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12 de junho de 2026

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Lei Seca flagra 152 motoristas dirigindo sob efeito de álcool em MT

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Além das prisões em flagrante, 51 condutores se recusaram a fazer o teste do bafômetro durante a ofensiva nacional deste fim de semana

Em Mato Grosso, a Operação Lei Seca resultou na prisão de 93 condutores por embriaguez ao volante, durante ação nacional neste fim de semana (24 a 26 de abril) de forma simultânea em 20 Estados

Conforme balanço do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), foram fiscalizados 930 veículos e realizados 1.027 testes de alcoolemia em abordagens realizadas em oito municípios. Do total de veículos fiscalizados, 441 foram autuados e 339 removidos.

Ao todo, foram expedidos 817 Autos de Infração de Trânsito (AIT), sendo 152 por conduzir sob efeito de álcool e 51 por recusas ao teste de alcoolemia. Além de 140 autuações por conduzir veículo sem habilitação e 229 sem registro ou não licenciado.

A ação nacional foi realizada entre sexta-feira e domingo (24 a 26), em Cuiabá, Sinop, Barra do Garças, Cáceres, Tangará da Serra, Nova Mutum, Alta Floresta e Rondonópolis.

A Operação Lei Seca é uma ação realizada em parceria com os municípios, Polícia Militar, Polícia Civil, Bombeiros Militar, Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Departamento de Trânsito e Guardas Municipais.

Com Assessoria 

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Mais de 40% dos animais resgatados por maus-tratos já estão aptos para adoção em Cuiabá

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Cães e gatos recuperados pela Secretaria de Bem-Estar Animal aguardam novas famílias; adoção responsável ajuda a ampliar a capacidade de resgate no município

 

Mais de 40 cães atualmente acolhidos pelo canil da Secretaria Municipal de Bem-Estar Animal (BEA) de Cuiabá já estão prontos para ganhar um novo lar. Dos mais de 100 cães e gatos resgatados após denúncias de maus-tratos, entre 40% e 45% concluíram os tratamentos veterinários, foram castrados, estão saudáveis e aptos para adoção.

 

Segundo a secretária adjunta de Bem-Estar Animal, Morgana Theresa Ens, o processo de recuperação dos animais começa logo após o resgate. Eles são encaminhados para clínicas veterinárias parceiras, onde passam por exames e recebem os tratamentos necessários. Somente após a alta médica são transferidos para o canil da secretaria, já com histórico clínico e prontuário completos.

 

“O canil funciona como uma ponte entre a recuperação e a reintegração desses animais a uma nova família”, explicou a gestora.

 

Processo busca compatibilidade entre animal e adotante

 

Os interessados em adotar podem procurar a secretaria presencialmente ou iniciar o processo pelo canal da Central de Atendimentos, via WhatsApp. Após acessar a opção destinada à adoção, o cidadão preenche um formulário de entrevista social. A equipe apresenta fotos e vídeos dos animais disponíveis e busca identificar a compatibilidade entre o perfil do adotante e o do animal.

 

A orientação é que, após essa etapa inicial, o interessado visite o canil para conhecer os animais pessoalmente.

 

“Muitas vezes é o próprio animal que escolhe a pessoa, e não o contrário. É importante ir de coração aberto”, afirmou Morgana. A secretária também defendeu a necessidade de romper preconceitos relacionados aos canis, destacando que muitos dos animais acolhidos são saudáveis e aguardam apenas uma oportunidade de recomeço.

 

Histórias de adoção mostram impacto das ações

 

A secretaria acumula diversos casos de adoções realizadas diretamente na sede, em feiras organizadas pelo município e por meio de campanhas de divulgação. Entre as histórias registradas estão famílias que decidiram adotar após a perda de um animal de estimação, pessoas que buscavam ampliar a família com um novo companheiro e até adoções motivadas pela convivência com outros pets da casa.

 

Durante uma das feiras de adoção promovidas pelo município, a moradora Camila Andrea de Morais Ferreira adotou um filhote após atender ao pedido do filho por um cachorro.

 

“A expectativa é dar muito amor e carinho para ele. Meu filho queria um cachorrinho há bastante tempo”, relatou.

 

Na mesma ação, Elenil Lima Silva Rocha levou para casa a filhote Luna.

 

“A gente já queria adotar há algum tempo. Estamos muito felizes e vamos dar todo o carinho até ela se adaptar”, afirmou.

 

Também em uma feira de adoção, a moradora Sonia Leite de Lima buscou um novo gatinho após a perda recente de sua companheira felina.

 

“Decidimos vir à feira porque acreditamos que a chegada de um novo gatinho vai trazer novamente alegria para nossa casa”, contou.

