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28 de maio de 2026

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“Boa parte da nossa riqueza vai embora com a pluma”, diz Eraí ao apoiar polo de fábricas em MT

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Setor produtivo e gigantes do agro endossam programa de repasse de ICMS do Governo; plano promete frear exportação crua e explodir vagas de emprego

“Programa cria ambiente mais competitivo para transformar essa pluma aqui dentro”. A declaração do produtor de algodão e presidente da Agrofios Campo Verde, Milton Garbugio, resume a avaliação do setor produtivo sobre o Programa de Verticalização da Indústria Têxtil lançado pelo Governo de Mato Grosso nesta quarta-feira (27.5).

A iniciativa tem o objetivo de ampliar o processamento do algodão dentro do Estado e incentivar novos investimentos na indústria têxtil mato-grossense, com foco na agregação de valor à produção local, geração de empregos e fortalecimento da economia regional.

“Mato Grosso já produz algodão em escala mundial. Quando você industrializa, o dinheiro circula mais tempo no Estado, gera emprego urbano e fortalece toda a economia regional”, afirmou Garbugio.

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O programa consiste em transformar, dentro do próprio estado, o algodão em pluma produzido no campo em produtos industrializados, como fios, tecidos, malhas e confecções, agregando valor à economia local. Na prática, os produtores poderão transferir para as indústrias créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) acumulados ao longo da cadeia produtiva. Já as indústrias poderão utilizar esses valores para reduzir parte do imposto devido nas operações, diminuindo custos de produção e aumentando a competitividade do setor.

Maior produtor individual de algodão do mundo, Eraí Maggi afirmou que a verticalização pode ampliar a permanência do valor agregado da cadeia produtiva dentro do Estado.

“Hoje nós produzimos algodão em grande escala, mas boa parte dessa riqueza vai embora junto com a pluma. Quando você industrializa aqui dentro, você distribui renda de forma muito maior. A indústria gera emprego contínuo, movimenta as cidades, cria oportunidade para milhares de famílias e faz o desenvolvimento chegar muito mais forte para a população”, declarou.

O diretor-presidente do Grupo Rovitex, Vitor Luiz Rambo Junior, afirmou que o setor já avalia projetos de expansão em Mato Grosso, principalmente em áreas de maior valor agregado, como fios penteados e malharia.

“A cadeia têxtil brasileira movimenta mais de R$ 200 bilhões por ano e emprega milhões de pessoas. Mato Grosso produz a matéria-prima, tem logística em expansão e escala agrícola. O incentivo ajuda justamente a tornar o Estado competitivo para capturar uma parte maior desse mercado industrial”, afirmou.

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Além da indústria, representantes do comércio também avaliam que os reflexos da verticalização podem alcançar outros segmentos da economia, principalmente serviços e varejo.

“O setor têxtil tem uma capacidade enorme de distribuir renda. Quando uma indústria chega, ela movimenta serviços, transporte, comércio, qualificação profissional e cria empregos em larga escala, principalmente para mulheres e jovens”, afirmou o presidente da CDL Cuiabá, Junior Macagnan.

Em Campo Verde, município que concentra parte das fiações instaladas em Mato Grosso, a expectativa da prefeitura é de fortalecimento da atividade econômica local e aumento da demanda por mão de obra técnica.

“A indústria muda completamente o perfil econômico do município. Ela gera emprego contínuo, movimenta comércio, cria demanda por qualificação e ajuda a estabilizar a economia além do ciclo agrícola”, afirmou o prefeito Alexandre Lopes.

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O programa de verticalização se soma a outros incentivos e políticas já implementados pelo Governo de Mato Grosso voltados à competitividade da indústria. Entre eles estão a isenção do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) sobre o algodão destinado à indústria de fiação mato-grossense e os incentivos concedidos pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic).

Atualmente, não há incidência do Fethab sobre a saída da pluma destinada exclusivamente à indústria de fiação instalada no estado. A medida reduz o custo de aquisição da matéria-prima e fortalece a competitividade da produção local.

Em relação ao Prodeic, o Governo do Estado aplica redução do ICMS para a indústria têxtil, permitindo que a carga tributária efetiva seja reduzida para 1,2% nas operações interestaduais e de 2,55% a 3,4% nas operações internas.

Com Assessoria 

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Vírus circulando: VG corre contra o tempo para vacinar idosos e crianças antes do dia 30

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Com foco total em blindar os mais vulneráveis contra complicações respiratórias, município aguarda aval do Ministério da Saúde para liberar a vacina a todos

A Prefeitura de Várzea Grande realizou a primeira reunião para discutir a elaboração do Plano de Contingência para Situações de Risco e Desastres (Plancon), iniciativa pioneira que visa preparar o município para enfrentar desastres naturais e situações de emergência.

