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27 de agosto de 2026

Agro Mato Grosso

Novo processo viabiliza produção industrial de bioinseticidas no controle de pragas agrícolas

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Pesquisadores da Embrapa, em parceria com a empresa Efense, desenvolveram um processo completo para a produção industrial de bioinseticidas à base de fungos patogênicos para insetos, o que pode ampliar a oferta de alternativas sustentáveis para o controle de importantes pragas da agricultura. A tecnologia envolve desde a otimização da fermentação líquida em larga escala até a formulação, armazenamento e validação em campo dos produtos biológicos. A elevada produção de células dos fungos, conhecidas como blastosporos, apresentou estabilidade durante o armazenamento e eficiência no controle da mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B) e da lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda).

De acordo com Aline Lira, bolsista do projeto na Embrapa Meio Ambiente durante seu doutorado (Esalq-USP), os resultados representam um avanço para a produção comercial de bioinseticidas fúngicos, uma vez que superam dois dos principais desafios dessa tecnologia: a fabricação em larga escala e a baixa estabilidade dos blastosporos durante o armazenamento.

“Foi demonstrado que é possível produzir mais de um bilhão de blastosporos por mililitro em apenas dois dias de fermentação, mantendo a qualidade biológica necessária para uso agrícola. Além disso, blastosporos em formulação oleosa apresentaram maior virulência quando comparados com não formulados, criando um efeito sinérgico no controle dos insetos-praga”, destaca Lira.

Menor custo, maior produção

Os blastosporos são células produzidas naturalmente por fungos entomopatogênicos durante a infecção de insetos. Para a indústria, a grande vantagem é que eles podem ser multiplicados rapidamente por meio de fermentação líquida. Comparado ao método tradicional de fabricação em fermentação sólida para obtenção de conídios, a produção de blastosporos torna o processo mais ágil, uniforme e fácil de automatizar.

Na prática, isso significa fábricas mais produtivas e melhor controle do bioprocesso, o que reflete na qualidade final dos propágulos produzidos. Entretanto, sua elevada sensibilidade à desidratação e a condições ambientais adversas sempre limitaram sua utilização comercial.

“Para superar esse problema, a equipe desenvolveu protocolos que envolveram a escolha das melhores fontes de carbono e nitrogênio para a fermentação, o escalonamento da produção em biorreatores de laboratório e industriais e o desenvolvimento de formulações capazes de preservar a viabilidade dos fungos durante o armazenamento e que aumentaram sua atividade inseticida”, explica Gabriel Mascarin, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente.

Escala industrial

Depois da etapa laboratorial, o processo foi transferido para biorreatores de sete litros e, posteriormente, para biorreatores industriais de 1.200 litros. “Mesmo em larga escala”, enfatiza Mascarin, “os rendimentos de produção se mantiveram elevados. Em média, os cultivos atingiram entre 1,8 e 2,8 bilhões de unidades formadoras de colônia por mililitro entre 2 e 4 dias de fermentação, demonstrando que a tecnologia pode ser utilizada em processos industriais sem perda significativa de desempenho”.

Segundo o pesquisador, essa etapa representa um dos maiores avanços do trabalho, pois demonstra que a produção industrial de blastosporos desses fungos é tecnicamente viável e pode atender às demandas do mercado de produtos biológicos para a agricultura.

Formulação aumenta a vida útil

Outro desafio enfrentado pelos pesquisadores foi prolongar a estabilidade dos blastosporos após sua produção sem secagem prévia por convecção, método bastante utilizado para secagem de fungos na fabricação de formulações sólidas-secas do tipo pó molhável e grânulo dispersível em água.

A estabilidade durante armazenamento de blastosporos sem secagem por convecção é um gargalo industrial que limita a comercialização desses bioinseticidas. Além disso, a secagem por convecção pode aumentar os custos de produção de um bioinseticida fúngico. Na prática, isso barateia e simplifica o processo industrial, abrindo as portas para a comercialização em larga escala.

Para isso, diferentes formulações foram avaliadas utilizando dispersão em óleo vegetal e sílica amorfa. O estudo mostrou que essas combinações preservaram a viabilidade dos fungos por até 90 dias sob refrigeração, desempenho muito superior ao observado com blastosporos sem formulação adequada.

Controle eficiente

Os pesquisadores avaliaram a eficiência dos novos bioinseticidas contra duas das principais pragas da agricultura brasileira. Segundo Jeanne Marinho-Prado, pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente, nos ensaios em laboratório e casa de vegetação, os blastosporos formulados apresentaram elevada virulência contra lagartas de Spodoptera frugiperda e ninfas de mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B), alcançando mortalidade entre 70% e 93% quando aplicados na concentração de 10 milhões de blastosporos por mililitro.

