Sustentabilidade
Soja puxa exportações do agro, que somam US$ 12 bilhões em fevereiro

As exportações do agronegócio brasileiro somaram US$ 12,05 bilhões em fevereiro de 2026, o maior valor da série histórica para o mês. O resultado, divulgado nesta quinta-feira (12) pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), representou 45,8% de todas as vendas externas do Brasil no período.
Entre os principais setores, o complexo soja liderou os embarques, com US$ 3,78 bilhões, o equivalente a 31,4% do total exportado pelo agro no mês. Em relação a fevereiro de 2025, houve alta de 16,4%.
No geral, as exportações do agronegócio cresceram 7,4% na comparação anual, impulsionadas principalmente pelo aumento de 9% no volume embarcado. Apesar disso, o preço médio internacional recuou 1,5%, acompanhando a tendência de queda observada em índices globais de alimentos.
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Superávit passa de US$ 10 bilhões
Enquanto as vendas externas avançaram, as importações de produtos agropecuários somaram US$ 1,5 bilhão, queda de 9,1% frente a fevereiro do ano passado.
Com isso, o saldo da balança comercial do agronegócio atingiu superávit de US$ 10,5 bilhões, crescimento de 10,3% no período.
China segue como principal destino
A China manteve a liderança entre os destinos das exportações do agro brasileiro em fevereiro, com US$ 3,6 bilhões, o equivalente a 30,5% do total.
Na sequência aparecem:
- União Europeia: US$ 1,8 bilhão (15,2%)
- Estados Unidos: US$ 802,9 milhões (7%)
Outros países asiáticos também ampliaram as compras. O Vietnã importou US$ 372,6 milhões em produtos do agro brasileiro, alta de 22,9%, enquanto a Índia registrou forte avanço, com US$ 357,3 milhões em embarques, crescimento de 171,1%.
Outros setores do agro
Depois do complexo soja, outros segmentos também tiveram participação relevante nas exportações do mês:
- Proteínas animais: US$ 2,7 bilhões (22,5% do total), alta de 22,5%
- Produtos florestais: US$ 1,27 bilhão (10,5%), queda de 1%
- Café: US$ 1,12 bilhão (9,3%), recuo de 0,2%
- Complexo sucroalcooleiro: US$ 861,3 milhões (7,1%), baixa de 4,2%
Produtos registram recordes
Alguns produtos também registraram recorde de exportações em fevereiro, entre eles óleo essencial de laranja, DDG de milho, farinhas de carne, extratos e miudezas, manteiga, gordura e óleo de cacau e óleo de milho.
Segundo o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, o desempenho reflete o aumento da produção e da oferta exportável do país.
“O Brasil caminha para colher safra recorde nos produtos vegetais e produção crescente nas proteínas animais. Esse aumento da produção amplia o excedente exportável do país e fortalece a presença do agro brasileiro no mercado internacional”, afirmou.
De acordo com o secretário de Comércio e Relações Internacionais do ministério, Luís Rua, o resultado também está ligado ao avanço na abertura de mercados.
“Foram nove novas aberturas de mercado apenas em fevereiro e 544 desde o início de 2023”, destacou.
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Sustentabilidade
Manejo estratégico do Sistema Milho – Soja safrinha – MAIS SOJA

