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22 de setembro de 2026

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Verticalização ganha força e transforma a indústria de Mato Grosso

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Foto: Maruan Bello/Canal Rural Mato Grosso

Mato Grosso está deixando de apenas produzir matéria-prima para ampliar o processamento dentro do próprio estado. A industrialização cresceu cerca de 40% nos últimos anos e elevou o número de indústrias para 16 mil, enquanto os empregos diretos no setor já ultrapassam 200 mil.

A indústria representa atualmente cerca de 15% do Produto Interno Bruto (PIB) de Mato Grosso e responde por quase metade da arrecadação de ICMS. O avanço ganhou velocidade principalmente nos últimos cinco anos, quando o número de empresas passou de pouco mais de 11 mil para o patamar atual.

A expectativa é de que o setor cresça entre 5% e 6% em 2026. A expansão ocorre em diferentes regiões e começa a modificar também a dinâmica das cadeias produtivas, com municípios buscando matéria-prima fora de seus limites para manter as indústrias abastecidas.

“A agricultura cresceu muito, se desenvolveu muito e agora vem a industrialização”, afirma o presidente do Sistema Fiemt, Sílvio Rangel, em entrevista ao Estúdio Rural. Para ele, a agregação de valor e a verticalização passam a ser parte importante da próxima etapa de desenvolvimento do estado.

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Foto: Maruan Bello/Canal Rural Mato Grosso

Agroindústria amplia processamento

Os biocombustíveis estão entre os segmentos que mais avançaram nesse processo. Em nove anos, a produção de etanol passou de 1,6 bilhão para uma previsão de 8,4 bilhões de litros. A arrecadação de ICMS do setor também aumentou, de R$ 300 milhões para mais de R$ 4 bilhões.

O crescimento das usinas trouxe novos produtos para dentro da cadeia, como óleo de milho e DDG, utilizado na alimentação animal. O efeito se estendeu à pecuária, com maior utilização de ração e expansão dos confinamentos.

“Isso fez também um movimento em outras cadeias produtivas, como, por exemplo, a criação de bois”, diz Rangel. A alimentação mais especializada, conforme ele, contribuiu para reduzir a idade de abate e aumentar o peso e a qualidade da carne.

O mesmo movimento pode ser observado em Lucas do Rio Verde, onde a indústria já demanda mais grãos do que o município produz. “Agrega valor hoje mais do que produz no seu espaço ali do município”, explica. A cidade, pontua, busca matéria-prima em outros municípios para manter o processamento local.

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Novas cadeias entram no radar

A expansão também abre espaço para segmentos que ainda podem avançar na industrialização. É o caso do algodão, cuja produção mato-grossense representa mais de 70% da nacional. O estado já ampliou a fiação e a expectativa é atrair investimentos para etapas seguintes, como tecelagem e tinturaria.

“Eu acho que a gente vai ter um momento em que essa fiação vai crescer bastante e vai oportunizar para trazermos os outros elos da cadeia têxtil”, projeta Rangel. A ampliação dos elos da cadeia pode fazer com que uma parcela maior do valor gerado pelo algodão permaneça no estado.

A mineração também aparece entre as atividades com potencial de crescimento, com iniciativas voltadas à estruturação do setor. Na produção de proteínas, a perspectiva é ampliar ainda mais as cadeias de suínos, aves e peixes, além de atrair indústrias interessadas em produtos de maior valor agregado.

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A expansão, no entanto, ainda é desigual. O eixo da BR-163 concentra uma parcela importante da atividade industrial, assim como a região de Primavera do Leste e Campo Novo do Parecis. O Oeste de Mato Grosso é apontado como uma das áreas que ainda precisam avançar.

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Foto: Mayke Toscano/Secom-MT

Logística pesa na competitividade

Quanto maior a produção industrial, maior também é a necessidade de encontrar mercados fora do estado. No caso do etanol, a previsão é produzir 8,4 bilhões de litros neste ano, mas apenas 1,1 bilhão deve ser consumido em Mato Grosso. Os outros 7,3 bilhões precisam ser transportados para outros mercados.

“Então nós temos um desafio aí para levar biocombustíveis”, afirma Rangel. Entre as alternativas está a implantação de um etanolduto para conectar Mato Grosso aos grandes centros consumidores, como São Paulo e Rio de Janeiro. “Nós precisamos sonhar com um etanolduto. Nós já estamos fazendo um projeto, tem alguns trabalhos nesse sentido”.

