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27 de agosto de 2026

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Fios de alta tensão se rompem, poste pega fogo e ruas são interditadas em Alta Floresta

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Curto-circuito atingiu cabos de fibra óptica na tarde desta terça (25). Bombeiros e Guarda de Trânsito isolaram a região para evitar choques elétricos

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado na tarde desta terça-feira (25.8) para combater um incêndio em um poste de energia elétrica no bairro Boa Nova 1, em Alta Floresta (791 km de Cuiabá).

A 7ª Companhia Independente Bombeiro Militar (7ª CIBM) recebeu o chamado por volta das 15h37 e, durante o deslocamento, ao acessar a Avenida Nossa Senhora Aparecida, via que dá acesso ao local solicitado, foi constatado que havia um fio de alta tensão rompido e caído no chão, ainda apresentando descarga elétrica.

A equipe da 7ª CIBM solicitou o apoio da Guarda de Trânsito para realizar o isolamento das vias, devido à intensa movimentação de veículos e pedestres que circulavam na região.

Após o isolamento, a equipe prosseguiu até o endereço solicitado, onde foram verificadas chamas visíveis na caixa de cabos de fibra óptica de internet. No local, também foi observado o rompimento de um fio de alta tensão, que permanecia suspenso. Para o controle das chamas, foram utilizados jatos de água com o canhão da viatura, até a extinção do fogo na caixa de cabos de fibra óptica.

O local permaneceu isolado, com apoio da equipe da Prefeitura responsável pelos serviços elétricos em postes, que informou ainda a existência de um terceiro poste, situado a aproximadamente 350 metros do local, onde também havia ocorrido o rompimento de um fio de alta tensão, porém sem a presença de chamas.

A equipe retornou à Avenida Nossa Senhora Aparecida para reforçar e manter o isolamento da área até a chegada da Concessionária de energia elétrica.

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“Não sou a mulher da SES de forma pejorativa”, diz ex-adjunta após depor a portas fechadas

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Caroline Dobes afirmou aos deputados que não participava de licitações e que já foi inocentada pela Justiça. CPI agora aguarda Gilberto Figueiredo e Juliano Melo na próxima semana

Após a oitiva, acompanhada do advogado Ricardo Monteiro, a investigada concedeu entrevista à imprensa e revelou que apresentou todos os esclarecimentos necessários sobre o trabalho executado na pasta. Para o presidente da CPI, deputado estadual Wilson Santos (PSD), no entanto, a investigada não apresentou fatos ou informações novas que pudessem contribuir com as apurações.

Caroline conta que não deixou nenhuma pergunta sem resposta e que as questões relacionadas à sua atuação já haviam sido esclarecidas anteriormente perante outras autoridades. De acordo com ela, documentos e provas apresentados à justiça resultaram em decisões que a retiraram de investigações e impediram que se tornasse ré. “Das 70 perguntas, todas foram respondidas. Tudo que precisava ser respondido ou provado da minha parte foi apresentado judicialmente há muitos anos”, pontuou.

A ex-secretária disse ainda que as questões relacionadas a ela já foram analisadas pelo Ministério Público, Polícia Judiciária Civil e Poder Judiciário. Ela acrescenta que houveram decisões nas justiças das esferas estadual e federal que afastaram a sua responsabilização nos processos em que o seu nome foi relacionado. “Eu estou nesta situação desde 2023. Mesmo tendo uma decisão que já me excluiu dessa investigação, eu sequer me tornei ré. As provas foram apresentadas perante o poder judiciário e consideraram que eu não fazia parte disso. Eu nunca fui processada”, defendeu.

Caroline também contestou a forma como sua atuação na SES é retratada publicamente e disse que o seu trabalho esteve relacionado à assistência à população, especialmente durante a pandemia da Covid-19. Ela citou como exemplo, o Centro de Triagem que foi um projeto que atribuiu à sua gestão. “Eu não sou a mulher da SES de forma pejorativa. Se eu sou uma mulher da SES, sou a mulher que trabalha e que tirou grandes projetos assistenciais para salvar a população de Mato Grosso num momento crítico da pandemia”, informou.

