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2 de julho de 2026

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Negócios de soja travam e apenas uma região registra alta nos preços; saiba qual

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja iniciou a semana travado, com poucos negócios efetivos e cotações operando de forma mista e nominal. Segundo a consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o produtor está distante dos negócios, enquanto as tradings já possuem o programa de exportação fechado e a indústria não demonstra demanda adicional.

No cenário externo, a Bolsa de Chicago voltou a operar em baixa, com prêmios estáveis e dólar registrando pequenas altas.

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Confira os preços de soja no Brasil:

  • Passo Fundo (RS): caiu de R$ 136,00 para R$ 135,50
  • Santa Rosa (RS): caiu de R$ 137,00 para R$ 136,50
  • Cascavel (PR): caiu de R$ 136,00 para R$ 135,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 123,00 para R$ 124,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 125,50
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 127,00 para R$ 129,00
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 142,00 para R$ 141,00
  • Rio Grande (RS): caiu de R$ 143,50 para R$ 141,50

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam mistos nesta segunda-feira (15) na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado foi pressionado por dúvidas quanto à demanda chinesa e pelo bom desenvolvimento das lavouras sul-americanas. Tentativas de reação técnica não alteraram os contratos mais próximos.

Dados da Comissão de Negociação de Futuros de Commodities dos EUA (CFTC) mostraram que fundos geridos de commodities haviam construído posição líquida comprada expressiva até meados de novembro, deixando o mercado mais suscetível à liquidação de posições compradas.

Esmagamento de soja

Segundo a Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (Nopa), o esmagamento de soja atingiu 216,041 milhões de bushels em novembro, ante 227,647 milhões no mês anterior, abaixo da expectativa de 220,285 milhões. Em novembro de 2024, foram 193,185 milhões.

Em relação às inspeções de exportação norte-americana, os números chegaram a 796.661 toneladas na semana encerrada em 11 de dezembro, ante 1.025.007 toneladas na semana anterior. Exportadores privados reportaram a venda de 136.000 toneladas à China, para entrega na temporada 25/26. As exportações líquidas dos EUA na temporada 2025/26 ficaram em 2.320 milhões de toneladas na semana encerrada em 20 de novembro.

Contratos futuros de soja

Na CBOT, os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com baixa de 5,00 centavos de dólar a US$ 10,71 3/4 por bushel. A posição março caiu 5,50 centavos, cotada a US$ 10,81 1/4 por bushel. No farelo, janeiro subiu US$ 1,00 a US$ 303,50 por tonelada. No óleo, janeiro perdeu 0,59 centavo, fechando a 49,48 centavos de dólar.

Câmbio

O dólar comercial encerrou com alta de 0,14%, sendo negociado a R$ 5,4193 para venda e R$ 5,4173 para compra, com mínima de R$ 5,4110 e máxima de R$ 5,4235.

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Governo de MT vai superar em 8 anos todo o asfalto construído em 271 anos de história

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Estado alcançará 7 mil quilômetros de novas rodovias pavimentadas até o fim de 2026. Pivetta destaca fim do isolamento de regiões e segurança para a população.

Até o final de 2026, o Governo de Mato Grosso vai superar a marca de ter construído 7 mil quilômetros de rodovias asfaltadas em oito anos, mais do que havia sido construído em 271 anos de história do Estado.

Os números representam um grande avanço logístico para Mato Grosso, que tem a maior malha rodoviária do país, com mais de 32 mil quilômetros de rodovias. Até o fim de 2018, o Estado tinha pouco mais de seis mil quilômetros de rodovias asfaltadas.

“Por muitos anos, Mato Grosso não recebeu os investimentos que precisava. Quando assumimos o Governo, em 2019, organizamos as contas públicas e fizemos da infraestrutura uma prioridade. Não é à toa que temos um dos maiores pacotes de infraestrutura do país e, em oito anos, vamos construir mais asfalto do que foi feito em toda a história de Mato Grosso. Isso não é importante apenas para quem produz. Estrada asfaltada aproxima as pessoas, garante mais segurança, facilita o transporte escolar, o acesso à saúde e leva desenvolvimento para regiões que antes viviam isoladas. É assim que o Estado cumpre o seu papel de servir a população”, afirmou o governador Otaviano Pivetta.