A expansão ferroviária, a duplicação da BR-163 e a Ferrogrão também são consideradas estratégicas para reduzir o custo de transporte. A ligação com o Arco Norte pode ampliar ainda o acesso aos mercados internacionais, principalmente na Ásia e na Europa.

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Foto: Pedro Silvestre/Canal Rural Mato Grosso

Energia e mão de obra são gargalos

A infraestrutura de energia é outro ponto que pode limitar novos investimentos. Embora Mato Grosso tenha capacidade de geração, algumas regiões ainda contam com redes monofásicas, que não atendem adequadamente empreendimentos industriais de maior porte.

O programa Mato Grosso Trifásico busca ampliar essa estrutura, mas Rangel defende investimentos mais rápidos. “Nós temos uma das energias mais caras do país”, afirma ao programa do Canal Rural Mato Grosso, ao destacar a necessidade de encontrar mecanismos de financiamento que não aumentem ainda mais a tarifa.

A falta de trabalhadores também acompanha o ritmo de crescimento. A estimativa é de que Mato Grosso precise de mais de 260 mil pessoas para o mercado de trabalho nos próximos dez anos. Programas de qualificação são desenvolvidos com o governo estadual e prefeituras, além de ações para formação técnica de estudantes do ensino médio.

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“Temos um trabalho muito forte para ser feito. É um estado que cada vez cresce mais rápido e precisamos acelerar isso também”, destaca Rangel. Para ele, a qualificação precisa avançar junto com a indústria para evitar que a falta de trabalhadores limite novos investimentos.

A indústria também precisa acompanhar a evolução tecnológica, com investimentos em inovação, inteligência artificial e robótica. Para o presidente do Sistema Fiemt, a modernização deve estar associada à capacitação dos funcionários, como forma de reduzir custos e elevar a produtividade.

Esse processo de transformação coloca a verticalização no centro da próxima fase de crescimento de Mato Grosso. Com mais matéria-prima sendo processada dentro do estado, o desafio passa a ser garantir infraestrutura, trabalhadores e tecnologia suficientes para sustentar a expansão.

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Cotonicultura nacional debate custos e gargalos logísticos em Belo Horizonte

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Foto: Assessoria de Imprensa Congresso Brasileiro do Algodão

O avanço tecnológico que colocou o Brasil no topo das exportações globais de algodão não livra os produtores rurais de velhos gargalos do agronegócio. A dependência de insumos importados, a alta nos custos de produção e a urgência por infraestrutura logística pautaram a abertura do 15º Congresso Brasileiro do Algodão, promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), no Expominas, em Belo Horizonte (MG).

Apesar do tom comemorativo pelos índices de qualidade da fibra — mais de 97% da produção nacional atende a padrões internacionais rígidos —, o cenário macroeconômico e as incertezas geopolíticas impuseram um tom de cautela às discussões. Lideranças do setor e representantes do governo federal alinharam discursos sobre a necessidade de gestão rigorosa nas propriedades e investimentos estruturantes fora da porteira.

A pressão sobre as margens financeiras do cotonicultor foi o principal alerta feito pela representação dos produtores durante o início dos trabalhos técnicos. Em um mercado global oscilante, a eficiência no campo passa a exigir respostas equivalentes do poder público em termos de políticas setoriais e estabilidade jurídica.

Segundo o presidente da Abrapa, Gustavo Piccoli, o ganho de mercado internacional foi fruto do investimento contínuo dos agricultores em sustentabilidade, mas a manutenção desse posto exige atenção constante aos custos operacionais e às tensões geopolíticas globais.

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“O momento é de reflexão e gestão. Nós produtores precisamos fazer a nossa parte, mas precisamos também de segurança jurídica, infraestrutura e política adequada. Precisamos da valorização das fibras naturais. O Brasil tem que valorizar a fibra natural. É o olhar para o futuro”, afirmou Piccoli.

Desafios de gestão e infraestrutura

A consolidação do país na liderança do mercado internacional da pluma foi reconhecida no evento como um marco de transformação produtiva, com impacto direto na ocupação do Cerrado. O crescimento da atividade esteve ancorado na adoção de tecnologias de precisão e na melhoria genética das lavouras.