O sistema de produção milho-soja safrinha é realizado em regiões no Sul do Brasil, como o oeste de Santa Catarina (SC) e o noroeste do Rio Grande do Sul (RS). Nessas regiões, devido à ocorrência de geadas durante o inverno o estabelecimento do milho após soja como é realizado no Centro-Oeste, se impossibilita, a isso se soma que a oscilação anual do fotoperíodo e as baixas temperaturas nos meses de agosto e setembro (meses frios e com dias curtos), geralmente, impedem a semeadura da soja neste período. Dessa forma, buscando otimizar o uso da terra, os produtores optam por semear a cultura do milho como primeira safra (agosto e setembro) e a soja como segunda (a partir de janeiro) (Figura 1).
Figura 1. Representação do sistema de produção milho-soja safrinha no Sul do Brasil.
Para viabilizar o sistema, são geralmente utilizados híbridos de milho de ciclo hiperprecoce e cultivares de soja com um ciclo de 115 dias. Nesse contexto, o potencial de produtividade do milho é reduzido pela duração do ciclo dos híbridos e pelas semeaduras mais precoces, que fazem com que o período crítico do milho não coincida com o melhor coeficiente fototérmico (Q). Embora neste sistema a soja seja cultivada em um ambiente de menor potencial, em condições de sequeiro essa época de semeadura apresenta uma lacuna de produtividade por água menor, com uma maior estabilidade na produtividade.
Um desafio, no entanto, é a dificuldade de implantação da lavoura de soja em condições de sequeiro. Visto que, frequentemente, existem períodos longos sem precipitação no mês de janeiro no Sul do Brasil, que somado a alta disponibilidade de radiação e alta evapotranspiração, diminui o período com condições ideais de semeadura. Porém, geralmente esse sistema é adotado em áreas irrigadas, onde a irrigação traz segurança na produção de milho e supera os desafios do estabelecimento da soja.
A Equipe FieldCrops analisou uma série de fatores que atuam em conjunto para construir uma lavoura de alta produtividade no sistema milho-soja safrinha e os apresenta como os degraus para altas produtividades (Figura 2). A base desses degraus é a disponibilidade de água, que permite o estabelecimento inicial da soja e sua máxima taxa de crescimento durante o período vegetativo. Em seguida, a formação de um estande de plantas adequando as populações e garantindo o primeiro componente de produtividade, visando assegurar o uso eficiente dos recursos naturais (garantir máxima interceptação de radiação solar). Posteriormente, a escolha correta de cultivares, que sejam adaptadas às condições locais, com alto potencial genético e presença de juvenilidade, fundamental para altas produtividades em ambiente de safrinha.
A disponibilidade de nutrientes também é um fator essencial, principalmente relacionado a alta taxa de crescimento das plantas de soja e o seu menor ciclo de desenvolvimento, pois a semeadura ocorre no mês de janeiro, sendo necessário manter níveis mais elevados de nutrientes para suprir a demanda das plantas. Por fim, as produtividades são altamente relacionadas à época de semeadura caso não ocorra deficiência hídrica Tagliapietra et al. (2021) estimou que a cada dia de atraso da semeadura da soja no mês de janeiro pode resultar e perdas de −40 kg ha-1 dia-1 de soja, sendo intolerável o atraso na semeadura da soja após a colheita do milho.
Figura 2. Degraus visando alta produtividade no sistema de produção milho-soja.


Referências:
WINCK, J.E.M et al. Ecofisiologia da soja visando altas produtividades. 3era Edição, 2025.
TAGLIAPIETRA, E. L. et al. Biophysical and management factors causing yield gap in soybean in the subtropics of Brazil. Agronomy Journal, v. 113, n. 2, p. 1882–1894, 2021. Disponível em: < https://acsess.onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1002/agj2.20586 >, acesso: 21/03/2026

Sustentabilidade
MS: Colheita da safra de soja 2025/2026 deve ser concluída em até 10 dias no Estado – MAIS SOJA

