Connect with us
28 de agosto de 2026

Business

Yara amplia presença em bioinsumos e foliares para aumentar potencial produtivo e resiliência das plantas

Published

on


Foto: Getty Images

A busca por maior produtividade aliada ao uso mais eficiente dos recursos naturais tem impulsionado o crescimento do mercado de bioinsumos e fertilizantes foliares. Além de elevar a eficiência da nutrição das plantas, essas tecnologias contribuem para reduzir perdas, aumentar a resiliência das lavouras diante de estresses climáticos e fortalecer práticas ligadas à agricultura regenerativa.

Segundo levantamento da CropLife Brasil em parceria com a FGV, o mercado global de bioinsumos pode atingir US$ 45 bilhões até 2032. No Brasil, a utilização dessas tecnologias cresceu 13% na safra 2024/25, acumulando taxa média anual de expansão de 22% nos últimos três anos.

Nesse cenário, a Yara vem ampliando sua atuação no segmento por meio de investimentos em pesquisa, desenvolvimento, infraestrutura e expansão do portfólio. A empresa ingressou nesse mercado em 2006, com a aquisição da Phosyn, empresa britânica fundada em 1967 e pioneira em nutrição foliar e bioinsumos.

“Os desafios climáticos e a demanda por práticas agrícolas mais sustentáveis têm impulsionado o mercado de bioinsumos e foliares. A transição global para fertilizantes cada vez mais tecnológicos, capazes de explorar todo o potencial da planta e do solo, não é apenas desejável, mas essencial. E poucas nações estão tão bem-posicionadas quanto o Brasil para liderar essa transformação”, afirma Raphael Martins, diretor de Desenvolvimento de Mercado da Yara.

Em 2023, a companhia lançou globalmente a marca YaraAmplix, dedicada ao portfólio de bioinsumos, que chegou ao mercado brasileiro em 2024. A estratégia complementa a linha YaraVita, de fertilizantes foliares para o fornecimento de macro e micronutrientes, ampliando a oferta de soluções para diferentes sistemas de produção.

Segundo Martins, a tendência é de que a adoção dos bioinsumos seja crescente no segmento de nutrição dos cultivos. “Os bioinsumos serão cada vez mais integrados à nutrição de plantas e a outras tecnologias agrícolas, contribuindo para uma agricultura mais eficiente, sustentável e resiliente”, aponta.

Na prática, essas soluções complementam a adubação convencional, fornecendo nutrientes essenciais de forma imediata, potencializando o seu aproveitamento pelas plantas, favorecendo a rápida correção de deficiências nutricionais, aumentando a resiliência das plantas em períodos de estresse e, como resultado de tudo isso, proporcionando aumento de produtividade.

Os resultados também são percebidos por produtores que utilizam essas tecnologias no campo. Em Jaboticaba (RS), o sojicultor Douglas Rossato Dalla Nora afirma que a adoção das soluções da Yara trouxe ganhos desde o início do ciclo da cultura.

“Hoje utilizamos 100% do portfólio da Yara no tratamento de sementes. Desde que começamos a trabalhar com a linha YaraAmplix, observamos sementes com mais vigor e qualidade, o que refletiu diretamente na implantação da lavoura. O custo-benefício é muito bom e os resultados têm sido surpreendentes. Recomendo para quem busca mais desempenho no campo”, garante.

Pesquisa e desenvolvimento

Um dos pilares dessa estratégia é o investimento em ciência. A Yara possui mais de 30 produtos em desenvolvimento para culturas como soja, milho, trigo, algodão, arroz e cana-de-açúcar. O trabalho é conduzido por cerca de 50 pesquisadores, distribuídos entre centros de pesquisa na Alemanha, Inglaterra e Brasil.

Na Alemanha, o centro de pesquisa de Hanninghof foi ampliado para acelerar o desenvolvimento de soluções nas linhas de bioinsumos. A estrutura reúne laboratórios especializados em microbiologia, análise de metabólitos e formulações, permitindo validar tecnologias e desenvolver novos produtos com maior precisão.