O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula Filho, ressaltou o nível de capitalização tecnológica das propriedades e o grau de especialização que caracteriza o segmento no país.

“Os cotonicultores fazem do Brasil o maior produtor de algodão do mundo. É uma das cadeias mais tecnificadas da agricultura brasileira. É uma cadeia que transformou o Cerrado brasileiro e que se antecipa ao futuro”, declarou André de Paula.

Paralelamente aos índices de produtividade, a vulnerabilidade gerada pela importação maciça de matérias-primas essenciais continuou no centro das cobranças do setor produtivo. Sem uma oferta interna consolidada de fertilizantes, os custos de implantação da safra continuam sujeitos a variações do mercado externo.

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A reação estatal a esse gargalo estrutural passa pelas diretrizes do Profert (Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes), citado pelo Ministério da Agricultura como a estratégia para diminuir a exposição do produtor nacional às crises de abastecimento internacional. O plano governamental prevê medidas de curto e longo prazo para reativar parques fabris paralisados.

A agenda prioriza a recuperação de unidades de fertilizantes nitrogenados, incluindo plantas industriais da Petrobras, como a estrutura sediada em Mato Grosso do Sul, cujos estudos para reabertura foram integrados ao plano de ação do governo.

Com a entrada em operação dessas plantas, a projeção oficial do governo federal é suprir mais de um terço da demanda nacional com fabricação própria, reduzindo o impacto das cotações internacionais nos insumos rurais.

“Quando isso ocorrer, nós vamos ter a capacidade de produzir 35% do que consumimos em nitrogenados. Do ponto de vista dos fertilizantes, importamos mais de 90%. Esse é um desafio que está sendo encarado com profissionalismo, seriedade e planejamento”, afirmou André de Paula.

*A reportagem do Canal Rural Mato Grosso viajou para Belo Horizonte a convite da Abrapa.

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Ministro da Agricultura afasta risco de falta de fertilizantes e nega desabastecimento de diesel

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O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, afirmou nesta terça-feira (22) que o governo considera afastado o risco de desabastecimento de fertilizantes e que não há, neste momento, indicativos concretos de uma possível falta de óleo diesel no país.

As declarações foram dadas durante o 15º Congresso Brasileiro do Algodão, realizado em Belo Horizonte (MG), em meio às preocupações do agronegócio com os efeitos dos conflitos internacionais sobre o fornecimento e os preços de insumos utilizados na produção.

No caso dos fertilizantes, André de Paula destacou as ações previstas no Plano Nacional de Fertilizantes e afirmou que o governo trabalha tanto para ampliar a produção doméstica quanto para diversificar os fornecedores internacionais.

“Eu posso inclusive anunciar que não teremos qualquer preocupação em relação a abastecimento”, afirmou.

Segundo o ministro, os conflitos internacionais aumentaram a necessidade de buscar fornecedores alternativos para reduzir os riscos ao abastecimento brasileiro.

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André de Paula citou como exemplo uma missão realizada recentemente ao Marrocos, onde, segundo ele, foi firmado um compromisso para o fornecimento de 3,8 milhões de toneladas de fertilizantes fosfatados ao Brasil.

“Isso é algo em torno de 80% do que nós precisamos. Então, eu diria que o fantasma do desabastecimento, neste momento, está afastado”, declarou.

Governo aposta em produção nacional

Outra frente apontada pelo ministro é a retomada e ampliação da produção doméstica de fertilizantes nitrogenados.

De acordo com André de Paula, três unidades de fertilizantes ligadas à Petrobras já foram entregues e estão produzindo. A expectativa é de que uma quarta fábrica, localizada em Três Lagoas (MS), esteja pronta em meados de 2027.

Com a entrada em operação da unidade sul-mato-grossense, o ministro estima que o Brasil terá capacidade de produzir cerca de 35% da demanda nacional por nitrogenados.

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A redução da dependência externa é considerada estratégica porque o Brasil ainda importa grande parte dos fertilizantes utilizados nas lavouras.

“Esse é um desafio que está sendo encarado com profissionalismo, com seriedade e com um planejamento de longo prazo”, afirmou.

O ministro também destacou medidas para acelerar a chegada dos insumos ao campo. Segundo ele, o governo trabalhou junto ao Ministério de Portos e Aeroportos para dar prioridade aos navios carregados com fertilizantes diante do início da safra.

