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Agro Mato Grosso

Operação conjunta recupera carga milionária de soja furtada de propriedade rural em MT

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Uma ação conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT), nesta quarta-feira (11), resultou na recuperação de uma carga de soja com indícios de origem ilícita e na interceptação de envolvidos no transporte do produto nas cidades de Paranatinga e Alto Taquari, Mato Grosso.

A atuação teve início após informações relacionadas ao furto de grãos registrado em uma propriedade rural no município de Canarana. A partir das diligências realizadas pelas equipes policiais, foram identificados veículos possivelmente envolvidos no transporte da carga, o que possibilitou o direcionamento das ações de fiscalização na região.

Durante procedimento de abordagem realizado em um posto de combustível no município de Paranatinga, equipes localizaram dois caminhões transportando carga de soja. Durante verificação documental, foram constatadas inconsistências nas notas fiscais apresentadas, indicando irregularidades relacionadas à origem da carga.

Em continuidade às diligências, equipes policiais localizaram, no município de Alto Taquari, um veículo de passeio que prestava apoio logístico ao deslocamento dos caminhões. Durante procedimento de abordagem, foi encontrada uma porção de entorpecente no interior do veículo.

Diante dos fatos, os veículos e a carga foram retidos para averiguação. Os envolvidos e o material apreendido foram encaminhados à Delegacia da Polícia Civil para os procedimentos legais cabíveis. O Batalhão Fazendário também foi acionado para adoção das medidas administrativas relacionadas às irregularidades fiscais identificadas.

A Polícia Rodoviária Federal segue atuando de forma permanente no enfrentamento à criminalidade e na promoção da segurança pública, contribuindo para a proteção da sociedade nas rodovias federais.

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Governador busca viabilizar com ministro do Turismo voos internacionais diretos para MT

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O governador Mauro Mendes se reuniu com o ministro do Turismo, Gustavo Sabino, para articular a viabilização de voos internacionais diretos para Cuiabá/Várzea Grande. A reunião foi realizada nesta quarta-feira (11), em Brasília.

A iniciativa busca consolidar a capital mato-grossense como porta de entrada para turistas e investidores estrangeiros, além de ampliar as oportunidades de negócios no estado.

“O ministro tem grande experiência nessa área e pode nos ajudar a dialogar com as companhias aéreas e construir os caminhos necessários para que isso se torne realidade”, afirmou Mauro Mendes.

Mauro lembrou que após muito trabalho do Governo do Estado, em 2024 o Aeroporto Marechal Rondon conseguiu se tornar apto para receber voos de outros países.

Para o governador, essa nova fase do aeroporto abre um grande horizonte para o desenvolvimento econômico da capital e de todo o estado, com potencial para impulsionar diversos setores da economia mato-grossense, ampliando o fluxo de visitantes e fortalecendo as conexões comerciais do estado com outros países.

A medida facilita, por exemplo, a chegada de turistas estrangeiros interessados em destinos como o Pantanal, a Chapada dos Guimarães e o ecoturismo em várias regiões do estado, além de reduzir distâncias para empresários e investidores e possibilitar que os mato-grossenses possam visitar outros países sem ter que ir a outros estados.

“O voo internacional vai abrir muitas portas para que Mato Grosso continue na liderança dos estados que mais crescem e se desenvolvem no país”, acrescentou.

O ministro do Turismo garantiu que o Governo Federal irá colaborar nas articulações para que novas rotas internacionais sejam implantadas.

“Não vai faltar espaço do Ministério do Turismo para que a gente possa viabilizar esses voos internacionais para esse estado que tanto orgulha o Brasil. Mato Grosso produz, cresce e puxa os números da economia para cima. Vamos começar essas articulações para viabilizar o quanto antes um voo internacional para esse destino maravilhoso que é a capital Cuiabá e esse estado que tanto nos orgulha”, afirmou Gustavo Sabino.