 

Já o coordenador de Tecnologia da Informação, Marcelo Gramari, destacou o aspecto social da iniciativa.

 

“Ao adotar, acolhemos um ser que precisa de cuidado e damos a ele a chance de fazer parte da família”, disse.

 

Além de cães e gatos, o trabalho da secretaria também alcança animais de grande porte. Alguns equinos resgatados e recuperados foram encaminhados para um centro hípico, onde atualmente auxiliam em atividades de equoterapia voltadas a crianças e adultos.

 

Adoção ajuda a ampliar capacidade de resgate

 

Morgana ressalta que a adoção responsável beneficia não apenas o animal acolhido, mas também outros que ainda precisam de atendimento.

 

“Quando uma pessoa adota, ela salva duas vidas: a do animal que está saindo do canil e a daquele que poderá ocupar a vaga para receber ajuda”, afirmou.

 

A secretária alerta que a adoção deve ser uma decisão consciente e planejada. Segundo ela, é importante que as famílias compreendam que os animais exigem cuidados permanentes e não devem ser devolvidos após um curto período de convivência.

 

Denúncias e participação da população são fundamentais

 

A Secretaria de Bem-Estar Animal esclarece que não realiza o recolhimento de animais apenas por estarem em situação de abandono nas ruas. A atuação do órgão está voltada principalmente para casos de maus-tratos e para o recolhimento de cavalos e bois soltos em vias públicas que ofereçam risco à população.

 

As denúncias devem ser feitas por meio da Ouvidoria Municipal, preferencialmente acompanhadas de fotos ou vídeos que permitam a fiscalização e o eventual resgate do animal.

 

Além da adoção, a secretaria incentiva outras formas de participação da comunidade, como o lar temporário para animais em tratamento e o apadrinhamento de animais idosos ou com deficiência, que costumam encontrar mais dificuldade para serem adotados.

 

Para Morgana, a proteção animal depende da atuação conjunta entre poder público e sociedade.

 

“O bem-estar animal não se faz sozinho. A secretaria é apenas uma engrenagem. Precisamos da participação da população para construir uma rede de proteção eficiente e garantir novas oportunidades para os animais que precisam de ajuda”, concluiu.

 

Com Assessoria

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Cardeal brasileiro com atuação no Vaticano recebe maior honraria de Mato Grosso

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Dom João Braz de Aviz foi condecorado por Otaviano Pivetta com a Medalha da Ordem do Mérito Mato Grosso, no grau Grã-Cruz

O governador Otaviano Pivetta concedeu, nesta quarta-feira (10.6), a Medalha da Ordem do Mérito Mato Grosso, no grau Grã-Cruz, ao cardeal Dom João Braz de Aviz. A honraria é a mais alta distinção concedida pelo Estado e reconhece personalidades que prestam relevantes serviços à sociedade e contribuem para o fortalecimento de valores fundamentais para o desenvolvimento humano e social.

Durante a solenidade, Otaviano Pivetta destacou a importância das instituições que ajudam a formar cidadãos comprometidos com o bem comum e ressaltou o papel do serviço ao próximo na construção de uma sociedade mais justa.

“A Igreja tem um papel importante na formação de valores que ajudam a construir uma sociedade melhor. Como gestor público, acredito que servir às pessoas é uma missão que exige responsabilidade, dedicação e espírito de entrega. Reconhecer trajetórias que contribuíram para fortalecer esses princípios também é uma forma de valorizar aquilo que faz a diferença na vida das pessoas”, afirmou o governador.

Ao receber a homenagem, Dom Braz ressaltou que o reconhecimento representa também a missão desempenhada pela Igreja Católica ao longo de sua história.

“Recebo essa comenda em nome da Igreja. Ela é pessoal, mas representa também a instituição e o trabalho realizado em favor dos valores cristãos, dos valores do Evangelho e dos valores humanos”, afirmou.

O cardeal também destacou a formação do povo mato-grossense e a capacidade do Estado de integrar pessoas de diferentes origens em torno de um projeto comum de desenvolvimento.

“Vejo um Estado formado por pessoas que vieram de todas as partes do Brasil e que construíram uma forte integração. Há uma capacidade de vencer dificuldades, projetar o Estado e criar oportunidades para que toda a população cresça, inclusive os mais pobres. Isso tem um valor muito grande”, finalizou.

Quem é Dom João Braz de Aviz

Nascido em Mafra (SC), Dom João Braz de Aviz é uma das principais lideranças da Igreja Católica brasileira. Ordenado sacerdote em 1972, atuou em diversas dioceses do país e foi arcebispo de Maringá (PR) e de Brasília (DF).

