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30 de abril de 2026

Sustentabilidade

Mesmo com colheita avançando, ferrugem exige atenção em áreas tardias de soja – MAIS SOJA

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A colheita da soja no Brasil vem avançando nos últimos dias. De acordo com a última atualização de progresso da safra da Conab de 9 de março de 2026, cerca de 50,6% da soja brasileira já foi colhida. Enquanto o Mato Grosso se aproxima do fim da colheita com produtividades acima do esperado, o avanço ocorre em Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo e algumas regiões de Santa Catarina, favorecido pelo tempo mais seco.

Já Paraná e no Rio Grande do Sul, enfrentam redução do potencial produtivo ou aceleração do ciclo por déficit hídrico, enquanto Bahía, Tocantins, Maranhão e Piauí têm atrasos na colheita devido ao excesso de chuvas. No Pará, a colheita já foi finalizada em parte das áreas e segue próxima da conclusão em outras, com boas produtividades (Conab, 2026).

Embora a colheita de soja tenha avançado de forma significativa nos últimos dias, No Sul do Brasil ainda existem lavouras tardias em estádios sensíveis do desenvolvimento. No Rio Grande do Sul, grande parte das áreas encontra-se entre as fases de florescimento, enchimento de grãos e maturação. Em Santa Catarina e no Paraná, apesar do início da colheita em algumas regiões, ainda há lavouras em pleno enchimento de grãos.

Nesse cenário, o monitoramento das áreas, principalmente das lavouras mais tardias, deve ser intensificado para minimizar perdas causadas por fatores bióticos, como a ferrugem-asiática. Embora parte da região Sul, especialmente o Rio Grande do Sul, esteja enfrentando baixos volumes de precipitação e períodos de déficit hídrico, o aumento recente dos registros da doença acende um alerta para a necessidade de reforçar as estratégias de manejo e controle. A intensificação dessas medidas é fundamental para evitar perdas adicionais na produtividade da soja decorrentes da ferrugem.

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As atualizações do Consórcio Antiferrugem demonstram que atualmente 334 casos da ferrugem-asiática já forma relatados em lavouras comerciais na safra 2025/2026. O Paraná concentra a maioria dos casos (156), entretanto, 60 casos já foram relatados no Rio Grande do Sul (figura 1). Considerando que grande parta das lavouras ainda estão em pleno desenvolvimento, reforçar os cuidados com o manejo da ferrugem é determinante para reduzir o impacto da doença na produtividade da soja, especialmente em lavouras próximas as áreas de ocorrência da doença.

Figura 1. Ocorrência da ferrugem-asiática na safra 2025/2026 por Estado (UF) de ocorrência. Atualização do Consórcio Antiferrugem de 12 de março de 2026.
Fonte: Consórcio Antiferrugem (2026)

Vale destacar que, visando maior eficiência no controle e um manejo mais adequado da resistência do patógeno aos fungicidas, recomenda-se que as medidas de controle da ferrugem-asiática sejam adotadas de forma preventiva, antes do estabelecimento da doença nas lavouras. Essa estratégia contribui para aumentar a eficácia dos fungicidas e reduzir o risco de perdas produtivas.

Clique aqui para ver as atualizações do Consórcio Antiferrugem e confira se há algum caso relatado próximo de você.



Referências:

CONSÓRCIO ANTIFERRUGEM. MAPA DE DISPERSÃO. Consórcio Antiferrugem: Parceria público-privada no combate à ferrugem asiática da soja, 2026. Disponível em: < http://www.consorcioantiferrugem.net/#/main >, acesso em: 12/03/2026.

CONAB. ACOMPANHAMENTO DAS LAVOURAS: 02/3 A 08/03/2026; MONITORAMENTO DAS CONDIÇÕES DAS LAVOURAS. Companhia Nacional de Abastecimento, 2026. Disponível em: < https://www.gov.br/conab/pt-br/atuacao/informacoes-agropecuarias/safras/progresso-de-safra/acompanhamento-das-lavouras-02-03-a-08-03-26/monitoramento-das-condicoes-das-lavouras >, acesso em: 12/03/2026.