Além da estrutura própria, a empresa mantém parcerias com mais de 50 instituições no mundo, incluindo universidades de Copenhague, Pretória e Atenas. No Brasil, os projetos são desenvolvidos em conjunto com o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), a ESALQ/USP e outras renomadas instituições.

Estrutura global

No Reino Unido, a unidade de Pocklington funciona como centro global de desenvolvimento e produção da linha YaraVita, além de concentrar pesquisas, consultoria agronômica e análises de solo e plantas. O laboratório da unidade foi modernizado e terá capacidade para processar mais de 600 mil amostras por ano até 2030.

Também no país, a empresa constrói uma nova fábrica em Howden, com início das operações previsto para 2026. A unidade terá capacidade superior a 76 milhões de unidades por ano e será uma das maiores do mundo voltadas à produção de bioinsumos e foliares.

No Brasil, a segunda planta mundial de bioinsumos da companhia foi inaugurada em 2018, em Sumaré (SP), após investimento de R$ 100 milhões. A unidade tem capacidade para produzir cerca de 50 milhões de litros por ano de fertilizantes foliares e micronutrientes, abastecendo o mercado brasileiro, estratégico para a companhia, e também países vizinhos.

O complexo abriga ainda o Yara Knowledge Grows Center, que reúne casa de vegetação, laboratórios e áreas destinadas ao desenvolvimento, validação e demonstração de produtos. No local, são realizados testes de desempenho, segurança de aplicação e curvas de dose para validação de benefícios e de incremento em produtividade nas principais culturas do Brasil.

Recentemente, a unidade passou a operar também no modelo B2B, produzindo soluções sob encomenda para ampliar a eficiência operacional e fortalecer o portfólio da empresa.

Investimentos e perspectivas

Somente em 2024, a Yara investiu R$ 90 milhões na ampliação das atividades de pesquisa e desenvolvimento, fortalecimento do portfólio e expansão das equipes especializadas. Globalmente, foram destinados US$ 42 milhões nos últimos dois anos para ampliar a capacidade técnica e comercial da empresa, sendo quase metade desse valor direcionada ao Brasil.

Atualmente, a companhia possui dez produtos registrados no mundo, incluindo soluções já disponíveis no mercado brasileiro, como YaraAmplix BIOTRAC, YaraAmplix NRHIZO, YaraAmplix SEEDLIFT, YaraAmplix OPTINUE e YaraAmplix OPTIFRESH.

A expectativa é que, até 2030, o Brasil responda por pouco mais de 50% da margem global da companhia nas vendas do segmento de bioinsumos e foliares, reforçando o papel estratégico do país na expansão da companhia.

“A Yara já está entre as cinco maiores empresas globais no segmento e segue ampliando investimentos em pesquisa, desenvolvimento e capacidade produtiva para acelerar a inovação. O Brasil terá um papel central nessa estratégia e reúne todas as condições para liderar essa transformação”, conclui Raphael Martins.

O post Yara amplia presença em bioinsumos e foliares para aumentar potencial produtivo e resiliência das plantas apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Yara amplia presença em bioinsumos e foliares para aumentar potencial produtivo e resiliência das plantas

Published

on


Foto: Getty Images

A busca por maior produtividade aliada ao uso mais eficiente dos recursos naturais tem impulsionado o crescimento do mercado de bioinsumos e fertilizantes foliares. Além de elevar a eficiência da nutrição das plantas, essas tecnologias contribuem para reduzir perdas, aumentar a resiliência das lavouras diante de estresses climáticos e fortalecer práticas ligadas à agricultura regenerativa.

Segundo levantamento da CropLife Brasil em parceria com a FGV, o mercado global de bioinsumos pode atingir US$ 45 bilhões até 2032. No Brasil, a utilização dessas tecnologias cresceu 13% na safra 2024/25, acumulando taxa média anual de expansão de 22% nos últimos três anos.

