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5 de setembro de 2026

Sustentabilidade

Trigo/RS: Retomada do sol permite avanço dos tratamentos sanitários e adubação – MAIS SOJA

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As lavouras de trigo apresentam evolução diferenciada conforme o estádio e as condições de umidade dos solos. Predominam áreas em final de desenvolvimento vegetativo, elongação do colmo e emborrachamento, as quais totalizam 50%. As parcelas mais adiantadas estão em floração (33%), formação e enchimento de grãos (16%) e em maturação (1%).

No período, houve menor precipitação e maior disponibilidade de radiação solar, o que permitiu a retomada das operações de adubação nitrogenada e dos tratamentos fitossanitários, especialmente nas áreas que apresentavam restrições de acesso em razão da elevada umidade dos solos.

Entretanto, a sequência de dias nublados e chuvosos, registrada em semanas anteriores, favoreceu a evolução de doenças fúngicas, como manchas foliares, ferrugens e oídio, além de aumento da incidência de giberela nas lavouras em fase reprodutiva. Em algumas áreas, o atraso nas aplicações, decorrente das condições de tráfego, intensificou os sintomas no terço inferior das plantas.

As geadas de baixa intensidade na segunda quinzena de agosto não provocaram danos expressivos, inclusive nas áreas em fase reprodutiva. Houve registros pontuais de granizo, ainda sem avaliação consolidada dos prejuízos.

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De maneira geral, o potencial produtivo está satisfatório, embora condicionado pela evolução do quadro fitossanitário e pelas condições de umidade durante a transição para os
estádios reprodutivos. A área projetada pela Emater/RS-Ascar para Safra 2026 é de 814.220 hectares, e a produtividade média de 2.701 kg/ha.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Fronteira Oeste, em Manoel Viana, foram concluídas as aplicações de fertilizantes nitrogenados nas lavouras de implantação mais tardia. O período de menor precipitação possibilitou também a regularização das pulverizações de fungicidas e inseticidas. O potencial produtivo é considerado satisfatório. Em Maçambará, as lavouras mais adiantadas estão em enchimento de grãos, e o atraso das aplicações, associado às chuvas de semanas anteriores, resultou em elevada incidência de manchas foliares no terço inferior de alguns cultivos.

Na região da Campanha, em Aceguá, as lavouras apresentam sintomas de manchas foliares em decorrência dos acumulados de chuva, que foram superiores a 350 mm em agosto. A elevada umidade e os solos argilosos limitaram o tráfego de pulverizadores, levando algumas propriedades a utilizar drones.

A baixa luminosidade e o excesso de umidade também retardaram o desenvolvimento e dificultaram a adubação nitrogenada em cobertura. Na de Caxias do Sul, na Serra, as lavouras estão em elongação do colmo e início de espigamento. Nos Campos de Cima da Serra, região responsável por mais de 90% da área total implantada na região, predomina a fase de perfilhamento. As baixas temperaturas, apesar da ocorrência de geadas fracas, foram favoráveis aos cultivos nessa fase.

Na de Frederico Westphalen, 25% das lavouras estão em fase de desenvolvimento vegetativo, 55% em fase de florescimento e 20% em enchimento de grão. A ocorrência de
granizo provocou danos em parte da região. Na de Ijuí, a cultura está predominantemente no final do estádio vegetativo, sendo 40% em elongação do colmo e emborrachamento. O desenvolvimento é considerado adequado, embora as plantas ainda estejam com coloração verde-amarelada. Houve aumento de incidência de giberela nas áreas em floração (15%) e em formação de grãos (12%).

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Não foram observadas falhas de polinização nas áreas em formação de grãos. As geadas não provocaram danos, mas o granizo ocasionou prejuízos de pequena monta. Na de Passo Fundo, as lavouras estão em emborrachamento (70%) e espigamento (30%). A adubação nitrogenada em cobertura foi concluída, e os tratamentos fitossanitários têm sido programados conforme a possibilidade de acesso às áreas. Foram registrados episódios de granizo em alguns municípios, ainda sem avaliação definitiva dos danos.

Na de Pelotas, cerca de 75% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo, e 25% se encontram no início do florescimento. A predominância de dias nublados, de chuvas frequentes e de baixa radiação solar durante agosto atrasou o desenvolvimento das plantas.