 

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Sustentabilidade

MS: Colheita da safra de soja 2025/2026 deve ser concluída em até 10 dias no Estado – MAIS SOJA

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De acordo com informações do Projeto SIGA-MS (Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio), executado pela Aprosoja/MS, com recursos do Fundems/Semadesc,  a colheita da soja safra 2025/2026 alcançou 98,1% da área acompanhada em Mato Grosso do Sul, o equivalente a aproximadamente 4,7 milhões de hectares já colhidos.

A região sul lidera os trabalhos com 99,8% da área colhida. Na sequência aparecem a região centro, com 97,0%, e a região norte, com 93,0%.

De acordo com o assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Aguena, os levantamentos de campo mostram que, apesar do estresse hídrico registrado em importantes regiões produtoras, o resultado consolidado da safra apresenta desempenho superior ao projetado inicialmente.

“Estamos entrando na reta final da colheita da soja em Mato Grosso do Sul, com praticamente toda a área consolidada. Mesmo com os problemas climáticos enfrentados ao longo de janeiro e fevereiro, principalmente pela estiagem e pelas altas temperaturas, os levantamentos de campo mostram uma recuperação melhor do que a esperada inicialmente, o que permitiu uma revisão positiva da produtividade”, destaca.

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Com base em 713 levantamentos de produtividade realizados em campo, representando 19,5% da área cultivada, a Aprosoja/MS revisou para cima a estimativa da safra. A produtividade média estadual passou de 52,82 sacas por hectare para 61,73 sacas por hectare. Com isso, a expectativa de produção foi reajustada para 17,759 milhões de toneladas, volume 26,3% superior ao obtido na safra anterior.

A área total cultivada com soja nesta temporada está estimada em 4,794 milhões de hectares, crescimento de 5,9% em relação ao ciclo 2024/2025.

Milho segunda safra entra na fase de desenvolvimento

Com o avanço da retirada da soja, os produtores praticamente concluíram a semeadura do milho segunda safra em Mato Grosso do Sul. Até 24 de abril, o plantio alcançou 99,8% da área acompanhada pelo SIGA-MS, o equivalente a cerca de 2,2 milhões de hectares implantados.

A região sul já finalizou os trabalhos de plantio, enquanto a região centro registra 99,9% e a região norte 98,3%.

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O percentual está apenas 0,2 ponto percentual abaixo do observado no mesmo período da safra passada, demonstrando aceleração dos trabalhos nas últimas semanas, após um início mais lento provocado pelo atraso na colheita da soja.

“O produtor conseguiu avançar de forma muito consistente com o plantio do milho segunda safra. Ainda que a semeadura tenha começado em ritmo mais lento por conta do atraso na retirada da soja, hoje nós temos quase a totalidade da área implantada, o que demonstra a capacidade de reação do campo”, avalia Flavio.

A estimativa preliminar aponta área total de 2,206 milhões de hectares cultivados com milho segunda safra, produtividade média esperada de 84,2 sacas por hectare e produção de 11,139 milhões de toneladas.

Clima e mercado entram no radar do produtor

Com a soja praticamente consolidada e o milho implantado, o monitoramento passa a se concentrar sobre as condições climáticas das próximas semanas e o comportamento do mercado.

No cenário econômico, a saca de 60 quilos da soja foi cotada, em média, a R$ 110,38 em Mato Grosso do Sul, registrando valorização de 1,09% no comparativo semanal. Já a saca do milho foi negociada em torno de R$ 51.

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Apesar da leve recuperação da oleaginosa, a comercialização da safra segue em ritmo mais lento. Até 27 de abril, cerca de 46% da produção estadual havia sido negociada, índice inferior ao registrado no mesmo período do ano passado.