Nesse cenário, a Yara vem ampliando sua atuação no segmento por meio de investimentos em pesquisa, desenvolvimento, infraestrutura e expansão do portfólio. A empresa ingressou nesse mercado em 2006, com a aquisição da Phosyn, empresa britânica fundada em 1967 e pioneira em nutrição foliar e bioinsumos.

“Os desafios climáticos e a demanda por práticas agrícolas mais sustentáveis têm impulsionado o mercado de bioinsumos e foliares. A transição global para fertilizantes cada vez mais tecnológicos, capazes de explorar todo o potencial da planta e do solo, não é apenas desejável, mas essencial. E poucas nações estão tão bem-posicionadas quanto o Brasil para liderar essa transformação”, afirma Raphael Martins, diretor de Desenvolvimento de Mercado da Yara.

Em 2023, a companhia lançou globalmente a marca YaraAmplix, dedicada ao portfólio de bioinsumos, que chegou ao mercado brasileiro em 2024. A estratégia complementa a linha YaraVita, de fertilizantes foliares para o fornecimento de macro e micronutrientes, ampliando a oferta de soluções para diferentes sistemas de produção.

Segundo Martins, a tendência é de que a adoção dos bioinsumos seja crescente no segmento de nutrição dos cultivos. “Os bioinsumos serão cada vez mais integrados à nutrição de plantas e a outras tecnologias agrícolas, contribuindo para uma agricultura mais eficiente, sustentável e resiliente”, aponta.

Na prática, essas soluções complementam a adubação convencional, fornecendo nutrientes essenciais de forma imediata, potencializando o seu aproveitamento pelas plantas, favorecendo a rápida correção de deficiências nutricionais, aumentando a resiliência das plantas em períodos de estresse e, como resultado de tudo isso, proporcionando aumento de produtividade.

Os resultados também são percebidos por produtores que utilizam essas tecnologias no campo. Em Jaboticaba (RS), o sojicultor Douglas Rossato Dalla Nora afirma que a adoção das soluções da Yara trouxe ganhos desde o início do ciclo da cultura.

“Hoje utilizamos 100% do portfólio da Yara no tratamento de sementes. Desde que começamos a trabalhar com a linha YaraAmplix, observamos sementes com mais vigor e qualidade, o que refletiu diretamente na implantação da lavoura. O custo-benefício é muito bom e os resultados têm sido surpreendentes. Recomendo para quem busca mais desempenho no campo”, garante.

Pesquisa e desenvolvimento

Um dos pilares dessa estratégia é o investimento em ciência. A Yara possui mais de 30 produtos em desenvolvimento para culturas como soja, milho, trigo, algodão, arroz e cana-de-açúcar. O trabalho é conduzido por cerca de 50 pesquisadores, distribuídos entre centros de pesquisa na Alemanha, Inglaterra e Brasil.

Na Alemanha, o centro de pesquisa de Hanninghof foi ampliado para acelerar o desenvolvimento de soluções nas linhas de bioinsumos. A estrutura reúne laboratórios especializados em microbiologia, análise de metabólitos e formulações, permitindo validar tecnologias e desenvolver novos produtos com maior precisão.

Além da estrutura própria, a empresa mantém parcerias com mais de 50 instituições no mundo, incluindo universidades de Copenhague, Pretória e Atenas. No Brasil, os projetos são desenvolvidos em conjunto com o Instituto Agronômico de Campinas (IAC), a ESALQ/USP e outras renomadas instituições.

Estrutura global

No Reino Unido, a unidade de Pocklington funciona como centro global de desenvolvimento e produção da linha YaraVita, além de concentrar pesquisas, consultoria agronômica e análises de solo e plantas. O laboratório da unidade foi modernizado e terá capacidade para processar mais de 600 mil amostras por ano até 2030.

