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4 de novembro de 2026

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Alta em Chicago e dólar forte impulsionam preços de soja no Brasil; saiba as cotações

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja teve um dia mais firme no físico nesta quinta feira, com elevação das cotações e registro de negócios em diversas regiões. O movimento foi sustentado pela alta da Bolsa de Chicago, pela valorização do dólar frente ao real e por prêmios praticamente estáveis ao longo da sessão.

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Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o cenário favoreceu a participação dos produtores nas negociações. De acordo com ele, o produtor aproveitou o momento de preços melhores para avançar na comercialização, resultando em uma sessão mais ativa no mercado.

Nos portos, as cotações também apresentaram avanço. Em Paranaguá, os preços passaram de R$ 129,00 para R$ 131,00 por saca, enquanto no terminal de Rio Grande subiram de R$ 129,00 para R$ 132,00.

Saiba os preços de soja no Brasil:

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 123,00 para R$ 126,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 124,00 para R$ 127,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 118,00 para R$ 120,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 108,00 para R$ 109,00
  • Dourados (MS): permaneceu em R$ 111,00
  • Rio Verde (GO): permaneceu em R$ 111,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 129,00 para R$ 131,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 129,00 para R$ 132,00

Soja em Chicago

No cenário internacional, os contratos futuros da soja fecharam em alta na Bolsa de Chicago. O mercado reagiu ao recrudescimento do conflito no Oriente Médio, que elevou os preços do petróleo para perto de US$ 80 o barril, movimento que acabou influenciando outras commodities, incluindo a soja.

Com o petróleo mais caro, cresce a expectativa de maior demanda por biodiesel, o que tende a sustentar os preços da oleaginosa. Esse cenário ocorre em meio às preocupações com possíveis restrições na oferta de petróleo após o fechamento do estreito de Ormuz, importante rota de transporte da commodity.

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Apesar do suporte externo, os ganhos foram limitados por fatores fundamentais. Entre eles estão a entrada da maior safra da história do Brasil no mercado e as incertezas sobre o ritmo da demanda chinesa, que ainda geram cautela entre os investidores.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja com entrega em maio fecharam com alta de 9,75 centavos de dólar, ou 0,83 por cento, a US$ 11,79 1/4 por bushel. A posição julho encerrou a US$ 11,92 1/2 por bushel, com avanço de 9,50 centavos ou 0,80 por cento.

Entre os subprodutos, o farelo para maio recuou US$ 0,60, ou 0,16 por cento, para US$ 309,30 por tonelada. Já o óleo de soja com vencimento em maio subiu 2,11 centavos, ou 3,31 por cento, para 65,70 centavos de dólar por libra peso.

Câmbio

No mercado de câmbio, o dólar comercial encerrou o dia em alta de 1,33 por cento, cotado a R$ 5,2878 para venda e R$ 5,2858 para compra. Durante a sessão, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2270 e a máxima de R$ 5,2938. A valorização do dólar frente ao real contribuiu para dar suporte às cotações da soja no mercado brasileiro.

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Governo Federal lança painel com projeções climáticas para 5,5 mil municípios brasileiros

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Ferramenta integrada ao AdaptaBrasil projeta cenários de temperatura e chuva com aquecimento de até 4°C

O governo federal e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) lançaram nessa terça-feira (3) um painel que permite explorar como as mudanças climáticas podem alterar a temperatura e o regime de chuva no Brasil e na América Latina nas próximas décadas.

A ferramenta integra o AdaptaBrasil, plataforma que reúne indicadores de risco climático para os 5.570 municípios brasileiros, considerando fatores como ameaças climáticas, exposição e vulnerabilidade. Essas informações ajudam a identificar áreas mais suscetíveis aos impactos das mudanças climáticas e a orientar decisões sobre medidas de adaptação. Com o novo painel, a plataforma passa a oferecer também mapas com projeções de mudanças na temperatura e na precipitação sob diferentes níveis de aquecimento global.

Durante o lançamento, o secretário de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente, Aloisio Melo, disse que o governo federal tem trabalhado para tornar a adaptação à mudança do clima uma agenda prioritária, estratégica e transversal.

