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12 de junho de 2026

Agro Mato Grosso

Expedição MT mobiliza produtores da agricultura familiar para acesso a recursos públicos

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Com investimento de US$ 100 milhões, sendo US$ 80 milhões financiados pelo Banco Mundial, o projeto visa fortalecer a agricultura familiar com foco em sustentabilidade, inclusão produtiva e geração de renda

Associações, cooperativas e produtores da agricultura familiar começam a ser mobilizados nesta terça-feira (28.4), às 13h30, durante a abertura da expedição do projeto MT Produtivo – Desenvolvimento e Sustentabilidade, em Cuiabá. O encontro acontece no Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP), na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), e reúne também participantes de Várzea Grande e Santo Antônio de Leverger.

Coordenado pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf-MT), em parceria com a Empaer, o projeto tem como objetivo preparar o público-alvo para acessar recursos via chamamento público, conectando políticas públicas à realidade no campo.

Com investimento de US$ 100 milhões, sendo US$ 80 milhões financiados pelo Banco Mundial, o MT Produtivo visa fortalecer a agricultura familiar com foco em sustentabilidade, inclusão produtiva e geração de renda.

Ainda nesta semana, a expedição acontecerá em Nossa Senhora do Livramento, Tangará da Serra, Campo Verde e Rosário Oeste, envolvendo cooperativas, associações e produtores de municípios vizinhos.

 

Agenda completa da Expedição MT Produtivo

04/05 – Rondonópolis

Local: Auditório da SECITECI – 13h30

Abrange: Rondonópolis, Jaciara, Juscimeira, São Pedro da Cipa e Itiquira

05/05 – Cáceres

Local: Auditório CREA/MT – 13h30

Abrange: Cáceres e Glória d’Oeste

05/05 – Paranatinga

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Paranatinga e Primavera do Leste

06/05 – Araputanga

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Araputanga, São José dos Quatro Marcos e Mirassol d’Oeste

06/05 – Campinápolis

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Campinápolis e Nova Xavantina

07/05 – Pontes e Lacerda

Local: Espaço Cultural – 13h30

Abrange: Pontes e Lacerda, Porto Esperidião, Vila Bela da Santíssima Trindade, Conquista d’Oeste e Vale de São Domingos

08/05 – Comodoro

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Comodoro

08/05 – Bom Jesus do Araguaia

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Bom Jesus do Araguaia e Serra Nova Dourada

11/05 – Juína

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Juína, Brasnorte, Juara e Castanheira

11/05 – Vila Rica

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Vila Rica

12/05 – Juruena

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Juruena e Aripuanã

13/05 – Colniza

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Colniza

19/05 – Cláudia

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Cláudia e União do Sul

19/05 – Nova Bandeirantes

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Nova Bandeirantes

20/05 – Itanhangá

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Itanhangá e Tapurah

20/05 – Alta Floresta

Local: Auditório da SECITECI – 13h30

Abrange: Alta Floresta, Carlinda, Nova Canaã do Norte e Novo Mundo

21/05 – Sorriso

Local: Sede Administrativa do Sicredi Celeiro – 13h30

Abrange: Sorriso, Sinop e Vera

21/05 – Terra Nova do Norte

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Terra Nova do Norte, Guarantã do Norte, Peixoto de Azevedo e Nova Santa Helena

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Agro Mato Grosso

Peixe de 2ª se espalha no Rio Teles Pires e acende alerta para pescadores em MT

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A presença de grande quantidade de peixes da espécie conhecida como abotoado em um trecho do Rio Teles Pires tem acendido um alerta entre pescadores e pesquisadores no norte de Mato Grosso. A espécie, considerada por muitos pescadores como carne ‘de segunda’, não desperta o interesse para a pesca esportiva, o que motivou análises sobre seus possíveis efeitos na bacia.

Registros feitos por pescadores da região mostram grandes concentrações da espécie na região de Itaúba a 580 km de Cuiabá.

Em nota, a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) informou que os relatórios de monitoramento realizados até o momento não apontam indicadores de infestação da espécie. O órgão afirmou que continua acompanhando a situação e que adotará medidas ambientais cabíveis caso sejam identificadas alterações que exijam intervenção ou ações de manejo.

A pesquisadora e especialista em ictiofauna, Solange Arrolho, que acompanha estudos sobre a fauna aquática do Teles Pires, explicou que o abotoado já fazia parte da bacia, mas ocorria em áreas específicas do rio.

“Ele era natural no Rio Teles Pires, mas abaixo do que a gente chamava na época de Cachoeira das Sete Quedas, que hoje fica a Usina Hidrelétrica de Teles Pires. Quando ele chega no reservatório de Colíder e abaixo da usina, ele se sente confortável, principalmente porque ele é um bicho, além de ser migrador de longa distância, ele não tem grandes exigências alimentares. Ele come qualquer coisa, qualquer porcaria que está no rio, ele come,” explicou.

Segundo a pesquisadora, a ampliação da população da espécie está relacionada a fatores ambientais e à disponibilidade de alimento.

“Quando você tem uma grande quantidade de flutuantes, uma grande quantidade de ceva, que é o que nós estamos vendo, a explosão não é só do abotoado, mas de outras espécies também. Além de ter a ceva, restos de comida jogadas no rio, por exemplo, faz com que tenha um ambiente propício” acrescentou.

Solange afirmou que não existe uma medida imediata para reduzir a presença da espécie e defende o monitoramento contínuo dos peixes da bacia.

“Eles não são vilões, eles só estão atrás de sobreviver. Eles vão continuar se alimentando, continuar reproduzindo se continuar com o mesmo ritmo acelerado de mudanças no ambiente. Ele tem predador? Não. Os únicos predadores que podem tirar ele do rio é o homem” destacou.

A pesquisadora também destaca que o descarte dos peixes capturados não é uma alternativa adequada. Assim, são avaliadas possibilidades de aproveitamento da carne.

‘’Não adianta pescar ele, ficar bravo, tirar o bicho da água e jogar ele no meio do mato. Isso é sacrifício, isso é crime. Então, o certo é a gente tirar ele da água e aproveitar ele pela alimentação,” ressaltou.

 

A espécie

Armal possui uma fileira de espinhos ao longo da lateral do corpo que causam dificuldade no manuseio — Foto: flavioubaid/iNaturalist

Armal possui uma fileira de espinhos ao longo da lateral do corpo que causam dificuldade no manuseio — Foto: flavioubaid/iNaturalist

🔎🐟: Abotoado (Pterodoras granulosus) é um peixe de água doce encontrado nas bacias Amazônica, do Paraná e do Paraguai, em rios nos Estados de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Possui uma carapaça resistente e espinhos que servem de defesa. Alimenta-se de moluscos, insetos, frutos e sementes, vive em cardumes e suporta águas com pouco oxigênio. Sua pesca pode ser difícil devido à boca pequena, mas ele costuma voltar a atacar a isca. Apesar de ter baixo valor comercial, é apreciado na culinária ribeirinha.

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Agro Mato Grosso

Vazio sanitário da soja já está em vigência em Mato Grosso

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Período que proíbe a existência de qualquer estágio vegetativo de soja visa diminuir incidência do fungo causador da ferrugem asiática

O Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea) informa que o período do vazio sanitário da soja em Mato Grosso da safra 2025/26 já está em vigência. O período que proíbe a existência de qualquer estágio vegetativo de soja, visando diminuir incidência da ferrugem asiática, começou na segunda (8.6) e vai até o dia 06 de setembro, conforme previsto na Instrução Normativa Conjunta nº 001/2026 entre o Indea e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

Durante o período de 90 dias de vigência da fase proibitiva de plantio de soja, o Indea realizará fiscalizações nas propriedades produtoras para verificar se o vazio sanitário está sendo cumprido.

A medida fitossanitária foi instituída pelo Indea em 2006, por sugestão de produtores e pesquisadores que perceberam a necessidade de controlar a principal doença da soja, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, além de outras pragas e doenças da cultura.

O fungo que causa a ferrugem asiática da soja precisa de hospedeiro vivo (plantas vivas de soja) para se desenvolver e multiplicar, ao eliminar as plantas de soja na entressafra quebra-se o ciclo do fungo, retardando o surgimento da doença na safra seguinte.

A ferrugem asiática provoca a desfolha precoce da planta, impedindo a completa formação dos grãos, o que gera redução na produtividade, sendo considerada uma praga de importância econômica para Mato Grosso.

O produtor rural que foi pego descumprindo está sujeito a multa 30 Unidades de Padrão Fiscal (UPFs), no valor atual de R$ 7.855,20, mais 02 UPFs por hectare da área reservada ao plantio.

Produção

Dados do Indea demonstram que a cultura se encontra em expansão no Estado. Na safra 2024/2025 foram cadastradas 16.324 unidades de produção (UPs), com total de área de 11.353.852 hectares. Já na safra 2025/2026 foram cadastradas 16.610 UPs, com uma área de 11.706.361 hectares, resultando em um incremento de 352.509 hectares de soja.

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Valtra inaugura concessionária em Luís Eduardo Magalhães

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Nova unidade focará em soluções de alta potência para grãos e algodão, além de atender ao setor pecuário da região

A Valtra inaugura nesta quarta-feira (10/6) uma concessionária na cidade de Luís Eduardo Magalhães, na Bahia. A nova unidade pertence ao parceiro Nossa Valtra, fortalecendo a presença da marca na promissora região do oeste baiano.

O grupo Nossa, que ingressou nos negócios com a Valtra em 2021, chega agora à sua terceira loja na região. Além da nova e moderna estrutura em Luís Eduardo Magalhães, a rede já atende os produtores baianos com unidades consolidadas nas cidades de Santa Maria da Vitória e Correntina.

A nova concessionária, assim como as demais, conta com o portfólio completo de produtos da Valtra, mas com um direcionamento estratégico. Como a região oeste da Bahia destaca-se nacionalmente pela força na produção de grãos e algodão, o foco é voltado para o maquinário de alta potência, como os modernos tratores das séries Q5 e S6, a consagrada plantadeira Momentum, além da linha de pulverizadores e do distribuidor DryBox.

Vale destacar que a região também tem grande importância e tradição no setor da pecuária, e para atender os criadores locais, a concessionária conta com os tratores de baixa e média potência da Valtra, reconhecidos pela economia, robustez e versatilidade no trato com os animais e na manutenção da propriedade.

“A abertura desta nova loja em Luís Eduardo Magalhães representa um marco estratégico para a Valtra. O oeste da Bahia é um polo fundamental para o agronegócio brasileiro e com essa expansão ficaremos ainda mais próximos dos produtores, entregando nosso portfólio completo, que une potência, inteligência e eficiência operacional”, destaca Claudio Esteves, Diretor Comercial da Valtra.

Na nova unidade os produtores rurais da região poderão conhecer de perto as mais novas inovações da marca, como a plantadeira Momentum, que oferece a partir de 18 linhas de plantio, tendo suas versões de 30 e 40 linhas lançadas recentemente. A plantadeira traz a tecnologia embarcada Weight Transfer, que distribui a carga central do chassi para as pontas, proporcionando profundidade homogênea na deposição de sementes e melhora na qualidade de plantio. O Sistema Precision Planting, eleito a melhor tecnologia de singulação do mercado, promove o controle total da população e o monitoramento completo em tempo real.

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