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25 de julho de 2026

Sustentabilidade

Análise climática e prognósticos para abril, maio e Junho/26 – MAIS SOJA

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ANÁLISE CLIMÁTICA DE MARÇO

Em março de 2026, as chuvas foram acima de 150 mm na Região CentroOeste, exceto em áreas da Região Sul, leste da Região Nordeste e norte de Roraima, onde os volumes de chuva foram inferiores a 90 mm e os níveis de umidade do solo foram mais reduzidos.

Em grande parte da Região Norte, os volumes de chuva foram superiores a 150 mm e os maiores volumes concentraram-se no norte do Amapá e nordeste do Pará, onde os acumulados variaram entre 600 mm e 800 mm. Este cenário contribuiu para a manutenção dos níveis de umidade do solo. Somente no norte de Roraima, os totais de chuva foram inferiores a 100 mm, insuficientes para elevar o armazenamento hídrico do solo nesta área.

Na Região Nordeste, as chuvas foram acima de 150 mm em áreas do Maranhão, Piauí, oeste do Ceará, Paraíba, Alagoas e Bahia. Destaque para o noroeste do Maranhão, onde os acumulados variaram entre 100 mm e 600 mm. Nestas áreas, o armazenamento hídrico se manteve elevado, garantindo boas condições para o desenvolvimento dos cultivos de primeira e segunda safra. No restante da região, os volumes de chuva foram inferiores a 120 mm, principalmente no leste, onde houve redução dos níveis de umidade do solo.

Bons volumes de chuva foram observados na maior parte da Região CentroOeste, com valores superiores a 150 mm, principalmente, em grande parte de Mato Grosso, Goiás e Distrito Federal, onde os níveis de umidade do solo encontram-se elevados, acarretando em boas condições para o desenvolvimento dos cultivos de segunda safra. Já em áreas do sul e oeste de Mato Grosso do Sul, bem como no sul de Mato Grosso, os acumulados de chuva foram menores, havendo redução do armazenamento hídrico do solo.

Na Região Sudeste, as chuvas foram superiores a 120 mm em grande parte da região, mantendo os níveis de umidade do solo elevados. Estas condições vêm favorecendo o manejo e o desenvolvimento dos cultivos de segunda safra.

Na Região Sul, os volumes de chuva foram inferiores a 150 mm em grande parte da região. Em áreas do oeste do Paraná, leste de Santa Catarina, além do nordeste e oeste do Rio Grande do Sul, os volumes foram mais baixos, variando entre 70 mm e 90 mm. Estas condições reduziram a umidade do solo, causando restrição hídrica no desenvolvimento de algumas lavouras de milho segunda safra no Paraná e de soja no Rio Grande do Sul.

Em março, as temperaturas máximas foram acima de 30 °C nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Os maiores valores foram observados no oeste do Paraná, Mato Grosso do Sul, sul de Mato Grosso, norte do Piauí e Ceará, além do oeste do Rio Grande do Norte, Pernambuco e da região do Sealba. Em áreas da costa da Região Sudeste e da Região Sul, os valores permaneceram entre 26 °C e 28 °C. Quanto às temperaturas mínimas, os valores superaram os 22 °C na maior parte das Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. Já nas Regiões Sul e Sudeste, as temperaturas foram inferiores a 22 °C.

CONDIÇÕES OCEÂNICAS RECENTES E TENDÊNCIA

Na figura a seguir, observa-se a anomalia da Temperatura da Superfície do Mar

(TSM) entre os dias 16 e 31 de março de 2026. Nesse período, registraramse valores entre 0,5 °C e -0,5 °C ao longo da faixa longitudinal compreendida entre 180° e 100°W, indicando valores próximos à média. Águas mais quentes foram observadas na costa oeste da América do Sul, na faixa entre 80°W e 110°W, com valores variando entre 0,5 °C e 2 °C. Ao analisar especificamente as anomalias médias diárias de TSM na região do Niño 3.4, delimitada entre 170°W e 120°W, verificaram-se valores inferiores a -0,5 °C a partir do final de fevereiro, indicando um rápido aquecimento das águas. Nestes primeiros dias de abril, estes valores encontram-se positivos e próximos de zero, o que pode indicar o início de uma neutralidade no Oceano Pacífico Equatorial.