“Esse processo de atualizar o Plano Clima e de fazer um plano de adaptação muito mais robusto e transversal, por meio de 16 planos setoriais e temáticos, foi um esforço para traduzir e dar concretude a essa agenda tão fundamental para o desenvolvimento do país”.

Melo explicou que a medida envolve a forma como enfrentamos nossas vulnerabilidades socioeconômicas, que são históricas, mas foram agravadas nesse contexto em que a mudança do clima se materializa, se faz presente e desafia as várias agendas e políticas de desenvolvimento setoriais.”

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O coordenador-geral de Ciência do Clima do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Márcio Rojas da Cruz, destacou que o governo federal está disponibilizando, por meio do AdaptaBrasil, informações relevantes no contexto da adaptação.

“São as primeiras informações necessárias para se começar a pensar em adaptação. Não se pensa em adaptação sem, antes de mais nada, começar a vislumbrar como será o nosso futuro do ponto de vista climático”, apontou.

Indicadores

O painel reúne indicadores de temperatura e precipitação, incluindo os relacionados a eventos extremos, para quatro níveis de aquecimento global: 1,5°C, 2°C, 3°C e 4°C. Os mapas também permitem comparar as mudanças projetadas em diferentes condições de aquecimento e identificar como elas se distribuem geograficamente.

De acordo com o gerente de soluções da RNP, Christian Miziara, o painel tem a possibilidade de comparar diferentes níveis de aquecimento global. “Em uma única interface, é possível visualizar indicadores de temperatura e precipitação, considerando os cenários de aquecimento. Isso ajuda a compreender como as ameaças climáticas podem se comportar à medida que a temperatura global aumenta”, disse.

Para o pesquisador sênior do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Jean Ometto, o novo painel permite à sociedade acessar as projeções climáticas. “As projeções climáticas são um aspecto central, dentro do cálculo de risco, para que possamos planejar. Isso tudo, obviamente, embute uma incerteza, mas a ciência vai buscando justamente trazer a informação mais clara, mais robusta e mais transparente possível para que se possa trabalhar com planejamento”.

O pesquisador do INPE Gilvan Sampaio fez a apresentação do painel. Ele explicou que a plataforma está em sua primeira versão, tem navegação simples e que o instituto tem trabalhado para que seja possível baixar os dados sobre o clima por área e biomas. “Nós vamos incluir outras variáveis, como umidade relativa, vento, radiação e que são importantes também para os grupos de pesquisa, pesquisadores e para os diversos usuários, inclusive a população, para ter uma informação confiável sobre a mudança do clima”, avaliou.

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Senado aprova PEC da Segurança Pública por unanimidade e texto vai à promulgação

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Proposta cria o SUSP na Constituição, endurece penas contra facções e autoriza a criação de polícias municipais

O plenário do Senado Federal aprovou na noite desta terça-feira (3), em dois turnos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública, que reorganiza as forças públicas para ampliar o combate ao crime organizado no país.

O texto teve apoio unânime dos senadores votantes, com 73 votos favoráveis e nenhum contrário, em primeiro turno. No segundo turno, o placar foi de 75 votos favoráveis e nenhum contrário. Eram necessários ao menos 49 votos favoráveis para que a mudança constitucional fosse aprovada.

De autoria do Poder Executivo, a PEC da Segurança estabelece penas mais duras e regimes de prisão mais restritos para chefes de facções e milícias e cria um novo pacto federativo entre União, estados e municípios para o enfrentamento ao crime no Brasil.

Essa proposta foi uma das prioridades do atual governo para a área da segurança. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva prometeu criar o Ministério da Segurança Pública após aprovação da PEC.

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O texto-base da proposta foi aprovado no início de setembro na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, e repetiu o mesmo teor do que já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados. Com isso, o texto será promulgado pelo Congresso Nacional.

Maioridade penal

Antes da votação da PEC, os senadores discutiram a inclusão de emendas de plenário que tratavam da redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, ou até mesmo para 14 anos.

O relator da PEC, senador Rogério Carvalho (PT-SE), não acolheu as emendas no relatório final, mas recomendou que elas constituíssem propostas autônomas que pudessem tramitar em conjunto e serem votadas posteriormente em separado. Se as emendas fossem votadas e aprovadas, o texto retornaria à Câmara. Por um placar apertado de 38 a 36, o requerimento do relator para separar as emendas em outro projeto foi aprovado.