O encharcamento dos solos impediu o trânsito de tratores e de pulverizadores, restringindo
os tratamentos preventivos contra doenças. Na de Santa Rosa, 27% dos cultivos estão em desenvolvimento vegetativo, 45% em floração, 25% em enchimento de grãos e 3% maduras. A última semana apresentou evolução satisfatória, favorecida por tempo seco e aumento de radiação solar e da luminosidade diária.

Contudo, referente ao cenário fitossanitário, ainda há incidência de oídio, ferrugens e manchas foliares, especialmente em áreas com maior disponibilidade de nitrogênio. Na de Soledade, as lavouras se distribuem em: 5% na fase final do perfilhamento, 55% em elongação do colmo, 33% em espigamento/florescimento, e 7% em enchimento de grãos.

A janela de tempo firme favoreceu o acesso às áreas para a realização dos tratamentos fitossanitários, especialmente aqueles direcionados à prevenção da giberela. As geadas do início do período foram, em geral, de baixa intensidade e não deverão causar impactos relevantes.

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Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 0,17%, passando de R$ 69,81 para R$ 69,93 com PH padrão 78.

Fonte: Emater/RS



 

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Sustentabilidade

Mercado de defensivos para milho avança 13% na segunda safra, para R$ 15,4 bilhões, aponta levantamento da Kynetec – MAIS SOJA

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Os defensivos agrícolas movimentaram R$ 15,4 bilhões na segunda safra de milho encerrada em julho último, com crescimento de 13% ante o período anterior (R$ 13,7 bilhões). Os dados são do levantamento FarmTrak™ Milho Safrinha 2026, da Kynetec Brasil, que acaba de ser divulgado. Trata-se do maior patamar de negócios na cultura registrado pela série histórica da consultoria – em 2024 foram apurados R$ 12,7 bilhões.

Na moeda americana, também houve elevação expressiva nas transações de produtos, para US$ 2,86 bilhões, alta de 18%. De acordo com a Kynetec, a diferença entre as leituras decorreu da valorização média de 5% do real perante o dólar durante a segunda safra, com a taxa média caindo de R$ 5,67 para R$ 5,41.

“O resultado reverte o quadro de retração observado em 2025, então de 7%”, frisa Millôr Mondini, especialista em pesquisas da Kynetec. “O produtor não plantou mais milho em 2026. Ele tratou mais o milho que plantou”, explica o executivo. “O crescimento veio ‘dentro da calda’, com mais alvos por aplicação e uso de produtos de maior valor agregado.”

Segundo Mondini, a área cultivada teve variação positiva de apenas 1% nas regiões avaliadas pela consultoria e preencheu cerca de 17,4 milhões de hectares. Em compensação, o número médio de tratamentos (intensidade de manejo) subiu de 17,7 para 19,1 e impulsionou a área potencial tratada (PAT) de 425 milhões de hectares cobertos, 8% acima da temporada anterior.

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Conforme Mondini, o mercado foi tracionado ainda pela recuperação dos preços de produtos. Segundo o executivo, o custo médio por tratamento, após decrescer 13% em 2025, saiu de R$ 43,10 por hectare para R$ 44,90 por hectare. O investimento total na proteção do cultivo, ele revela, passou de R$ 794 para R$ 887 por hectare (+ 12%), puxado principalmente pela região do MAPITOPA – Maranhão, Piauí, Tocantins e Pará – e pelo estado de Mato Grosso.

Desempenho por categoria

Os inseticidas seguem no topo do ranking de produtos. Registraram 39% de participação ou R$ 6,01 bilhões, com crescimento de 16%. Os fungicidas vêm na segunda posição, 21% das vendas ou R$ 3,3 bilhões (+13%). Herbicidas, em terceiro, ocuparam 20% ou R$ 3,12 bilhões (+15%), seguidos pelos nematicidas, 5% ou R$ 712 milhões. Este último apresentou o maior crescimento relativo da pesquisa, de 34%. Outros produtos complementam o montante total da segunda safra em 2026.

De acordo com Mondini, o controle de lagartas deu a maior contribuição individual para a movimentação do mercado de inseticidas. Respondeu por 43% do valor investido nos produtos em 2026, contra 32% da ‘safrinha’ anterior. Somou agora R$ 2,6 bilhões, face a R$ 1,64 bilhão, alta de 58%. A adoção de inseticidas para lagartas cobriu 92% da área cultivada.

