Connect with us
6 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Colheita da canola entra em fase final no RS, mas excesso de chuvas reduz produtividade – MAIS SOJA

Published

on


A colheita da canola avança para a finalização e já está concluída em várias regiões do Estado. O tempo firme auxiliou o avanço da operação, mas restam áreas cultivadas tardiamente.

Os rendimentos têm variado consideravelmente, dependendo da localidade em que incidiram os eventos climáticos da safra. O excesso de umidade durante o ciclo é apontado como principal causa da redução do potencial produtivo inicialmente estimado. A ocorrência
localizada de granizo e de chuvas excessivas provocou perdas expressivas nas áreas atingidas, e os dias nublados e as precipitações frequentes ao longo do ciclo comprometeram a formação das estruturas reprodutivas e a uniformidade da maturação.

A área cultivada no Estado está estimada em 353.397 hectares, com produtividade média projetada de 1.619 kg/ha.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a colheita apresentou avanço na Fronteira Oeste. Em Maçambará, restam apenas 20% dos 13.868 hectares cultivados, com produtividades de 700 a 1.100 kg/ha e algumas poucas áreas superando 1.500 kg/ha. Em São Borja, a colheita alcança 95% da área cultivada, restando apenas as lavouras com semeadura atrasada ou onde foi necessário replantio. Em Bagé, as lavouras estão em fase de maturação, e o excesso de umidade durante o ciclo é apontado como a principal causa da redução de 15% no potencial produtivo inicialmente estimado.

Advertisement

Nas regiões de Frederico Westphalen, Passo Fundo e Soledade, a colheita foi finalizada. Na de Ijuí, a colheita está em fase de conclusão na maioria dos municípios. Restam apenas algumas áreas pontuais implantadas tardiamente. Na de Pelotas, as lavouras apresentam bom estande de plantas. Estão 15% na fase de enchimento de grãos, 60% em maturação e 25% colhidos. Na de Santa Maria, em Tupanciretã, a colheita está praticamente encerrada, com produtividades entre 1.020 e 1.920 kg/ha. Em Santiago, as áreas colhidas apresentam médias bem abaixo do esperado em decorrência de perdas por chuvas e granizo, com rendimento médio em torno de 1.100 kg/ha, mas se esperavam 1.966 kg/ha.

Na de Santa Rosa, as fases de desenvolvimento estão distribuídas em 6% de lavouras maduras e 94% colhidos.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O preço médio praticado na região de Bagé é de R$ 143,00 (Dom Pedrito); na região de Ijuí, de R$ 143,67; e na de Santa Rosa, de R$ 144,66.

Fonte: Emater/RS



 

Advertisement
Continue Reading
Advertisement

Sustentabilidade

Monitoramento da cigarrinha-do-milho: a importância do manejo nas lavouras – MAIS SOJA

Published

on


A busca por maiores níveis de produtividade na cultura de milho passa, cada vez mais, pela capacidade de antecipar problemas e tomar decisões baseadas em informação técnica. Nesse contexto, a Emater/RS-Ascar e a Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (SEAPI) desenvolvem uma ação de monitoramento do inseto-praga
cigarrinha-do-milho em 40 municípios do Rio Grande do Sul.

Os resultados obtidos nas últimas semanas de acompanhamento evidenciam um aumento populacional do inseto, especialmente nos municípios da Fronteira Oeste, conforme demonstrado no mapa disposto na seção da cultura neste Informativo. Essa tendência merece a atenção dos produtores, uma vez que a cigarrinha é reconhecida pelos prejuízos associados à transmissão dos agentes causadores dos enfezamentos, doenças que não possuem controle e que podem comprometer o desenvolvimento das plantas e reduzir o rendimento das lavouras.

Mais do que registrar a presença do inseto, o monitoramento permite compreender sua dinâmica nas diferentes regiões produtoras e fornece subsídios para a adoção de medidas preventivas. Essa capacidade de antecipação é fundamental para reduzir riscos e proteger o investimento realizado pelos agricultores ao longo da safra.

Diante do cenário observado, recomenda-se intensificar o monitoramento das lavouras, especialmente nos estádios iniciais de desenvolvimento da cultura. As avaliações frequentes permitem identificar a presença da praga, acompanhar sua evolução e subsidiar
decisões de manejo.

Advertisement

Também é fundamental que os produtores fiquem atentos à ocorrência de sintomas compatíveis com os enfezamentos, realizem o acompanhamento das áreas e adotem as medidas de controle recomendadas para cada situação. A tomada de decisão no momento adequado é um dos fatores mais importantes para reduzir perdas e preservar o potencial produtivo das lavouras.

