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2 de julho de 2026

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Aprosoja Roraima mobiliza campanha para ajudar vítimas de terremoto na Venezuela

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Imagem IA

O terremoto que atingiu a Venezuela deixou milhares de pessoas em situação de extrema vulnerabilidade. Muitas famílias perderam suas casas, alimentos e bens essenciais, aumentando a necessidade de ajuda humanitária nas regiões afetadas.

Diante desse cenário, a Aprosoja Roraima iniciou uma campanha solidária para arrecadar alimentos e recursos financeiros destinados às vítimas. A distribuição das doações será realizada em parceria com a Cáritas Venezuela, organização com ampla atuação em ações humanitárias no país.

A mobilização prevê o envio de alimentos não perecíveis por via terrestre, saindo de Boa Vista (RR), passando por Pacaraima e Santa Elena de Uairén, até chegar a Caracas. Atualmente, essa é a rota mais viável para o transporte de ajuda humanitária a partir do Brasil, especialmente após o fechamento do Aeroporto Internacional Simón Bolívar em decorrência dos impactos provocados pelos ocorridos.

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A associação está recebendo contribuições de pessoas, empresas e instituições interessadas em colaborar com a assistência às famílias venezuelanas.

Quem desejar participar da campanha pode contribuir com a doação de alimentos ou realizar uma doação em dinheiro via Pix, pela chave: aprosojaroraima@gmail.com.

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Mato Grosso atinge a menor taxa de desemprego do Brasil e se aproxima de 1 milhão de carteiras assinadas

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Indicador despencou de 8,2% para apenas 2,2%. Setor de serviços e o agronegócio puxaram o saldo positivo de mais de 31 mil novas vagas formais

Mato Grosso registrou uma queda expressiva na taxa de desemprego entre 2019 e 2025 e chegou ao menor patamar do país, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) compilados pelo DataHub (Centro de Dados Econômicos de Mato Grosso) da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). No período, o indicador recuou de 8,2% para 2,2%, uma redução de seis pontos percentuais que consolida o estado entre os que mais ampliaram a absorção de mão de obra no Brasil.

O movimento de queda do desemprego ocorre em paralelo à expansão do mercado formal. Os dados têm como ponto de partida o ano de 2020, quando entrou em vigor o Novo Caged, sistema que substituiu a metodologia anterior de registro de movimentações no mercado de trabalho. Naquele ano, o saldo de empregos formais – diferença entre contratações e desligamentos – foi de 14.034 vagas. Em 2025, esse número chegou a 31.658 postos de trabalho com carteira assinada.

Para o governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, os resultados refletem políticas adotadas pelo Estado que vêm fortalecendo a economia e ampliando as oportunidades de trabalho.

“O Governo de Mato Grosso fez a escolha de apoiar quem produz, investir em infraestrutura, garantir segurança jurídica e criar um ambiente favorável aos negócios. Os resultados mostram que essa política está dando certo. Além disso, estamos investindo na qualificação da mão de obra, com capacitação e ensino profissionalizante, para preparar os trabalhadores e atender a demanda do setor produtivo. Isso se reflete em uma economia mais forte e em mais oportunidades para a população”, afirmou Pivetta.

O estoque de empregos formais, total de vínculos ativos no Estado, também cresceu no período: de 725.206 em 2020 para 947.376 em 2025, evidenciando a ampliação da base de trabalhadores inseridos no mercado formal.

Na divisão por setores econômicos, o destaque de 2025 foi o setor de serviços, responsável por um saldo de 14.421 vagas. Em seguida aparece a agropecuária, com 6.260 novos postos de trabalho no acumulado entre admissões e desligamentos.

De acordo com a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, o crescimento dos indicadores mostra que o desenvolvimento econômico do Estado tem se refletido em mais oportunidades para a população, com a expansão do emprego formal em diferentes setores.

“Mais do que bons indicadores, o mais importante é ver esse crescimento chegar às pessoas. Quando a economia cresce e novos investimentos se transformam em empregos, mais famílias conquistam renda, estabilidade e perspectivas de futuro. É isso que buscamos ao fortalecer o ambiente de negócios e atrair empresas para Mato Grosso.” destacou Mayran Beckman.