Também no país, a empresa constrói uma nova fábrica em Howden, com início das operações previsto para 2026. A unidade terá capacidade superior a 76 milhões de unidades por ano e será uma das maiores do mundo voltadas à produção de bioinsumos e foliares.

No Brasil, a segunda planta mundial de bioinsumos da companhia foi inaugurada em 2018, em Sumaré (SP), após investimento de R$ 100 milhões. A unidade tem capacidade para produzir cerca de 50 milhões de litros por ano de fertilizantes foliares e micronutrientes, abastecendo o mercado brasileiro, estratégico para a companhia, e também países vizinhos.

O complexo abriga ainda o Yara Knowledge Grows Center, que reúne casa de vegetação, laboratórios e áreas destinadas ao desenvolvimento, validação e demonstração de produtos. No local, são realizados testes de desempenho, segurança de aplicação e curvas de dose para validação de benefícios e de incremento em produtividade nas principais culturas do Brasil.

Recentemente, a unidade passou a operar também no modelo B2B, produzindo soluções sob encomenda para ampliar a eficiência operacional e fortalecer o portfólio da empresa.

Investimentos e perspectivas

Somente em 2024, a Yara investiu R$ 90 milhões na ampliação das atividades de pesquisa e desenvolvimento, fortalecimento do portfólio e expansão das equipes especializadas. Globalmente, foram destinados US$ 42 milhões nos últimos dois anos para ampliar a capacidade técnica e comercial da empresa, sendo quase metade desse valor direcionada ao Brasil.

Atualmente, a companhia possui dez produtos registrados no mundo, incluindo soluções já disponíveis no mercado brasileiro, como YaraAmplix BIOTRAC, YaraAmplix NRHIZO, YaraAmplix SEEDLIFT, YaraAmplix OPTINUE e YaraAmplix OPTIFRESH.

A expectativa é que, até 2030, o Brasil responda por pouco mais de 50% da margem global da companhia nas vendas do segmento de bioinsumos e foliares, reforçando o papel estratégico do país na expansão da companhia.

“A Yara já está entre as cinco maiores empresas globais no segmento e segue ampliando investimentos em pesquisa, desenvolvimento e capacidade produtiva para acelerar a inovação. O Brasil terá um papel central nessa estratégia e reúne todas as condições para liderar essa transformação”, conclui Raphael Martins.

O post Yara amplia presença em bioinsumos e foliares para aumentar potencial produtivo e resiliência das plantas apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Produtores de Mato Grosso passam a usar sistema agrometeorológico do Inmet

Published

on


Produtores rurais de Mato Grosso passaram a contar com o Sistema de Suporte à Decisão na Agropecuária (Sisdagro), desenvolvido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), para acompanhar dados agrometeorológicos e apoiar o planejamento das atividades no campo. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (28) pela Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato).

A plataforma foi apresentada nesta quinta-feira (27), em Várzea Grande, durante um evento que também marcou a inauguração de uma estação meteorológica em Chapada dos Guimarães. Segundo a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), a nova estrutura já está integrada ao Sisdagro.

O sistema permite a consulta de dados observados e de previsões para até cinco dias. Entre as variáveis disponíveis estão precipitação, temperatura, umidade relativa do ar, velocidade e direção dos ventos e radiação solar.

Quer ficar por dentro da previsão do tempo e dos alertas meteorológicos? Acesse a página do tempo do Canal Rural e planeje-se!

O Sisdagro também reúne informações sobre balanço hídrico, deficiência hídrica, graus-dia, períodos adequados para operações agrícolas e alertas voltados à prevenção de queimadas. Na prática, a plataforma amplia o acesso a indicadores usados no acompanhamento das condições climáticas e no suporte às decisões de manejo.

De acordo com a Famato, o Inmet instalou mais de 20 novas estações em Mato Grosso, o que elevou a cobertura da rede para 90% do território estadual. Com a ampliação, o sistema passa a operar com base em uma malha mais extensa de monitoramento dentro do Estado.

