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23 de junho de 2026

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Quer viver o universo geek e gosta de RPG? Chapéu de Mago promove encontro no Pantanal Shopping

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A cultura geek tem ganhado cada vez mais espaço no cenário de entretenimento, reunindo diferentes gerações em torno de experiências interativas e colaborativas. Jogos de tabuleiro modernos, RPGs e card games vêm se consolidando como alternativas de lazer que estimulam estratégia, socialização e criatividade.

Nesse contexto, o Pantanal Shopping recebe, neste sábado 09.05, o encontro do Grupo Chapéu de Mago, voltado à cultura geek e aos jogos de estratégia. O evento será realizado das 16h às 21h, na praça de alimentação, com participação gratuita mediante retirada de cupom pelo aplicativo do shopping e aberto a todas as idades.

A programação inclui partidas de jogos de tabuleiro, Role-Playing Games (RPGs), card games e jogos de estratégia e dedução. Monitores estarão disponíveis para orientar os participantes, facilitando o acesso às dinâmicas dos jogos tanto para iniciantes quanto para jogadores mais experientes.

A iniciativa acompanha o crescimento do interesse por experiências de lazer interativas, que estimulam a socialização e o raciocínio estratégico, reunindo públicos diversos em torno de atividades colaborativas.

A ação integra a proposta do shopping de ampliar as opções de entretenimento e fortalecer o espaço como ponto de convivência e permanência.

Para a gerente de marketing e vendas do Pantanal Shopping, Daniela Rossi, o evento contribui para diversificar as experiências oferecidas ao público. “O Chapéu de Mago é uma iniciativa que promove interação e entretenimento de forma acessível, reunindo diferentes perfis de público em torno de atividades que estimulam a criatividade e o convívio social”, afirma.

Para participar, basta garantir o cupom por meio do aplicativo do PAN e comparecer ao local no horário do evento.

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Suspeito de matar mulher trans tentou atrair outras duas vítimas na mesma noite do crime

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Crônicas Policiais

Homem foi preso ontem (22) em um canteiro de obras. Investigação revelou que ele lavou os pneus da moto e mandou formatar o celular para apagar rastros



A Polícia Civil prendeu, nesta segunda-feira (22.6), um homem, de 35 anos, suspeito de feminicídio contra a mulher trans Betina Barros, 33 anos, encontrada morta no dia 03 de dezembro de 2025, em Nova Mutum.



O suspeito foi localizado e preso pela equipe da Delegacia de Roubos e Furtos (Derf) de Nova Mutum em seu local de trabalho, um canteiro de obras na zona rural da cidade, e não resistiu à prisão. Também foi cumprido um mandado de busca e apreensão na casa em que o investigado está morando.



O crime



Betina foi contratada para um programa sexual, em uma plataforma digital, no fim da noite do dia 1º de dezembro de 2025, e depois disso não foi mais vista.



A irmã dela registrou um boletim de ocorrência na manhã do dia 03 de dezembro informando sobre o desaparecimento, assim como da motocicleta da vítima, uma Honda Biz 125 branca.



A Polícia Civil iniciou as buscas pela vítima e no mesmo dia, cerca de 9 horas depois, o corpo de Betina foi encontrado em uma região próxima a uma faculdade, em Nova Mutum, já em estado de decomposição. A perícia apontou que a causa da morte foi traumatismo cranioencefálico provocado por projétil de arma de fogo.



A motocicleta da vítima foi localizada em uma estrada vicinal próxima ao corpo. Dentro do bagageiro do veículo, foi localizada a bolsa dela, com documentos, cartões e dinheiro. Apenas o celular de Betina foi levado.



“Os primeiros elementos apontaram que a vítima foi atraída para o local isolado sob o pretexto de um encontro profissional previamente ajustado por meio de plataformas digitais. O cenário do crime, meticulosamente examinado, apresentava características que permitiram descartar, de imediato, a hipótese de um latrocínio patrimonial clássico”, afirmou o delegado Jean Paulo Ferreira, responsável pela investigação.