De acordo com informações do Projeto SIGA-MS (Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio), executado pela Aprosoja/MS, com recursos do Fundems/Semadesc, a colheita da soja safra 2025/2026 alcançou 98,1% da área acompanhada em Mato Grosso do Sul, o equivalente a aproximadamente 4,7 milhões de hectares já colhidos.
A região sul lidera os trabalhos com 99,8% da área colhida. Na sequência aparecem a região centro, com 97,0%, e a região norte, com 93,0%.
De acordo com o assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Aguena, os levantamentos de campo mostram que, apesar do estresse hídrico registrado em importantes regiões produtoras, o resultado consolidado da safra apresenta desempenho superior ao projetado inicialmente.
“Estamos entrando na reta final da colheita da soja em Mato Grosso do Sul, com praticamente toda a área consolidada. Mesmo com os problemas climáticos enfrentados ao longo de janeiro e fevereiro, principalmente pela estiagem e pelas altas temperaturas, os levantamentos de campo mostram uma recuperação melhor do que a esperada inicialmente, o que permitiu uma revisão positiva da produtividade”, destaca.
Com base em 713 levantamentos de produtividade realizados em campo, representando 19,5% da área cultivada, a Aprosoja/MS revisou para cima a estimativa da safra. A produtividade média estadual passou de 52,82 sacas por hectare para 61,73 sacas por hectare. Com isso, a expectativa de produção foi reajustada para 17,759 milhões de toneladas, volume 26,3% superior ao obtido na safra anterior.
A área total cultivada com soja nesta temporada está estimada em 4,794 milhões de hectares, crescimento de 5,9% em relação ao ciclo 2024/2025.
Milho segunda safra entra na fase de desenvolvimento
Com o avanço da retirada da soja, os produtores praticamente concluíram a semeadura do milho segunda safra em Mato Grosso do Sul. Até 24 de abril, o plantio alcançou 99,8% da área acompanhada pelo SIGA-MS, o equivalente a cerca de 2,2 milhões de hectares implantados.
A região sul já finalizou os trabalhos de plantio, enquanto a região centro registra 99,9% e a região norte 98,3%.
O percentual está apenas 0,2 ponto percentual abaixo do observado no mesmo período da safra passada, demonstrando aceleração dos trabalhos nas últimas semanas, após um início mais lento provocado pelo atraso na colheita da soja.
“O produtor conseguiu avançar de forma muito consistente com o plantio do milho segunda safra. Ainda que a semeadura tenha começado em ritmo mais lento por conta do atraso na retirada da soja, hoje nós temos quase a totalidade da área implantada, o que demonstra a capacidade de reação do campo”, avalia Flavio.
A estimativa preliminar aponta área total de 2,206 milhões de hectares cultivados com milho segunda safra, produtividade média esperada de 84,2 sacas por hectare e produção de 11,139 milhões de toneladas.
Clima e mercado entram no radar do produtor
Com a soja praticamente consolidada e o milho implantado, o monitoramento passa a se concentrar sobre as condições climáticas das próximas semanas e o comportamento do mercado.
No cenário econômico, a saca de 60 quilos da soja foi cotada, em média, a R$ 110,38 em Mato Grosso do Sul, registrando valorização de 1,09% no comparativo semanal. Já a saca do milho foi negociada em torno de R$ 51.
Apesar da leve recuperação da oleaginosa, a comercialização da safra segue em ritmo mais lento. Até 27 de abril, cerca de 46% da produção estadual havia sido negociada, índice inferior ao registrado no mesmo período do ano passado.
“Agora o foco se volta totalmente para o desenvolvimento dessas lavouras de milho. A manutenção de chuvas regulares nas próximas semanas será decisiva para sustentar o potencial produtivo, principalmente nas áreas implantadas mais fora da janela ideal. Além disso, o produtor segue atento ao comportamento do mercado, porque apesar de uma leve recuperação na soja, os preços ainda exigem cautela na comercialização e no planejamento financeiro da propriedade”, finaliza.
Fonte: Aprosoja/MS
Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)
Site: Aprosoja/MS
Sustentabilidade
Utilização de drones agrícolas em manejos fitossanitários: uma estratégia promissora sob o olhar desconfiado do campo – MAIS SOJA

A Revolução Verde de 1940 transformou o campo por meio de inovações tecnológicas, como a adição de tratores agrícolas para realizar semeadura, manejos fitossanitários e colheita, que permitiram que os produtores pudessem aumentar a produção de suas atividades agropecuárias a patamares jamais alcançados antes. Análogo às inovações com os tratores agrícolas, os veículos aéreos não tripulados (VANTs) agrícolas vieram para somar e incrementar os ganhos do produtor rural.
Os drones, como comumente são chamados, tem como principal premissa as operações aéreas controladas remotamente (ANAC, 2023) e oportunizaram que a agricultura brasileira explorasse novas formas de realizar o trabalho no campo. Com o advento da tecnologia e sua evolução exponencial, a agricultura necessitou adaptar sua cadeia produtiva buscando produzir mais com custos otimizados (ARTIOLI; BELONI, 2016) e é nesse sentido que as novas ferramentas entram em ação fomentando as produções com novos métodos de cultivo.
O método que melhor se enquadra nesse sentido é a Agricultura de Precisão (AP), proporcionando menor impacto negativo ambiental e atendendo as necessidades da lavoura de maneira mais eficiente (OLIVEIRA et al., 2020), produzindo na mesma área uma maior produtividade, com técnicas que aumentam a eficiência dos insumos utilizados, sempre tendo as tecnologias mais avançadas como fiel aliado.
Com isso, os drones se tornaram ferramentas de notório destaque em vários aspectos dentro do meio rural, podendo ser empregado a eles a tarefa de mapeamento planialtimétrico, em que é feito um levantamento de dados planos/coordenadas do talhão a fim de dimensionar a área e o perímetro da lavoura, além de captar dados de diferentes alturas, conforme a declividade da área (CASTRO et al., 2023). Outra funcionalidade dos VANTs que também está ganhando muito espaço no meio rural é a pulverização de agrotóxicos (Figura 1).
Figura 1: Pulverização de fungicida na cultura da soja com drone, modelo T16.
A pulverização com a utilização de drones está cada vez mais ganhando apreço pelos produtores rurais, não por menos que a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) registrou um salto no número de drones registrados entre janeiro de 2023 e janeiro de 2025, que foi de 674 para 7.312, um aumento de quase 10 vezes. Tal crescente apresenta-se ainda mais evidente quando se observa, na figura 2, o aumento dos registros de drones na ANAC no estado do Paraná.
Figura 2: Evolução do cadastro de drones no estado do Paraná entre 2017 e 2022.