O plano deverá abranger ocorrências como alagamentos, incêndios florestais e criminosos, desastres aéreos e acidentes químicos. Durante o encontro, o Município e a Defesa Civil de Mato Grosso também discutiram os possíveis impactos do fenômeno El Niño em Várzea Grande e no Estado.

Conforme a prefeita Flávia Moretti, Várzea Grande sofre há décadas com problemas de alagamentos, mas, com ações efetivas e a criação do Comitê Contra Alagamentos, o Município tem trabalhado de forma preventiva e antecipada.

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“Com essas ações, em parceria com as Defesas Civis Municipal e Estadual e demais órgãos envolvidos, vamos ampliar ainda mais o planejamento para garantir a segurança dos nossos munícipes”, destacou a prefeita.

O coordenador da Defesa Civil de Várzea Grande, Jovanil Flores, ressaltou que o Plancon é um documento estratégico que estabelece os procedimentos a serem adotados em casos de queimadas, enchentes, inundações e outros eventos adversos.

“A principal função é antecipar cenários de risco e preparar a cidade para enfrentar possíveis desastres, minimizando danos e reduzindo impactos negativos à saúde, ao meio ambiente e ao patrimônio público. Assim, conseguiremos oferecer respostas mais rápidas e eficientes”, afirmou.

O secretário adjunto de Defesa Civil de Mato Grosso, coronel BM Marcelo Augusto Reveles, ressaltou o compromisso do Estado em apoiar os municípios na gestão de riscos e no fortalecimento da rede de proteção.

“Esse é um compromisso que assumimos com o Município. Vamos oferecer apoio e atuar como parceiros para que Várzea Grande esteja cada vez mais preparada para enfrentar situações de emergência”, afirmou.

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A promotora de Justiça Michelle de Miranda Rezende Villela Germano destacou a importância da iniciativa e elogiou o planejamento preventivo adotado pela gestão municipal.

“É algo novo e extremamente importante para o Município. Fico feliz em ver Várzea Grande atuando com planejamento e não apenas de forma emergencial, após os problemas acontecerem. Esse plano contempla diversas ações importantes em favor da população e do bem-estar animal”, pontuou.

Participaram da reunião o comandante do 2º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar, major BM Anderson Rodrigo da Silva; o secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton; o subsecretário de Viação e Obras, Juliano Machado; a chefe de gabinete da prefeita, Ana Helena; o secretário municipal de Defesa Social, inspetor GM Louriney Santos; o comandante da Guarda Municipal, inspetor GM Juliano Lemos; a secretária de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação, Manoela Rondon; a subsecretária de Assistência Social, Taynara Morais; a subsecretária de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Cintia Serrano; e o coordenador da Defesa Civil de Mato Grosso, 2º sargento bombeiro militar João Keney Felisberto.

A Prefeitura de Várzea Grande realizou a primeira reunião para discutir a elaboração do Plano de Contingência para Situações de Risco e Desastres (Plancon), iniciativa pioneira que visa preparar o município para enfrentar desastres naturais e situações de emergência.

O plano deverá abranger ocorrências como alagamentos, incêndios florestais e criminosos, desastres aéreos e acidentes químicos. Durante o encontro, o Município e a Defesa Civil de Mato Grosso também discutiram os possíveis impactos do fenômeno El Niño em Várzea Grande e no Estado.

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Conforme a prefeita Flávia Moretti, Várzea Grande sofre há décadas com problemas de alagamentos, mas, com ações efetivas e a criação do Comitê Contra Alagamentos, o Município tem trabalhado de forma preventiva e antecipada.

“Com essas ações, em parceria com as Defesas Civis Municipal e Estadual e demais órgãos envolvidos, vamos ampliar ainda mais o planejamento para garantir a segurança dos nossos munícipes”, destacou a prefeita.

O coordenador da Defesa Civil de Várzea Grande, Jovanil Flores, ressaltou que o Plancon é um documento estratégico que estabelece os procedimentos a serem adotados em casos de queimadas, enchentes, inundações e outros eventos adversos.

“A principal função é antecipar cenários de risco e preparar a cidade para enfrentar possíveis desastres, minimizando danos e reduzindo impactos negativos à saúde, ao meio ambiente e ao patrimônio público. Assim, conseguiremos oferecer respostas mais rápidas e eficientes”, afirmou.