“Esses dados mostram, em resumo, que a proteção conferida pelas chamadas biotecnologias de última geração não sustenta mais o controle de lagartas. O tratamento foliar por inseticidas deixou de ser um complemento e entrou na rotina, independentemente do evento biotecnológico presente nas sementes.”

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Em relação aos fungicidas, Mondini salienta que os produtos ‘premium’ corresponderam a 58% do total investido no controle de doenças. Equivaleram a R$ 1,92 bilhão, comparativamente a R$ 1,38 bilhão, ou 48%, de 2025, um avanço de 39%. Sua adoção, ressalta o executivo, alcançou 63% dos cultivos, ante 50% do ciclo anterior.

No segmento herbicidas, a pesquisa da Kynetec apurou que os produtos de amplo espectro saltaram de 31% para 44% em adoção. “Esse movimento reflete, principalmente, a dificuldade de controle de gramíneas como capim-pé-de-galinha e capim-amargoso”, esclarece Mondini.

Já a adoção dos nematicidas atingiu 51% da área cultivada, frente a 44% de 2025, sustentada principalmente pela oferta de produtos biológicos. Este segmento, observa Mondini, movimentou R$ 1,41 bilhão, 8% a mais do que no ano passado. Entretanto, teve reduzida a participação no mercado total, de 9,5% para 9,1%. “Nematicidas ocupam hoje 45% do mercado de biológicos para o cereal na segunda safra”, salienta o executivo.

Ainda de acordo com Millôr Mondini, considerando as duas safras – verão e ‘safrinha -, o mercado brasileiro de defensivos para milho totalizou R$ 18,3 bilhões em 2026, com crescimento de 13%. A segunda safra, conclui o executivo, respondeu por 84% do montante.

O levantamento FarmTrak™ Milho Safrinha 2026 resultou de quase 2,3 mil entrevistas presenciais com produtores, gestores e tomadores de decisões, em toda a fronteira agrícola do cereal segunda safra. A amostra da Kynetec cobriu 17,4 milhões de hectares, equivalentes a 95% da área oficial da cultura, com margem de erro de 2,1 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Sobre a Kynetec

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A Kynetec é líder global em análises e insights de dados agrícolas, especializada em saúde animal, nutrição animal, proteção de cultivos, máquinas agrícolas, sementes-biotecnologia e fertilizantes. Possui equipes localizadas em 30 países e fornece dados provenientes de 80 países. No Brasil, a Kynetec Brasil adquiriu o controle das consultorias Spark Inteligência Estratégica e MQ Solutions. Mais Informaçãos, clique aqui

Fonte: Assessoria de imprensa Kynetec


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Sustentabilidade

Setor de fertilizantes alerta: pressão sobre custos e crédito pode reduzir investimento no campo – MAIS SOJA

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A AMA Brasil, o SINDIADUBOS, o SIARGS, o SIACESP e o SIACAN alertam para o agravamento das condições econômicas enfrentadas pelo produtor rural. Juros elevados, crédito mais restrito e caro, aumento da carga tributária, custos logísticos crescentes e instabilidades no mercado internacional estão comprimindo margens e reduzindo a capacidade de investimento no campo.

O cenário é especialmente sensível porque o Brasil depende de importações para mais de 90% dos fertilizantes que consome.O setor de fertilizantes mantém capacidade logística e operacional para abastecer a agricultura, e os volumes destinados à atual safra foram internalizados em níveis compatíveis com a demanda prevista.

O maior risco, neste momento, não está na falta física de produto, mas na capacidade do agricultor de comprar os insumos de que precisa._ As empresas do setor já trabalham com a possibilidade de redução de 10% a 20% nas entregas de fertilizantes, dependendo da cultura, da região e das condições financeiras, o que pode significar menor adubação, menor investimento em tecnologia e impactos sobre a produtividade das próximas safras.

As entidades defendem medidas urgentes para aliviar o custo de produção e preservar a capacidade de investimento do produtor, com foco em desoneração de fertilizantes e insumos, renegociação das dívidas rurais, ampliação do crédito, fortalecimento do seguro rural e revisão das distorções na política de fretes. *_A mensagem é clara: reduzir o custo do fertilizante é reduzir o custo da agricultura. Garantir condições para o produtor investir hoje é proteger a produtividade, a competitividade e a segurança alimentar do Brasil amanhã.