A medida busca reduzir possíveis atrasos provocados pelo acúmulo de embarcações nos portos brasileiros.

Ministro nega risco de falta de diesel

Questionado sobre o temor de falta de óleo diesel durante o plantio e, posteriormente, a colheita da nova safra, André de Paula afirmou que não existem elementos concretos que indiquem risco de desabastecimento nacional.

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“Isso ainda está no campo da especulação, não há nenhum indicativo de que isso possa acontecer”, disse.

Segundo o ministro, o governo também acompanhou os riscos de uma alta mais acentuada dos preços do combustível em decorrência dos conflitos internacionais.

“Quero lhe garantir que não há nenhuma expectativa, neste momento, que se funde em algo concreto em relação a um possível desabastecimento de diesel”, acrescentou.

Relatos de falta de diesel no Rio Grande do Sul

A declaração ocorre após produtores rurais do Rio Grande do Sul relatarem dificuldades para obter diesel em algumas regiões do estado. A Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul) chegou a acionar a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) diante de relatos de restrições e atrasos nas entregas do combustível.

Questionado especificamente sobre a situação gaúcha, André de Paula afirmou ter conversado com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e disse ter sido tranquilizado sobre o abastecimento.

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“Se isso aconteceu, é possível que tenha sido uma questão local, que obviamente será olhada com muito carinho”, afirmou.

O ministro reforçou que questões relacionadas diretamente ao abastecimento de combustíveis são acompanhadas pela ANP e pelo Ministério de Minas e Energia.

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Projeto Produzindo Alimento Seguro realiza primeira ação em Itapetininga

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O projeto Produzindo Alimento Seguro realizou sua primeira ação em Itapetininga, no interior de São Paulo, nos dias 16 e 17 de setembro. A iniciativa, coordenada pela Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo em parceria com entidades do setor, contou com a participação do Sistema Faesp/Senar e teve como foco ampliar o acesso dos produtores a informações técnicas sobre uso responsável de defensivos agrícolas e boas práticas agrícolas.

A proposta integra uma estratégia de educação sanitária contínua baseada nos resultados do Programa Estadual de Análise de Resíduos de Defensivos agrícolas e Afins de Uso Agrícola em Produtos de Origem Vegetal (PEARA-POV). O objetivo é fortalecer a adoção de práticas técnicas no campo e contribuir para a produção de alimentos mais seguros no estado.

Em Itapetininga, a programação reuniu produtores e profissionais do setor para discutir responsabilidade técnica, boas práticas na prescrição, mitigação de riscos na aquisição e no uso de defensivos agrícolas, armazenamento nas propriedades e bioinsumos. Parte das atividades foi realizada no Sindicato Rural de Itapetininga.

Acompanhe os preços das principais commodities do agro, como soja, milho e boi, com atualização direta das principais praças do Brasil: acesse a página de cotações do Canal Rural!

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Também participaram da ação Érica Barros, assessora técnica do Departamento Econômico da Faesp, além de Roberto Ueno e Bruno Galvão, respectivamente presidente e coordenador do Sindicato Rural de Itapetininga.

A agenda incluiu ainda o recebimento de embalagens vazias e de produtos impróprios para uso, como itens vencidos ou com sobras, no posto de recebimento da ADIAESP no município.

Um dos destaques da programação foi a participação de cerca de 60 alunos e seis instrutores do Programa Jovem Empreendedor do Agro do Senar-SP, realizado pelo Sindicato Rural de Itapetininga. O grupo participou de palestras específicas e de uma visita técnica ao Posto ADIAESP no segundo dia do evento.

Durante as atividades, os jovens receberam informações sobre fiscalização, preservação ambiental e medidas de proteção à saúde dos animais, vegetais, agricultores e da população. O grupo também conheceu o funcionamento do Sistema Campo Limpo, gerenciado pelo inpEV, voltado à destinação adequada das embalagens vazias de defensivos agrícolas.

A experiência em Itapetininga será usada como base para a expansão do projeto a outros municípios, com programação adaptada às características de cada região e integração com ações já desenvolvidas pelos sindicatos rurais. Segundo Tirso Meirelles, presidente do Sistema Faesp/Senar, a iniciativa reforça o papel dos sindicatos na disseminação de informação e na mobilização dos produtores.

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Fonte: cnabrasil.org.br

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