“Os experimentos também mostraram que os blastosporos desses fungos conseguem aderir rapidamente ao corpo dos insetos, germinar e iniciar o processo de infecção poucas horas após a aplicação, acelerando consequentemente a mortalidade em poucos dias, o que é uma característica importante para o controle biológico dessas pragas”, destacou Marinho-Prado. Resultados foram confirmados em lavouras de soja. A tecnologia também foi testada em condições reais de cultivo.

Marcus Santana, da Efense, empresa que cofinanciou essa pesquisa, explica que durante duas safras consecutivas de soja (2022/2023 e 2023/2024), aplicações sucessivas dos bioinseticidas à base de blastosporos reduziram significativamente as populações de mosca-branca nas áreas experimentais.

“Os ensaios compararam os novos produtos com bioinseticidas comerciais registrados no Brasil, demonstrando que as formulações à base de blastosporos apresentam elevado potencial para integrar programas de manejo integrado de pragas e ampliar as opções de controle biológico disponíveis aos agricultores”, informou Santana.

Mais novos bioinseticidas

Os pesquisadores destacam que o estudo consolida mais de uma década de pesquisas voltadas ao desenvolvimento de tecnologias para produção de blastosporos de fungos patogênicos para insetos, validando a sua patente sob o código BR112016 0066138 e PCT/US2015/049673 dos inventores Gabriel Moura Mascarin e Mark Alan Jackson. O trabalho demonstra que é possível integrar todas as etapas — produção, escalonamento industrial, formulação, armazenamento e validação biológica — em um único processo tecnicamente viável.

A expectativa é que os resultados contribuam para acelerar o desenvolvimento de novos bioinseticidas comerciais à base de blastosporos, fortalecendo o manejo integrado de pragas e reduzindo a dependência de inseticidas químicos. Além dos benefícios ambientais, a tecnologia pode ampliar a competitividade da indústria brasileira de bioinsumos, setor que apresenta crescimento contínuo impulsionado pela busca por sistemas agrícolas mais sustentáveis. (com Assessoria Embrapa)

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Agro Mato Grosso

Aprosoja MT leva mais de 200 estudantes para vivenciar a rotina do campo em Santa Carmem

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Programa Futuro em Campo promove aprendizado sobre o campo e aproxima as novas gerações do agronegócio

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) iniciou o segundo semestre de 2026 levando o programa Futuro em Campo para mais de 200 estudantes da Escola Municipal de 1º Grau Selvino Damian Preve, nesta terça-feira (25.08), em Santa Carmem. Divididos nos períodos matutino e vespertino, os alunos participaram de uma experiência de imersão na Fazenda Dona Dozolina, onde puderam conhecer de perto a rotina do produtor rural e as diferentes etapas do processo produtivo.

Durante a atividade, os estudantes acompanharam de forma prática etapas que fazem parte do dia a dia no campo, desde a preparação do solo e o plantio até os cuidados com a lavoura e a colheita. A programação também contou com momentos de contato direto com a natureza e uma atividade de plantio de árvores, permitindo que muitos dos alunos tivessem, pela primeira vez, a experiência de plantar uma muda e compreender a importância da preservação ambiental.

O vice-presidente Norte da Aprosoja MT, Ilson Redivo, também destacou a importância de levar o conhecimento sobre o agronegócio para as novas gerações. Para ele, aproximar as crianças da realidade do campo desde cedo contribui para que elas compreendam a dimensão do trabalho realizado pelos produtores rurais e a importância da produção agrícola para toda a sociedade.

“São crianças que vieram à fazenda conhecer de perto a realidade da nossa produção e entender a importância que a agricultura tem na vida das pessoas. Vamos passar o dia todo na propriedade, visitando diferentes estações que foram organizadas por meio de um trabalho muito dedicado da equipe da Aprosoja MT. É um trabalho muito importante e digno, porque investir em educação e nas nossas crianças é um dos melhores caminhos para o futuro do Brasil. Nós precisamos acreditar nisso. O Brasil tem potencialidades enormes e precisamos avançar, preparando e educando as nossas crianças para que elas conheçam e valorizem aquilo que o nosso país tem de melhor. É justamente esse trabalho que a Aprosoja MT vem desenvolvendo com muita dedicação e maestria: despertando nas crianças o interesse pelo amanhã, pela agricultura e mostrando a importância que ela tem na vida das pessoas, na economia do nosso país e, principalmente, na produção de alimentos para a população e para os animais”, destacou o vice-presidente Norte.

Para o delegado coordenador do Núcleo de Sinop da Aprosoja MT, João Marcos Bustamante, a experiência proporciona aos estudantes um contato direto com uma realidade que muitas vezes está distante da sala de aula e contribui para a formação de uma visão mais ampla sobre o setor produtivo.