O secretário adjunto de Defesa Civil de Mato Grosso, coronel BM Marcelo Augusto Reveles, ressaltou o compromisso do Estado em apoiar os municípios na gestão de riscos e no fortalecimento da rede de proteção.

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“Esse é um compromisso que assumimos com o Município. Vamos oferecer apoio e atuar como parceiros para que Várzea Grande esteja cada vez mais preparada para enfrentar situações de emergência”, afirmou.

A promotora de Justiça Michelle de Miranda Rezende Villela Germano destacou a importância da iniciativa e elogiou o planejamento preventivo adotado pela gestão municipal.

“É algo novo e extremamente importante para o Município. Fico feliz em ver Várzea Grande atuando com planejamento e não apenas de forma emergencial, após os problemas acontecerem. Esse plano contempla diversas ações importantes em favor da população e do bem-estar animal”, pontuou.

Participaram da reunião o comandante do 2º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar, major BM Anderson Rodrigo da Silva; o secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton; o subsecretário de Viação e Obras, Juliano Machado; a chefe de gabinete da prefeita, Ana Helena; o secretário municipal de Defesa Social, inspetor GM Louriney Santos; o comandante da Guarda Municipal, inspetor GM Juliano Lemos; a secretária de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação, Manoela Rondon; a subsecretária de Assistência Social, Taynara Morais; a subsecretária de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Cintia Serrano; e o coordenador da Defesa Civil de Mato Grosso, 2º sargento bombeiro militar João Keney Felisberto.

Com Prefeitura de Várzea Grande

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Programa têxtil cria ambiente para industrialização do algodão em Mato Grosso

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“Programa cria ambiente mais competitivo para transformar essa pluma aqui dentro”. A declaração do produtor de algodão e presidente da Agrofios Campo Verde, Milton Garbugio, resume a avaliação do setor produtivo sobre o Programa de Verticalização da Indústria Têxtil lançado pelo Governo de Mato Grosso nesta quarta-feira (27).

A iniciativa tem o objetivo de ampliar o processamento do algodão dentro do Estado e incentivar novos investimentos na indústria têxtil mato-grossense, com foco na agregação de valor à produção local, geração de empregos e fortalecimento da economia regional.

“Mato Grosso já produz algodão em escala mundial. Quando você industrializa, o dinheiro circula mais tempo no Estado, gera emprego urbano e fortalece toda a economia regional”, afirmou Garbugio.

O programa consiste em transformar, dentro do próprio estado, o algodão em pluma produzido no campo em produtos industrializados, como fios, tecidos, malhas e confecções, agregando valor à economia local. Na prática, os produtores poderão transferir para as indústrias créditos do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) acumulados ao longo da cadeia produtiva. Já as indústrias poderão utilizar esses valores para reduzir parte do imposto devido nas operações, diminuindo custos de produção e aumentando a competitividade do setor.

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Maior produtor individual de algodão do mundo, Eraí Maggi afirmou que a verticalização pode ampliar a permanência do valor agregado da cadeia produtiva dentro do Estado.

“Hoje nós produzimos algodão em grande escala, mas boa parte dessa riqueza vai embora junto com a pluma. Quando você industrializa aqui dentro, você distribui renda de forma muito maior. A indústria gera emprego contínuo, movimenta as cidades, cria oportunidade para milhares de famílias e faz o desenvolvimento chegar muito mais forte para a população”, declarou.

O diretor-presidente do Grupo Rovitex, Vitor Luiz Rambo Junior, afirmou que o setor já avalia projetos de expansão em Mato Grosso, principalmente em áreas de maior valor agregado, como fios penteados e malharia.

“A cadeia têxtil brasileira movimenta mais de R$ 200 bilhões por ano e emprega milhões de pessoas. Mato Grosso produz a matéria-prima, tem logística em expansão e escala agrícola. O incentivo ajuda justamente a tornar o Estado competitivo para capturar uma parte maior desse mercado industrial”, afirmou.

Além da indústria, representantes do comércio também avaliam que os reflexos da verticalização podem alcançar outros segmentos da economia, principalmente serviços e varejo.

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“O setor têxtil tem uma capacidade enorme de distribuir renda. Quando uma indústria chega, ela movimenta serviços, transporte, comércio, qualificação profissional e cria empregos em larga escala, principalmente para mulheres e jovens”, afirmou o presidente da CDL Cuiabá, Junior Macagnan.

Em Campo Verde, município que concentra parte das fiações instaladas em Mato Grosso, a expectativa da prefeitura é de fortalecimento da atividade econômica local e aumento da demanda por mão de obra técnica.