“As matérias tratadas nas emendas são relevantes e merecem ser debatidas por essa Casa. Não se confundem, contudo, com o objetivo central da PEC 18/2025, voltado ao combate ao crime organizado e à reestruturação da governança federativa da segurança pública”, argumentou o relator.

Segundo Carvalho, há forte divergência doutrinária e política sobre a redução da maioridade penal no país.

“Parte dos juristas entende que a maioridade penal prevista no artigo 228 da Constituição Federal constitui clausula pétrea, por integrar o rol de direitos e garantias individuais e que, por isso, o limite etário da responsabilidade criminal não poderia ser alterado, nem mesmo por emenda constitucional. Outra corrente entende que o artigo 228 não se enquadra nas cláusulas pétreas e que a idade de imputabilidade penal pode ser modificada por emenda constitucional”, acrescentou.

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A emenda 84, apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), propunha reduzir a idade de responsabilização penal para 16 anos como regra geral e para 14 anos nos casos de crimes hediondos, tortura, tráfico de drogas, terrorismo e participação em organizações criminosas.

Já a emenda 87, do senador Camilo Santana (PT-CE), mantinha a regra geral de 18 anos, mas reduzindo a maioridade penal para 16 anos nos casos de crimes hediondos. A iniciativa não tem amplo apoio na base do governo.

A redução da maioridade penal é um tema controverso entre organizações da sociedade civil de defesa dos direitos de crianças e adolescentes.

Outras quatro emendas, que tratavam de temas como acesso de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) pelas Forças Armadas e inclusão dos agentes de trânsito no rol de órgãos de segurança pública, também foram rejeitadas pelo relator, e não chegaram a ir à votação.

O que muda

Entre outras medidas, a PEC propõe a constitucionalização do Sistema Único de Segurança Pública (SUSP), alterando o Artigo 144 da Carta Magna, que trata da segurança pública.

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A proposta inclui que a segurança deve ser exercida “em regime de cooperação federativa” e “por meio da atuação integrada e descentralizada” das diferentes instituições que trabalham com o tema.

“Os órgãos de segurança pública articular-se-ão em regime de cooperação federativa, por meio do Sistema Único de Segurança Pública, destinado a assegurar a eficiência da prevenção, da persecução e da execução penal”, define o texto.

Facções e milícias

A PEC estabelece penas mais duras e regimes especiais de prisão para os chefes de facções e milícias, como prisão em unidades de segurança máxima e restrição ou vedação à progressão de penas.

Também são previstas medidas patrimoniais contra o produto do crime, a responsabilização de pessoas jurídicas envolvidas e a proteção a denunciantes e seus familiares.

Outra novidade da PEC é a possibilidade de criação de polícias municipais de natureza civil, submetidas ao controle externo do Ministério Público, com a atribuição de realizar policiamento ostensivo e comunitário no âmbito das cidades onde atuarão.

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A PEC ainda amplia atribuições da Polícia Rodoviária Federal (PRF), prevê a criação de polícias municipais e aumenta a vinculação do orçamento público para a segurança pública.

Fundos de financiamento

Segundo a PEC, 50% dos recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) e do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen) serão repassados pela União para os estados e municípios, excluídas despesas de custeio e investimento da polícia penitenciária nacional do Funpen.

“As regras de financiamento fortalecem o FNSP e o Funpen, criam vinculações e blindagens orçamentárias e garantem repasses obrigatórios. Essas medidas aumentam a previsibilidade financeira, garantindo a perenidade das ações policiais”, escreveu o relator.

O texto ainda prevê que 10% do superávit financeiro anual do Fundo Social, ligado ao pré-sal, sejam destinados aos fundos da segurança, “reforçando o financiamento contínuo das políticas nacionais de segurança pública e execução penal”.

A proposta prevê também a criação do Sistema de Políticas Penais, responsável pelo sistema prisional brasileiro, e autoriza União, estados e municípios a atuarem conjuntamente na legislação sobre segurança pública, organização de polícias, guardas municipais e sistema socioeducativo.

