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Homem é atacado com cortador de árvore após discussão por causa de esposa em MT

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Suspeito de 28 anos foi preso em flagrante nesta segunda (27) enquanto caminhava próximo a um canavial; vítima está em estado grave

Policiais militares da cidade de Denise prenderam um homem, de 28 anos, pelo crime de tentativa de homicídio, na manhã desta segunda-feira (27.4). O suspeito foi detido em flagrante depois de atacar um homem, de 40 anos, com um cortador de árvore, na noite anterior.

Conforme o boletim de ocorrência, na noite de domingo (26), a equipe policial foi acionada para comparecer na Unidade de Pronto Atendimento após a entrada de um homem com graves ferimentos decorrentes de arma branca. Os policiais foram ao local e confirmaram os fatos, mas não conseguiram contato com a vítima, que estava sendo atendida.

Em seguida, uma testemunha do crime compareceu e encaminhou os militares até a residência onde aconteceu o crime. Dentro da casa, a PM visualizou grande quantidade de sangue no chão de diversos cômodos do imóvel.

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A testemunha afirmou ainda que a vítima e suspeito estavam embriagados na casa e iniciaram uma discussão, com suposto envolvimento da esposa da vítima. Em determinado momento, o suspeito pegou um podão, objeto para corte de árvores, e desferiu três golpes na vítima, atingindo a cabeça e o ombro do homem.

Diante dos relatos e das informações das características do suspeito, os policiais iniciaram diligências na cidade e região, não localizando o suspeito. Já na manhã de segunda-feira (27), os militares continuaram as buscas e se deslocavam pela rodovia e encontraram o suspeito caminhando, nas proximidades de um canavial.

Ele foi abordado e, questionado pela PM, confirmou a tentativa de homicídio contra a vítima. Ainda em relato, o suspeito alegou que o crime teria ocorrido em legítima defesa, uma vez que teria sido agredido pelo homem anteriormente.

Diante da situação, ele recebeu voz de prisão em flagrante e foi conduzido para a delegacia mais próxima para registro da ocorrência e entregue à Polícia Judiciária Civil para demais providências.

Com Assessoria 

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Anvisa proíbe venda e uso de xaropes com clobutinol em todo o Brasil

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Suspensão imediata ocorre após identificação de riscos de arritmias cardíacas graves; medida foi publicada no Diário Oficial desta segunda (27)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta segunda-feira (27), a suspensão imediata da venda e do uso de todos os medicamentos que contenham a substância clobutinol. O componente é utilizado na formulação de diversos xaropes antitussígenos comercializados no mercado brasileiro.

A decisão fundamenta-se em um parecer técnico da Gerência de Farmacovigilância do órgão, que identificou um aumento significativo no risco de arritmias cardíacas graves em pacientes que utilizam a substância. Segundo a agência, a gravidade dos efeitos colaterais supera qualquer benefício terapêutico oferecido pelo fármaco.

A resolução foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda (27) e já está em vigor.

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Alta em Chicago impulsiona soja no Brasil, com preços até R$ 2,00 mais altos; confira as cotações

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Fechamento da soja. Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja começou a semana com maior fluidez nas negociações e avanço nas cotações. O movimento foi sustentado principalmente pela alta dos contratos futuros na Bolsa de Mercadorias de Chicago, que registraram ganhos superiores a 1% ao longo do dia. Mesmo com a queda do dólar, os preços internos reagiram positivamente, com elevações entre R$ 1,00 e R$ 2,00 em relação à semana anterior.

Esse cenário contribuiu para um aumento no volume de negócios, especialmente nos portos, com destaque para embarques em Santos e Paranaguá. No mercado interno, também houve maior participação dos produtores, aproveitando o momento mais favorável para comercialização.

