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27 de agosto de 2026

Business

Produção e colheita de amendoim entram para o universo dos videogames

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Foto: Divulgação

Pela primeira vez, a cultura do amendoim poderá ser vivenciada no game Farming Simulator 25 com a chegada de equipamentos para as operações de arranquio, recolhimento e transporte da Indústrias Colombo.

A novidade chega ao jogo em 28 de agosto, com o lançamento do Cerrado Edition, novo mapa desenvolvido pela Connect Modding, empresa brasileira e embaixadora do Farming Simulator no país.

O projeto foi criado para representar características da agricultura brasileira e permitirá aos jogadores acompanhar virtualmente diferentes etapas do cultivo do amendoim, da produção à colheita.

O conteúdo será disponibilizado gratuitamente como mod — formato que amplia a experiência original do jogo com novos mapas, culturas, máquinas e funcionalidades — para quem já possui o Farming Simulator 25, disponível para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S. O download poderá ser feito pela plataforma oficial de mods do jogo.

Para o COO da Indústrias Colombo, Neto Colombo, levar essas soluções para o ambiente virtual também é uma forma de mostrar a tecnologia e a engenharia que existem por trás de uma operação agrícola.

Do campo às novas gerações

Com mais de 40 milhões de cópias vendidas, a franquia Farming Simulator reúne jogadores de diferentes países e mais de 150 fabricantes de equipamentos agrícolas de todo o mundo.

Para Colombo, a chegada do amendoim ao universo do game amplia a forma de apresentar uma cultura presente em diferentes regiões produtoras no Brasil e em mais de 100 países pelo mundo, entre eles China, Índia, Estados Unidos e Argentina.

A experiência de colheita contará com quatro equipamentos da Miac, marca da empresa, reproduzidos digitalmente a partir das máquinas reais: o Arrancador C600, as colhedoras Twin Master Peanut Combine e Avanti e o transbordo CTA 6500.

No jogo, eles permitirão executar diferentes operações da mecanização do amendoim, do arranquio, colheita ao transporte da produção.

Para o diretor comercial e de marketing da Indústrias Colombo, Joel Backes, a presença da companhia no Cerrado Edition amplia o alcance internacional da marca e coloca as máquinas desenvolvidas no Brasil em contato com novos públicos.

A iniciativa ganha relevância também pela conexão com as novas gerações. Para muitos jogadores, o ambiente virtual pode ser um dos primeiros contatos com culturas agrícolas, máquinas e operações que fazem parte da rotina de uma propriedade rural.

“Quando um jovem entra no jogo, conhece uma cultura, entende uma operação e começa a perceber toda a tecnologia envolvida naquele processo, estamos ajudando a aproximar uma nova geração do agronegócio. O campo está cada vez mais conectado à tecnologia, e estar em espaços como esse também é uma forma de despertar curiosidade sobre as possibilidades que existem dentro do setor”, conclui Backes.

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Como ficaram os preços de soja no Brasil? Produtor segue à espera de melhora

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Foto: Magnific

O mercado brasileiro de soja apresentou poucos lotes negociados nesta quinta-feira (27), em meio à forte volatilidade na Bolsa de Chicago. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, destaca que as oscilações acompanharam principalmente o fluxo do óleo de soja e a pressão da demanda sobre as exportações da nova safra norte-americana.

Apesar da volatilidade, a soja encerrou o dia com leves ganhos em Chicago. Os prêmios tiveram pequenos ajustes, enquanto o dólar registrou ganhos tímidos. “Houve algumas oportunidades via porto nos melhores momentos de tela”, destaca Silveira.

De maneira geral, porém, o físico registrou poucas negociações. Segundo o analista, houve poucas ofertas por parte dos vendedores, que agora aguardam preços ainda melhores.

No mercado físico, as cotações apresentaram movimentos distintos entre as principais praças brasileiras:

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 148,50 para R$ 150,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 149,50 para R$ 151,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 146,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 141,00
  • Dourados (MS): caiu de R$ 138,00 para R$ 137,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 142,00
  • Paranaguá (PR): seguiu R$ 157,00
  • Rio Grande (RS): os preços foram de de R$ 157,50 para R$ 158,00

Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em leve alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta quinta-feira, dia de muita volatilidade. Na parte da manhã e pouco antes do final da sessão, um movimento de realização de lucros pressionou as cotações. Mas a demanda firme e o desempenho de outros mercados garantiram uma alta moderada. As exportações semanais norte-americanas consistentes foram responsáveis pela reação.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2025/26, com início em 1º de setembro, ficaram em 73.900 toneladas na semana encerrada em 13 de agosto. O Egito liderou as compras, com 105.000 toneladas. Para a temporada 2026/27, foram mais 2.478.300 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 1,1 milhão e 3,1 milhões de toneladas, somando-se as duas temporadas.