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Fred Gahyva propõe que SUS de Cuiabá aceite exames feitos na rede particular para agilizar atendimento de pacientes

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Projeto busca permitir que pacientes que, diante da demora para realizar exames pelo SUS, conseguem custear o procedimento na rede privada possam utilizar o resultado na continuidade do atendimento público

O vereador Fred Gahyva (Republicanos) apresentou, nesta terça-feira (3), na Câmara Municipal de Cuiabá, projeto de lei que prevê a aceitação, pela rede municipal de saúde, de exames realizados na rede privada, desde que estejam dentro do prazo de validade e atendam aos requisitos técnicos e aos padrões de qualidade exigidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Durante fala na sessão ordinária, Fred chamou atenção para uma situação enfrentada por muitas famílias: o paciente passa pela consulta na rede pública, recebe a solicitação de um exame necessário para dar continuidade à investigação ou ao tratamento, mas encontra uma fila de espera que pode prolongar esse processo.

Diante da demora e da preocupação com a própria saúde, algumas famílias acabam buscando alternativas. Pedem ajuda, recorrem a empréstimos ou comprometem parte do orçamento para realizar o exame em uma clínica particular e, assim, conseguir retornar mais rapidamente ao médico.

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O problema, segundo o vereador, é que esse exame realizado fora da rede pública pode não ser aceito pelo SUS, fazendo com que o paciente continue dependendo da fila para realizar novamente o procedimento antes de prosseguir com seu atendimento.

“O médico pede um exame. A pessoa procura o SUS e descobre que vai precisar esperar. Só que ela tem pressa, porque a dúvida sobre a própria saúde não espera. Então faz um esforço, tira dinheiro do orçamento da casa e paga o exame em uma clínica particular”, afirmou Fred.

Para o parlamentar, se o exame realizado na rede privada estiver válido, atender aos critérios técnicos e possuir a qualidade exigida pelo sistema público, ele deve poder ser considerado na continuidade do atendimento.

“Com o resultado na mão, ela volta à rede pública. E pode ouvir uma resposta difícil de entender: esse exame não serve, faça outro. Muitas vezes, o problema não é a qualidade do exame. É apenas a origem do papel”, destacou.

A proposta apresentada por Fred estabelece que o SUS municipal possa aceitar exames realizados na rede privada quando eles estiverem dentro do prazo de validade e cumprirem os requisitos técnicos definidos pela própria rede pública.

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A medida não altera a ordem da regulação e não cria prioridade em consultas, cirurgias ou outros procedimentos para quem tenha realizado um exame particular.

“Este projeto não dá a ninguém o direito de passar na frente. Quem pagou um exame não fura a fila da consulta, da cirurgia ou de qualquer outro atendimento. A ordem da regulação continua sendo respeitada”, explicou.

O projeto também preserva a autonomia médica. Caso o profissional entenda, com fundamento técnico, que é necessária a realização de um novo exame, poderá solicitá-lo. Da mesma forma, exames vencidos ou que não atendam aos padrões de qualidade exigidos pelo SUS não deverão ser aceitos.

A intenção, segundo Fred, é permitir que o paciente que conseguiu antecipar o exame por conta própria não perca esse esforço e possa avançar mais rapidamente para a próxima etapa do atendimento.

O parlamentar também argumentou que a medida pode gerar reflexos positivos para a própria rede pública, já que pacientes que conseguem realizar determinados exames fora do SUS deixam de ocupar essas vagas, permitindo que sejam destinadas a quem depende exclusivamente do sistema público.

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“Cada exame que não precisa ocupar novamente uma vaga na rede pública representa a possibilidade de outro paciente ser atendido. Quem depende exclusivamente do SUS também ganha quando essa fila consegue andar”, afirmou.

Fred defendeu que a proposta seja analisada e aperfeiçoada em conjunto com as comissões da Câmara, a Secretaria Municipal de Saúde, médicos, laboratórios e o Conselho Municipal de Saúde.

“Política pública boa é aquela que resolve o problema real de quem está na ponta. E, para a família que já fez o sacrifício de pagar para conseguir avançar no próprio atendimento, a resposta do poder público não pode ser: comece tudo de novo”, concluiu.

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