “o” “Alan da TI” (na verdade, é provável que essa pessoa tenha ficado em “bons” lençóis, de linho ou de tecido ainda mais nobre, perfumados e limpíssimos por um período de tempo).

Numa dessas conversas do banqueiro, apareceu uma entusiasmada mensagem de um Procurador articulando com o empresário e agora presidiário uma viagem a Londres:

“Espero que tenha charuto e Macallan!”

Primeira vítima.

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Metidos a detentores da verdade e radicais políticos opositores ao atual governo disseram que esse tipo de fumo pode custar caro e que o Macallan, renomado whisky escocês, definitivamente custa caro. Mas quem pode dar certeza absoluta de que era a esses produtos que o funcionário público citado se referia?

“Charuto” pode ser um termo que remete a um instrumento cilíndrico de folhas secas usado para fumar tabaco. Podem custar de 20 a milhares de reais. De fato, há charutos que custam milhões de reais. Porém, há também charutos de uva, prato típico da culinária árabe, que poderia custar irrisórios 10 reais a unidade.

E o Procurador não parece ter tanta gula. Provavelmente, ficaria com apenas um ou dois exemplares.

Já a alcunha “Macallan”, como já dito, é atribuído a uma bebida que pode custar de 750 a quase cinco mil reais. Supondo que seja isso mesmo, já não seria uma quantia tão exorbitante (750 reais divididos por 200 milhões de brasileiros é igual a 0,00000375 reais por cabeça tupiniquim). Mas pode ser um mero nome de algum amigo que há muito a autoridade não via – e sabemos que a saudade é um sentimento muito forte. Pode ser uma homenagem à própria bebida ou, talvez, esse parceiro do jurista tenha nascido anos 90 e tentaram chamá-lo de “Macaulay”, em homenagem ao um ator mirim da época, mas não sabiam a grafia correta, assim como conhecemos muitos “Waldisney” por aí.

Enfim, presunção de inocência sempre. Vamos para o próximo caso.

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Um dos membros mais importantes de Brasília juntamente ao genro de um saudoso comunicador brasileiro apareceram no histórico do aplicativo do banqueiro combinando uma festa privada e, no caso, perguntavam com ávida curiosidade:

“As suíças estarão lá?”

Segunda vítima – ou grupo de vítimas, visto que a esposa de um deles pode ter interpretado errado também, apesar de seu pai, o apresentador falecido supracitado, ter dado o melhor da educação para a mulher.

Vergonhosamente, os inimigos do governo atribuíram a palavra “suíças” a, pasme, prostitutas europeias. Nem Tolkien teria tanta criatividade assim! Nós, porém, que acreditamos na inocência de cada ser humano, sabemos que “suíças” é um termo usado para um jeito de se usar pelos faciais – deixa-se a barba crescer apenas nas laterais do rosto, entre o canto da mandíbula e a orelha, mais ou menos. Esse estilo foi imortalizado por Carl Barks (não Karl Marx!) no personagem Tio Patinhas, da Disney.

E mesmo se não fosse esse o caso, uma dessas profissionais citada malignamente pela perigosa oposição não deve cobrar mais de cinco mil por seus serviços, o que daria cerca de 0,000025 reais por brasileiro.

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E o tal líder político não parece ter tanta disposição. Provavelmente, ficaria com apenas um ou dois exemplares.

Curiosamente, outros membros da cúpula geral de Brasília também parecem gostar desse estilo de barba, pois supostamente 20 deles participaram de um evento com 120 suíças. Se cada um usasse duas suíças, uma para cada lado do rosto, seriam 40. Faltariam 80 para o total. Devem ter contado com os cabelos no rosto da equipe tanto da festa quanto do Swedish House Mafia, grupo musical contratado para garantir mais entretenimento no evento – mas nunca vi seus membros aderirem a essa “moda”.

Para equilibrar a situação, alguns dos vis rivais desses inocentes também apareceram nas conversas. Por exemplo, um deles cometeu uma aparente transgressão, segundo noticiários, de pedir dinheiro a um banqueiro para fazer um filme. Outro, além de ter dado um apelido carinhoso ao banqueiro, pediu ajuda em relação a investimentos em minério. Já imaginou isso??? Pedir dinheiro e ajuda com investimentos para um banco??? Absurdo!

Confissão do autor: se eu soubesse que suspenderiam as cobranças dos empréstimos por um tempo, também pediria dinheiro a esse banco. Quem sabe, com a quantia suspensa, eu também poderia também desfrutar de um bom fumo e de um bom whisky (infelizmente, não charuto e Macallan, mas Marlboro e Old Parr do camelô).