Apesar do posicionamento feito por Wilson Santos ao conteúdo apresentado durante a oitiva, Caroline avaliou positivamente a sua participação na CPI e disse considerar importante ter tido a oportunidade de apresentar a sua versão. “Nenhum ato de autoridade em um processo tão sensível como esse pode ser considerado desnecessário. Eu agradeci na CPI, a oportunidade de ter um momento técnico, sóbrio e democrático, de poder trazer tudo o que aconteceu e que ainda não havia sido divulgado da forma como precisava ser”, explica.

Wilson Santos explica que o objetivo da CPI é reunir informações e documentos tanto de pessoas investigadas quanto de testemunhas e que, no caso de Caroline, ela participou da oitiva na condição de investigada. “Ela disse que gostaria, após a arguição dos deputados, de trazer algumas informações. E ela não trouxe essas informações. Terminada a sabatina, eu ainda indaguei se ela havia se arrependido de ter anunciado que tinha informações extras. Ela acabou não trazendo informação extra nenhuma”, relatou.

Nas respostas relacionadas a contratos sem licitação e possíveis enriquecimentos, o deputado afirmou que a ex-secretária declarou não ter participado de processos de licitação, compras ou pagamentos dentro da SES. “Ela disse que não era da área dela. Ela nunca licitou nada, nunca comprou nada, nunca pagou nada. Disse que existia na Secretaria Estadual de Saúde, uma secretaria adjunta de licitações e que nunca participou dessa parte. A parte dela era administrar, fazer a gestão dos hospitais regionais. Licitação nunca foi com ela”, explicou.

Ausência – Antes da oitiva de Caroline, a CPI aguardava o depoimento do ex-secretário de Estado de Saúde (SES), Gilberto Figueiredo, que não compareceu à comissão. Para Wilson Santos, a ausência foi considerada frustrante, principalmente porque o próprio ex-secretário teria manifestado anteriormente disposição para prestar esclarecimentos. “Mais uma vez, em abril, Gilberto deu uma entrevista dizendo que estava pronto. Se recebesse um convite, viria à CPI. No outro dia, eu fiz o convite oficial, em nome da presidência da CPI, e ele nunca respondeu. Foi convocado e continuou dizendo que tinha total tranquilidade em comparecer à CPI”, declarou.

O presidente da CPI também citou o habeas corpus apresentado pelo ex-secretário ao Tribunal de Justiça de Mato Grosso, cujo pedido foi indeferido. “Então, ele tem demonstrado, na prática, uma coisa: uma coisa é o que ele fala, mas, na prática, ele tem agido verdadeiramente para não comparecer à CPI”, comentou.

O deputado ressaltou, porém, que a comissão possui limitações constitucionais e precisa respeitar decisões do Supremo Tribunal Federal que restringem medidas coercitivas contra depoentes. “Nós temos limitações constitucionais, decisões do Supremo Tribunal Federal. Não há mais um encaminhamento coercitivo sobre vara. Então, a CPI vai ter que ter bastante paciência”, declarou.

Na próxima quarta-feira, 2 de setembro, às 14h, na Assembleia Legislativa, ocorrerá o depoimento de Gilberto Figueiredo que foi remarcado com aprovação da maioria do colegiado da CPI. Também, está previsto a oitiva com o secretário de Estado de Saúde, Juliano Melo, para prestar esclarecimentos sobre os contratos firmados pela SES, no período de 2019 a 2025.

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Mulher diz que bebê nasceu morta e que a colocou no lixo após entrar em desespero

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Perícia constatou, porém, que recém-nascida respirou após o parto; caso é investigado em Várzea Grande

A mulher apontada como responsável por colocar o corpo da própria filha recém-nascida em uma lixeira de um condomínio de Várzea Grande afirmou à Polícia Civil que acreditava que a bebê havia nascido morta. Em depoimento à Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), ela disse ter agido em um momento de “desespero e confusão emocional”.

O corpo foi encontrado na manhã de 23 de julho por um trabalhador responsável pela coleta dos contêineres de lixo do condomínio. A recém-nascida estava dentro de uma caixa de papelão. Durante as investigações, imagens do sistema de videomonitoramento ajudaram a identificar a mãe como a pessoa que havia feito o descarte.