Além das informações voltadas à agricultura, a plataforma também disponibiliza dados sobre conforto térmico de bovinos por meio do Índice de Temperatura e Umidade (ITU).

Com a integração das novas estações ao Sisdagro, produtores de Mato Grosso passam a ter acesso a dados meteorológicos, previsões de curto prazo e indicadores agrometeorológicos para apoiar o planejamento das atividades agropecuárias.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Produtores de Mato Grosso passam a usar sistema agrometeorológico do Inmet apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading

Business

Grãos devem abrir em alta em Chicago com suporte de soja, milho e crise no Mar Negro

Published

on


Os contratos futuros de grãos negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) devem iniciar a sessão desta sexta-feira (28) em alta, retomando a tendência após a pausa do pregão anterior. O movimento é sustentado pela valorização do óleo de soja, por novos anúncios de vendas de soja e farelo pelos Estados Unidos, pelo corte na safra europeia de milho e pela continuidade das preocupações com a oferta no Mar Negro.

Segundo a Consus Ag Consulting, mesmo com os contratos em níveis de sobrecompra, a combinação de perdas de produtividade nos Estados Unidos, restrições geopolíticas e demanda aquecida para a safra nova segue atraindo compradores. No cenário macroeconômico, o petróleo WTI recuava 1,28%, a US$ 82,42 por barril, o índice dólar (DXY) avançava 0,02%, a 99,178 pontos, e o dólar comercial no Brasil subia 0,33%, para R$ 5,1788.

Na soja, o suporte veio da alta do óleo de soja, da firmeza do farelo e de novas vendas externas. O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou vendas avulsas de 408 mil toneladas de soja da safra 2026/27, sendo 182 mil toneladas para a China e 226 mil toneladas para destinos desconhecidos, além de 200 mil toneladas de farelo de soja para Alemanha e Holanda. O analista Sherman Newlin, da Zaner Ag Hedge, afirmou que o mercado de óleo reagiu a relatos de que a Casa Branca estuda elevar as cotas de mandatos de biocombustíveis para 2027 em 500 milhões de galões.

Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News!

No milho, o mercado acompanha o corte da Comissão Europeia para a safra 2026/27 do bloco, agora estimada em 50,10 milhões de toneladas, o menor nível em 19 anos. A projeção de importações da União Europeia subiu para 25 milhões de toneladas. Nos Estados Unidos, o USDA informou na quinta-feira (27) vendas semanais de 1,07 milhão de toneladas da safra 2026/27, recorde do ciclo.

No trigo, a alta é sustentada pela intensificação da crise geopolítica no Leste Europeu. O analista Joe Nikruto, da Zaner Ag Hedge, e a consultoria Granar destacaram que os temores sobre o conflito no Mar Negro e a paralisia dos embarques marítimos mantêm os compradores ativos. O ministro da Agricultura da Ucrânia, Taras Vysotskyi, informou exportações de 1,42 milhão de toneladas em agosto e redução da área de trigo de inverno para a safra 2027.

No overnight, a soja para novembro subia 11,50 cents, para US$ 12,7950 por bushel. O óleo de soja para dezembro avançava 2,26%, a 70,06 cents por libra-peso, e o farelo de soja ganhava US$ 4,00, para US$ 344,90 por tonelada curta. O milho para dezembro subia 5,75 cents, a US$ 5,3925 por bushel. No trigo, o contrato dezembro na CBOT avançava 10,75 cents, para US$ 7,7150 por bushel, enquanto o vencimento dezembro em Kansas subia 11,25 cents, a US$ 8,3325 por bushel.

Fonte: Estadão Conteúdo

O post Grãos devem abrir em alta em Chicago com suporte de soja, milho e crise no Mar Negro apareceu primeiro em Canal Rural.

Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT