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Agro Mato Grosso

Expedição MT mobiliza produtores da agricultura familiar para acesso a recursos públicos

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Com investimento de US$ 100 milhões, sendo US$ 80 milhões financiados pelo Banco Mundial, o projeto visa fortalecer a agricultura familiar com foco em sustentabilidade, inclusão produtiva e geração de renda

Associações, cooperativas e produtores da agricultura familiar começam a ser mobilizados nesta terça-feira (28.4), às 13h30, durante a abertura da expedição do projeto MT Produtivo – Desenvolvimento e Sustentabilidade, em Cuiabá. O encontro acontece no Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP), na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), e reúne também participantes de Várzea Grande e Santo Antônio de Leverger.

Coordenado pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf-MT), em parceria com a Empaer, o projeto tem como objetivo preparar o público-alvo para acessar recursos via chamamento público, conectando políticas públicas à realidade no campo.

Com investimento de US$ 100 milhões, sendo US$ 80 milhões financiados pelo Banco Mundial, o MT Produtivo visa fortalecer a agricultura familiar com foco em sustentabilidade, inclusão produtiva e geração de renda.

Ainda nesta semana, a expedição acontecerá em Nossa Senhora do Livramento, Tangará da Serra, Campo Verde e Rosário Oeste, envolvendo cooperativas, associações e produtores de municípios vizinhos.

 

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Agenda completa da Expedição MT Produtivo

04/05 – Rondonópolis

Local: Auditório da SECITECI – 13h30

Abrange: Rondonópolis, Jaciara, Juscimeira, São Pedro da Cipa e Itiquira

05/05 – Cáceres

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Local: Auditório CREA/MT – 13h30

Abrange: Cáceres e Glória d’Oeste

05/05 – Paranatinga

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Paranatinga e Primavera do Leste

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06/05 – Araputanga

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Araputanga, São José dos Quatro Marcos e Mirassol d’Oeste

06/05 – Campinápolis

Local: Câmara Municipal – 13h30

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Abrange: Campinápolis e Nova Xavantina

07/05 – Pontes e Lacerda

Local: Espaço Cultural – 13h30

Abrange: Pontes e Lacerda, Porto Esperidião, Vila Bela da Santíssima Trindade, Conquista d’Oeste e Vale de São Domingos

08/05 – Comodoro

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Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Comodoro

08/05 – Bom Jesus do Araguaia

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Bom Jesus do Araguaia e Serra Nova Dourada

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11/05 – Juína

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Juína, Brasnorte, Juara e Castanheira

11/05 – Vila Rica

Local: Câmara Municipal – 13h30

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Abrange: Vila Rica

12/05 – Juruena

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Juruena e Aripuanã

13/05 – Colniza

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Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Colniza

19/05 – Cláudia

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Cláudia e União do Sul

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19/05 – Nova Bandeirantes

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Nova Bandeirantes

20/05 – Itanhangá

Local: Câmara Municipal – 13h30

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Abrange: Itanhangá e Tapurah

20/05 – Alta Floresta

Local: Auditório da SECITECI – 13h30

Abrange: Alta Floresta, Carlinda, Nova Canaã do Norte e Novo Mundo

21/05 – Sorriso

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Local: Sede Administrativa do Sicredi Celeiro – 13h30

Abrange: Sorriso, Sinop e Vera

21/05 – Terra Nova do Norte

Local: Câmara Municipal – 13h30

Abrange: Terra Nova do Norte, Guarantã do Norte, Peixoto de Azevedo e Nova Santa Helena

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Agro Mato Grosso

Custo do algodão sobe e pressiona produtor em MT

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O custo para produzir algodão em Mato Grosso na safra 2026/2027 registrou aumento de 2,64% em apenas um mês, atingindo R$ 10.531,50 por hectare. Os dados são do projeto CPA-MT, desenvolvido em parceria entre o Senar-MT e o Imea.

A elevação foi impulsionada principalmente pelos fertilizantes e corretivos, que tiveram alta de 6,27% em relação a fevereiro. O avanço nos preços está ligado à restrição na oferta de insumos e ao aumento dos custos logísticos, influenciados por tensões geopolíticas no Oriente Médio.

Com isso, o custo total da cultura, que inclui outras despesas além do custeio direto, também apresentou crescimento de 1,56% no período, chegando a R$ 18.630,38 por hectare.

Outro ponto de atenção é a comparação com a safra anterior. Em fevereiro, a estimativa para o ciclo 2026/2027 ainda estava 0,67% abaixo da safra 2025/2026. No entanto, em março, o cenário se inverteu, e o custo atual já aparece 0,88% acima do registrado no ciclo passado.

Diante desse contexto, a análise técnica aponta que o aumento nos custos, especialmente com fertilizantes e corretivos, tende a reduzir a margem de rentabilidade do produtor, sobretudo em um período de maior demanda por insumos.

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Agro Mato Grosso

Valtra apresenta o “Talking Tractor”, máquina que interage com o produtor na Agrishow 2026

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Baseado em Inteligência Artificial, o conceito inédito permite que o produtor interaja com o maquinário, transformando dados complexos em diálogos simples e visuais.

O uso de Inteligência Artificial para aumentar a eficiência no agronegócio ganha um novo patamar. Durante a Agrishow 2026, a Valtra apresenta pela primeira vez no Brasil o Talking Tractor. A inovação, que teve sua estreia global na Agritechnica 2025, na Alemanha, transforma as máquinas agrícolas em assistentes interativos.