Compreende-se, portanto, que a crescente da aquisição dos drones está muito voltada para suas eficiências laborais dentro da lavoura, corroborando com a ideologia da AP em que busca utilizar ferramentas com tecnologia empregada a fim de produzir com menores gastos e alavancando lucros com técnicas que promovam a precisão e otimização de recursos como tempo, mão de obra, insumos, depreciação, entre outros (INAMASU et al., 2014). Tal fato se comprova quando observamos pesquisas que mostram a eficiência da pulverização com VANTs (Figura 3).
Figura 3: Depósito de gotas de fungicidas na cultura da soja por diferentes volumes de aplicação realizados por drone (volumes de 4, 7 e 10 l/ha) e autopropelido (70 e 120 l/ha) pulverizadores.

No trabalho acima ficou claro perceber a capacidade do drone pulverizador em equivaler sua eficácia com o pulverizador autopropelido, visto que no referido estudo foram produzidos dados indicando que o volume de calda de pulverização do drone de 10 l/ha se equivalem à pulverização com 120 l/ha usando autopropelido na ótica da densidade de gotas, considerando o acúmulo de gotas no terço inferior da cultura da soja, mesmo ela já estando no estágio fenológico R5 (FEHR; CAVINESS, 1977), onde seu dossel está completo e fechado (RODRIGUES, 2022). O efeito downwash, que na aplicação com drone é causado pela movimentação de ar por meio das hélices, é o principal responsável por promover o contato da calda de pulverização ao terço inferior das plantas, por promover o movimento de abertura do dossel (OLIVEIRA et al., 2021).
Tabela 1: Controle de plantas daninhas após aplicação de herbicida utilizando diferentes volumes de calda com drone (4, 7 e 10 L/ha) e autopropelido (70 e 120 L/ha) pulverizadores.
* significativo pelo teste F (P < 0,05). Médias seguidas pela mesma letra na coluna não diferem pelo teste de Tukey (P < 0,05).
ns = não significativo.
Fonte: adaptado de Rodrigues (2022).
A tabela 1 evidencia mais um trabalho comparativo acerca da eficiência de aplicação entre autopropelido e drones de pulverização, evidenciando que os VANTs pulverizadores têm qualidade de aplicação similar aos tratores de pulverização, tornando-se uma ótima alternativa para manejos de agrotóxicos dentro da lavoura. O referido estudo explica que a taxa de aplicação, ou volume de calda, de 10 l/ha realizados com drone apresentou 93% de eficiência sobre o controle de plantas daninhas no período de 28 dias após a aplicação.
Quando voltamos a atenção ao autopropelido, com uma taxa de 120 e 70 l/ha, tem-se como controle das plantas infestantes de 97% e 99% respectivamente. Desse modo, a utilização dos drones agrícolas proporciona manejos localizados com eficiência similar à aplicação com autopropelido, todavia, sem ser na área total e sim onde exige aplicação concentrada, com maior incidência de pragas, doenças ou plantas daninhas em comparação com o restante da lavoura. Diminuindo assim, desperdícios de produtos e dificultando a resistência de pragas, doenças e plantas daninhas (ARTIOLI; BELONI, 2016; RAETANO et al., 2022).
Entretanto, a aceitação dessa tecnologia de aplicação sofre resistência junto aos produtores e demais integrantes da comunidade agrícola devido ao fato da interpretação equivocada de que os drones de pulverização irão substituir aviões de pulverização e tratores autopropelidos.
Porém, fatores como o alto custo de aplicação na lavoura e a eficiência na aplicação em área total, assim como condições climáticas ímpares para a realização da aplicação com VANTs limitam e determinam a não utilização desta tecnologia para área total. Nesse sentido, é fundamental realizar mais estudos acerca da eficiência da aplicação via drone, entendendo os fatores que influenciam na aplicação de agrotóxicos, como volume de calda e densidade de gotas para averiguar a real qualidade do VANT pulverizador.
Sendo assim, é possível concluir que a aplicação realizada com drones de pulverização podem ser extremamente importantes e eficazes, respeitando sempre os limites da tecnologia e entendendo seu propósito. Entender que as aeronaves remotamente pilotadas de pulverização são mais uma ferramenta para a comunidade agrícola é de extrema importância para a evolução da tecnologia e melhoramento nas aplicações, assim como incremento no lucro do produtor.
Sobre o autor: João Francisco Fornari Viana – Acadêmico do 5º semestre do curso de Agronomia da Universidade Federal de Santa Maria, Bolsista do grupo PET Agronomia E-mail: joao04.francisco@gmail.com
Coautores: Fábio Joel Kochem Mallmann, Natália Sornberger Adam, Thiago Platero Cenedese, Tamara Trevisan

