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Operação “Guardião Escolar” e força-tarefa reforçam segurança em praças e unidades de ensino

Integração entre a Atividade Delegada e a vigilância do município cria rede de proteção para alunos, profissionais e patrimônio público
O trabalho contempla o apoio à segurança em escolas, unidades de saúde, praças, parques, feiras, Centro Histórico, prédios públicos e demais espaços municipais. A atuação também ocorre em operações integradas, ações de orientação, patrulhamento preventivo e apoio às secretarias municipais, respeitando as atribuições legais de cada instituição.
Na área da educação, a Atividade Delegada contribui com o programa Guardião Escolar, fortalecendo a presença preventiva no entorno e promovendo palestras nas unidades de ensino, o que amplia a sensação de segurança entre estudantes, profissionais da educação e famílias.
A Secretaria de Mobilidade Urbana e Segurança Pública também coordena as atividades dos Vigilantes do Município, promovendo a capacitação e o treinamento dos profissionais responsáveis pela proteção física dos equipamentos públicos, controle de acesso, acompanhamento das rotinas operacionais, realização de rondas e preservação do patrimônio municipal.
De forma integrada, a Central de Monitoramento acompanha imagens e ocorrências por meio dos sistemas de videomonitoramento instalados em pontos estratégicos da cidade. As informações auxiliam na identificação de situações suspeitas, no acionamento das equipes responsáveis e no apoio às forças de segurança e aos órgãos municipais.
A integração entre a Atividade Delegada, a Central de Vigilância e a Central de Monitoramento Integrada possibilita uma atuação mais organizada, preventiva e eficiente, unindo a presença policial, a proteção patrimonial e o uso da tecnologia.
Com planejamento, cooperação institucional e atuação permanente, a Prefeitura de Cuiabá busca garantir mais segurança para quem estuda, trabalha, utiliza os serviços públicos e circula pelos espaços da cidade.
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Fachin homologa delação premiada de ex-presidente da Reag Investimentos — O Livre

João Carlos Mansur firmou acordo com a Procuradoria-Geral da República; colaboração está sob segredo de Justiça e envolve investigação sobre fraudes no Banco Master
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, decidiu nesta sexta-feira (6) homologar a delação premiada do fundador e ex-presidente da Reag Investimentos, João Carlos Mansur.
Em janeiro deste ano, Mansur foi alvo de buscas e apreensões durante a segunda fase da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras no Banco Master e a tentativa de compra da instituição pelo Banco Regional de Brasília (BRB), banco público ligado ao Governo do Distrito Federal (GDF).
O acordo de delação foi fechado com a Procuradoria-Geral da República (PGR) e está em segredo de Justiça.
A Reag foi liquidada pelo Banco Central por “graves violações” às normas que devem ser seguidas pelas instituições que integram o Sistema Financeiro Nacional.
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Governo de Mato Grosso exonera mais 17 servidores em órgãos estaduais — O Livre

MTPar, Desenvolve MT e Empaer oficializaram a demissão de servidores em cargos administrativos de gerência
O governo Mato Grosso exonerou mais 17 servidores de órgãos estaduais. A lista de corte passa por MTPar, Desenvolve MT e Empaer (Empresa Mato-grossense de Pesquisa). O efeito dos atos começou a contar entre os dias 3 e 5 deste mês.
A sociedade mista MTPar (Mato Grosso Participações) teve o maior corte, com demissão de oito servidores, e a Agência de Fomentos Desenvolve MT exonerou sete pessoas; a Empaer demitiu duas.
Os cortes ocorreram em áreas administrativas, como de assessor jurídico, gerente financeiro e de fomento. No começo do mês, foi publicada uma lista como 115 exonerações assinadas pelo governador Otaviano Pivetta.
A maioria das secretarias, incluindo a Controladoria Geral do Estado (CGE), e autarquias demitiu pessoas em cargos comissionados de chefia ou em postos atrelados ao comando dos órgãos.
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Juiz manda Câmara dos Vereadores de Várzea Grande eleger nova Mesa Diretora em 48 horas — O Livre

Juiz Carlos Barros ordenou que o presidente da Câmara, vereador Wanderley Cerqueira (MDB), cumpra determinação ou será multado em R$ 1 mil por dia
O juiz Carlos Roberto Barros de Campos, da 3ª Vara Pública de Várzea Grande, mandou o presidente da Câmara dos Vereadores, Wanderley Cerqueira (MDB), realizar a eleição para Mesa Diretora em 48 horas.
A decisão foi tomada na tarde dessa sexta-feira (6) a pedido do vereador Lucas Ribeiro Ductievicz (PL), que vê manobra do presidente da Câmara em adiar a data da eleição. É a segunda decisão judicial sobre a eleição da Mesa Diretora de Várzea Grande neste ano.
No fim de maio, o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou a eleição por considerar que houve antecipação muito larga até o fim do atual mandato da Mesa, e na mesma decisão estabeleceu prazo mínimo de nova eleição em outubro.
Agora, o juiz Carlos Roberto Barros de Campos mandou que a data seja marcada porque, no dia 30 de setembro, a presidência da Câmara rejeitou um pedido para que fosse definida o dia de votação.
“O período constitucionalmente admitido [para a eleição] vai de outubro a dezembro de 2026. Cada dia de inércia reduz o tempo disponível para a realização do pleito dentro do período admitido”, disse o juiz.
O prazo de 48 horas dado por ele começa a contar a partir da notificação da presidência da Câmara de Várzea Grande sobre a decisão.
O vereador Wanderley Cerqueira terá que tomar duas decisões oficiais antes nesse intervalo: notificar os vereadores com tempo mínimo de 24 horas antes do início do processo eleitoral e marcar sessão extraordinária, se for caso, para que seja votada a nova Mesa Diretora.
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