Escrevo tudo isso com urgência, pois é mister (não “master”) que tenhamos conta da presunção de inocência para com nossos menistros máximos da justiça brasileira, pois as más línguas balbuciam que há conversas desses membros da corte demonstrando uma certa “amizade” para com o banqueiro.

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Ah, mas você deve estar pensando: “se esse autor maluco respeita tanto o português, por que cargas d’água escreve ministro de forma errada?”

Brasileiros e sua dificuldade com línguas…

Vamos lá: estou apenas usando recursos linguísticos para ilibar a imagem desses servidores já de antemão. Nesse neologismo misturado com composição, juntei a palavra “ministro” com a palavra “menino” ou “menina”, pois todos ali, presumivelmente, possuem a inocência de uma criança. Isso ajudará a sermos misericordiosos quando e se essas ofensivas chegarem a eles.

Obs: não sou o único a compará-los a infantes. O próprio grupo Swedish House Mafia, na festa com as suíças, possivelmente dirigiu as seguintes palavras de seu maior sucesso aos 20 inocentes presentes:

“Não se preocupe, criança. Veja, o Céu tem um plano para você.”

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Luiz Felipe Costa é católico, empresário.

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Eleitorado deu recado sobre segurança e custo de vida nas urnas, avalia cientista político da UnB

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Professor Jeferson Ramos aponta avanço conservador no Congresso, pressão por mudanças no STF e indefinição no 2º turno presidencial

Nas eleições de 2026, o crescimento da participação de partidos mais conservadores no Congresso Nacional e no governo dos estados foi interpretado como uma resposta do eleitorado sobre pautas do dia a dia. A avaliação é do economista, doutor em ciência política e professor da Universidade de Brasília (UnB) Jeferson Ramos dos Santos.

Brasília (DF), 06/10/2026  - economista, doutor em ciência política e professor da Universidade de Brasília (UnB), Jeferson Ramos dos Santos.
Foto: Jeferson Ramos/Arquivo pessoal

Professor Jeferson Ramos dos Santos avalia que o cenário permanece aberto e competitivo para 25 de outubro Foto: Jeferson Ramos/Arquivo pessoal

Ele explica que as campanhas regionais priorizaram temas como segurança pública, custo de vida, valores e família, que se consolidaram como pautas dominantes nas regiões onde foram eleitos senadores, deputados estaduais e federais e governadores. 

“Os temas foram bastante relevantes. É um recado muito claro do eleitorado, mas as temáticas não foram abordadas de forma adequada pelo governo federal”, avaliou o especialista ouvido pelo jornalismo da Rádio Nacional.

Críticas ao STF

Para o economista, a recente crise no Supremo Tribunal Federal (STF)  pesou menos na hora do voto, ficando mais de lado nas disputas eleitorais.

“Embora tenha sido uma temática relevante, que saiu na mídia e deixou a imagem do Supremo um pouco comprometida, o STF não vai às urnas. Por isso, o impacto eleitoral direto foi menor”, disse o analista.

Apesar disso, o STF deve ser alvo das discussões legislativas no Senado Federal, com a nova configuração de maioria conservadora, segundo Jeferson. “Nos próximos quatro anos, veremos o desenho institucional do Supremo sofrer algumas alterações, a extensão do poder individual de cada ministro e, eventualmente, até a limitação do mandato [dos ministros da Suprema Corte].”

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Fim da escala 6×1

No Brasil, a pauta trabalhista mais discutida neste ano é o fim da escala 6×1, que tem votação prevista para esta semana, como confirmado pelo presidente do Senado Federal, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). 

Porém, com a alteração expressiva na composição da Câmara e do Senado, o professor Jeferson Ramos dos Santos acredita que o ritmo de votação e o perfil das propostas tendem a mudar.

“O quadro político mudou sensivelmente. Geralmente, quando há incertezas, vemos nas casas legislativas uma postergação até que o quadro fique mais claro e os atores [blocos e lideranças parlamentares] se posicionarem. Então, não acho incomum se o fim da 6×1 tomasse um pouquinho mais de tempo para ir a plenário”, disse.

Disputa presidencial

De acordo com resultados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), os candidatos Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP) vão para o segundo turno da disputa pela vaga presidencial com a menor diferença já registrada em um primeiro turno eleitoral.

São cerca de 2,22 milhões de votos (1,87 ponto percentual) favoráveis ao candidato Flávio.

O professor universitário percebe que o cenário permanece aberto e competitivo para 25 de outubro, data em que os brasileiros voltam às urnas para decidir quem vai comandar o Brasil entre 2027 e 2030.

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“Temos 2% de diferença entre os candidatos e uma abstenção recorde. São algumas dezenas de milhões de eleitores que não se posicionaram. Então, a campanha está aberta e, a partir desta semana, uma nova eleição se colocada na praça.”