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Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

Novo seguro rural pode ampliar proteção ao produtor de soja e milho – MAIS SOJA

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O Senado Federal aprovou nesta quinta-feira (3) o Projeto de Lei nº 2.951/2024, que aperfeiçoa as regras do seguro rural no Brasil. De autoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), a proposta segue agora para sanção presidencial. O texto busca ampliar a proteção dos produtores diante dos riscos climáticos e dar maior previsibilidade à política de subvenção ao seguro rural.

A proposta altera dispositivos da Política Agrícola, do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e das regras do chamado Fundo Catástrofe, mecanismo destinado à cobertura suplementar dos riscos do seguro rural. Para produtores de soja e milho, culturas diretamente expostas a eventos climáticos, as mudanças podem representar avanços na gestão de risco e no acesso ao crédito.

Atualmente, segundo levantamento da Aprosoja/MS, apenas cerca de 21% da área plantada nacional conta com algum tipo de seguro rural, considerando Proagro, PSR e apólices privadas sem subvenção.

Mais previsibilidade para o seguro rural

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Entre os principais pontos do projeto está a retirada da previsão de encerramento da isenção tributária do Fundo Catástrofe, considerada uma das barreiras para a participação do setor privado. O texto também amplia as possibilidades de aporte da União ao fundo, mantendo o limite de R$ 4 bilhões, e estabelece a participação obrigatória de seguradoras e resseguradoras como condição para acesso ao PSR.

Outro ponto de impacto direto para o produtor é a previsão de prazos para pagamento das indenizações: até 30 dias após a entrega da documentação ou a realização da vistoria técnica, o que ocorrer por último. Quando a vistoria presencial for dispensada, o prazo previsto é de até 15 dias.

Na avaliação do analista de Economia da Aprosoja/MS, Raphael Gimenes, a previsibilidade é um dos principais ganhos que o projeto pode proporcionar ao produtor.

“O seguro rural precisa funcionar como uma ferramenta efetiva de gestão de risco. Para o produtor, não basta existir uma apólice: é necessário que haja oferta, previsibilidade de recursos e segurança de que, diante de uma quebra de safra, a indenização chegará em tempo hábil para que ele consiga reorganizar seu fluxo financeiro e planejar a próxima safra”.

O projeto também proíbe o bloqueio ou contingenciamento dos recursos destinados à subvenção do PSR, que atualmente são classificados como despesas discricionárias e, portanto, estão sujeitos a cortes orçamentários.

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“Quando o orçamento destinado à subvenção não acompanha a demanda, o produtor fica sem uma ferramenta importante justamente quando mais precisa dela. Dar maior previsibilidade ao PSR é fundamental para que o planejamento do seguro faça parte da gestão da atividade rural, e não seja uma decisão condicionada à disponibilidade de recursos a cada ano”, explica Raphael.

Impacto para Mato Grosso do Sul

Mato Grosso do Sul está diretamente inserido nesse cenário por ser um dos principais produtores nacionais de soja e milho segunda safra. As duas culturas estão expostas a eventos como veranicos, estiagens prolongadas e alterações na janela de plantio, fatores que podem comprometer a produtividade e a rentabilidade da atividade.

De acordo com o estudo da Aprosoja/MS, entre os possíveis efeitos positivos para o produtor estão maior previsibilidade na subvenção, indenizações mais rápidas e maior capacidade do mercado segurador de manter a oferta de apólices mesmo após períodos de elevada sinistralidade. O projeto também prevê a possibilidade de o Conselho Monetário Nacional (CMN) vincular benefícios de crédito rural à contratação do seguro.

Zarc ganha importância

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Outro ponto previsto no projeto é a vinculação da cobertura do Fundo às áreas enquadradas no Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc). A medida reforça a importância de seguir as recomendações de época de plantio e calendário agrícola de cada região para acesso à cobertura.

A regra tem importância especialmente para Mato Grosso do Sul, onde a definição da janela de plantio influencia diretamente o planejamento da soja e do milho segunda safra.

Projeto ainda depende de regulamentação

Com a aprovação do Senado, o PL 2.951/2024 segue para sanção presidencial. Mesmo após a sanção, parte das medidas dependerá de regulamentação para produzir efeitos práticos, incluindo regras operacionais relacionadas ao Fundo Catástrofe e aspectos vinculados às condições de crédito.

Fonte: Aprosoja/MS
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FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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