“Agora o foco se volta totalmente para o desenvolvimento dessas lavouras de milho. A manutenção de chuvas regulares nas próximas semanas será decisiva para sustentar o potencial produtivo, principalmente nas áreas implantadas mais fora da janela ideal. Além disso, o produtor segue atento ao comportamento do mercado, porque apesar de uma leve recuperação na soja, os preços ainda exigem cautela na comercialização e no planejamento financeiro da propriedade”, finaliza.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

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Site: Aprosoja/MS

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Sustentabilidade

Utilização de drones agrícolas em manejos fitossanitários: uma estratégia promissora sob o olhar desconfiado do campo – MAIS SOJA

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A Revolução Verde de 1940 transformou o campo por meio de inovações tecnológicas, como a adição de tratores agrícolas para realizar semeadura, manejos fitossanitários e colheita, que permitiram que os produtores pudessem aumentar a produção de suas atividades agropecuárias a patamares jamais alcançados antes. Análogo às inovações com os tratores agrícolas, os veículos aéreos não tripulados (VANTs) agrícolas vieram para somar e incrementar os ganhos do produtor rural.

Os drones, como comumente são chamados, tem como principal premissa as operações aéreas controladas remotamente (ANAC, 2023) e oportunizaram que a agricultura brasileira explorasse novas formas de realizar o trabalho no campo. Com o advento da tecnologia e sua evolução exponencial, a agricultura necessitou adaptar sua cadeia produtiva buscando produzir mais com custos otimizados (ARTIOLI; BELONI, 2016) e é nesse sentido que as novas ferramentas entram em ação fomentando as produções com novos métodos de cultivo.

O método que melhor se enquadra nesse sentido é a Agricultura de Precisão (AP), proporcionando menor impacto negativo ambiental e atendendo as necessidades da lavoura de maneira mais eficiente (OLIVEIRA et al., 2020), produzindo na mesma área uma maior produtividade, com técnicas que aumentam a eficiência dos insumos utilizados, sempre tendo as tecnologias mais avançadas como fiel aliado.

Com isso, os drones se tornaram ferramentas de notório destaque em vários aspectos dentro do meio rural, podendo ser empregado a eles a tarefa de mapeamento planialtimétrico, em que é feito um levantamento de dados planos/coordenadas do talhão a fim de dimensionar a área e o perímetro da lavoura, além de captar dados de diferentes alturas, conforme a declividade da área (CASTRO et al., 2023). Outra funcionalidade dos VANTs que também está ganhando muito espaço no meio rural é a pulverização de agrotóxicos (Figura 1).

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Figura 1: Pulverização de fungicida na cultura da soja  com drone, modelo T16.
Fonte: Autor, 2025

A pulverização com a utilização de drones está cada vez mais ganhando apreço pelos produtores rurais, não por menos que a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) registrou um salto no número de drones registrados entre janeiro de 2023 e janeiro de 2025, que foi de 674 para 7.312, um aumento de quase 10 vezes. Tal crescente apresenta-se ainda mais evidente quando se observa, na figura 2, o aumento dos registros de drones na ANAC no estado do Paraná.

Figura 2: Evolução do cadastro de drones no estado do Paraná entre 2017 e 2022.
Fonte: Daniel e Dalbianco (2023).

Compreende-se, portanto, que a crescente da aquisição dos drones está muito voltada para suas eficiências laborais dentro da lavoura, corroborando com a ideologia da AP em que busca utilizar ferramentas com tecnologia empregada a fim de produzir com menores gastos e alavancando lucros com técnicas que promovam a precisão e otimização de recursos como tempo, mão de obra, insumos, depreciação, entre outros (INAMASU et al., 2014). Tal fato se comprova quando observamos pesquisas que mostram a eficiência da pulverização com VANTs (Figura 3).

Figura 3: Depósito de gotas de fungicidas na cultura da soja por diferentes volumes de aplicação realizados por drone (volumes de 4, 7 e 10 l/ha) e autopropelido (70 e 120 l/ha) pulverizadores.
Fonte: RODRIGUES (2022)

No trabalho acima ficou claro perceber a capacidade do drone pulverizador em equivaler sua eficácia com o pulverizador autopropelido, visto que no referido estudo foram produzidos dados indicando que o volume de calda de pulverização do drone de 10 l/ha se equivalem à pulverização com 120 l/ha usando autopropelido na ótica da densidade de gotas, considerando o acúmulo de gotas no terço inferior da cultura da soja, mesmo ela já estando no estágio fenológico R5 (FEHR; CAVINESS, 1977), onde seu dossel está completo e fechado (RODRIGUES, 2022). O efeito downwash, que na aplicação com drone é causado pela movimentação de ar por meio das hélices, é o principal responsável por promover o contato da calda de pulverização ao terço inferior das plantas, por promover o movimento de abertura do dossel (OLIVEIRA et al., 2021).

