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24 de julho de 2026

Agro Mato Grosso

Conheça 1° aeroporto para OVNIs construído em cidade de MT com relatos de extraterrestres

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Enquanto relatos de supostos objetos voadores não identificados (OVNIs) voltam a chamar atenção no Brasil após o registro de luzes misteriosas no céu de Campo Largo (PR), no último domingo (31), uma cidade de Mato Grosso mantém há décadas uma estrutura criada justamente para uma eventual visita extraterrestre.

Em Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá, está construído o primeiro discoporto do mundoinaugurado em 1995 como um aeroporto simbólico para possíveis naves alienígenas. A estrutura surgiu em meio às frequentes histórias de moradores sobre luzes misteriosas e fenômenos considerados incomuns na região.

Todos os anos, moradores e entusiastas da ufologia se reúnem no local para fazer uma vigília na expectativa de presenciar aparições no céu, o que ainda não aconteceu.

No local, também acontece o Congresso Mato-grossense de Ufologia e Parapsicologia, realizado pela Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Parapsicológicas (AMPUP). No evento, os participantes acompanham palestras e relatos sobre fenômenos considerados inexplicáveis.

A construção se tornou um dos principais pontos turísticos do município e um símbolo da cultura ufológica local. Apesar de nunca ter recebido uma nave extraterrestre — ao menos oficialmente —, o espaço reforça a fama de Barra do Garças como uma das cidades brasileiras mais associadas a relatos sobre OVNIs.

🛸A construção do aeroporto de disco voador

O ‘aeroporto de OVNIs’ foi construído pela própria Prefeitura de Barra do Garças. A estrutura foi idealizada pelo então vereador Valdon Varjão para valorizar o misticismo da região e atrair visitantes. Os primeiros painéis e a réplica de uma nave em formato de disco voador foram instalados em 1997.

O atrativo turístico ficou fechado por seis anos, mas foi reaberto em 2022 após passar por obras de revitalização e ampliação, com investimento superior a R$ 40 mil. A estrutura recebeu melhorias na iluminação, paisagismo temático e no acesso ao parque.

De acordo com a prefeitura, as intervenções têm como objetivo fortalecer o turismo, um dos principais setores da economia de Barra do Garças.

Luzes estranhas, civilização perdida…

 — Foto: Arte g1

Moradores relatam há décadas o aparecimento de luzes brilhantes no céu e outros fenômenos que atribuem à presença de extraterrestres. Histórias sobre tremores de terra na Serra do Roncador também ajudam a alimentar as lendas que cercam o município.

O psicólogo e ufólogo Ataíde Ferreira da Silva Neto contou a imprensa, no ano passado, que essas histórias começaram nos anos 1920, quando o arqueólogo britânico Percy Fawcett viajou à região em busca de uma cidade lendária, o El Dorado. Fawcett é frequentemente comparado ao personagem de Harrison Ford, Indiana Jones, e vice-versa.

Fawcett desapareceu em 1925, um ano após a fundação de Barra do Garças. O corpo dele nunca foi achado, e o sumiço virou mais uma das lendas da cidade. O sumiço de Fawcett na Serra do Roncador rendeu várias “teorias”. Uma delas diz que ele entrou em um portal para outra dimensão, ligado a uma antiga civilização escondida na floresta.

A própria Serra do Roncador é alvo de lendas ancestrais que se entrelaçam com a realidade, tecendo um véu de mistério que intriga pesquisadores e visitantes há décadas. Entre os relatos mais impressionantes, figuram os relatos de aparições de espíritos obsessores, entidades que, segundo a crença popular, vagam pela região aprisionadas em um plano espiritual inferior.

As histórias sobre esses espíritos variam em detalhes, mas convergem em um ponto central: a presença de uma energia negativa que se manifesta em diferentes formas, desde aparições fantasmagóricas até eventos inexplicáveis e sensações de profundo desconforto. Alguns relatos mencionam a presença de vultos à noite, enquanto outros falam de vozes fantasmagóricas e objetos que se movem sozinhos.

💭Relatos

 

Cachoeria da Água Limpa, placa inspirada em ETs e o discoporto, no Parque Estadual da Serra Azul, em Barra dos Garça — Foto: Reprodução

Cachoeria da Água Limpa, placa inspirada em ETs e o discoporto, no Parque Estadual da Serra Azul, em Barra dos Garça — Foto: Reprodução

O jornalista Konrad Felipe Hencke, que vive na cidade desde 1994, é um dos moradores que afirma já ter vivido uma experiência ufológica quando ainda adolescente. Ele relata que, na época, viu luzes misteriosas no céu enquanto estava na fazenda da avó.