À polícia, a mulher contou que apenas suspeitava que estivesse grávida, pois continuava apresentando sangramentos. Por isso, não teria realizado acompanhamento pré-natal nem comunicado a possível gestação ao marido ou a outros familiares. Segundo o relato, na noite de 22 de julho, enquanto o esposo dormia, ela entrou em trabalho de parto no banheiro da residência e deu à luz sozinha.

A investigada afirmou que a filha nasceu aparentemente sem sinais de vida. Depois de cortar o cordão umbilical, teria colocado o corpo em uma caixa junto com a placenta e outros resíduos do parto e levado tudo até a lixeira durante a madrugada. Ela reconheceu ser a pessoa registrada pelas câmeras e negou ter usado substâncias abortivas ou recebido ajuda de terceiros.

O marido também prestou depoimento e confirmou, em linhas gerais, a versão da companheira. Segundo ele, só ficou sabendo do que havia acontecido dias depois, quando o caso ganhou repercussão.

O laudo de necropsia da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), entretanto, trouxe um elemento diferente da versão apresentada pela mãe. O exame apontou que a criança, do sexo feminino, tinha aproximadamente 26 semanas de gestação — cerca de seis meses — e pesava 750 gramas. Não foram encontrados sinais de violência física, mas a perícia constatou que houve respiração após o nascimento, indicando que a bebê nasceu com vida e sobreviveu por um curto período.

A causa da morte ainda não foi determinada. Entre as possibilidades analisadas está a de que a prematuridade tenha contribuído para o óbito. A Polícia Civil também aguarda exames complementares para verificar se o parto ocorreu espontaneamente ou se pode ter sido provocado pelo uso de alguma substância ou outro tipo de intervenção.

Com as diligências em fase final, a expectativa é de que o inquérito seja concluído nos próximos dias. Inicialmente, a investigada poderá ser indiciada por homicídio, sob o entendimento de que, como mãe, tinha o dever jurídico de cuidado e proteção da filha, que, segundo a perícia, nasceu com vida.

O delegado Rogério Gomes, responsável pelo caso na DHPP, ponderou que o enquadramento jurídico ainda poderá ser alterado conforme os resultados dos exames pendentes. Caso surjam elementos indicando que o parto foi provocado por prática abortiva, outros crimes também poderão ser incluídos na investigação.

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Menos de um mês para a Abertura Nacional do Plantio da Soja 26/27: saiba como acompanhar o evento!

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Fazenda Horizontina | Reprodução Canal Rural

Faltam exatos 21 dias para a Abertura Nacional do Plantio da Soja. A largada oficial será realizada no dia 17 de setembro, na Fazenda Horizontina, em Ipiranga do Norte (MT). O evento reunirá produtores, pesquisadores, autoridades e representantes do setor para discutir os principais desafios e oportunidades da cultura.

Nesta edição, o tema central será a verticalização da soja na produção de alimentos e energia, destacando as possibilidades de agregar valor à produção e ampliar a participação da oleaginosa em diferentes segmentos da economia.

A Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/27 colocará em debate questões estratégicas para a cadeia produtiva. Além da importância da soja para a produção agrícola brasileira, o encontro pretende discutir novas possibilidades de utilização da oleaginosa e de seus derivados, especialmente nos segmentos de alimentos e energia.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

Inscrições para participação presencial

Para participar presencialmente, os interessados devem realizar a inscrição por meio do AgroAgenda. É simples e rápido.

Evento terá transmissão ao vivo

Quem não puder participar presencialmente também poderá acompanhar a Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/27 à distância.

O evento terá transmissão ao vivo pelo Canal Rural e pelo YouTube, permitindo que produtores rurais, pesquisadores, profissionais do agronegócio e demais interessados de todo o Brasil acompanhem a programação.

Verticalização

Nesta edição, a verticalização será o principal eixo das discussões, com destaque para a utilização da soja na produção de alimentos e energia. O tema busca colocar em evidência as possibilidades de agregar valor à produção e fortalecer a participação da cultura em diferentes segmentos econômicos.

O encontro também representa um momento de integração entre produtores, pesquisadores, autoridades e representantes do setor, permitindo a troca de informações sobre os caminhos da produção brasileira de soja.

Não perca!

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