Tabela 1: Controle de plantas daninhas após aplicação de herbicida utilizando diferentes volumes de calda com drone (4, 7 e 10 L/ha) e autopropelido (70 e 120 L/ha) pulverizadores.

* significativo pelo teste F (P < 0,05). Médias seguidas pela mesma letra na coluna não diferem pelo teste de Tukey (P < 0,05).

ns = não significativo.

Fonte: adaptado de Rodrigues (2022).

A tabela 1 evidencia mais um trabalho comparativo acerca da eficiência de aplicação entre autopropelido e drones de pulverização, evidenciando que os VANTs pulverizadores têm qualidade de aplicação similar aos tratores de pulverização, tornando-se uma ótima alternativa para manejos de agrotóxicos dentro da lavoura. O referido estudo explica que a taxa de aplicação, ou volume de calda, de 10 l/ha realizados com drone apresentou 93% de eficiência sobre o controle de plantas daninhas no período de 28 dias após a aplicação.

Quando voltamos a atenção ao autopropelido, com uma taxa de 120 e 70 l/ha, tem-se como controle das plantas infestantes de 97% e 99% respectivamente. Desse modo, a utilização dos drones agrícolas proporciona manejos localizados com eficiência similar à aplicação com autopropelido, todavia, sem ser na área total e sim onde exige aplicação concentrada, com maior incidência de pragas, doenças ou plantas daninhas em comparação com o restante da lavoura. Diminuindo assim, desperdícios de produtos e dificultando a resistência de pragas, doenças e plantas daninhas (ARTIOLI; BELONI, 2016; RAETANO et al., 2022).

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Entretanto, a aceitação dessa tecnologia de aplicação sofre resistência junto aos produtores e demais integrantes da comunidade agrícola devido ao fato da interpretação equivocada de que os drones de pulverização irão substituir aviões de pulverização e tratores autopropelidos.

Porém, fatores como o alto custo de aplicação na lavoura e a eficiência na aplicação em área total, assim como condições climáticas ímpares para a realização da aplicação com VANTs limitam e determinam a não utilização desta tecnologia para área total. Nesse sentido, é fundamental realizar mais estudos acerca da eficiência da aplicação via drone, entendendo os fatores que influenciam na aplicação de agrotóxicos, como volume de calda e densidade de gotas para averiguar a real qualidade do VANT pulverizador.

Sendo assim, é possível concluir que a aplicação realizada com drones de pulverização podem ser extremamente importantes e eficazes, respeitando sempre os limites da tecnologia e entendendo seu propósito. Entender que as aeronaves remotamente pilotadas de pulverização são mais uma ferramenta para a comunidade agrícola é de extrema importância para a evolução da tecnologia e melhoramento nas aplicações, assim como incremento no lucro do produtor.

Sobre o autor: João Francisco Fornari Viana – Acadêmico do 5º semestre do curso de Agronomia da Universidade Federal de Santa Maria, Bolsista do grupo PET Agronomia E-mail: joao04.francisco@gmail.com

Coautores: Fábio Joel Kochem Mallmann, Natália Sornberger Adam, Thiago Platero Cenedese, Tamara Trevisan

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 Referências bibliográficas citadas no texto

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL (ANAC). Veículo Aéreo Não Tripulado (VANT). ANACpedia. Brasília: ANAC, 2023. Disponível em: https://www2.anac.gov.br/anacpedia/por-por/tr584.htm

ARTIOLI, F.; BELONI, T. Diagnóstico do perfil do usuário de drones no agronegócio brasileiro. Revista iPecege, v. 2, n.3, p. 40-56, 2016.

ARTIOLI, J. A.; BELONI, T. Aplicações de veículos aéreos não tripulados (VANTs) na agricultura de precisão. Revista Brasileira de Agricultura de Precisão, v. 1, n. 1, p. 1–9, 2016.