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Preços no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 123,00 para R$ 124,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 124,00 para R$ 125,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 119,00 para R$ 120,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 110,00 para R$ 111,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 110,00 para R$ 111,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 110,00 para R$ 111,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 130,00

Soja em Chicago

No cenário internacional, a soja encerrou o dia em alta, impulsionada principalmente pela valorização do petróleo e pelas incertezas envolvendo negociações entre Estados Unidos e Irã. Além disso, a previsão de chuvas no Meio-Oeste americano trouxe suporte adicional às cotações, já que pode atrasar o plantio, embora ainda não represente preocupação.

Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos mostraram que as inspeções de exportação somaram 628.826 toneladas na última semana, abaixo do volume registrado anteriormente, mas acima do mesmo período do ano passado.

As inspeções de exportação norte-americanas de soja chegaram a 628.826 toneladas na semana encerrada no dia 23 de abril, conforme relatório semanal divulgado pelo USDA. Na semana anterior, as inspeções haviam atingido 756.713 toneladas. Em igual período do ano passado, o total inspecionado foi de 459.265 toneladas.

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Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 13,50 centavos de dólar, ou 1,16%, a US$ 11,77 1/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 11,92 por bushel, com elevação de 13,50 centavos de dólar ou 1,14%.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 8,70 ou 2,92% a US$ 327,80 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 71,67 centavos de dólar, com ganho de 0,34 centavo ou 0,47%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,32%, sendo negociado a R$ 4,9821 para venda e a R$ 4,9801 para compra.

Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,9642 e a máxima de R$ 4,9827.

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Assassinatos no campo dobram no Brasil apesar de queda no total de conflitos

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Relatório da Comissão Pastoral da Terra aponta que 26 pessoas foram mortas em 2025; Amazônia Legal concentra maioria dos casos

A Comissão Pastoral da Terra (CPT) lançou, nesta segunda-feira (27), a 40ª edição do relatório Conflitos no Campo Brasil. Houve uma queda de 28% nas ocorrências: foram 1.593 em 2025, contra 2.207 em 2024. Porém, os assassinatos de trabalhadores e de povos da terra, das águas e das florestas dobraram: passaram de 13 para 26 vítimas no ano passado.

 

arte ocorrencias_de_conflito_no_campo

A maior parte dos assassinatos aconteceu na Amazônia Legal. Foram 16 casos, distribuídos entre os estados do Pará (sete), Rondônia (sete) e Amazonas (dois).

“Esses números revelam o avanço de um projeto histórico de expansão colonial e capitalista sobre a Amazônia, que continua atingindo e transformando os povos e territórios inteiros em alvos de expropriação e extermínio”, analisa a integrante da Articulação das CPTs da Amazônia Larissa Rodrigues.

Ela também atribui esse quadro ao fortalecimento do “consórcio entre grilagem, crime organizado, setores do Estado, além de setores privados, que atuam juntos para atingir terras públicas e áreas protegidas”.

O relatório mostra que os fazendeiros são os principais agentes envolvidos nos assassinatos. Dos 26 casos, eles foram responsáveis por 20, seja na condição de mandantes ou de executores.

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Outros registros de violência que também tiveram crescimento de 2024 para 2025 foram as prisões (de 71 para 111), casos de humilhação (de cinco para 142) e cárcere privado (de um para 105).

“A alta dos casos de humilhação e cárcere, por exemplo, se dá pela ação arbitrária da Polícia Militar do estado de Rondônia, que, em novembro de 2025, no contexto da Operação Godos, interrompeu uma reunião pública com cerca de 100 famílias sem terra, despejadas de seus acampamentos, e servidores do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar”, analisa o documentalista do Centro de Documentação Dom Tomás Balduino (Cedoc/CPT) Gustavo Arruda.

“O aumento dos casos de prisões também se dá por conta de ações pontuais da força do Estado sobre comunidades. É reflexo da polícia do estado da Bahia, que prendeu cerca de 24 povos originários da Terra Indígena (TI) Barra Velha; e da Polícia Militar de Rondônia, que realizou diversas operações de perseguição a integrantes da Liga dos Camponeses Pobres (LCP)”, complementa.

