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15 de setembro de 2026

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Assassinatos no campo dobram no Brasil apesar de queda no total de conflitos

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Relatório da Comissão Pastoral da Terra aponta que 26 pessoas foram mortas em 2025; Amazônia Legal concentra maioria dos casos

A Comissão Pastoral da Terra (CPT) lançou, nesta segunda-feira (27), a 40ª edição do relatório Conflitos no Campo Brasil. Houve uma queda de 28% nas ocorrências: foram 1.593 em 2025, contra 2.207 em 2024. Porém, os assassinatos de trabalhadores e de povos da terra, das águas e das florestas dobraram: passaram de 13 para 26 vítimas no ano passado.

 

arte ocorrencias_de_conflito_no_campo

A maior parte dos assassinatos aconteceu na Amazônia Legal. Foram 16 casos, distribuídos entre os estados do Pará (sete), Rondônia (sete) e Amazonas (dois).

“Esses números revelam o avanço de um projeto histórico de expansão colonial e capitalista sobre a Amazônia, que continua atingindo e transformando os povos e territórios inteiros em alvos de expropriação e extermínio”, analisa a integrante da Articulação das CPTs da Amazônia Larissa Rodrigues.

Ela também atribui esse quadro ao fortalecimento do “consórcio entre grilagem, crime organizado, setores do Estado, além de setores privados, que atuam juntos para atingir terras públicas e áreas protegidas”.

O relatório mostra que os fazendeiros são os principais agentes envolvidos nos assassinatos. Dos 26 casos, eles foram responsáveis por 20, seja na condição de mandantes ou de executores.

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Outros registros de violência que também tiveram crescimento de 2024 para 2025 foram as prisões (de 71 para 111), casos de humilhação (de cinco para 142) e cárcere privado (de um para 105).

“A alta dos casos de humilhação e cárcere, por exemplo, se dá pela ação arbitrária da Polícia Militar do estado de Rondônia, que, em novembro de 2025, no contexto da Operação Godos, interrompeu uma reunião pública com cerca de 100 famílias sem terra, despejadas de seus acampamentos, e servidores do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar”, analisa o documentalista do Centro de Documentação Dom Tomás Balduino (Cedoc/CPT) Gustavo Arruda.

“O aumento dos casos de prisões também se dá por conta de ações pontuais da força do Estado sobre comunidades. É reflexo da polícia do estado da Bahia, que prendeu cerca de 24 povos originários da Terra Indígena (TI) Barra Velha; e da Polícia Militar de Rondônia, que realizou diversas operações de perseguição a integrantes da Liga dos Camponeses Pobres (LCP)”, complementa.

Violência

Quando considerados todos os tipos de conflitos, a violência por terra tem o maior percentual (75% ou 1.186 casos), seguida por conflitos trabalhistas (10% ou 159), conflitos pela água (9% ou 148), e acampamentos, ocupações e retomadas (6% ou 100).

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Os principais casos de violência na terra foram: contaminação por agrotóxicos (127 casos), invasão (193) e pistolagem (113). As principais vítimas foram os povos indígenas (258 ocorrências), seguidos por posseiros (248), quilombolas (244) e povos sem-terra (153).

Os fazendeiros representam a categoria que mais causou violência no eixo terra (515 casos), seguidos por empresários (180), governo federal (114) e governos estaduais (85).

Os principais casos de conflito pela água envolveram a resistência do povo do campo contra destruição ou poluição (1034), não cumprimento de procedimentos legais (754), diminuição do acesso à água (425) e contaminação por agrotóxico (129).

Os indígenas foram as principais vítimas nos conflitos por água (42 ocorrências), seguidos dos quilombolas (24), pequenos agricultores (20) e os ribeirinhos (17).

Os principais agentes causadores de violências no eixo água foram: mineradoras (34), empresários (29), garimpeiros (26), fazendeiros (23) e usinas hidrelétricas (nove).