Investigação



Após a localização do corpo, a equipe da Derf de Nova Mutum deu início às investigações do caso e localizou duas outras mulheres trans que haviam recebido mensagens de um mesmo número na noite do crime, no mesmo horário que a vítima foi contratada.



Segundo as testemunhas, o homem demonstrava urgência e insistia que o encontro acontecesse em um local isolado. Com medo, ambas negaram a realização do programa por questão da segurança. O local proposto batia com a cena do crime.



A Polícia Civil levantou o nome que o número utilizado para falar com as três mulheres estava registrado e chegou ao suspeito e seu endereço. O suspeito foi ouvido, mas alegou que esse número já não o pertencia. Como o número realmente estava desativado, ele foi liberado.



No entanto, as investigações continuaram e a equipe da Derf de Nova Mutum tentou intimá-lo para ser ouvido. Mas, ao chegar na casa, ele fugiu pelos fundos. Diante da evasão suspeita, os policiais entraram na casa e apreenderam um celular e uma caixa de arma vazia, que poderia ter relação com a usada no crime.



Em continuidade das investigações, foram localizadas câmeras que mostram o suspeito em situações suspeitas na madrugada do dia 02, momentos logo após o crime. Uma delas foi lavando exaustivamente os pneus de sua motocicleta, o que sugere a tentativa de eliminar resíduos de solo e vegetação da cena do crime.



No dia 04 ele também procurou uma empresa e pediu que seu celular fosse totalmente redefinido e ficasse “limpo e sem nada”, visando apagar evidências telemáticas que o vinculassem ao crime.



A investigação também chegou ao perfil do suspeito na plataforma utilizada para contratar o programa sexual, onde ele havia se cadastrado expressamente na categoria “mulher-trans”. Foi por meio desse site que ele contatou a vítima e as outras duas mulheres. Após o crime ele também tentou excluir o perfil na plataforma.



Prisão



Diante de todos os elementos encontrados, o delegado Jean Paulo Ferreira representou pelos mandados de prisão temporária e de busca e apreensão domiciliar e pela autorização judicial para coleta de material genético do suspeito, que foram deferidos pela Justiça e cumpridos na manhã desta segunda-feira (22.06), em Nova Mutum.



As investigações continuam para apontar a motivação do crime.



Com Assessoria

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Agro Mato Grosso

Veja; Quem era caminhoneira que morreu em batida entre três carretas na BR-070 em MT

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A caminhoneira Cristiane Fernandes Salvi, de 45 anos, morreu após um grave acidente envolvendo três veículos de carga no km 511 da BR-070, em Várzea Grande, nessa segunda-feira (22). Inicialmente, a concessionária Nova Rota do Oeste informou que a vítima era um homem. No entanto, a Polícia Civil confirmou posteriormente que se tratava de Cristiane.

Formada em contabilidade, Cristiane era mãe de três filhos e tinha paixão pela profissão de caminhoneira. Nas redes sociais, costumava compartilhar fotos ao lado do caminhão e registros das viagens que fazia pelas estradas.

O veículo conduzido por ela era um caminhão-tanque, que pegou fogo após uma batida contra outras duas carretas. Cristiane morreu no local. Os outros dois motoristas não se feriram.

Homenagem da família

VIDEO:

Homenagem feita por filha de caminhoneira que morreu após acidente na BR-070 em MT

No dia das mães, uma das filhas de Cristiane publicou um vídeo nas redes sociais em homenagem à mãe e relembrou o sonho que ela tinha de trabalhar nas estradas.

Nessa segunda-feira (22), a filha republicou a postagem após confirmar a morte da caminhoneira.

“Minha mãe sempre sonhou com a estrada. Sempre dizia que ainda iria pegar um caminhão e sair por aí conhecendo o mundo. E não é que ela conseguiu mesmo?”, escreveu na publicação.

O acidente

Imagens registradas por outros motoristas mostram o momento em que o caminhão é tomado pelas chamas, enquanto outros dois veículos de carga permaneciam parados na rodovia após a batida (veja acima).