“As crianças ficam deslumbradas com tudo o que encontram aqui na fazenda. E essa experiência é justamente uma semente que está sendo plantada nelas, para que possam levar esse conhecimento adiante. Esse é o intuito do Futuro em Campo: aproximar as crianças do campo, mostrar desde cedo como funciona o agro e ajudar a construir uma compreensão de que a agricultura também é feita com tecnologia, cuidado e sustentabilidade. Essa é a nossa missão neste dia de hoje”, disse o delegado coordenador.

Anfitrião da atividade, o proprietário da Fazenda Dona Dozolina, Rudimar Ceni, destacou a importância de apresentar o agronegócio às crianças desde os primeiros anos de formação. Para ele, levar os estudantes para dentro da propriedade é uma oportunidade de mostrar, na prática, como funciona a produção agrícola e qual é a contribuição do setor para a sociedade.

“Eu achei muito importante. Acho que é pelas crianças que a gente tem que começar a ensinar o que é o agro e qual é a importância dele. Hoje, muitas vezes, elas acabam recebendo informações de uma forma equivocada, então precisamos mostrar, desde cedo, como realmente funciona a agricultura e a importância que ela tem para a sociedade. Por isso, achei de grande importância esse evento da Aprosoja MT. Quando me pediram para utilizar a propriedade para realizar a atividade, na hora eu falei que não tinha problema nenhum e que fazia questão de receber as crianças, justamente para que elas pudessem conhecer e aprender, na prática, como realmente funciona a agricultura. Quero também agradecer à Aprosoja MT, que tem feito muitas coisas boas nos últimos anos, com muitos avanços e conquistas. Acho de grande importância o trabalho de uma associação como essa, que tem um valor extraordinário para o setor. Fico muito agradecido à Aprosoja MT por ter escolhido a nossa propriedade para realizar esse evento”, afirmou o proprietário da fazenda.

Durante o período matutino, o prefeito de Santa Carmem, Pablo Bortolas, também acompanhou a programação e ressaltou a importância de iniciativas que aproximam os estudantes da principal atividade econômica do município. Segundo ele, conhecer o campo desde cedo permite que as crianças compreendam o caminho percorrido pelos alimentos até chegarem à mesa da população.

“A gente fica muito feliz em receber essa iniciativa no nosso município e em poder proporcionar esse dia de campo para as crianças da nossa escola. É uma oportunidade de mostrar toda a força e a importância do agronegócio para Santa Carmem. Hoje, o agronegócio representa cerca de 75% do valor adicionado do município e tem um papel fundamental na geração de renda e no desenvolvimento da nossa região. Por isso, é muito importante trazer as crianças para conhecerem de perto a realidade do campo, mostrando como os alimentos são produzidos e todo o trabalho que existe por trás da agricultura. A soja e o milho são as principais culturas do nosso município, então esse dia de campo, realizado aqui na Fazenda Dona Dozolina, será muito importante para que as crianças possam entender, na prática, todo o processo: desde a preparação do solo, passando pelo plantio, até chegar à colheita da soja e do milho, que são a base da nossa agricultura. É uma experiência que aproxima as crianças do campo e ajuda a mostrar a importância do agronegócio para o nosso município e para toda a sociedade”, pontuou o prefeito de Santa Carmem.

Para a coordenadora da Escola Municipal de 1º Grau Selvino Damian Preve, Fabiana Sandri, levar os estudantes para uma propriedade rural complementa o aprendizado desenvolvido em sala de aula e permite que os conteúdos sejam compreendidos a partir de uma experiência concreta.

“A visita de hoje, com certeza, proporcionou um grande aprendizado para as nossas crianças. Foi uma oportunidade de vivenciar, na prática, muitos dos conteúdos que eles aprendem em sala de aula. Foi um momento muito enriquecedor, porque eles puderam conhecer de perto como acontece todo o processo, desde o plantio até a colheita, e entender como esse trabalho é fundamental para que o alimento chegue à nossa mesa e também à cidade. É uma experiência que contribui muito para ampliar o conhecimento deles sobre o campo e sobre a importância do agronegócio”, ressaltou a coordenadora.

Entre os estudantes que participaram da programação, a experiência também despertou curiosidade e entusiasmo. Para as alunas Bruna Hammes Niederle e Allana da Rosa Schuck, do período matutino, conhecer a propriedade rural e ter contato com elementos da produção agrícola e da natureza tornou o dia diferente da rotina escolar.

“Esse passeio está sendo bem legal e eu estou gostando muito. A gente viu várias coisas sobre a agricultura, como a soja, as sementes, as máquinas, o mato, o lago e as árvores. Eu estou gostando muito de conhecer tudo isso e de ver a natureza de perto. Muito obrigada, Aprosoja, pelo Futuro em Campo!”, agradeceram.