“A indústria muda completamente o perfil econômico do município. Ela gera emprego contínuo, movimenta comércio, cria demanda por qualificação e ajuda a estabilizar a economia além do ciclo agrícola”, afirmou o prefeito Alexandre Lopes.

O programa de verticalização se soma a outros incentivos e políticas já implementados pelo Governo de Mato Grosso voltados à competitividade da indústria. Entre eles estão a isenção do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab) sobre o algodão destinado à indústria de fiação mato-grossense e os incentivos concedidos pelo Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic). 

Atualmente, não há incidência do Fethab sobre a saída da pluma destinada exclusivamente à indústria de fiação instalada no estado. A medida reduz o custo de aquisição da matéria-prima e fortalece a competitividade da produção local. 

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Em relação ao Prodeic, o Governo do Estado aplica redução do ICMS para a indústria têxtil, permitindo que a carga tributária efetiva seja reduzida para 1,2% nas operações interestaduais e de 2,55% a 3,4% nas operações internas.

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De enchentes a desastres aéreos: VG entra em alerta contra El Niño e cria plano de contingência inédito

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Prefeitura reúne Defesa Civil e Ministério Público para antecipar cenários de risco; promotora elogia fim da gestão que só agia ‘após o problema acontecer’

A Prefeitura de Várzea Grande realizou a primeira reunião para discutir a elaboração do Plano de Contingência para Situações de Risco e Desastres (Plancon), iniciativa pioneira que visa preparar o município para enfrentar desastres naturais e situações de emergência.

O plano deverá abranger ocorrências como alagamentos, incêndios florestais e criminosos, desastres aéreos e acidentes químicos. Durante o encontro, o Município e a Defesa Civil de Mato Grosso também discutiram os possíveis impactos do fenômeno El Niño em Várzea Grande e no Estado.

Conforme a prefeita Flávia Moretti, Várzea Grande sofre há décadas com problemas de alagamentos, mas, com ações efetivas e a criação do Comitê Contra Alagamentos, o Município tem trabalhado de forma preventiva e antecipada.

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“Com essas ações, em parceria com as Defesas Civis Municipal e Estadual e demais órgãos envolvidos, vamos ampliar ainda mais o planejamento para garantir a segurança dos nossos munícipes”, destacou a prefeita.

O coordenador da Defesa Civil de Várzea Grande, Jovanil Flores, ressaltou que o Plancon é um documento estratégico que estabelece os procedimentos a serem adotados em casos de queimadas, enchentes, inundações e outros eventos adversos.

“A principal função é antecipar cenários de risco e preparar a cidade para enfrentar possíveis desastres, minimizando danos e reduzindo impactos negativos à saúde, ao meio ambiente e ao patrimônio público. Assim, conseguiremos oferecer respostas mais rápidas e eficientes”, afirmou.

O secretário adjunto de Defesa Civil de Mato Grosso, coronel BM Marcelo Augusto Reveles, ressaltou o compromisso do Estado em apoiar os municípios na gestão de riscos e no fortalecimento da rede de proteção.

“Esse é um compromisso que assumimos com o Município. Vamos oferecer apoio e atuar como parceiros para que Várzea Grande esteja cada vez mais preparada para enfrentar situações de emergência”, afirmou.

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A promotora de Justiça Michelle de Miranda Rezende Villela Germano destacou a importância da iniciativa e elogiou o planejamento preventivo adotado pela gestão municipal.

“É algo novo e extremamente importante para o Município. Fico feliz em ver Várzea Grande atuando com planejamento e não apenas de forma emergencial, após os problemas acontecerem. Esse plano contempla diversas ações importantes em favor da população e do bem-estar animal”, pontuou.

Participaram da reunião o comandante do 2º Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar, major BM Anderson Rodrigo da Silva; o secretário de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Scarton; o subsecretário de Viação e Obras, Juliano Machado; a chefe de gabinete da prefeita, Ana Helena; o secretário municipal de Defesa Social, inspetor GM Louriney Santos; o comandante da Guarda Municipal, inspetor GM Juliano Lemos; a secretária de Desenvolvimento Urbano, Regularização Fundiária e Habitação, Manoela Rondon; a subsecretária de Assistência Social, Taynara Morais; a subsecretária de Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural Sustentável, Cintia Serrano; e o coordenador da Defesa Civil de Mato Grosso, 2º sargento bombeiro militar João Keney Felisberto.

Com Prefeitura de Várzea Grande 

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