Segundo a Polícia Civil, as informações preliminares apontam que uma carreta seguia pela Rodovia dos Imigrantes, no sentido Santo Antônio de Leverger/Trevo do Lagarto, quando precisou parar na faixa da direita devido ao fluxo intenso de trânsito.

Na sequência, outro veículo de carga se aproximou e também parou logo atrás.

Pouco depois, o caminhão-tanque conduzido por Cristiane trafegava no mesmo sentido e, por circunstâncias que ainda serão apuradas, não conseguiu frear a tempo. O veículo atingiu a traseira da segunda carreta, que foi projetada para a frente e colidiu com o primeiro caminhão.

Com a força do impacto, um incêndio teve início e atingiu os veículos. A Polícia Civil investiga as causas do acidente.
VIDEO:
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Pecando em gravidade

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Às seis da manhã, o padre Antônio foi acordado por batidas desesperadas na porta. Do outro lado estava Damião, convencido de que havia cometido um pecado grave: não acreditava que o homem tinha ido à Lua.

Naquela hora, o padre, recém-ordenado e cheio de vontade de atuar na comunidade, pensou que os caminhos propostos pelo grande arquiteto da humanidade eram realmente incertos.

Então, o fiel insistiu:
— Aqui é o Damião, padre! Preciso falar com o senhor. Acho que estou em pecado. Minha mente está me traindo.

Movido pela obrigação espiritual e pela curiosidade, o religioso abriu a porta e ouviu Damião dizer que precisava se confessar porque não acreditava que o homem tinha ido ao espaço, muito menos à Lua. Uma constatação que o colocara em terrível aflição, já que havia debatido a questão com um amigo e ouvira dele que pensar uma sandice dessas era pecado.

Como a ideia ficou martelando em sua cabeça, roubando-lhe o descanso e o juízo, Damião esperou as primeiras horas da manhã para procurar quem, na cidade, era especialista em pecado: o padre.

Damião começou sua fala pedindo desculpas pelo horário e logo iniciou o desatino:
— Padre, pensei em todas as formas possíveis de o homem ir à Lua e obtive apenas mais perguntas, nenhuma resposta. A primeira delas é a seguinte: a nave sai daqui empurrada por foguetes e, lá, não tem foguetes para empurrá-la de volta para a Terra. Não é mesmo?
A partir daí começaram as indagações:
— Como eles acharam o caminho sem Google Maps? Onde reabasteceram? Como frearam para chegar e aceleraram para sair da Lua?

A paciência do pároco foi se esvaindo até que veio a resposta:
— Damião, presta atenção. Você não sabe que, na descida, todo santo ajuda? Então foi isso. Na hora de voltar, eles colocaram no ponto morto e desceram na banguela. Sua penitência será rezar 20 pais-nossos e 20 ave-marias. E a oração não é pelo pecado; é pela burrice. E tem mais: vá rezar na sua casa, porque eu vou tomar meu café em paz.

E o leitor que chegou até aqui talvez esteja pensando:
— Mas ele quebrou o sigilo da confissão?
A resposta é não.

Quem se encarregou de espalhar a história e registrá-la nos anais etílicos dos botecos do município foi o próprio fiel. Indignado, ele continuou relatando o caso em todo agrupamento de pessoas que encontrava pelo caminho.

Vale ressaltar que, até hoje, Damião não obteve uma resposta que considere plausível. Já o padre reza diariamente para nunca mais ser acordado por dúvidas astronômicas às seis da manhã.
Os nomes deste texto são fictícios para preservar a identidade dos envolvidos. Embora, na cidade, praticamente todo mundo já sabe quem eles são.

***Caroline Rodrigues é jornalista há mais de 20 anos, tenta praticar esportes desde sempre, chora em filmes em que o cachorro morre no final e conta causos em boteco. É acadêmica de Nutrição e escreve sobre temas diversos. Resumindo: fala de tudo e se especializou em muitos nadas.

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