A análise do modelo de previsão do El Niño – Oscilação Sul – ENOS, realizada pelo Instituto Internacional de Pesquisa em Clima – IRI, aponta para a transição das condições de La Niña para a Neutralidade durante o trimestre abril, maio e junho de 2026, com probabilidade de 53%.

 

PROGNÓSTICO CLIMÁTICO PARA O BRASIL – PERÍODO ABRIL, MAIO E JUNHO DE 2026

As previsões climáticas para os próximos três meses, de acordo com o modelo do Inmet, são apresentadas na figura abaixo. O modelo indica a ocorrência de chuvas acima da média no centro-norte da Região Nordeste, na maior parte da Região Nordeste, em Mato Grosso e Rio Grande do Sul.

Analisando separadamente cada região do país, a previsão indica chuvas próximas e acima da média em grande parte da Região Norte, mantendo elevandos os níveis de umidade do solo. Chuvas mais irregulares são previstas para o sul da região amazônica, principalmente, em maio e junho, podendo reduzir os níveis de umidade no solo.

Na Região Nordeste, a previsão indica chuvas acima da média no centro- norte da região, porém, na parte sul, pode ter chuvas mais irregulares no final do trimestre, o que deverá reduzir os níveis de umidade do solo, principalmente, em maio, na região do Matopiba.

Em grande parte das regiões Centro-Oeste e Sudeste, são previstas chuvas próximas e abaixo da média. Em Mato Grosso e norte de Minas Gerais, Mato Grosso do Sul e Espírito Santo, podem ocorrer volumes acima da média. Entretanto, à medida que se aproxima do inverno, existe uma tendência natural de redução das chuvas, portanto, em maio e junho, os níveis de umidade de solo poderão ser mais baixos.

Na Região Sul, são previstas chuvas abaixo da média no Paraná e Santa Catarina. Já no Rio Grande do Sul, as chuvas podem ficar próximas e acima da média nos próximos meses. Quanto aos níveis de umidade do solo, esses devem permanecer satisfatórios em grande parte da região, a partir de maio.

As temperaturas médias do ar devem permanecer próximas e acima da média histórica em grande parte do país. São previstas temperaturas acima de 25 °C nas Regiões Norte, Nordeste e norte da Região Centro-Oeste. As temperaturas mais amenas e abaixo de 22 °C podem ocorrer nas Regiões Sul e Sudeste, centro-sul de Mato Grosso do Sul, partes leste e sul de Goiás e Distrito Federal. Em áreas mais elevadas das Regiões Sul e Sudeste, as temperaturas podem variar entre 15 °C e 17 °C.

Mais detalhes sobre prognóstico e monitoramento climático podem ser vistos, clicando aqui.

Fonte: Conab


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FONTE

Autor:Acompanhamento da safra brasileira de grãos | v.13 – Safra 2025/26, n° 7 – Sétimo levantamento, abril 2026.

Site: Conab

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Agro Mato Grosso

FMC lança fungicida Onsuva® para citros na Coopercitrus Expo 2026

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Empresa leva soluções para cana-de-açúcar e cereais à maior feira da cooperativa e apresenta oficialmente o Onsuva®, novo fungicida para o manejo de doenças dos citros

A FMC, empresa global de ciências para agricultura, participa da Coopercitrus Expo 2026, realizada entre 27 e 31 de julho, em Bebedouro (SP), reforçando uma parceria construída ao longo de muitos anos com a Coopercitrus e apresentando tecnologias para a cana-de-açúcar, citros e cereais. Entre os destaques da participação está o lançamento do fungicida Onsuva® para citricultura, novidade que amplia o portfólio da companhia com mais tecnologia e inovação.