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Trabalho escravo

O relatório da CPT indica que houve aumento de 5% nos casos de trabalho escravo ou análogo à escravidão (foram 159 em 2025) e de 23% no total de trabalhadores resgatados nesta condição (1.991).

Os pesquisadores destacam a construção de uma usina no município de Porto Alegre do Norte (MT): 586 pessoas foram resgatadas. Elas eram aliciadas nas regiões Norte e Nordeste do país, obrigadas a dormir em quartos precários e superlotados, tinham alimentação precária e sofriam com ausência frequente de água e de energia.

As atividades econômicas com mais trabalhadores resgatados são: construção de usina (586), lavouras (479), cana-de-açúcar (253), mineração (170) e pecuária (154). Segundo a CPT, são setores que historicamente concentram os maiores registros de trabalho escravo, com destaque recorrente para as lavouras e a pecuária.

 

arte trabalhadores resgatados

Plataforma Socioambiental

A CPT lançou nesta segunda-feira, em parceria com o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), o Observatório Socioambiental, iniciativa da sociedade civil que reúne dados sistematizados entre 1980 e 2023 sobre violações de direitos humanos, desmatamento e expansão da agricultura industrial no Brasil.

Segundo os organizadores, dados de diferentes fontes estarão reunidos, cruzados e disponibilizados em um ambiente digital interativo, que permitirá visualizar, de forma segmentada, por estados e municípios, a relação direta entre o avanço da produção de commodities e os conflitos socioambientais no país.

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Desenvolvimento Agrário

Em nota enviada à Agência Brasil, o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) informou que tem agido para evitar o aumento da violência nos conflitos no campo. Em três anos e quatro meses, o Departamento de Mediação e Conciliação de Conflitos Agrários da pasta atuou na “mediação de mais de 600 conflitos, envolvendo em torno de 120 mil famílias do campo, das águas e das florestas, conseguindo evitar a escalada da violência na quase totalidade desses conflitos”.

O MDA também destacou que, com foco nos “casos mais extremados de violência”, a Comissão Nacional de Enfrentamento à Violência no Campo organiza missões que requerem a atuação interinstitucional, envolvendo diversos ministérios e entidades da sociedade civil.

Para este ano, segundo a nota, foram selecionadas três áreas de atuação prioritária. “O estado de Rondônia, onde a violência ganha índices alarmantes. Faremos também missões no Maranhão, Pará e Paraná”, informou o ministério.

*Colaborou Letycia Bond.

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Matéria alterada às 16h23 para acréscimo das informações da nota do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar.

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Homem invade casa e executa ex-namorada e amigo a tiros após discussão em festa

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Suspeito de 39 anos foi preso pela PM em Aripuanã e confessou o crime. Vítimas foram encontradas com marcas de tiros na cabeça

Policiais militares do 8º Comando Regional prenderam, neste domingo (13.9), um homem, de 39 anos, suspeito de envolvimento no duplo homicídio de um homem de 36 anos e uma mulher de 28 anos, no município de Aripuanã (990 km de Cuiabá). As vítimas foram executadas com disparos de arma de fogo.

A equipe foi acionada após uma testemunha informar que havia ido até a residência de uma das vítimas, no Distrito de Conselvan, para procurar o amigo e não obteve resposta.

No local, os policiais constataram sinais de arrombamento na porta dos fundos e entraram no imóvel, onde encontraram as duas vítimas com perfurações na cabeça provocadas por disparos de arma de fogo.

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Outras testemunhas relataram que, horas antes, o suspeito havia discutido com a mulher durante uma festa e feito ameaças de morte contra ela. Após deixarem o evento, as vítimas e as testemunhas seguiram para a residência.

Os policiais militares reforçaram as ações de patrulhamento na região, identificaram e localizaram o suspeito. As equipes encontraram um revólver calibre .38, da marca Taurus, com a numeração raspada e três munições intactas.

Questionado sobre o crime, o homem afirmou que teria cometido o crime após alegar que teria sido humilhado pela ex-namorada. O suspeito foi encaminhado à delegacia para registro do caso.