Em uma agricultura cada vez mais dependente de decisões rápidas e precisas, monitorar significa antecipar riscos. E, quando o objetivo é proteger a produtividade e a rentabilidade da cultura do milho, a informação técnica continua sendo uma das ferramentas mais importantes à disposição dos produtores.

Fonte: Emater/RS



 

Advertisement
Continue Reading

Sustentabilidade

Soja/RS: Clima firme impulsiona plantio, mas produtores monitoram umidade do solo – MAIS SOJA

Published

on


A semeadura de soja avançou com maior intensidade no período, alcançando 23% da área estadual projetada. A sequência de dias sem precipitação, a redução da umidade excessiva na camada superficial do solo e a elevação das temperaturas diurnas favoreceram a retomada das operações, permitindo ampliar as áreas implantadas para o plantio em talhões anteriormente ocupados por culturas de inverno.

O avanço dos trabalhos ocorre em ritmos distintos entre as regiões, conforme a disponibilidade de máquinas e a conclusão da colheita de inverno. Em áreas anteriormente encharcadas, a melhoria do balanço hídrico também permitiu retomar as operações de dessecação pré-semeadura.

As lavouras apresentam emergência uniforme e estandes satisfatórios. O estabelecimento inicial está adequado, embora a disponibilidade de umidade na camada superficial já estivesse limitada em algumas áreas em 01/11, especialmente na Fronteira Oeste. A Emater/RS-Ascar estima o plantio de 6.645.384 hectares e produtividade de 3.183 kg/ha.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, a redução da umidade do solo e o tempo seco favoreceram a colheita das lavouras de inverno e a implantação sequencial de soja. Em Itacurubi, a semeadura alcança 64% dos 12.700 hectares previstos; em Maçambará 45% dos 55.000 hectares; e, em São Borja, 20% dos 105 mil hectares projetados. Em São Gabriel, parte dos produtores substituiu as sementes próprias da safra anterior por sementes adquiridas, após identificar baixo vigor e germinação no material reservado.

Advertisement

Na Campanha, o plantio ainda está em fase inicial: em Dom Pedrito, foram semeados 5% dos 170.000 hectares previstos. A germinação e o estabelecimento das primeiras lavouras estão satisfatórios. Em Hulha Negra, as áreas anteriormente utilizadas para o pastoreio apresentam compactação e baixa cobertura vegetal, exigindo operações de lavra do solo. Os produtores estão realizando o plantio escalonado, visando à minimização de riscos. A escassez de umidade nos primeiros centímetros do perfil do solo e a expectativa de chuvas intensas deixam os produtores cautelosos em relação à continuidade da semeadura.

Na de Caxias do Sul, a sequência de dias sem chuva e a manutenção de umidade adequada no solo permitiram avanço expressivo da semeadura. As primeiras lavouras implantadas se encontram em emergência, com boa uniformidade de estabelecimento. Nas regiões de Frederico Westphalen, Passo Fundo e Santa Maria, a semeadura alcança 12%, 40% e 25% das áreas previstas respectivamente.

Na de Ijuí, a semeadura avançou para 22% da área. As primeiras lavouras apresentam emergência satisfatória, estandes bem estabelecidos e bom estado fitossanitário. Prosseguem as operações de implantação, dessecação e controle de plantas daninhas, além de aplicações de fungicidas em algumas áreas.

Na de Pelotas, a semeadura corresponde a 10% da área projetada. As condições estão favoráveis à implantação. O mês de novembro constitui o período preferencial de semeadura na região, concentrando a maior parte dos trabalhos.

Na de Santa Maria, o plantio ultrapassa 15% da área prevista. Porém, a continuidade dos trabalhos dependerá da manutenção de uma sequência de dias sem chuva. Na de Santa Rosa, o plantio alcança 29% da área projetada. As lavouras implantadas apresentam boa emergência e estabelecimento. A liberação de áreas após a colheita do trigo também contribuiu para o avanço do plantio. Nas áreas em sucessão à canola, a semeadura ocorre de forma mais gradual em razão do intervalo entre culturas adotado pelos produtores.

Advertisement

Na de Soledade, a semeadura chega a 37% da área prevista, com intensificação dos trabalhos na segunda metade do período. As lavouras implantadas apresentam germinação, emergência e estabelecimento inicial satisfatórios.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 0,85% passando de R$ 138,00 para R$ 139,17. Na Bolsa de Cereais de Cruz Alta, o preço da saca é de R$ 147,00 para produto disponível.