Agendas legislativas

O resultado final da disputa presidencial pode ter impacto na agenda da nova legislatura da Câmara e do Senado Federal, a partir de 1º de fevereiro de 2027, prevê o especialista.

“A agenda, se mais conservadora, pode caminhar menos para temas trabalhistas e, talvez, para uma agenda de valores e mais focada em segurança pública. Mas o resultado da eleição presidencial vai ter impacto para reequilibrar um pouco essas pautas legislativas ou para empurrá-las ainda mais à direita”, estima o professor Jeferson Ramos dos Santos.

O horário eleitoral para o segundo turno voltará nesta sexta-feira (9). Os candidatos à Presidência da República e aos governos de seis estados mais o Distrito Federal poderão fazer propaganda até 23 de outubro, dois dias antes do pleito final.

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Prefeitura de Cuiabá realiza mutirão do Outubro Rosa com mamografias e exames gratuitos no CER Pascoal Ramos

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Ação “Mulheres em foco, saúde em ação” oferta Papanicolau, testes rápidos de ISTs, vacinação e terapias de bem-estar; veja como participar

A Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), realiza neste sábado (10) uma ação especial em alusão ao Outubro Rosa, com serviços gratuitos de prevenção, exames e atendimentos no Centro Especializado em Reabilitação (CER) Pascoal Ramos. A programação será realizada das 7h às 15h e é aberta à comunidade.

Com o tema “Mulheres em foco, saúde em ação”, a iniciativa busca ampliar o acesso da população aos cuidados preventivos e reforçar a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama e de outras doenças que afetam a saúde da mulher.

Durante a ação, serão oferecidos serviços de solicitação de mamografia, coleta e/ou agendamento de exame preventivo do colo do útero (Papanicolau), além de aferição de pressão arterial, verificação de glicemia e saturação de oxigênio e atualização da caderneta de vacinação.

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A programação também inclui testagem rápida para Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), orientações sobre alimentação saudável, atividade física, vacinação e exames preventivos, além de serviços de relaxamento e bem-estar, como massagem miofascial e relaxamento terapêutico com aplicação de luz infravermelha.

A ação será realizada em parceria pelas equipes do CER II Pascoal Ramos, UDR Coxipó, IST e Atenção Básica de Saúde, reunindo diferentes áreas da rede municipal para levar informação, prevenção e atendimento à população.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que o Outubro Rosa é um período de mobilização para incentivar as mulheres a manterem os cuidados com a própria saúde e não deixarem os exames preventivos para depois.

SERVIÇO
Data: 10 de outubro de 2026 (sábado)
Horário: 7h às 15h
Local: CER II Pascoal Ramos

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Governador defende modelo de gestão de MT para o Brasil: “É isso que nós fazemos aqui e queremos para o país”

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Otaviano Pivetta afirma que responsabilidade fiscal e redução do custo da máquina pública são caminhos para diminuir o peso do Estado sobre o trabalhador

O governador Otaviano Pivetta afirmou, em entrevista à CNN Brasil, nesta terça-feira (6.10), que o modelo de gestão adotado em Mato Grosso, desde 2019, pode servir de referência para o Brasil. Segundo ele, a responsabilidade fiscal, a redução do custo da máquina pública e a busca por maior eficiência do Estado são caminhos para diminuir o peso da estrutura pública sobre o trabalhador e criar condições para o país avançar.

“É isso que nós fazemos aqui em Mato Grosso e o que queremos para o Brasil. Precisamos de um Governo Federal que tenha responsabilidade fiscal, que não gaste de forma irresponsável e que tenha coragem para fazer as reformas de que o país precisa”, afirmou Otaviano Pivetta.

Entre as medidas adotadas em Mato Grosso estão o fortalecimento das regras de responsabilidade fiscal, a revisão dos incentivos fiscais, a reedição do Fundo de Transporte e Habitação (Fethab) e a reforma administrativa.

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Para o governador, esse conjunto de ações representa um modelo de gestão baseado no equilíbrio das contas, na eficiência e em resultados. “É preciso diminuir o tamanho da máquina pública, fazer o Estado custar e pesar menos sobre o trabalhador. Em Mato Grosso, nós fazemos isso com responsabilidade e foco em resultados. Eu represento um modelo de gestão de resultados e é isso que queremos para o Brasil”, disse.

Otaviano Pivetta também defendeu que a estrutura pública esteja voltada para a prestação de serviços e a realização de obras necessárias ao desenvolvimento.

“A máquina pública tem que servir para prestar os serviços e fazer as obras necessárias para o país prosperar, e não para ficar segurando, travando o desenvolvimento. O Estado precisa estar a serviço da população e do desenvolvimento”, concluiu.

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