Com  Assessoria 

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Oferta restrita limita negócios de soja no Brasil, mas preços são firmes; confira as cotações

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Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve uma sessão moderada nesta quinta-feira (2), sem registro de grandes ofertas. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o foco dos produtores na comercialização do milho safrinha reduziu a disponibilidade de lotes de soja no mercado.

As cotações oscilaram entre estabilidade e alta ao longo do dia, sustentadas pelo desempenho positivo da Bolsa de Chicago durante boa parte da sessão, pelo dólar em patamar favorável e pelos prêmios de exportação, que seguem bastante firmes. Mesmo com esse cenário, o volume de negócios permaneceu limitado.

De acordo com Silveira, os produtores continuam priorizando as vendas de milho safrinha e segurando a soja, reduzindo a liquidez no mercado. O analista também destaca que algumas regiões apresentam oportunidades acima da paridade de exportação, especialmente em Minas Gerais, onde os preços estão acima da referência de exportação. Com o fechamento da Bolsa de Chicago nesta sexta-feira (3), em razão do feriado da Independência dos Estados Unidos, a expectativa é de poucas mudanças no curto prazo.

Mercado de soja

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 131,00 para R$ 131,50
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 132,00 para R$ 132,50
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 126,50
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 117,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 119,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 137,50
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 138,50

Soja em Chicago

No mercado internacional, os contratos futuros da soja fecharam sem direção única em Chicago, em uma sessão marcada por forte volatilidade e ajustes de posições antes do feriado prolongado nos Estados Unidos. Os investidores seguiram atentos aos números divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), às oscilações do petróleo, às condições climáticas favoráveis às lavouras norte-americanas e ao comportamento da demanda chinesa.

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O USDA estimou a área plantada de soja nos Estados Unidos em 85,4 milhões de acres na safra 2026, volume 5% superior ao registrado no ano passado e acima dos 84,7 milhões de acres projetados no relatório de intenção de plantio divulgado em março. A estimativa ficou dentro das expectativas do mercado.

O órgão também informou que os estoques trimestrais de soja em 1º de junho totalizaram 1,06 bilhão de bushels, alta de 5% em relação ao mesmo período de 2025 e acima da expectativa dos analistas, que era de 1,05 bilhão de bushels. Desse total, 367 milhões de bushels estavam armazenados nas propriedades rurais, queda de 11% na comparação anual, enquanto os estoques fora das fazendas somaram 694 milhões de bushels, avanço de 16%.

Já as exportações líquidas dos Estados Unidos ficaram abaixo do esperado. Na semana encerrada em 25 de junho, foram comercializadas 41,5 mil toneladas da safra 2025/26 e outras 182,5 mil toneladas da temporada 2026/27. O mercado aguardava vendas entre 500 mil e 1,5 milhão de toneladas.

Contratos futuros de soja

Na Bolsa de Chicago, o contrato agosto da soja avançou 0,26%, encerrando a US$ 11,36 1/4 por bushel. O vencimento novembro recuou 0,13%, para US$ 11,47 3/4 por bushel. Entre os subprodutos, o farelo para agosto subiu 0,06%, fechando a US$ 305,50 por tonelada, enquanto o óleo avançou 0,11%, para 66,77 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

No mercado cambial, o dólar comercial encerrou o dia com queda de 0,03%, cotado a R$ 5,2077 na venda e R$ 5,2057 na compra, oscilando entre a mínima de R$ 5,1587 e a máxima de R$ 5,2187 durante a sessão.

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“A melhor polícia do país”: Comandante exalta cerco ao crime organizado e novo efetivo em MT

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“Uma polícia que dá orgulho de se ver”. Essa é a avaliação do comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Claudio Fernando Carneiro Tinoco, sobre o atual momento vivido pela instituição, que completará 191 anos em setembro deste ano. O coronel Fernando destaca que a Polícia Militar tem buscado se renovar e que, com apoio do governador Otaviano Pivetta, transformou a forma de fazer a segurança no Estado.

Na entrevista abaixo, o comandante-geral da PM enfatizou todos os avanços da corporação e as novas estratégias de combate às facções criminosas, ao tráfico de drogas e a violência doméstica.