Violência

Quando considerados todos os tipos de conflitos, a violência por terra tem o maior percentual (75% ou 1.186 casos), seguida por conflitos trabalhistas (10% ou 159), conflitos pela água (9% ou 148), e acampamentos, ocupações e retomadas (6% ou 100).

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Os principais casos de violência na terra foram: contaminação por agrotóxicos (127 casos), invasão (193) e pistolagem (113). As principais vítimas foram os povos indígenas (258 ocorrências), seguidos por posseiros (248), quilombolas (244) e povos sem-terra (153).

Os fazendeiros representam a categoria que mais causou violência no eixo terra (515 casos), seguidos por empresários (180), governo federal (114) e governos estaduais (85).

Os principais casos de conflito pela água envolveram a resistência do povo do campo contra destruição ou poluição (1034), não cumprimento de procedimentos legais (754), diminuição do acesso à água (425) e contaminação por agrotóxico (129).

Os indígenas foram as principais vítimas nos conflitos por água (42 ocorrências), seguidos dos quilombolas (24), pequenos agricultores (20) e os ribeirinhos (17).

Os principais agentes causadores de violências no eixo água foram: mineradoras (34), empresários (29), garimpeiros (26), fazendeiros (23) e usinas hidrelétricas (nove).

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Trabalho escravo

O relatório da CPT indica que houve aumento de 5% nos casos de trabalho escravo ou análogo à escravidão (foram 159 em 2025) e de 23% no total de trabalhadores resgatados nesta condição (1.991).

Os pesquisadores destacam a construção de uma usina no município de Porto Alegre do Norte (MT): 586 pessoas foram resgatadas. Elas eram aliciadas nas regiões Norte e Nordeste do país, obrigadas a dormir em quartos precários e superlotados, tinham alimentação precária e sofriam com ausência frequente de água e de energia.

As atividades econômicas com mais trabalhadores resgatados são: construção de usina (586), lavouras (479), cana-de-açúcar (253), mineração (170) e pecuária (154). Segundo a CPT, são setores que historicamente concentram os maiores registros de trabalho escravo, com destaque recorrente para as lavouras e a pecuária.

 

arte trabalhadores resgatados

Plataforma Socioambiental

A CPT lançou nesta segunda-feira, em parceria com o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), o Observatório Socioambiental, iniciativa da sociedade civil que reúne dados sistematizados entre 1980 e 2023 sobre violações de direitos humanos, desmatamento e expansão da agricultura industrial no Brasil.

Segundo os organizadores, dados de diferentes fontes estarão reunidos, cruzados e disponibilizados em um ambiente digital interativo, que permitirá visualizar, de forma segmentada, por estados e municípios, a relação direta entre o avanço da produção de commodities e os conflitos socioambientais no país.

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Desenvolvimento Agrário

Em nota enviada à Agência Brasil, o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) informou que tem agido para evitar o aumento da violência nos conflitos no campo. Em três anos e quatro meses, o Departamento de Mediação e Conciliação de Conflitos Agrários da pasta atuou na “mediação de mais de 600 conflitos, envolvendo em torno de 120 mil famílias do campo, das águas e das florestas, conseguindo evitar a escalada da violência na quase totalidade desses conflitos”.

O MDA também destacou que, com foco nos “casos mais extremados de violência”, a Comissão Nacional de Enfrentamento à Violência no Campo organiza missões que requerem a atuação interinstitucional, envolvendo diversos ministérios e entidades da sociedade civil.

Para este ano, segundo a nota, foram selecionadas três áreas de atuação prioritária. “O estado de Rondônia, onde a violência ganha índices alarmantes. Faremos também missões no Maranhão, Pará e Paraná”, informou o ministério.

*Colaborou Letycia Bond.

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Matéria alterada às 16h23 para acréscimo das informações da nota do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

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