Em 2011, foi nomeado pelo papa Bento XVI para comandar o Dicastério para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica, órgão da Santa Sé responsável pelo acompanhamento das congregações religiosas em todo o mundo. No mesmo ano, foi elevado à condição de cardeal.

Ao longo de sua trajetória, participou de importantes decisões da Igreja Católica e colaborou diretamente com diferentes pontífices, tornando-se uma das principais vozes da Igreja brasileira no Vaticano.

Com Assessoria 

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Fisgada Pantaneira chega à terceira edição e reforça crescimento da participação feminina na pesca esportiva

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Ainda restam cinco vagas para mulheres interessadas em ter uma experiência de pesca às margens do rio Paraguai

A Chácara Estrela Pantaneira, localizada às margens do rio Paraguai, a cerca de 40 minutos de Cáceres, receberá nos dias 1º e 2 de agosto a 3ª edição da Fisgada Pantaneira. O encontro reunirá 20 mulheres para um final de semana dedicado à pesca esportiva, integração e contato com a natureza. A organizadora do evento, a dentista Raquel Gusman, informa que ainda restam cinco vagas para esta edição.

Criada com o objetivo de reunir mulheres interessadas na pesca esportiva, a Fisgada Pantaneira evidencia uma tendência observada em todo o país: o aumento da participação feminina em uma atividade tradicionalmente associada ao público masculino. Segundo levantamento divulgado pelo Ministério da Pesca e Aquicultura, o Brasil possui cerca de 30 mil mulheres registradas na pesca amadora e esportiva, número que vem aumentando nos últimos anos juntamente com a expansão do turismo de pesca e dos eventos voltados ao público feminino

“Por muitos anos a pescaria era considerada um esporte masculino mas hoje podemos ver que não é bem assim. Tem muita mulher pegando mais peixe que homem e mostrando que também é capaz. A mulher vem tomando um espaço grande no mundo e mostrando sua força e independência”, avalia Raquel.

A pesca esportiva tem registrado crescimento nos últimos anos não apenas como modalidade de lazer, mas também como ferramenta de desenvolvimento do turismo e de valorização dos recursos naturais. Nesse contexto, grupos femininos ocupam espaço em eventos, expedições, torneios e encontros voltados à prática da atividade.

Raquel afirma que mais do que a captura de peixes, a pesca esportiva moderna está baseada em princípios de conservação ambiental. A modalidade é praticada sem finalidade comercial e, em muitos casos, adota a técnica conhecida como “pesque e solte”, em que o peixe é devolvido ao rio após a captura, contribuindo para a preservação dos estoques pesqueiros e para a sustentabilidade da atividade.

Em Mato Grosso, a pesca esportiva possui regulamentação própria e integra a política estadual de gestão dos recursos pesqueiros. A legislação estadual diferencia a pesca comercial da pesca amadora e esportiva, reconhecendo a importância do segmento para o turismo, a economia local e a conservação ambiental.

*Município* – A região de Cáceres possui forte ligação com a atividade pesqueira e é reconhecida nacionalmente por sediar um dos maiores eventos do setor, o Festival Internacional de Pesca Esportiva. A realização da Fisgada Pantaneira amplia esse cenário ao incentivar a participação feminina e demonstrar que a pesca esportiva é uma atividade acessível a qualquer pessoa interessada em conhecer os rios, aprender técnicas de pesca e vivenciar experiências ao ar livre.

O encontro tem como foco a convivência entre as participantes, a troca de experiências e o fortalecimento de uma rede de mulheres que compartilham o interesse pela pesca esportiva e pelo turismo de natureza. As inscrições seguem abertas até o preenchimento das vagas remanescentes.

*Estrutura* – A Fisgada Pantaneira será realizada na Chácara Estrela Pantaneira, empreendimento voltado para hospedagem, lazer e apoio à pesca esportiva.

Além de sediar eventos temáticos, Raquel explica que a propriedade está disponível para locação durante todo o ano para grupos de amigos, famílias, confraternizações e pescadores que buscam estrutura às margens do rio. O local possui capacidade para acomodar até 20 pessoas e oferece quartos com ar-condicionado; roupa de cama completa; suítes com cama de casal; suíte com beliche; beliches para hospedagem coletiva; cozinha equipada; área gourmet com churrasqueira; mesas e banquetas; área de lazer; freezer; tablado à beira do rio e rampa para embarcações.

A locação pode ser realizada por pessoa, para grupos menores, ou por valor fechado para grupos maiores. A propriedade também oferece suporte para quem deseja realizar pescarias na região, com opções de contratação de embarcações, piloteiros e serviços de alimentação, mediante contratação específica.

Os interessados na Fisgada Pantaneira e na locação do lugar podem entrar em contato pelo telefone: (65) 9981 1211.

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