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‘Não são chuvas de 10 mm, mas precipitações de 180 mm’, diz sojicultor que enfrenta dificuldades MT

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Reprodução Canal Rural

O excesso de chuvas no norte de Mato Grosso tem preocupado produtores em plena colheita da soja. Em Matupá, o acumulado de precipitação já ultrapassa 1.900 milímetros apenas nos meses de janeiro e fevereiro, segundo relatos de agricultores da região. Com mais um mês historicamente chuvoso pela frente, o cenário já se traduz em perdas nas lavouras, atraso na colheita e dificuldades logísticas.

Segundo Fernando Bortolin, presidente do Sindicato Rural de Matupá (MT), parte da soja que ainda permanece no campo já apresenta problemas de qualidade, com registro de grãos avariados e queda no potencial produtivo.

“Já estamos acumulando perdas na região. Temos acompanhado produtores com muitas cargas apresentando grãos avariados. A estimativa é de perdas entre 5% e 10% em média, mas há propriedades específicas onde os prejuízos já chegam a 30% ou 40%”, afirma.

De acordo com ele, a safra atual foi marcada por extremos climáticos desde o início do ciclo. A falta de chuvas no período de plantio atrasou os trabalhos no campo e, agora, o excesso de precipitações compromete a colheita.

“Essa safra foi uma safra com características diferentes. Tivemos seca no começo, não choveu na região nos meses de setembro e outubro, e agora acumulou muita chuva justamente na colheita. O plantio foi muito devagar por conta da seca e agora a colheita também está sendo prejudicada”, explica.

Em apenas um dia, o município chegou a registrar cerca de 240 milímetros de chuva, volume considerado histórico para a região. O excesso de água também elevou o nível dos rios, aumentando a preocupação com a infraestrutura e o escoamento da produção.

“O rio que divide Matupá e Peixoto de Azevedo está praticamente transbordando por cima da BR-163, que é o único corredor que leva aos portos do Arco Norte, principalmente Miritituba”, relata.

Nas últimas semanas, a intensidade das chuvas tem sido ainda maior. Em muitos casos, os volumes registrados em poucas horas chegam a ultrapassar 100 milímetros, o que impede o trabalho das máquinas nas lavouras.

“Não é chuva de 10 ou 15 milímetros. São chuvas de 100, 150, 180 milímetros. A máquina não entra na lavoura, começam a passar os dias e a soja vai variando. Tem área pronta que já está variada e a gente tenta antecipar outras para não perder mais”, diz o produtor Richelli Cotrim.

O cenário também eleva os custos da colheita. Máquinas frequentemente atolam nas áreas encharcadas e, para removê-las, muitas vezes é necessário o uso de escavadeiras.

“Hoje as máquinas são muito grandes. Quando atolam, só uma escavadeira para desatolar. É um cenário que tira o sono do agricultor, porque as contas chegam e está difícil fechar com esse preço da soja, frete subindo e impostos”, afirma o produtor Nelson Lorena Júnior.

A expectativa inicial era colher entre 75 e 80 sacas por hectare, mas as perdas já reduziram esse potencial. “Perdemos aí de 8 a 10 sacas por hectare no montante. Já frustrou a expectativa de produtividade”, lamenta.

Condições das estradas e logística

Além dos problemas no campo, os produtores enfrentam dificuldades para escoar a produção devido às condições das estradas. Um dos pontos mais críticos é a MT-322, que apresenta buracos profundos na seca e se transforma em atoleiro durante o período chuvoso.

“Os armazéns estão cheios e as transportadoras não querem vir buscar o produto porque a estrada está intransitável. Isso encarece o frete e trava o escoamento”, relata.

Em alguns trechos, o deslocamento chega a levar mais do que o dobro do tempo normal. “Uma viagem que poderia levar quatro ou cinco horas acaba sendo feita a 10 ou 15 quilômetros por hora. Não tem como passar disso”, afirma.