Por meio de comandos de voz e texto, entre várias interações possíveis, o produtor rural pode perguntar à máquina sobre métricas de desempenho, economia de combustível ou emissões de carbono, recebendo insights imediatos para melhorar a gestão financeira e operacional da fazenda. Essa revolução digital encontra um terreno fértil no país. Segundo a McKinsey & Company, 54% dos produtores brasileiros acreditam que inovações tecnológicas aumentam seus ganhos.

Além disso, dados da Universidade de Brasília (UnB) mostram que mais de 95% dos produtores rurais já utilizam tecnologia digital, sendo que 70% utilizam softwares para gestão de propriedades.

Integrado ao aplicativo Valtra Coach, o conceito funciona a partir de um dispositivo móvel e responde a comandos nos idiomas: inglês, alemão, francês, finlandês e também espanhol e português. Para o seu desenvolvimento, o assistente virtual foi treinado utilizando todo o acervo de manuais de operação da Valtra, guias de agricultura inteligente, dados de telemetria e registros de sessões de trabalho.

A inovação já conquistou reconhecimento internacional, sendo finalista do prestigiado prêmio DLG-Agrifuture Concept Winner 2025, na Alemanha, que celebra visões e tecnologias pioneiras para o futuro do campo. “O trator é mais do que uma voz, ele conta com inteligência para a análise de dados em respostas visuais e práticas. É a tecnologia aplica no campo, trazendo o futuro para hoje”, ressalta Fabio Dotto, Diretor de Marketing de Produto Valtra.

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Ele explica que o grande diferencial do Talking Tractor é a capacidade de traduzir informações técnicas, otimizadas para tablets e celulares compatíveis. O sistema pode fornecer ilustrações de manuais, checklists e até infográficos baseados na telemetria real da máquina.

 

Agrishow 2026: Valtra apresenta o “Talking Tractor”, máquina que interage com o produtor por voz e texto

O assistente foi desenvolvido para se integrar de forma contínua à solução de telemetria Valtra Connect, podendo ser utilizado em qualquer modelo Valtra equipado com o sistema, seja novo ou adaptado. Pensando na segurança e na praticidade operacional, o Talking Tractor permite que o operador interaja enquanto dirige, utilizando o áudio via Bluetooth do próprio trator ou fones de ouvido, mantendo a atenção focada na lavoura.

Apresentado como o destaque tecnológico da marca na Agrishow 2026, o Talking Tractor é uma prova de conceito que demonstra a visão de futuro da Valtra para a agricultura digital. A tecnologia ainda não tem previsão de lançamento para o mercado brasileiro. “Mais do que uma nova ferramenta, o Talking Tractor é um exemplo de como a inteligência artificial pode humanizar a alta tecnologia e tornar ela acessível e prática para quem realmente importa, que é o agricultor. Estamos trazendo para a Agrishow, junto ao trator Q5, não apenas uma máquina que fala, mas um conceito que redefine a produtividade através de uma colaboração entre homem e inteligência de dados”, conclui Fabio Dotto.

 

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Agro Mato Grosso

Em registro raro onça-preta é flagrada por câmeras em pousada no interior de MT

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Uma onça-preta foi flagrada por câmeras de monitoramento acionadas por movimento em uma pousada em São José do Rio Claro, a 297 km de Cuiabá, na noite deste sábado (25). O registro coniderado raro por especialistas integra um projeto voltado ao monitoramento e identificação de animais silvestres na região.

As imagens mostram o animal de grande porte se aproximando com tranquilidade de uma das câmeras enquanto atravessa uma área de mata (veja abaixo).

Segundo Abigail Martin, presidente do Jaguar ID Project, responsável pela identificação dos felinos, em um ano de monitoramento foram flagrados ao menos quatro machos e duas fêmeas. Para ela, os registros reforçam a importância da área, que apesar do avanço do desmatamento no entorno demontra uma presença relevante da espécie na área.

“Quase não tem floresta lá, e em um ano conseguimos registrar várias onças. É um lugar muito importante para chamar atenção, porque ainda existem esses animais incríveis lá ”, afirmou.

Ainda de acordo com Abigail, a pelagem do animal se trata de uma variação genética incomum da onça-pintada, com registros raros na natureza, especialmente em áreas fragmentadas como a da região, que é cercada por plantações de soja e cana-de-açúcar.

“Capturar esse indivíduo em câmera é algo muito especial e de grande valor científico. Esse trabalho busca gerar base científica para reforçar a importância da proteção das áreas remanescentes”, destacou.

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🐆 Onça-pintada preta

Conhecidas popularmente como onça-preta ou “pantera negra”, as onças-pintadas com pelagem escura apresentam essa característica devido a uma mutação genética chamada melanismo.

Fernando Tortato, da ONG Panthera, explicou que o melanismo é causado por um gene dominante e faz com que a coloração amarela típica da espécie fique preta, escondendo as manchas características.

“Dependendo da intensidade do melanismo, as manchas podem ficar levemente visíveis sob a luz. A variação é relativamente comum em biomas como Cerrado e Amazônia. No Pantanal, porém, não há registros confirmados de onças-pintadas com essa característica”, afirmou o especialista.

Registro integra um projeto voltado ao monitoramento e identificação das onças — Foto: Reprodução

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