Leonardo Brusantin, gerente da cultura de cana-de-açúcar da FMC

“A Coopercitrus Expo é um momento importante para reforçarmos uma parceria sólida, construída ao longo de muitos anos, e estarmos próximos dos cooperados. Levaremos um portfólio robusto para diferentes culturas e apresentaremos, em primeira mão na feira, o Onsuva® para citros, ampliando nossas soluções para o manejo de doenças nessa cultura tão importante para a cooperativa e seus produtores”, destaca Leonardo Brusantin, gerente da cultura de cana-de-açúcar da FMC.
Com formulação exclusiva à base da molécula fluindapir, o fungicida já é referência no manejo das principais doenças da soja, milho e algodão e agora passa a integrar o portfólio destinado à citricultura. O produto oferece controle eficiente do complexo de manchas dos citros, incluindo pinta preta (Phyllosticta citricarpa), Alternaria spp.Cercospora spp. e antracnose, protegendo folhas e frutos e contribuindo para ganhos de produtividade e qualidade.
“O Onsuva® chega para compor o nosso portfólio que já é muito completo e robusto para citricultura. Esse novo fungicida tem como a proposta agregar ao manejo de doenças e elevar ainda mais o padrão de proteção dos pomares, oferecendo mais eficiência para o controle das principais doenças dos citros e contribuindo para a produtividade e a qualidade da produção”, ressalta Brusantin.
A FMC ainda apresenta um portfólio completo para a cana-de-açúcar, uma das principais culturas de investimento da companhia. Entre os destaques está o Boral® Full, herbicida que combina duas moléculas em uma única formulação para ampliar o controle de plantas daninhas de folhas largas e estreitas, oferecendo maior seletividade, flexibilidade de aplicação e segurança no manejo da cana-de-açúcar.
Outro destaque é o Reator®, herbicida pré-emergente seletivo e desenvolvido com tecnologia exclusiva de microencapsulação. O produto proporciona liberação gradual do ingrediente ativo conforme a disponibilidade de umidade no solo, mantendo elevado desempenho no manejo de plantas daninhas como capim-pé-de-galinha (Eleusine indica) e picão-preto (Bidens pilosa), tanto em períodos úmidos quanto em condições mais secas.
A companhia também evidencia o Verimark®, inseticida à base de diamidas antranílicas indicado para o controle de importantes pragas, como Sphenophorus levis, cigarrinha-das-raízes (Mahanarva fimbriolata) e broca-da-cana (Diatraea saccharalis). Sua alta sistemicidade garante proteção prolongada das plantas, enquanto sua seletividade contribui para a preservação dos inimigos naturais e para o equilíbrio do sistema produtivo.
A participação na Coopercitrus Expo inclui ainda o Premio® Star, com amplo espectro de controle e atuação simultânea sobre diferentes pragas, e o Malathion®, que oferece efeito de choque e rápida ação, sendo fundamental em estratégias de manejo integrado para melhoria da qualidade da colheita.
No portfólio de biológicos, o destaque é o Sofero™ Fall, tecnologia baseada em feromônio que atua na interrupção do ciclo reprodutivo da Spodoptera frugiperda, reduzindo a formação de novas gerações da praga de forma altamente seletiva e compatível com programas de manejo integrado de pragas. Sua formulação microencapsulada favorece a estabilidade e amplia a permanência no campo, aumentando a eficiência do manejo em momentos críticos das culturas.

 

Campanha exclusiva com o programa Bônus Mais

Durante a Coopercitrus Expo, a FMC também promove uma campanha em parceria com a Coopercitrus por meio do programa Bônus Mais.
Os produtores que adquiriremBoral®, Boral® Full e Stone® durante a feira terão acesso a condições comerciais diferenciadas dentro do programa, reforçando a estratégia conjunta de oferecer tecnologias inovadoras e, também, vantagens exclusivas aos cooperados.
Além disso, a companhia lança uma campanha promocional voltada aos produtores rurais. Na compra dos inseticidas Benevia®, Dimexion® e Verimark®, os clientes poderão ser premiados conforme o volume adquirido.
Os produtores que atingirem os volumes mínimos de 200 litros de Benevia®, 500 litros de Dimexion® ou 80 litros de Verimark® serão contemplados com uma Mini Starlink, ampliando a conectividade no campo. Já aqueles que alcançarem 2.000 litros de Benevia®, 5.000 litros de Dimexion® ou 800 litros de Verimark® receberão um iPhone 17 Pro.
“Nossa parceria com a Coopercitrus vai muito além da participação na feira. Trabalhamos juntos para levar inovação, tecnologia e benefícios concretos aos cooperados, contribuindo para uma agricultura cada vez mais produtiva e sustentável”, conclui o gerente.

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Sustentabilidade

Mercado de soja tem preços firmes, mas retenção dos produtores limita os negócios

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O mercado brasileiro de soja voltou a registrar cotações firmes, impulsionadas pela alta da Bolsa de Chicago e pelos prêmios, que seguem em patamares elevados. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os portos chegaram a testar a faixa de R$ 150,00 por saca no mercado spot, enquanto as ofertas para outubro ficaram entre R$ 155,00 e R$ 157,00, com prazos de pagamento mais longos.

Silveira destaca que o mercado interno também segue indicando cotações elevadas, sustentadas pelo basis positivo e pela demanda compradora. Segundo ele, as ofertas continuam escassas, com menor volume disponível de soja e algumas regiões mais pressionadas.

O analista acrescenta que os produtores seguem retendo a soja, o que limitou o volume de negócios ao longo da sessão. Apesar disso, ele ressalta que a semana foi marcada por preços significativamente altos e que, mesmo com negociações moderadas, as cotações representam excelentes oportunidades neste momento.

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Confira como ficaram as cotações de soja no Brasil:

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 142,00 para R$ 144,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 143,00 para R$ 145,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 136,00 para R$ 138,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 130,00 para R$ 132,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 128,50 para R$ 130,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 131,00 para R$ 133,00
  • Paranaguá (PR): avançou de R$ 147,00 para R$ 149,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 148,00 para R$ 150,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), ampliando os ganhos acumulados na semana. Após um movimento de realização de lucros durante a manhã, os fundamentos voltaram a prevalecer e levaram os preços aos melhores patamares em cerca de três anos. A posição novembro acumulou valorização de 4,2% na semana.

Os agentes seguem atentos às condições climáticas nos Estados Unidos. As previsões indicam temperaturas elevadas e pouca chuva, cenário que pode comprometer o potencial produtivo da safra norte-americana.

Outro fator de sustentação para a oleaginosa é a demanda aquecida nos Estados Unidos. O mercado continua repercutindo os acordos firmados entre Pequim e Washington, que impulsionaram as compras por parte dos asiáticos e deram suporte adicional às cotações.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em agosto fecharam com alta de 10,50 centavos de dólar, ou 0,84%, a US$ 12,48 por bushel. A posição novembro encerrou cotada a US$ 12,53 1/2 por bushel, com valorização de 9,75 centavos de dólar, ou 0,78%.

Nos subprodutos, o farelo para setembro subiu US$ 2,00, ou 0,60%, para US$ 330,80 por tonelada. Já o óleo de soja, com vencimento em setembro, fechou a 73,47 centavos de dólar por libra-peso, com queda de 1,22 centavo, ou 1,63%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,03%, cotado a R$ 5,0803 para venda e R$ 5,0783 para compra. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0498 e a máxima de R$ 5,0903. Na semana, a divisa acumulou queda de 0,58%.

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Sustentabilidade

Publicada portaria que regulamenta a equalização de juros das operações do Plano Safra 2026/2027 – MAIS SOJA

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Foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (23) a portaria que estabelece os critérios, limites, normas operacionais e procedimentos para o pagamento da equalização das taxas de juros pelo Tesouro Nacional às instituições financeiras que operam financiamentos rurais no âmbito do Plano Safra 2026/2027.

A norma aplica-se aos financiamentos rurais concedidos no ano agrícola compreendido entre 1º de julho de 2026 e 30 de junho de 2027, bem como às operações de capital de giro contratadas até 30 de dezembro de 2026 destinadas a cooperativas agropecuárias no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e do Programa de Capitalização de Cooperativas Agropecuárias (Procap-Agro).

Os recursos contemplam diversas linhas de crédito rural, entre elas Custeio Empresarial, Custeio Pronamp, Inovagro, Moderfrota, PCA, Prodecoop, Proirriga, RenovAgro, Procap-Agro e linhas voltadas à produção sustentável.

Ao todo, 26 instituições financeiras, entre bancos, cooperativas de crédito e agências de fomento, estão autorizadas a operacionalizar as linhas de crédito com equalização de juros.

Os recursos estão divididos entre R$ 97,5 bilhões destinados aos médios e grandes produtores e R$ 44,3 bilhões destinados à agricultura familiar.

Fonte: MAPA



 

FONTE

Autor:MAPA

Site: MAPA

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