CASTRO, F. R.; MALDANER, I. C.; PES, L. Z.; FARIAS, M. S.; MÜLLICH, A.; PAVÃO, L. F. S.; RUBERT, K.; GUARIENTI, V. F. Planejamento de linhas de operações agrícolas. Mapeamento Planialtimétrico. Santa Maria: Colégio Politécnico da Universidade Federal de Santa Maria, 2023. Modalidade: descrição de caso técnico.

DANIEL, D. F.; DALBIANCO, A. B. Tecnologia de pulverização com drones: panorama, oportunidades, perspectivas futuras e desafios na agricultura moderna. Revista Plantio Direto Digital, 2023. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/375096302

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FEHR, W.R.; CAVINESS, C.E. Stages of soybean development. Ames: Iowa State University of Science and Technology, 1977. Special Report, v. 80. GODOY, C. V. Atualizações no controle de doenças foliares na cultura da soja. Londrina: Embrapa Soja, 2015. Disponível em: https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/1010782/1/Atualizacoesnocontrolededoencasfoliaresnaculturadasoja1.pdf.

INAMASU, R. Y.; BERNARDI, A. C. C. Agricultura de precisão. In: BERNARDI, A. C. C.et al. (org.). Agricultura de precisão: resultados de um novo olhar. Brasília, DF: Embrapa,2014. p. 21-33
(PDF) AGRICULTURA DE PRECISÃO: o uso da agricultura digital no campo.
OLIVEIRA, A. J. de; SILVA, G. F. da; SILVA, G. R. da; SANTOS, A. A. C. dos; CALDEIRA, D. S. A.; VILARINHO, M. K. C.; BARELLI, M. A. A.; OLIVEIRA, T. C. de. Potencialidades da utilização de drones na agricultura de precisão. Brazilian Journal of Development, Curitiba, v. 6, n. 9, p. 64140–64149, set. 2020. DOI: https://doi.org/10.34117/bjdv6n9-010. Disponível em: https://brazilianjournals.com/ojs/index.php/BRJD/article/view/15976.

OLIVEIRA, V. R. de; BASSETTO FILHO, J. J.; ESTABELE, D. L.; OLIVEIRA, T. L. de; GOMES, L. R. O.; PINHO, C. A.; MATULAITIS, A. K. Y.; ADEGAS, F. S.; SOARES, R. M.; ROGGIA, S. Depósito de inseticida em diferentes estratos da planta de soja obtido na pulverização com drone. In: JORNADA ACADÊMICA DA EMBRAPA SOJA, 16., 2021, Londrina. Resumos expandidos. Londrina: Embrapa Soja, 2021. p. 157–163. (Embrapa Soja. Documentos, 440). Disponível em: https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/bitstream/doc/1139097/1/PGS-157-163-n.pdf.

RAETANO, C. G.; SILVA, J. E. da; OLIVEIRA, R. B. de; ANTUNIASSI, U. R. Tecnologia de aplicação de defensivos agrícolas com drones: desafios e perspectivas. Revista Brasileira de Tecnologia Aplicada nas Ciências Agrárias, v. 15, n. 1, p. 1–10, 2022.

RODRIGUES, D.M. Controle de plantas daninhas e da ferrugem asiática na cultura da soja com VANT pulverizador. 2022. Tese (Doutorado em Agronomia) – Universidade Estadual Paulista (Unesp), Botucatu, 2022. Disponível em: https://repositorio.unesp.br/handle/11449/250144. Acesso em: 8 fev. 2025.

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Sustentabilidade

Lançamentos na Agrishow 2026 miram irrigante que busca tecnologia sem estourar o investimento – MAIS SOJA

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Foto de capa: Assessoria

Em um agro mais seletivo para investir, cresce a demanda por soluções que entreguem eficiência prática, mais previsibilidade operacional e atualização tecnológica sem exigir a troca completa de sistemas já instalados. Na irrigação, esse movimento ganha força entre produtores que estão iniciando projetos, ampliando área irrigada ou buscando modernizar a operação com mais racionalidade no uso dos recursos.

É nesse contexto que a Valley apresenta na Agrishow 2026 três lançamentos voltados a ampliar conectividade, reduzir paradas e melhorar a relação entre investimento e desempenho no campo: o painel ICON+, o Machine Diagnostics e o redutor de rodas VG252. As soluções poderão ser vistas em funcionamento no estande da marca, conectadas ao ecossistema digital liderado pelo AgSense 365, um dos principais focos da empresa nesta edição da feira.