A soja também foi influenciada positivamente pela reação nos preços do petróleo, em meio à indefinição no Oriente Médio. O trigo também teve bons ganhos, estendendo o recente movimento. As preocupações com a oferta no Mar Negro sustentam o cereal e ajudam os produtos vizinhos, caso da soja.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com alta de 2,00 centavos de dólar, ou 0,15%, a US$ 12,68 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 12,83 por bushel, com elevação de 2,25 centavos de dólar ou 0,17%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 1,60 ou 0,47%, a US$ 340,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 68,51 centavos de dólar, com ganho de 0,77 centavo ou 1,13%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,20%, sendo negociado a R$ 5,1635 para venda e a R$ 5,1615 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1420 e a máxima de R$ 5,1750.

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Safra de milho verão em São Paulo cresce 41% no ciclo 2025/26

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A produção de milho primeira safra no Estado de São Paulo alcançou 2,06 milhões de toneladas no ciclo 2025/26, alta de 41% na comparação com o período anterior. Os dados constam do terceiro levantamento do Instituto de Economia Agrícola (IEA-APTA) em parceria com a Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), vinculados à Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo.

O resultado do milho verão foi sustentado pela expansão de 26,5% na área plantada, que chegou a 277,8 mil hectares, e pelo ganho de 11,5% na produtividade. O levantamento mostra que a regional de Itapeva liderou a produção estadual, com participação de 26% no total colhido.

Na sequência aparecem São João da Boa Vista, com 11,5%, Itapetininga, com 7,7%, e Avaré, com 7,5%. Juntas, essas quatro regionais responderam por 52,7% da produção paulista de milho primeira safra.

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No caso da soja, a safra 2025/26 em São Paulo foi encerrada em 4,12 milhões de toneladas, praticamente estável em relação ao ciclo anterior. O desempenho combinou retração de 5,1% na área cultivada com avanço de 5,4% na produtividade, que atingiu média de 3.603 quilos por hectare.

As principais regiões produtoras de soja no estado foram Itapeva, com 19,3% do total, Ourinhos, com 10,5%, Assis, com 10,3%, Itapetininga, com 7,0%, Orlândia, com 6,6%, e Avaré, com 5,0%. Somadas, essas regionais representaram 58,7% da produção paulista.

O terceiro levantamento do IEA-APTA e da CATI indica avanço expressivo do milho verão em São Paulo no ciclo 2025/26, enquanto a soja encerrou a safra com estabilidade no volume produzido e produtividade maior no estado.

Fonte: Estadão Conteúdo

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Paraná projeta 22,64 milhões de toneladas de soja e 4,1 milhões de milho verão em 2026/27

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O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura e do Abastecimento (Seab) do Paraná, divulgou nesta quinta-feira (27) a primeira estimativa para a safra 2026/27 de grãos no estado. A projeção indica produção de 22,64 milhões de toneladas de soja e de 4,10 milhões de toneladas de milho verão. O levantamento também revisou os números da safrinha de milho 2026 e da safra de trigo 2025/26.

Para a soja, a estimativa é de alta de 4% sobre o volume projetado para 2025/26, de 21,80 milhões de toneladas. A área destinada à oleaginosa em 2026/27 foi estimada em 5,760 milhões de hectares, praticamente estável ante os 5,733 milhões de hectares do ciclo anterior. A produtividade média esperada é de 3.930 kg/ha, acima dos 3.802 kg/ha de 2025/26.

No ciclo 2025/26, a produção de soja do Paraná foi ajustada para 21,80 milhões de toneladas, avanço de 3% sobre as 21,14 milhões de toneladas de 2024/25. Em julho, a projeção estava em 21,81 milhões de toneladas.

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Para o milho verão 2026/27, o Deral estima produção de 4,10 milhões de toneladas, recuo de 1% ante as 4,14 milhões de toneladas consolidadas em 2025/26. A área plantada deve crescer 2%, para 373,0 mil hectares, frente a 365,7 mil hectares. A produtividade média prevista para a primeira safra é de 10.984 kg/ha.

Na safra 2025/26, a produção de milho verão foi mantida em 4,14 milhões de toneladas, volume 36% superior ao registrado em 2024/25, de 3,05 milhões de toneladas.

Para o milho segunda safra 2026, a estimativa foi elevada para 17,32 milhões de toneladas. O volume representa queda de 3% na comparação com as 17,90 milhões de toneladas colhidas em 2024/25, mas supera as 17,05 milhões de toneladas projetadas em julho. A área da safrinha totalizou 2,917 milhões de hectares, alta de 3% sobre 2024/25, e o rendimento médio foi ajustado para 5.940 kg/ha.

No trigo 2025/26, a projeção é de 2,37 milhões de toneladas, 18% abaixo das 2,88 milhões de toneladas da safra 2024/25. A área cultivada soma 726,9 mil hectares, com produtividade média estimada em 3.259 kg/ha.

As novas estimativas do Deral indicam avanço da soja na safra 2026/27, estabilidade com leve recuo no milho verão e revisão para cima na safrinha de milho 2026, enquanto o trigo 2025/26 segue projetado abaixo do ciclo anterior no Paraná.

Fonte: Estadão Conteúdo

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