Fonte: Emater/RS



 

Advertisement
Continue Reading

Sustentabilidade

Plantio do milho chega a 82% no RS com boa evolução favorecida pelo sol e calor – MAIS SOJA

Published

on


A cultura do milho apresenta evolução satisfatória na maior parte das regiões produtoras, beneficiada pela elevação das temperaturas e pela maior disponibilidade de radiação solar ao longo do período.

As áreas semeadas cresceram apenas 2%, totalizando 82% do previsto, em decorrência do escalonamento do plantio e da priorização das operações de colheita das lavouras de inverno e do plantio de soja ou arroz.

Nas lavouras, predomina o desenvolvimento vegetativo (90%), e as mais precoces estão em fase reprodutiva (10%). Após períodos de baixa luminosidade e temperaturas reduzidas, as condições climáticas no período favoreceram a expansão foliar e o crescimento das plantas. O dossel e a sanidade das plantas têm sustentado, neste momento, expectativas produtivas favoráveis, cuja consolidação dependerá da regularidade das precipitações durante o desenvolvimento reprodutivo.

Em relação ao aspecto fitossanitário, a cigarrinha-do-milho continua sob monitoramento, embora as capturas nas armadilhas estejam reduzidas em algumas regiões. Também há registros de bacterioses e doenças fúngicas, especialmente em lavouras submetidas a condições de elevada umidade. A Emater/RS-Ascar estima o plantio de 896.401 hectares e produtividade projetada de 7.711 kg/ha.

Advertisement

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, as lavouras apresentam boa resposta ao aumento das temperaturas e da incidência de radiação solar. É realizado o manejo de plantas daninhas e a adubação em cobertura. O monitoramento em São Borja, Maçambará e Santa Margarida do Sul registrou presença de cigarrinha-do-milho, especialmente nas lavouras que ainda não atingiram dez folhas expandidas. Na Campanha, a semeadura deverá começar nos próximos dias, seguindo o calendário regional mais tardio.

Na de Caxias do Sul, as lavouras apresentam bom estabelecimento inicial e estão predominantemente em germinação e desenvolvimento vegetativo. Apesar das condições favoráveis de implantação, a baixa soma térmica e a menor atividade fotossintética, decorrentes das temperaturas baixas e da luminosidade limitada em parte do período, retardaram o crescimento.

Na de Frederico Westphalen, a semeadura foi finalizada. Estão 97% das lavouras em estádios vegetativos, e 3% em florescimento. O excesso de chuvas comprometeu a eficiência da adubação nitrogenada. A bacteriose constitui a principal preocupação fitossanitária, e o monitoramento indica baixa infestação de percevejos e cigarrinha. Prosseguiram as aplicações de fungicidas para o controle de doenças e a adubação em cobertura.

Na de Ijuí, o plantio alcança 95% da área prevista. As lavouras apresentam evolução vegetativa satisfatória, que estimulou a emissão de novas folhas e o alongamento dos entrenós. Foram realizados tratamentos fitossanitários, com destaque para as aplicações aéreas de fungicidas preventivos. Na de Passo Fundo, a semeadura atinge 95% da área projetada. As lavouras estão predominantemente em germinação e em início do desenvolvimento vegetativo, e as áreas mais precoces receberam adubação nitrogenada em cobertura.

Nas regiões de Pelotas e Santa Maria, o plantio atinge 12% e 50% das áreas previstas respectivamente. As lavouras apresentam bom estabelecimento, com estandes adequados e plantas bem formadas.

Advertisement

Na de Santa Rosa, 90% foram semeados. Entre as lavouras implantadas, 87% estão em desenvolvimento vegetativo, 12% na fase reprodutiva e 1% em enchimento de grãos. A adubação nitrogenada de cobertura está praticamente concluída, assim como o controle de plantas daninhas em pós-emergência. As primeiras lavouras avançam para a fase de formação de espigas. O quadro fitotécnico está favorável, mas as ocorrências localizadas de bacterioses e sintomas de doenças foliares têm motivado as aplicações de fungicidas e o acompanhamento fitossanitário.

Na de Soledade, a área semeada corresponde a 66% da área prevista. Foram concluídos os plantios mais precoces e a implantação pontual de áreas intermediárias. Prosseguem as aplicações de nitrogênio em cobertura, inclusive a segunda aplicação em parte das lavouras, e os tratamentos para controle de cigarrinha-do-milho.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 0,53%, passando de R$ 62,50 para R$ 62,83. Na Bolsa de Cereais de Cruz Alta, o valor da saca é de R$ 75,00 para produto disponível.

Fonte: Emater/RS



 

Advertisement
Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT