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9 de setembro de 2026

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Trecho da Avenida do CPA é bloqueado a partir das 10h deste sábado para a Corrida do Sesi; veja desvios

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Trânsito no sentido Centro sofre alterações em frente à Fiemt. Agentes farão passagens controladas para moradores e rotas alternativas seguem liberadas

 

A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana informa que, em razão da realização da Corrida do SESI, haverá interdição da Avenida do CPA, em frente à FIEMT, no sentido Centro, a partir das 10h deste sábado (30), para montagem da estrutura de largada do evento. O bloqueio acontece exatamente no local da largada, que ocorrerá às 19h.

Os condutores que seguem em direção ao Centro deverão converter à direita na rua do Hospital Central e, na rua seguinte, virar à esquerda, retornando à Avenida do CPA nas proximidades da Praça das Bandeiras. O trajeto representa apenas um pequeno contorno de quadra, sem impactos significativos ao fluxo viário.

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A estrutura permanecerá montada durante todo o evento esportivo. Após a largada da corrida, a equipe de trânsito realizará uma adequação operacional no desvio. O bloqueio inicial, localizado próximo ao Hospital Central, será transferido para a região do INPE, permitindo que os veículos acessem a Rua do Fórum e retornem à Avenida do CPA nas proximidades do Detran, seguindo em direção ao Parque das Águas.

Assim que os atletas ultrapassarem o trecho próximo ao Hospital Central, o bloqueio será novamente reposicionado para a área próxima à estrutura de largada, retomando o desvio de menor impacto, com apenas um contorno de quadra para os condutores.

A previsão é que a desmontagem da estrutura seja realizada ainda na noite de sábado, após o encerramento das atividades da corrida.

A orientação é para que os motoristas redobrem a atenção e sigam as placas de sinalização e as orientações dos agentes de trânsito que estarão atuando na região para garantir a segurança viária dos participantes e a fluidez do tráfego.

PERCURSO DA CORRIDA

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A corrida terá sua largada na Avenida do CPA, em frente à FIEMT, e a chegada será no SESI Papa. Aproximadamente 80% do percurso está concentrado dentro do Centro Político Administrativo, o que reduz os impactos no trânsito e na rotina da população.

Nos pontos onde poderia haver maior interferência, como o Hospital Central e o Fórum, o horário da largada foi cuidadosamente ajustado para evitar coincidir com os horários de troca de plantão dessas instituições.

Após passar pela região do Hospital Central, o único trecho com impacto residencial será na Avenida Tomé Fortes, que atende bairros como Centro América, Morada do Ouro e a região do Parque Nova Nascente.

Ao longo de todo o percurso, haverá, obrigatoriamente, agentes de trânsito orientando moradores e condutores.

“Nenhuma pessoa ficará sem acesso à sua residência ou impossibilitada de sair do local. Será adotado um sistema de passagem controlada. Conforme surgirem intervalos seguros entre os corredores, os veículos poderão atravessar o percurso, ainda que eventualmente precisem aguardar alguns minutos”, explicou o supervisor de trânsito, Lucimar Martins.

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Para quem precisar se deslocar da região central em direção à Grande CPA, haverá acesso liberado pela entrada da Morada do Ouro, permitindo a continuidade do trajeto até os bairros da região.

Os motoristas também poderão utilizar rotas alternativas sem bloqueios, como a Av. Oátomo Canavarros, no sentido Centro–bairro, que permanecerá totalmente livre. O bloqueio ocorrerá apenas no sentido CPA–SESI Papa.

Outras importantes vias da região também permanecerão liberadas durante o evento, como a Avenida Jurumirim e a Avenida Dante de Oliveira, garantindo opções de deslocamento para a população e minimizando os impactos da realização da corrida.

Com Assessoria

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MT assina financiamento de R$ 15 milhões para reconstrução do Shopping Popular em Cuiabá

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O Governo de Mato Grosso assinou, nesta terça-feira (8), o contrato que prevê o financiamento de R$ 15 milhões para a reconstrução do Shopping Popular de Cuiabá. Os recursos serão disponibilizados por meio da Desenvolve MT, com verba do Fundo de Desenvolvimento Econômico (Fundes), e serão destinados à reconstrução da estrutura atingida por um incêndio em julho de 2024, além da aquisição de equipamentos e modernização do centro comercial.

A operação foi autorizada por meio do Projeto de Lei nº 481/2026, aprovado pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso em abril deste ano. O financiamento estabelece condições específicas para viabilizar a retomada das atividades do empreendimento.

Para o governador Otaviano Pivetta, a reconstrução do empreendimento representa uma demanda relevante para os comerciantes que atuavam no local antes do incêndio.

“A tragédia que aconteceu aqui assustou a todos nós que moramos em Cuiabá e Várzea Grande, e gerou uma comoção geral. A iniciativa da Associação dos Lojistas e Camelôs do Shopping Popular, de buscar uma forma de reconstruir a estrutura, nos sensibilizou. Se é importante para os lojistas, é importante para o Estado também e, sendo importante para o Estado, buscamos uma maneira de viabilizar esse apoio”, afirmou.

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O contrato prevê juros correspondentes ao IPCA mais 2% ao ano, com prazo de até dois anos de carência para começar a pagar, e até cinco anos para quitação do financiamento. Como garantia da operação, está prevista a cessão de receitas da Associação dos Lojistas e Camelôs do Shopping Popular, incluindo as taxas condominiais pagas pelos comerciantes.

O presidente da Associação dos Lojistas e Camelôs do Shopping Popular, Misael Oliveira Galvão, destacou a importância do financiamento para a reconstrução do empreendimento.

“Hoje o Shopping Popular gera mais de 10 mil empregos e está se tornando uma referência por renascer das cinzas. Pela primeira vez na história, uma associação de pequenos empresários, camelôs, vai conseguir uma linha de crédito para a reconstrução do Shopping Popular”, disse.

Conforme estabelecido na legislação, os recursos poderão ser utilizados exclusivamente na reconstrução da infraestrutura, na aquisição de equipamentos e na modernização do centro comercial. A liberação será feita de forma gradual, de acordo com o avanço das obras, com os pagamentos realizados diretamente aos fornecedores.

A secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, ressaltou a importância do empreendimento para Cuiabá e para a atividade comercial da região.

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“Nós temos esse estabelecimento criado há mais de 31 anos, que já faz parte da cultura cuiabana. É um local de turismo. As pessoas, quando chegam aqui, querem conhecer o Shopping Popular. Ver o rosto de todos os lojistas que estão aqui hoje e saber que esse recurso vai chegar num momento muito apropriado e melhorar o dia a dia de cada um que aqui está é motivo de orgulho para o Governo do Estado”, destacou.

Segundo o presidente da Desenvolve MT, Rodrigo Verão, a operação foi estruturada para viabilizar a aplicação dos recursos na reconstrução do empreendimento.

“O Shopping Popular é um espaço de empreendedorismo, de desenvolvimento, não só para Cuiabá como também para Mato Grosso. Por isso a Desenvolve MT buscou formas legais para que esse financiamento pudesse ser disponibilizado para reconstruir esse espaço fundamental para a economia do nosso Estado e para a renda desses trabalhadores”, afirmou.

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OAB-MT requer o afastamento cautelar do ministro Alexandre de Moraes e a suspeição de Paulo Gonet

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O Conselho Seccional da OAB-MT e o Colégio de Presidentes das Subseções, reunidos nesta terça-feira (08/09), em sessões extraordinárias, deliberaram por unanimidade pela necessidade de uma investigação rigorosa, independente, célere e transparente sobre os fatos relacionados ao chamado Caso Master e eventual envolvimento de autoridades públicas, inclusive ministros do Supremo Tribunal Federal.

A deliberação inclui o pedido para que sejam adotadas as medidas cautelares juridicamente cabíveis, entre elas o afastamento cautelar do ministro Alexandre de Moraes e a suspeição do procurador-geral da República, Paulo Gonet, diante das circunstâncias que possam comprometer a necessária imparcialidade institucional.

A OAB-MT adota uma posição firme, incisiva e inegociável na defesa do Estado Democrático de Direito. Diante de fatos que possam atingir a credibilidade das mais altas instituições da República, não cabe à Ordem assistir passivamente, silenciar ou relativizar a necessidade de esclarecimento.

A sociedade brasileira exige respostas. E a OAB-MT entende que nenhuma autoridade, independentemente da posição que ocupe, pode estar imune à apuração e às consequências jurídicas de seus atos.

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A iniciativa não representa prejulgamento. Representa, ao contrário, o exercício pleno da responsabilidade institucional da OAB de cobrar transparência, independência e efetividade na apuração de fatos que possam comprometer a confiança da sociedade nas instituições.

A deliberação será apresentada em Brasília na reunião do Colégio de Presidentes de Seccionais com a diretoria do Conselho Federal.

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Gilmar Mendes paralisa julgamento sobre cúpula da PF e defende que caso vá ao Plenário

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Ministro pediu vista do processo e criticou pressa na votação. Apesar da intervenção, liminar que afasta diretores da corporação segue em vigor

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes afirmou haver elementos que indicam que a decisão que determinou o afastamento preventivo do diretor-geral Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência da corporação, Leandro Almada, deveria ser analisada pelo plenário da corte, e não pela Segunda Turma.

O ministro também apontou um possível conflito da decisão com precedente vinculante do STF sobre neutralidade do Estado e equilíbrio da disputa político-eleitoral.

A manifestação de Mendes ocorreu no despacho protocolado nesta terça-feira (8), em que ele pediu vista do processo e interrompeu o julgamento na Segunda Turma.

Mesmo com pedido de vista, a liminar que afasta os diretores está em vigor e o colegiado já formou maioria para mantê-la, com os votos antecipados de Luiz Fux e Nunes Marques, que acompanharam a decisão de André Mendonça, relator da ação apresentada pelo Partido Novo.

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Ao citar o fato de o afastamento ter sido determinado a partir de uma solicitação formulada por partido político, o ministro argumenta que a decisão pode estar contrariando dispositivos do Código de Processo Penal e do Regimento Interno do STF relacionados ao sistema acusatório.

No despacho, Gilmar Mendes faz menção à ADPF 1.017, de 2022, que tratou do afastamento do então governador de Alagoas Paulo Dantas, por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em outubro de 2022, entre o primeiro e o segundo turno das eleições, quando Dantas disputava a reeleição. O STF suspendeu o afastamento, argumentando, na época, que o Judiciário deveria evitar decisões que interferissem na disputa eleitoral.

Outro ponto suscitado no despacho de Gilmar Mendes é sobre a competência da Segunda Turma para julgar o afastamento dos diretores da PF. O ministro destacou que a própria decisão de Mendonça registra elementos segundo os quais o relatório de inteligência que motivou os afastamentos de Andrei Rodrigues e de Leandro Almada teria sido produzido pelo diretor-geral da PF por provocação de um integrante da Primeira Turma do Supremo, em referência ao ministro Alexandre de Moraes.

Na avaliação de Gilmar, partindo dessa premissa, a análise dos atos atribuídos a um integrante da Corte caberia ao Plenário, e não à Segunda Turma.

Gilmar Mendes também criticou a falta de tempo para analisar a liminar. 

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“O feito foi incluído em pauta no próprio dia do julgamento, menos de uma hora antes do início da sessão virtual designada para essa finalidade. Essa circunstância impediu o exame da integralidade dos autos e da decisão submetida a referendo, o que é grave em se tratando de uma medida cautelar que afasta das suas funções o dirigente máximo da Polícia Federal”, apontou.

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu ao ministro Edson Fachin, presidente do STF, a suspensão imediata da decisão de afastar Andrei Rodrigues da direção-geral PF.

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