“Minha mãe estava na porteira tentando usar o celular quando viu uma luz muito forte no horizonte. Ela me chamou e, quando fui olhar, vi aquela luz grande cercada por outras quatro ou cinco luzes menores. Elas se moviam em ondas e apagavam e acendiam. Foi muito fora do comum”, lembra Konrad.

Apesar de se considerar ateu e cético em relação a fenômenos sobrenaturais, Konrad afirma que o episódio o marcou profundamente.

“Fiquei muito nervoso, nem queria olhar para aquilo. Foi uma sensação muito forte. Eu era novo, tinha uns 12 anos, e foi uma sensação muito intensa. Não sou uma pessoa com muita crença nisso, sou meio ateu mesmo, mas isso foi uma experiência que vivi”, afirmou.

A fama mística da cidade também inspirou moradores. Um deles é Osmar Cláudio da Silva, conhecido como “ET da Barra”. Morador desde 1982, ele se fantasia de alienígena em desfiles e eventos há mais de 30 anos.

Com bom humor, Osmar virou símbolo do turismo ufológico da cidade. Em 2015, foi homenageado pela Câmara com a criação do dia do ET, comemorado no segundo domingo de julho.

“Quando criaram o discoporto, veio a ideia da fantasia. Um arquiteto da cidade sugeriu para a esposa dele: ‘Vamos fazer uma fantasia para o Osmar, ele é o único que tem coragem de representar os ETs aqui da Barra’. E foi assim que tudo começou”, contou o morador, em entrevista ao g1.

Apesar de nunca ter presenciado pessoalmente nenhuma aparição alienígena, Osmar diz que conhece muitas pessoas que juram ter visto luzes e naves misteriosas no céu da cidade. “Eu mesmo nunca vi, mas conheço gente que viu e fala com tanta convicção que a gente até acredita”.

Osmar Cláudio da Silva, conhecido como 'ET da Barra' — Foto: Reprodução

Osmar Cláudio da Silva, conhecido como ‘ET da Barra’ — Foto: Reprodução

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TCE amplia diálogo sobre Reforma Tributária com setor produtivo do turismo em MT

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O presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade Fiscal e Desenvolvimento (Copsfid) do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro aposentado Valter Albano, defendeu, nesta terça-feira (21), que o novo sistema tributário brasileiro tornará a arrecadação mais transparente e contribuirá para uma distribuição mais equilibrada do desenvolvimento no estado. A avaliação foi feita durante o painel “Reforma Tributária e o Turismo”, realizado na sede da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT).

O encontro reuniu representantes do setor turístico, empresários e integrantes do Governo do Estado para discutir os impactos da maior reforma fiscal da história do país sobre a cadeia produtiva do turismo em Mato Grosso. A iniciativa integra a estratégia do presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, de ampliar o diálogo com diferentes setores da sociedade e orientar gestores públicos e o setor produtivo sobre os efeitos da Reforma Tributária e seus reflexos no desenvolvimento econômico do estado.

Para Albano, o novo modelo representa um avanço na transparência do sistema tributário e na promoção de um ambiente econômico mais justo. “Passamos a ter um sistema tributário transparente, verdadeiro, em que quem age corretamente paga e quem agia de forma incorreta também terá que pagar. Isso, na minha avaliação, democratiza o ambiente econômico.”

O presidente da Copsfid também ressaltou o papel orientativo do Tribunal de Contas durante o período de transição. “Nossa atuação tem sido voltada, principalmente, às prefeituras e aos seus órgãos de desenvolvimento econômico. Temos procurado mostrar que a Reforma Tributária apresenta mais pontos positivos do que negativos.”

Segundo ele, o novo modelo também pode contribuir para reduzir desigualdades regionais e ampliar oportunidades de crescimento. “Mato Grosso possui uma riqueza amplamente reconhecida, mas que ainda está concentrada nas mãos de poucos. O grande desafio é distribuir esse desenvolvimento e a Reforma Tributária pode ser um importante instrumento para alcançar esse objetivo.”

O presidente do Conselho Empresarial de Turismo e Hospitalidade da Fecomércio-MT (Cetur), Jaime Okamura, anfitrião do evento, destacou que as mudanças exigirão maior integração entre os segmentos da cadeia produtiva do turismo. “O turismo depende diretamente de setores como transporte aéreo, hospedagem, alimentação e bebidas. Qualquer alteração nos custos dessas atividades impactará diretamente o setor. Todos os estados disputarão turistas, investimentos e eventos. Por isso, precisamos nos preparar, desenvolver novos produtos turísticos e fortalecer nossos destinos.”

Apresentações

Durante o painel, os consultores da Copsfid Coltri Junior e Ilson Sanches abordaram o tema “Reforma Tributária: impactos e desafios nos municípios com potencial turístico do estado”.