O total de 7 mil quilômetros corresponde à quantidade de asfalto novo construída em rodovias estaduais e também em estradas vicinais, em parceria da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) com prefeituras e associações.

Além de facilitar o escoamento da produção agropecuária de Mato Grosso, que é a maior do país, a ampliação da malha rodoviária beneficia diretamente a população, que passa a ter o direito de se deslocar por rodovias mais seguras e com mais conforto.

“Nós fazemos estradas para passarem pessoas. As estradas asfaltadas facilitam o transporte escolar, o trabalho das forças de segurança, o transporte de pacientes e ajudam no desenvolvimento regional”, afirma o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.

O asfalto novo chegou a novos corredores logísticos, como a MT-242, que corta o Estado de leste a oeste, mas também em ligações regionais, como a MT-240, entre Santo Afonso e Tangará da Serra. Beneficiou tanto os municípios de maior produção, como Sorriso, quanto aqueles cuja economia não é baseada no agronegócio, como Acorizal.

“Esses investimentos só foram possíveis porque, lá em 2019, o Governo, com a parceria da Assembleia Legislativa, arrumou o Estado, acertou as contas e permitiu que Mato Grosso passasse a ter recursos para realizar obras e investimentos”, afirmou o secretário Marcelo.

Com  Assessoria 

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Mato Grosso atinge a menor taxa de desemprego do Brasil e se aproxima de 1 milhão de carteiras assinadas

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Indicador despencou de 8,2% para apenas 2,2%. Setor de serviços e o agronegócio puxaram o saldo positivo de mais de 31 mil novas vagas formais

Mato Grosso registrou uma queda expressiva na taxa de desemprego entre 2019 e 2025 e chegou ao menor patamar do país, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) compilados pelo DataHub (Centro de Dados Econômicos de Mato Grosso) da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). No período, o indicador recuou de 8,2% para 2,2%, uma redução de seis pontos percentuais que consolida o estado entre os que mais ampliaram a absorção de mão de obra no Brasil.

O movimento de queda do desemprego ocorre em paralelo à expansão do mercado formal. Os dados têm como ponto de partida o ano de 2020, quando entrou em vigor o Novo Caged, sistema que substituiu a metodologia anterior de registro de movimentações no mercado de trabalho. Naquele ano, o saldo de empregos formais – diferença entre contratações e desligamentos – foi de 14.034 vagas. Em 2025, esse número chegou a 31.658 postos de trabalho com carteira assinada.

Para o governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, os resultados refletem políticas adotadas pelo Estado que vêm fortalecendo a economia e ampliando as oportunidades de trabalho.

“O Governo de Mato Grosso fez a escolha de apoiar quem produz, investir em infraestrutura, garantir segurança jurídica e criar um ambiente favorável aos negócios. Os resultados mostram que essa política está dando certo. Além disso, estamos investindo na qualificação da mão de obra, com capacitação e ensino profissionalizante, para preparar os trabalhadores e atender a demanda do setor produtivo. Isso se reflete em uma economia mais forte e em mais oportunidades para a população”, afirmou Pivetta.

O estoque de empregos formais, total de vínculos ativos no Estado, também cresceu no período: de 725.206 em 2020 para 947.376 em 2025, evidenciando a ampliação da base de trabalhadores inseridos no mercado formal.

Na divisão por setores econômicos, o destaque de 2025 foi o setor de serviços, responsável por um saldo de 14.421 vagas. Em seguida aparece a agropecuária, com 6.260 novos postos de trabalho no acumulado entre admissões e desligamentos.

De acordo com a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, o crescimento dos indicadores mostra que o desenvolvimento econômico do Estado tem se refletido em mais oportunidades para a população, com a expansão do emprego formal em diferentes setores.

