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7 de novembro de 2026

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Polícia Civil faz devassa no celular e no banco de golpistas em Várzea Grande

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Nove mandados foram cumpridos nesta sexta (7). Grupo furtou transformadores usando falso CNPJ de multinacional agrícola e sumiu com a carga

Nove mandados judiciais foram cumpridos pela Polícia Civil de Mato Grosso nesta sexta-feira (7.8), em Várzea Grande, durante a Operação Trafo, que investiga uma associação criminosa especializada em fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro.

Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão domiciliar, duas ordens de quebra de sigilo telemático, duas ordens de bloqueio e indisponibilidade de ativos via Sistema de Busca de Ativos do Poder Judiciário (Sisbajud) e três ordens de afastamento de sigilo bancário nos bairros Jardim Marajoara II e São Simão.

Os mandados foram expedidos pela Justiça com base em investigação da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande, que apura a atuação de três moradores do município, suspeitos de integrarem uma associação criminosa voltada à prática de fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro.

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Estelionato qualificado

O crime de estelionato qualificado foi registrado em dezembro de 2025, após ser praticado contra uma empresa do ramo de venda de transformadores de energia.

Na ocasião, o golpista entrou em contato com o responsável pela empresa por meio do aplicativo WhatsApp, solicitando informações sobre os produtos.

Passando-se por cliente e representante de uma empresa multinacional brasileira do setor agrícola, o suspeito negociou a compra de transformadores de energia no valor de quase R$ 33 mil, com pagamento previsto para até 28 dias.

Acreditando tratar-se de uma negociação legítima, a vítima concluiu a venda, e os transformadores foram retirados da sede da empresa. Somente depois percebeu que havia sido vítima de fraude.

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Em contato com a empresa multinacional, foi informado que, embora a nota fiscal constasse no sistema, não havia qualquer pedido de compra dos equipamentos, tampouco a empresa tinha conhecimento da negociação realizada pelos golpistas.

Investigação

Durante as diligências, os policiais civis da Delegacia Especializada de Estelionato de Várzea Grande conseguiram identificar três suspeitos envolvidos no crime.

Conforme apurado, os transformadores de energia foram retirados da sede da empresa vítima por um freteiro e levados até um posto de combustível no bairro São Mateus, na região do Distrito Industrial, em Cuiabá, onde foram transferidos para outro caminhão.

No dia seguinte, um segundo freteiro foi contratado para retirar a carga desse caminhão e transportá-la até outro posto de combustível, localizado no bairro 24 de Dezembro, em Várzea Grande, de onde a mercadoria seguiria para o destino final.

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Andamento

Após o cumprimento dos mandados e das medidas cautelares, os documentos e materiais apreendidos serão analisados para dar continuidade às investigações. O objetivo é concluir o inquérito policial e promover o indiciamento dos envolvidos.

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Fachin homologa delação premiada de ex-presidente da Reag Investimentos — O Livre

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João Carlos Mansur firmou acordo com a Procuradoria-Geral da República; colaboração está sob segredo de Justiça e envolve investigação sobre fraudes no Banco Master

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu nesta sexta-feira (6) homologar a delação premiada do fundador e ex-presidente da Reag Investimentos, João Carlos Mansur.

 

Em janeiro deste ano, Mansur foi alvo de buscas e apreensões durante a segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras no Banco Master e a tentativa de compra da instituição pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao Governo do Distrito Federal (GDF).

 

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O acordo de delação foi fechado com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e está em segredo de Justiça.

 

A Reag foi liquidada pelo Banco Central por “graves violações” às normas que devem ser seguidas pelas instituições que integram o Sistema Financeiro Nacional.

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Governo de Mato Grosso exonera mais 17 servidores em órgãos estaduais — O Livre

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MTPar, Desenvolve MT e Empaer oficializaram a demissão de servidores em cargos administrativos de gerência

O governo Mato Grosso exonerou mais 17 servidores de órgãos estaduais. A lista de corte passa por MTPar, Desenvolve MT e Empaer (Empresa Mato-grossense de Pesquisa). O efeito dos atos começou a contar entre os dias 3 e 5 deste mês. 

A sociedade mista MTPar (Mato Grosso Participações) teve o maior corte, com demissão de oito servidores, e a Agência de Fomentos Desenvolve MT exonerou sete pessoas; a Empaer demitiu duas. 

Os cortes ocorreram em áreas administrativas, como de assessor jurídico, gerente financeiro e de fomento. No começo do mês, foi publicada uma lista como 115 exonerações assinadas pelo governador Otaviano Pivetta. 

A maioria das secretarias, incluindo a Controladoria Geral do Estado (CGE), e autarquias demitiu pessoas em cargos comissionados de chefia ou em postos atrelados ao comando dos órgãos. 

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Juiz manda Câmara dos Vereadores de Várzea Grande eleger nova Mesa Diretora em 48 horas — O Livre

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Juiz Carlos Barros ordenou que o presidente da Câmara, vereador Wanderley Cerqueira (MDB), cumpra determinação ou será multado em R$ 1 mil por dia

O juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Pública de Várzea Grande, mandou o presidente da Câmara dos Vereadores, Wanderley Cerqueira (MDB), realizar a eleição para Mesa Diretora em 48 horas. 

A decisão foi tomada na tarde dessa sexta-feira (6) a pedido do vereador Lucas Ribeiro Ductievicz (PL), que vê manobra do presidente da Câmara em adiar a data da eleição. É a segunda decisão judicial sobre a eleição da Mesa Diretora de Várzea Grande neste ano. 

No fim de maio, o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou a eleição por considerar que houve antecipação muito larga até o fim do atual mandato da Mesa, e na mesma decisão estabeleceu prazo mínimo de nova eleição em outubro. 

Agora, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos mandou que a data seja marcada porque, no dia 30 de setembro, a presidência da Câmara rejeitou um pedido para que fosse definida o dia de votação. 

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“O período constitucionalmente admitido [para a eleição] vai de outubro a dezembro de 2026. Cada dia de inércia reduz o tempo disponível para a realização do pleito dentro do período admitido”, disse o juiz. 

O prazo de 48 horas dado por ele começa a contar a partir da notificação da presidência da Câmara de Várzea Grande sobre a decisão.  

O vereador Wanderley Cerqueira terá que tomar duas decisões oficiais antes nesse intervalo: notificar os vereadores com tempo mínimo de 24 horas antes do início do processo eleitoral e marcar sessão extraordinária, se for caso, para que seja votada a nova Mesa Diretora. 

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