Especialista em Direito Empresarial e Processual, Ilson Sanches explicou que, por determinação do presidente do TCE-MT, conselheiro Sérgio Ricardo, o Tribunal ampliou sua atuação orientativa para apoiar o estado e os municípios na adaptação ao novo sistema tributário.

“Na Comissão, desenvolvemos um trabalho de orientação, oferecendo estudos, diagnósticos e subsídios para o aperfeiçoamento das políticas públicas. Nosso objetivo é ampliar o conhecimento sobre a Reforma Tributária e mostrar as potencialidades dos municípios para se adaptarem ao novo modelo, cuja transição ocorrerá até 2033”, salientou.

Já o consultor organizacional e especialista em gestão, Coltri Junior, destacou que a reforma cria oportunidades para que o turismo contribua para compensar eventuais perdas de arrecadação municipal.

“Com a mudança na forma de tributação, o consumo passa a ser um fator estratégico para os municípios, já que a arrecadação será concentrada no local onde ocorre o consumo e não mais onde o bem é produzido. Nesse cenário, o turismo torna-se um elemento importante para fortalecer a economia local e mitigar possíveis perdas de receita”, pontuou.

Promovido pelo Cetur em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Mato Grosso (SHRBS-MT) e o Sindicato de Empresas de Eventos e Afins de Mato Grosso (Sindieventos-MT), o evento também contou com a participação do auditor e Secretário Executivo da Copsfid,  Flávio Vieira, do Auditor e Secretário Adjunto do Núcleo de Políticas Públicas do TCE/MT, Joel Bino, do presidente da Fecomércio, Tião da Zaeli, da Deputada Estadual Janaína Riva, do secretário-adjunto de Turismo do Estado, Luis Carlos Nigro, e do Prefeito de Diamantino, Chico Mendes.

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TCE propõe mudança na Lei para destravar mais de 2,7 mil obras municipais paralisadas em MT

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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, vai propor mudanças na Nova Lei de Licitações (Lei nº 14.133/2021) para priorizar a retomada de obras paralisadas. A proposta será encaminhada ao Congresso Nacional e apresentada ao presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre.

O anúncio foi feito durante reunião transmitida ao vivo nesta quarta-feira (22). Em Mato Grosso, somente no que diz respeito às prefeituras, há 2.705 obras paralisadas, que somam R$ 3,6 bilhões

“Esses números são preocupantes e o dinheiro gasto é desperdiçado, já que a obra fica desgastada e precisa ser refeita. A principal sugestão que iremos fazer é a de que os municípios possam contratar empresas locais para retomarem as obras, mesmo que não tenham participado do processo licitatório, desde que atendam aos critérios estabelecidos pelo edital”, explicou Sérgio Ricardo.

Informações disponíveis no módulo “Obras Paralisadas” do Radar de Controle Público do TCE-MT apontam ainda que, das 2.705 obras paralisadas, pleiteadas pelo Poder Executivo Municipal, 1.705 estão nesta situação há mais de 90 dias. As prefeituras que mais enfrentam o desafio atualmente são as de Várzea Grande, Barra do Bugres e Rondonópolis, e os setores mais afetados são infraestrutura e transporte, educação e saúde.

De acordo com o conselheiro-presidente, o TCE-MT dispõe de informações exclusivas que, quando reunidas nas plataformas Platão e Radar de Controle Público, desenvolvidas pela Secretaria Executiva de Tecnologia da Informação (SETI), contribuem para além da fiscalização, agregando nas orientações oferecidas pelo órgão.

“Essas ferramentas têm contribuído muito com a elaboração do Plano de Metas Mato Grosso 2050, com apoio da equipe técnica e dos especialistas do Tribunal. Com informações exclusivas, podemos dar uma contribuição ímpar aos próximos governantes com um projeto de gestão para os próximos 24 anos”, pontuou.

O presidente acrescentou ainda que obras paralisadas passarão a ser ponto de controle na análise das contas por parte do TCE. “Na prestação de contas desse ano, os prefeitos deverão informar quais obras estão paralisadas, quanto foi gasto, o motivo da paralisação e a empresa contratada. Essa situação não pode continuar assim”, concluiu.

Platão

A inteligência artificial foi desenvolvida pelo TCE-MT e lançada em 2025 com o objetivo de fortalecer o trabalho da instituição e, por consequência, a gestão pública e os serviços prestados à população. A ferramenta, que conta com modelo próprio de consultas em linguagem natural, hospedado no data center do órgão, agiliza processos internos e amplia a capacidade de fiscalização preventiva.

Desde maio deste ano, a plataforma passou a monitorar e analisar em tempo real todos os editais de licitação publicados pelos órgãos públicos de Mato Grosso, ampliando o controle preventivo sobre contratos e obras públicas no estado e evitando prejuízos financeiros.