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Isolado por prefeitos do próprio partido, Wellington evita confronto com Abilio

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Candidato do PL lembrou verba para a Casa do Autista ao ser questionado sobre o isolamento

Mesmo sem receber o apoio público do prefeito Abilio Brunini (PL) na corrida pelo Governo de Mato Grosso, o senador Wellington Fagundes (PL) evitou abrir um confronto com o correligionário. Em vez de cobrar reciprocidade eleitoral, afirmou que continuará destinando recursos para Cuiabá.

Abilio tem usado as aparições públicas para pedir votos à esposa, Samantha Iris, candidata a deputada estadual, a José Medeiros, que disputa o Senado, e a Flávio Bolsonaro, candidato à Presidência. O nome de Wellington, porém, permanece fora dessas manifestações.

Questionado sobre o silêncio do prefeito, Wellington respondeu apresentando uma espécie de prestação de contas da relação com a administração municipal. Lembrou que participou da campanha de Abilio e destacou o envio de R$ 6 milhões para a construção da Casa do Autista, projeto defendido pelo prefeito e por Samantha.

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“Eu apoiei o Abilio, eu estive na campanha do Abilio, eu trouxe agora para o Abilio R$ 6 milhões para construir o maior desejo do Abilio e da Samantha, que é a Casa do Autista. Ou seja, eu estou procurando fazer a minha parte”, afirmou nesta segunda-feira (14), durante entrevista no Centro de Cuiabá.

O senador também citou os recursos recebidos pela capital por meio do Fundo de Compensação das Exportações (FEX). Segundo Wellington, a legislação responsável pelos repasses foi articulada por ele no Congresso Nacional e também beneficiou outros municípios, como Várzea Grande.

Embora pertença ao mesmo partido de Wellington, Abilio mantém publicamente uma posição de neutralidade na eleição estadual. Nos bastidores, é apontado como politicamente mais próximo do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), adversário do senador na disputa pelo Palácio Paiaguás.

A direção do PL proibiu seus filiados de manifestarem apoio a Pivetta e ameaçou punir quem descumprir a orientação. A restrição, entretanto, não levou Abilio a abraçar publicamente a candidatura de Wellington.

O distanciamento não se limita à capital. Os prefeitos Flávia Moretti, de Várzea Grande, e Cláudio Ferreira, de Rondonópolis, declararam apoio a Pivetta e passaram a responder a procedimentos internos que podem resultar na expulsão deles do PL.

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Agro Mato Grosso

Confira a lista de classificados para a próxima fase do Prêmio Aprosoja MT de Jornalismo 2026

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Cerca de 130 profissionais e estudantes inscreveram mais de 180 trabalhos no concurso, que tem como tema “O agro sustentável que transforma a cidade a partir do campo”

A Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) iniciou a etapa de avaliação da Comissão de Habilitação da 4ª edição do Prêmio Aprosoja MT de Jornalismo. Em 2026, o concurso tem como tema central “O agro sustentável que transforma a cidade a partir do campo” e reúne trabalhos de profissionais e estudantes de diferentes estados brasileiros.

Ao todo, cerca de 130 profissionais e estudantes se inscreveram no concurso, com mais de 180 trabalhos submetidos à avaliação. As produções estão distribuídas em seis categorias: Reportagem em Vídeo, Reportagem em Texto, Reportagem em Áudio, Fotojornalismo, Jornalismo Universitário e Destaques Mato-grossenses.

Os participantes concorrem a premiações em dinheiro que chegam a R$ 20 mil para o primeiro colocado de cada categoria e a R$ 15 mil na categoria Jornalismo Universitário. Na categoria Destaques Mato-grossenses, o prêmio principal é de R$ 7 mil.

Além da premiação por categoria, os finalistas concorrem ao Prêmio Master, definido por sorteio entre os vencedores. O ganhador terá a oportunidade de participar de uma missão internacional aos Estados Unidos, em 2027.   Com o encerramento da etapa de habilitação, os trabalhos classificados seguem agora para a avaliação da Comissão Técnica, formada por jornalistas especializados. O grupo será responsável por selecionar as dez melhores obras de cada categoria, que avançarão no processo de premiação.