Os produtores também reclamam da falta de manutenção adequada da rodovia, mesmo após obras recentes. “Esse asfalto que foi feito tem dois anos, dois anos e meio, e já está cheio de problema. O que foi feito também não foi bem feito”, critica.

Diante das dificuldades, agricultores dizem que acabam tendo que dividir o tempo entre a lavoura e a tentativa de manter as estradas trafegáveis. “A gente já tem que cuidar da lavoura, de ponte que rodou, máquina atolando, e ainda precisa arrumar estrada para conseguir passar com a produção”, aponta.

Para os produtores da região, a situação exige atenção urgente do poder público, principalmente em um dos principais corredores logísticos que ligam o norte de Mato Grosso aos portos do Arco Norte. “Geramos emprego, geramos riqueza, mas estamos esquecidos. Precisamos comover alguém para olhar por essa região”, conclui.

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Colheita travada: chuva causa perdas e expõe caos na MT-322

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Foto: Israel Baumann/Canal Rural Mato Grosso

O excesso de chuvas no norte de Mato Grosso já provoca prejuízos na soja. Em Matupá, o acumulado de janeiro e fevereiro passou de 1,9 mil milímetros e produtores relatam perdas que podem chegar a 40% em algumas áreas. Além das lavouras afetadas, a situação da MT-322 volta a gerar revolta. Buracos, atoleiros e trechos críticos dificultam o transporte da safra e aumentam os custos para quem depende da rodovia.

O município está entre os que decretaram recentemente situação de emergência por causa das chuvas. Conforme o presidente do Sindicato Rural de Matupá, Fernando Bortolin, o volume de precipitação tem sido muito acima do normal.

“Matupá tem sofrido com a quantidade de chuvas nos últimos dias. No mês de janeiro e fevereiro nós tivemos mais de 1,9 mil milímetros de chuvas acumuladas. Nós temos ainda todo o mês de março pela frente ainda que sempre tem um histórico de grandes chuvas”, relata Fernando ao Patrulheiro Agro.

Segundo ele, o cenário da safra neste ano é atípico. Após um início marcado pela seca, com pouca chuva nos meses de setembro e outubro, o excesso de precipitação agora compromete justamente o período de colheita. “A gente já vem acumulando perdas significativas na região, a gente tem acompanhado os produtores e muita carga com grão avariado. Estimamos entre 5% a 10% [de perdas] já garantido, e há algumas propriedades específicas aqui da região de Matupá que estão com 30%, 40% de perdas”, relata.

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Foto: Israel Baumann/Canal Rural Mato Grosso

Lavouras afetadas e colheita lenta

Além das perdas, o excesso de chuva também tem atrasado os trabalhos no campo. Conforme Bortolin, o plantio já havia sido lento por causa da estiagem no início da safra e, agora, a colheita também avança devagar devido às chuvas constantes.

“Em um único dia nós chegamos a registrar aqui 240 milímetros de chuvas, algo que nós nunca vimos na história do município. O rio que divide os municípios de Matupá e Peixoto de Azevedo está praticamente transbordando por cima da BR-163, o que nos preocupa muito porque é o único corredor que leva aos portos aqui do Arco Norte e Miritituba”.

Na propriedade do agricultor Richelli Cotrim, a situação também preocupa. Ele semeou 8,5 mil hectares de soja nesta safra, mas a colheita enfrenta dificuldades diante das chuvas intensas das últimas semanas.

“No começo da colheita a chuva até deu uma amenizada, não choveu tanto, mas agora nas últimas três semanas está impossível. Não é chuva de 10, 15 milímetros. É de 100, 150, 180 milímetros em uma chuva, e aí acaba com tudo”, conta à reportagem do Canal Rural Mato Grosso.