Obras paralisadas no Radar de Controle Público

Desde 2021, o TCE-MT disponibiliza, no módulo “Obras Paralisadas” do Radar de Controle Público, um panorama em tempo real das obras paralisadas no estado, com detalhes, valores gastos e tempo de paralisação.

As informações são provenientes do Sistema Geo-Obras, também do TCE-MT, que são declaratórias e cadastradas pelas próprias unidades gestoras responsáveis pelo empreendimento. A ferramenta foi desenvolvida pela Secretaria Executiva de Tecnologia da Informação (SETI) do TCE-MT e é gerenciada pela Secex de Obras e Infraestrutura.

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FS e AMAGGI concluem acordo estratégico em MT na produção de etanol no Brasil

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A FS e a AMAGGI  concluíram o acordo que une uma das líderes na produção de etanol no Brasil e a maior empresa brasileira de grãos e fibras, após a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do cumprimento de todas as condições precedentes.

A transação, por meio da qual a AMAGGI adquire uma participação de 40% do capital social da FS, contempla um aporte de US$ 100 milhões na companhia, por meio de uma emissão primária de ações. Além disso, prevê a aquisição de participações detidas por acionistas da FS.

Com raízes no estado de Mato Grosso, tanto a FS quanto a AMAGGI compartilham uma trajetória marcada por inovação, crescimento sustentável e protagonismo na cadeia agrícola. Fundada com foco na produção de biocombustíveis e nutrição animal a partir do milho, a FS foi pioneira na produção de etanol de milho no Brasil e protagonista no desenvolvimento do setor, consolidando-se como referência em eficiência, inovação e sustentabilidade.

A AMAGGI, que completa 50 anos no próximo ano, tornou-se a maior empresa de capital integralmente brasileiro na cadeia da soja, do milho e do algodão. Atua na produção, exportação, industrialização, logística, geração e comercialização de energia, produtos e serviços financeiros, insumos, produção de biodiesel, entre diversas outras atividades do agronegócio. A companhia também é referência em sustentabilidade, com diversos reconhecimentos internacionais e posição de liderança em rankings globais sobre o tema.

A parceria tem como foco apoiar o crescimento da FS e capturar conhecimentos e sinergias relevantes em áreas estratégicas, incluindo originação de milho, otimização logística e exportações, fortalecendo ainda mais a competitividade das duas organizações. Para a AMAGGI, trata-se de mais um passo em sua estratégia de industrialização e verticalização das operações, contribuindo para a crescente diversificação de seu portfólio de negócios.

A FS deve inaugurar sua quarta unidade produtiva ao fim de 2026, em Campo Novo do Parecis, e a quinta, em Querência, em julho de 2027. Ao fim desse ciclo de expansão, a empresa terá capacidade produtiva estimada de 3,9 bilhões de litros de etanol e de aproximadamente 3,0 milhões de toneladas de DDG.

Sobre a FS – A FS foi a primeira empresa a produzir etanol exclusivamente a partir de milho no Brasil, e sua visão de negócio é ser a maior companhia de combustível carbono negativo do mundo. Desde o início das atividades, em 2017, o negócio cresceu mais de 10 vezes e vive um novo ciclo de expansão. A receita líquida da companhia alcançou R$ 13 bilhões ao fim do ano-safra 2025/2026, com lucro líquido de R$ 1,6 bilhão.

A companhia processa atualmente mais de 6 milhões de toneladas de milho por ano-safra e produz 2,6 bilhões de litros de etanol e 2,2 milhões de toneladas de DDG (proteína de milho para nutrição animal). O etanol de milho produzido pela FS possui a menor pegada de carbono do mundo.

Sobre a AMAGGI – Fundada em 1977, a AMAGGI é a maior empresa brasileira de grãos e fibras. Presente em diversas etapas da cadeia do agronegócio, a companhia atua na produção agrícola de grãos, fibras e sementes; na originação, processamento e comercialização de grãos e insumos; além de transporte fluvial e rodoviário, operações portuárias e geração e comercialização de energia elétrica renovável.

Com sede em Cuiabá (MT), a AMAGGI está presente em todas as regiões do Brasil, com fazendas, armazéns, escritórios, fábricas, frota fluvial e rodoviária, terminais portuários e centrais hidrelétricas. No exterior, possui unidades e escritórios na Argentina, China, Holanda, Noruega, Suíça, Singapura e Panamá.

A empresa comercializa 24,7 milhões de toneladas de grãos e fibras em todo o mundo, das quais 1,7 milhão de toneladas é proveniente de suas próprias fazendas. Além disso, mantém relacionamento comercial com aproximadamente 5,6 mil produtores rurais.

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