Confira, abaixo, a lista de habilitados para a próxima fase:

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Reportagem em Vídeo

Alexandre Michel Francisco Esper

Anderson Nenning

Brenda Carvalho de Sousa

Christieli Ive Silvério da Cruz

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Elisangela Pereira de Oliveira Vieira

Endrio Ribeiro da Silva Francescon

Izaías Godinho Vieira

Luciana Gaviglia Rocha Sanchez

Lukas Barbosa Soares

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Marinês Barboza de Jesus

Pedro Dias Silvestre

Raphael Fernandes

Ronaldo Inácio Rocha

Valteno de Oliveira Santos

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Wermeson Rafael Gomes da Costa Silva

Reportagem em Texto

Amanda Divina Teodoro de Almeida

Ana Flávia Moreira da Silva

Ana Paula de Barros Santos

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Bruno Alves Solis

Cecília Nobre de Freitas

Claudia Candida Lazarotto

David Madalena Vieira

Emanuel Galdino da Costa

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Euziany Teodoro de Souza

Fernando Dantas de Oliveira

Janaina Oliveira Santos

Juliana Santos Alves

Juliana Sodré Rosa

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Kessillen Lopes da Silva

Laisa Machado Stofel

Laura Meireles

Luciana de Almeida Bueno

Luciana Pombo Fernandes Ricetti

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Patricia Xavier dos Santos

Paulo Ricardo Ribas de Souza

Pollyana Araújo

Rafael Martins Gregorio

Ricardo Sardinha Clemente

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Silvana Bazani

Vinicius Campos Mendes

Viviane Elisa Petroli

Wesllen Adelirio Tecchio

Reportagem em Áudio

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Ana Paula Lima

Francisco José Ferreira dos Santos

Núbya Mara da Silva Oliveira

Raquel Verônica da Silva Lemes

Renan Carlos Schuster

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Rodrigo Alcântara Davila

Romalo Alves Bessa

Simone Souza Guedes Quirino Cardoso

Valdi da Costa Sousa Júnior

Wiasmyne Rodrigues de Oliveira Bortolozo

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Fotojornalismo

Edson Rodrigues

Francisco Carlos Lima de Oliveira

João Vieira Mendes Junior

Leandro Veloso Balbino

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Lucas Torres Barros

Otmar Henrique de Oliveira

Victor Ostetti Rodrigues

Jornalismo Universitário

Brian Sthefano Ferreira Gomes Costa

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Haillyn Heiviny Mendes de Barros Rangel

José Costa Da Silva Filho

 

Destaques Mato-grossenses

Anderson Nenning

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Beatriz Mayra Schaffer

Bianca Cristina Rodrigues

Bruno Alves Solis

Claudia Candida Lazarotto

Elisangela Pereira de Oliveira Vieira

Advertisement

Euziany Teodoro de Souza

Haillyn Heiviny Mendes de Barros Rangel

Janaina Oliveira Santos

José Costa Da Silva Filho

Juliana Santos Alves

Advertisement

Kátia Regina Cipriano Krüger

Laisa Machado Stofel

Laura Meireles

Lucas Torres Barros

Luciana Gaviglia Rocha Sanchez

Advertisement

Lukas Barbosa Soares

Otmar Henrique de Oliveira

Raquel Verônica da Silva Lemes

Renan Carlos Schuster

Romalo Alves Bessa

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Sandro Luís Brandão Campos

Silvana Bazani

Tâmara Benvinda Pinto de Figueiredo

Vinicius Campos Mendes

Viviane Elisa Petroli

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Wiasmyne Rodrigues de Oliveira Bortoloza

A próxima etapa será conduzida pela Comissão Técnica, que avaliará os trabalhos habilitados e definirá os finalistas de cada categoria. A seleção seguirá os critérios estabelecidos no regulamento do Prêmio Aprosoja MT de Jornalismo 2026.

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