De acordo com ele, os impactos vão além da lavoura. Pontes e bueiros dentro da propriedade também foram danificados. “A máquina não entra na lavoura, começa a passar os dias e aí começa a avariar. Estamos com 1,5 mil hectares prontos e uns 300 hectares estão avariados que eu vou ter que segurar um pouco e tentar antecipar os outros para não estragar mais”.

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Foto: Israel Baumann/Canal Rural Mato Grosso

Estrada precária trava escoamento

A colheita já difícil fica ainda mais complicada quando chega a hora de transportar a produção. Agricultores e motoristas relatam problemas recorrentes na MT-322, uma das principais rotas de escoamento da região.

Em trechos críticos, os buracos espalham pedras durante o período seco e causam prejuízos aos veículos. Quando chove, a situação piora e a rodovia se transforma em um atoleiro, comprometendo praticamente toda a trafegabilidade.

Para o agricultor Nelson Lorena Néia Júnior, que cultivou 3,7 mil hectares de soja em uma propriedade às margens da rodovia, a situação afeta diretamente o resultado da safra. Ele que tinha expectativa inicial de colher entre 75 e 80 sacas de soja por hectare, relata ao Canal Rural Mato Grosso ter perdido de 8 a 10 sacas por hectare devido as chuvas.

“As contas chegam e está difícil fechar, com esse preço de soja, os valores dos impostos que a gente paga e o frete subindo”, pontua ao frisar que a situação se agrava com os transtornos enfrentados no escoamento pela MT-322. “Estrada muito ruim. Estamos tendo que colocar máquina nossa para fazer o serviço e os tapas buracos na estrada. O quanto a gente emprega, o quanto a gente gera de riqueza. Temos que comover alguém de alguma forma para nos ajudar aqui, porque estamos esquecidos”.

Motoristas que utilizam a rodovia também enfrentam dificuldades. “As valetas que tem ali, não tem condições, cabe um carro. Está brava a coisa”, relata o motorista Aucélio Vargas dos Santos. “Faz anos que a gente está na luta e nunca melhora. É quatro, cinco horas de viagem, há dez, 15 por hora”.

A precariedade também preocupa transportadores. “Complicada a estrada, abandonada. Se não cuidar destrói tudo: pneu, mola, bucha vai tudo”, afirma o motorista Renan Augusto Lecardelli.

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Foto: Israel Baumann/Canal Rural Mato Grosso

Cobrança por pavimentação

Na região, a principal reivindicação é pela pavimentação de aproximadamente 124 quilômetros da MT-322, entre Peixoto de Azevedo e São José do Xingu, passando pelo território do Xingu e pelas terras indígenas Capoto Jarina.

Segundo produtores, a situação se agravou mesmo após intervenções recentes. “Esse asfalto que foi feito, que está com dois anos, dois anos e meio, já está com problema. Então o que está feito não foi bem feito”, afirma Nelson Lorena Néia Júnior.

Para os agricultores, a precariedade da rodovia amplia os prejuízos em um momento já difícil no campo. Conforme Richelli Cotrim, a falta de infraestrutura também desestimula transportadoras a buscar a produção nas fazendas.

“Os armazéns estão cheios e as empresas transportadoras não querem vir retirar o produto porque a estrada está intransitável. Encarece o frete e o pior é que a gente já tem que cuidar da lavoura, arrumar ponte dentro da fazenda, máquina atolando, e ainda tem que ir para a MT arrumar estrada se quiser passar”, relata.

Ele diz que, apesar de existir contrato e recursos para manutenção da rodovia, os problemas persistem. “Existe uma empreiteira com licitação ganha, com recurso, com verba, e nós estamos sofrendo. A gente precisa de asfalto”.

Em nota encaminhada para a reportagem do Canal Rural Mato Grosso a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) “informa que possui contrato para a manutenção de rodovias da região e que a situação apontada será verificada. A pavimentação do trecho não asfaltado da MT-322 depende de autorizações do Governo Federal, em razão da área de influência do Parque Indígena do Xingu”.

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