“Mais do que bons indicadores, o mais importante é ver esse crescimento chegar às pessoas. Quando a economia cresce e novos investimentos se transformam em empregos, mais famílias conquistam renda, estabilidade e perspectivas de futuro. É isso que buscamos ao fortalecer o ambiente de negócios e atrair empresas para Mato Grosso.” destacou Mayran Beckman.

Com  Assessoria 

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Oferta restrita limita negócios de soja no Brasil, mas preços são firmes; confira as cotações

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Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve uma sessão moderada nesta quinta-feira (2), sem registro de grandes ofertas. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o foco dos produtores na comercialização do milho safrinha reduziu a disponibilidade de lotes de soja no mercado.

As cotações oscilaram entre estabilidade e alta ao longo do dia, sustentadas pelo desempenho positivo da Bolsa de Chicago durante boa parte da sessão, pelo dólar em patamar favorável e pelos prêmios de exportação, que seguem bastante firmes. Mesmo com esse cenário, o volume de negócios permaneceu limitado.

De acordo com Silveira, os produtores continuam priorizando as vendas de milho safrinha e segurando a soja, reduzindo a liquidez no mercado. O analista também destaca que algumas regiões apresentam oportunidades acima da paridade de exportação, especialmente em Minas Gerais, onde os preços estão acima da referência de exportação. Com o fechamento da Bolsa de Chicago nesta sexta-feira (3), em razão do feriado da Independência dos Estados Unidos, a expectativa é de poucas mudanças no curto prazo.

Mercado de soja

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 131,00 para R$ 131,50
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 132,00 para R$ 132,50
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 126,50
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 117,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 119,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 137,50
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 138,50

Soja em Chicago

No mercado internacional, os contratos futuros da soja fecharam sem direção única em Chicago, em uma sessão marcada por forte volatilidade e ajustes de posições antes do feriado prolongado nos Estados Unidos. Os investidores seguiram atentos aos números divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), às oscilações do petróleo, às condições climáticas favoráveis às lavouras norte-americanas e ao comportamento da demanda chinesa.

  • Saiba as notícias mais recentes sobre a soja na comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

O USDA estimou a área plantada de soja nos Estados Unidos em 85,4 milhões de acres na safra 2026, volume 5% superior ao registrado no ano passado e acima dos 84,7 milhões de acres projetados no relatório de intenção de plantio divulgado em março. A estimativa ficou dentro das expectativas do mercado.

O órgão também informou que os estoques trimestrais de soja em 1º de junho totalizaram 1,06 bilhão de bushels, alta de 5% em relação ao mesmo período de 2025 e acima da expectativa dos analistas, que era de 1,05 bilhão de bushels. Desse total, 367 milhões de bushels estavam armazenados nas propriedades rurais, queda de 11% na comparação anual, enquanto os estoques fora das fazendas somaram 694 milhões de bushels, avanço de 16%.

Já as exportações líquidas dos Estados Unidos ficaram abaixo do esperado. Na semana encerrada em 25 de junho, foram comercializadas 41,5 mil toneladas da safra 2025/26 e outras 182,5 mil toneladas da temporada 2026/27. O mercado aguardava vendas entre 500 mil e 1,5 milhão de toneladas.

Contratos futuros de soja

Na Bolsa de Chicago, o contrato agosto da soja avançou 0,26%, encerrando a US$ 11,36 1/4 por bushel. O vencimento novembro recuou 0,13%, para US$ 11,47 3/4 por bushel. Entre os subprodutos, o farelo para agosto subiu 0,06%, fechando a US$ 305,50 por tonelada, enquanto o óleo avançou 0,11%, para 66,77 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

No mercado cambial, o dólar comercial encerrou o dia com queda de 0,03%, cotado a R$ 5,2077 na venda e R$ 5,2057 na compra, oscilando entre a mínima de R$ 5,1587 e a máxima de R$ 5,2187 durante a sessão.

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