“Num mercado mais seletivo, o produtor quer tecnologia que caiba no investimento e reduza custo de operação. Os lançamentos de 2026 foram desenvolvidos justamente para atender esse momento, ajudando o irrigante a operar com mais eficiência, racionalizar recursos e ampliar a disponibilidade do pivô”, afirma Saulo Gare Ginak, gerente de produto da Valmont Brasil.

Entre as novidades, o ICON+ chega como uma solução pensada para conectar pivôs da Valley ou de outras marcas já instalados e ainda sem acesso remoto. Trabalhando em conjunto com o painel originalmente instalado, ele permite levar o equipamento para o ambiente do AgSense 365 sem exigir uma atualização completa do sistema. Com tela touch de 7 polegadas, acesso remoto, GPS e integração com diferentes soluções da marca, o painel foi desenhado para simplificar a entrada na irrigação conectada e tornar mais viável a modernização de equipamentos já em campo. O próprio AgSense reúne monitoramento remoto, alertas, visualização em lista ou mapa, clima, sensores e controle de pivôs, além de bombas e tanques em uma única plataforma.

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Na mesma linha, o Machine Diagnostics amplia a capacidade operacional do pivô ao monitorar continuamente parâmetros mecânicos e hidráulicos que impactam diretamente a disponibilidade e performance da máquina. Integrado ao AgSense 365, o sistema centraliza dados em tempo real sobre alinhamento, pressão dos pneus, pressão de aplicação de água por lance e tempo de funcionamento de componentes como redutores de roda e motoredutores. Com isso, o produtor consegue identificar anomalias antes que elas se transformem em falhas, direcionando a manutenção de forma preventiva, reduzindo custos e evitando paradas desnecessárias durante a safra.

Fechando o trio de lançamentos, o VG252 amplia o portfólio de soluções de movimento com foco em confiabilidade e custo-benefício. Desenvolvido para operação contínua, o redutor reúne eixos de liga de aço de alta resistência, rolamentos cônicos, eixo longo e câmara de expansão externa ventilada, conjunto construtivo que contribui para maior durabilidade, melhor transmissão de potência e desempenho consistente em campo. Nos materiais técnicos da empresa, o produto aparece como opção indicada para pivôs, aplicações para reposição e projetos com custo competitivo.

Segundo Saulo, o VG252 foi pensado especialmente para ampliar o acesso a uma solução tecnicamente eficiente e alinhada à realidade de quem está entrando na irrigação ou busca otimizar o investimento inicial sem abrir mão de qualidade e confiabilidade. Além do apelo de custo-benefício, o lançamento chega ao mercado com uma evidência concreta de desempenho: em testes internos de laboratório, o modelo apresentou torque final de saída superior ao de um redutor concorrente, reforçando seu posicionamento como alternativa confiável para aplicações de campo.

Ao reunir atualização de pivôs instalados, monitoramento inteligente da operação e uma nova alternativa de movimento com foco em custo-benefício, os lançamentos apresentados na Agrishow 2026 refletem um movimento mais amplo da irrigação: a busca por soluções que combinam tecnologia, disponibilidade operacional e uso racional dos recursos disponíveis.

Sobre a Valley

Líder global em irrigação inteligente, a Valley® é uma marca da norte-americana Valmont Industries, grupo com 80 anos de história e presença em mais de 100 países. Com a fabricação de pivôs centrais, lineares e corners, a Valley entrega soluções para diferentes realidades produtivas, reunindo alta durabilidade, eficiência operacional e desempenho no campo. A marca oferece ao produtor rural um ecossistema completo de tecnologia e suporte técnico, com ampla rede de distribuidores e uma equipe de consultoria agronômica com cerca de 95 profissionais distribuídos por todas as regiões do Brasil. Soluções como AgSense 365 e Scheduling ampliam o controle da operação, o monitoramento remoto e a precisão na tomada de decisão. Mais informações em valleyirrigation.com.br.

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Fonte: Assessoria



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