A atividade em Santa Carmem reforça a proposta do Futuro em Campo de aproximar as crianças e adolescentes e a realidade do agronegócio. Por meio de experiências práticas, a iniciativa busca ampliar o contato direto com a propriedade rural, o programa também contribui para fortalecer a conexão entre campo e cidade e mostrar às novas gerações que, por trás dos alimentos e produtos que fazem parte do cotidiano.

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Moscas-das-frutas variam entre ambientes secos da Argentina

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Estudo registra diferenças na composição das espécies e picos populacionais no verão e no outono

Levantamento realizado em três ambientes secos do noroeste da Argentina identificou diferenças na composição das comunidades de moscas-das-frutas da família Tephritidae. O estudo registrou 1.006 insetos, distribuídos em sete espécies nativas e uma exótica. A amostragem ocorreu entre fevereiro de 2023 e janeiro de 2024, na província de La Rioja.

Pesquisadores instalaram 18 armadilhas do tipo McPhail em áreas de vegetação natural do Chaco Seco, da Floresta Montana do Chaco e do Monte de Sierras y Bolsones, seis em cada ambiente. As armadilhas receberam proteína hidrolisada com bórax e permaneceram ativas durante 17 períodos de coleta.

Maior abundância

Rhagoletotrypeta xanthogastra apresentou a maior abundância, com 368 indivíduos. Cerca de 87% dos exemplares da espécie foram capturados no Chaco Seco. Anastrepha fraterculus somou 363 indivíduos e ocorreu nos três ambientes. A praga predominou no Monte e na Floresta Montana do Chaco, onde respondeu por 59% e cerca de metade das capturas locais, respectivamente.

O gênero Rhagoletotrypeta dominou o total de insetos coletados. Rhagoletotrypeta parallela teve maior ocorrência na Floresta Montana do Chaco, enquanto Rhagoletotrypeta pastranai apresentou maior presença no Monte. O trabalho também registrou Anastrepha alveatoides pela primeira vez na província de La Rioja.

Ceratitis capitata, espécie exótica e praga de importância quarentenária, representou 2,2% das capturas. Os pesquisadores registraram a espécie apenas no Monte e na Floresta Montana do Chaco.

Maiores níveis

A abundância total atingiu os maiores níveis no fim do verão e no outono. As capturas caíram até valores próximos de zero no inverno. A composição das comunidades também variou entre os ambientes: as diferenças foram estatisticamente significativas nas comparações entre o Chaco Seco e cada um dos outros dois ambientes, com maior contraste em relação ao Monte, mas não entre a Floresta Montana do Chaco e o Monte.

Os resultados ampliam o conhecimento sobre tefritídeos em áreas áridas e semiáridas e fornecem informações para estudos sobre distribuição, dinâmica populacional e manejo de espécies de importância agrícola (doi 10.3390/insects17090895).

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Agro Mato Grosso

Aprosoja Mato Grosso reforça importância da atualização cadastral dos produtores

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Produtores devem procurar os supervisores ou entrar em contato com o Canal do Produtor para garantir participação nas eleições da entidade

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) reforça aos produtores a importância de manter os dados cadastrais atualizados junto à entidade, especialmente durante o período de eleições, que irá definir a nova diretoria e os delegados da Aprosoja MT.

A atualização é necessária para garantir uma comunicação eficiente com os associados e o acesso a informações, comunicados, orientações e conteúdos de interesse do setor. Além disso, os dados cadastrais atualizados são importantes para que o produtor possa exercer seu direito ao voto no processo eleitoral.

A Aprosoja MT orienta que os produtores verifiquem, especialmente, se o número de telefone para contato está atualizado, se a inscrição estadual da propriedade está ativa e se o núcleo ao qual pertencem está corretamente cadastrado, considerando o local em que pretendem exercer o direito ao voto.

O produtor que estiver com informações desatualizadas ou com pendências cadastrais poderá ficar inapto a participar da votação em seu núcleo. Por isso, a Aprosoja MT alerta que a atualização deve ser realizada até o dia 25 de setembro.

Para verificar a situação cadastral ou realizar uma atualização, o produtor deve procurar o supervisor responsável pelo seu núcleo. Também é possível entrar em contato diretamente com o Canal do Produtor, pelo telefone (65) 3027-8100, que está disponível para orientar sobre o procedimento.

A Aprosoja Mato Grosso reforça que manter o cadastro atualizado é fundamental para fortalecer a comunicação com os associados e garantir a participação dos produtores no processo de escolha da nova diretoria e dos delegados da entidade.

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