Referências bibliográficas citadas no texto
AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL (ANAC). Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT). ANACpedia. Brasília: ANAC, 2023. Disponível em: https://www2.anac.gov.br/anacpedia/por-por/tr584.htm
ARTIOLI, F.; BELONI, T. Diagnóstico do perfil do usuário de drones no agronegócio brasileiro. Revista iPecege, v. 2, n.3, p. 40-56, 2016.
ARTIOLI, J. A.; BELONI, T. Aplicações de veículos aéreos não tripulados (VANTs) na agricultura de precisão. Revista Brasileira de Agricultura de Precisão, v. 1, n. 1, p. 1–9, 2016.
CASTRO, F. R.; MALDANER, I. C.; PES, L. Z.; FARIAS, M. S.; MÜLLICH, A.; PAVÃO, L. F. S.; RUBERT, K.; GUARIENTI, V. F. Planejamento de linhas de operações agrícolas. Mapeamento Planialtimétrico. Santa Maria: Colégio Politécnico da Universidade Federal de Santa Maria, 2023. Modalidade: descrição de caso técnico.
DANIEL, D. F.; DALBIANCO, A. B. Tecnologia de pulverização com drones: panorama, oportunidades, perspectivas futuras e desafios na agricultura moderna. Revista Plantio Direto Digital, 2023. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/375096302
FEHR, W.R.; CAVINESS, C.E. Stages of soybean development. Ames: Iowa State University of Science and Technology, 1977. Special Report, v. 80. GODOY, C. V. Atualizações no controle de doenças foliares na cultura da soja. Londrina: Embrapa Soja, 2015. Disponível em: https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/1010782/1/Atualizacoesnocontrolededoencasfoliaresnaculturadasoja1.pdf.
INAMASU, R. Y.; BERNARDI, A. C. C. Agricultura de precisão. In: BERNARDI, A. C. C.et al. (org.). Agricultura de precisão: resultados de um novo olhar. Brasília, DF: Embrapa,2014. p. 21-33
(PDF) AGRICULTURA DE PRECISÃO: o uso da agricultura digital no campo.
OLIVEIRA, A. J. de; SILVA, G. F. da; SILVA, G. R. da; SANTOS, A. A. C. dos; CALDEIRA, D. S. A.; VILARINHO, M. K. C.; BARELLI, M. A. A.; OLIVEIRA, T. C. de. Potencialidades da utilização de drones na agricultura de precisão. Brazilian Journal of Development, Curitiba, v. 6, n. 9, p. 64140–64149, set. 2020. DOI: https://doi.org/10.34117/bjdv6n9-010. Disponível em: https://brazilianjournals.com/ojs/index.php/BRJD/article/view/15976.
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RODRIGUES, D.M. Controle de plantas daninhas e da ferrugem asiática na cultura da soja com VANT pulverizador. 2022. Tese (Doutorado em Agronomia) – Universidade Estadual Paulista (Unesp), Botucatu, 2022. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/handle/11449/250144. Acesso em: 8 fev. 2025.
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