1. Em toda sua carreira como policial militar, como o senhor vê atualmente a Polícia Militar de Mato Grosso?
Uma polícia que dá orgulho de se ver. Primeiro, pelo comprometimento dos policiais militares e pelo apoio do governador Otaviano Pivetta no desenvolvimento dessa instituição. Tenho certeza de que temos muito ainda a fazer em nossa instituição, que está nos 142 municípios e vários distritos de Mato Grosso, colaborando para que o Estado cresça cada vez mais.

2. Desde 2019, a Polícia Militar vive uma transformação com novos armamentos e equipamentos, o que o senhor atribui a isso?
Eu atribuo isso à gestão eficiente do governador Otaviano Pivetta. Eu costumo dizer que ele só não usa a farda, mas está ao nosso lado, fortalecendo as ações da Polícia Militar. Costumo citar como exemplo o Batalhão de Operações Especiais (Bope), que é uma unidade que possui os melhores equipamentos a nível nacional. O apoio estrutural, logístico e a valorização que o Estado de Mato Grosso dá para a Polícia Militar representa um fortalecimento muito grande no combate ao crime.

3. O senhor é comandante-geral da PM desde novembro de 2024, quando houve a criação do Programa Tolerância Zero às Facções Criminosas, quais foram os principais avanços de combate ao crime e quais são as atuais estratégias de combate às facções criminosas que temos atualmente?
Isso é um presente na minha carreira, assumir o comando da Polícia Militar justamente na mesma semana em que foi lançado um programa importantíssimo de defesa à sociedade mato-grossense e de valorização das forças de segurança. Toda vez que o crime é combatido por ações de segurança pública, os criminosos procuram mudar de rota e estratégia de ação e a polícia sempre tem que estar um passo à frente. Neste momento, estamos fortalecendo muito as atividades de policiamento orientado à inteligência, para que a gente possa antecipar as ações das facções criminosas. Já temos resultados positivos e podemos observar uma diminuição nos índices de criminalidade. Temos um Estado que cresce ano a ano, com divisas e fronteiras com outro país e, ao mesmo tempo, estamos conseguindo reduzir os índices criminais.

4. Além da Tolerância Zero às Facções, um outro programa de sucesso do Governo do Estado é a Tolerância Zero às Invasões de Terra, que está combatendo as invasões de propriedade rural no Estado. O que a PM tem feito para coibir o crime nas zonas rurais de Mato Grosso?
Mato Grosso é um Estado de destaque internacional em produção agrícola, que move a nossa economia, então a Polícia Militar criou o patrulhamento rural, que é georreferenciado, proativo e comunitário, em que os profissionais da segurança pública visitam as propriedades rurais. Assim, eles ganham a confiança dos produtores e conhecem as características de cada região para que se crie uma rede de enfrentamento ao crime com apoio dos próprios agricultores, em um atendimento específico e com mais qualidade.

A Patrulha Rural é um programa que dá resultado extremamente positivo e que trabalha junto com o Tolerância Zero às Invasões de Terra, que tem 100% de assertividade, afinal nós não tivemos mais nenhuma propriedade invadida no Estado de Mato Grosso. Aqui existe um campo onde a Polícia Militar e as forças de segurança garantem ao produtor rural a sua segurança jurídica e capacidade de produção.

5. Cada vez mais mulheres vítimas de violência buscam ajuda da Patrulha Maria da Penha para dar um fim ao ciclo de violência. A Polícia Militar também lançou recentemente a Operação Escudo Feminino, voltada exclusivamente para o combate à violência doméstica. Há a expectativa para o aumento de núcleos e mais operações de proteção à mulher?
A Patrulha Maria da Penha realiza um trabalho muito importante de acolhimento, visita e proteção às mulheres. O governador Otaviano Pivetta, observando a necessidade de ampliar esse atendimento, está criando novos postos de atendimento para que todo o Estado e todos os municípios estejam protegidos por uma equipe da Patrulha Maria da Penha, então nós estamos realizando um trabalho no sentido de que todos os municípios tenham um núcleo capaz de atender as mulheres do Estado. Além disso, temos o treinamento de nossas tropas especializadas, é um objetivo nosso treinar, desenvolver e saber como acolher essa mulher vítima de violência e ter eficiência e qualidade na prestação de serviço.

6. Desde 2019, já foram convocados 1.741 profissionais para cargos efetivos na Polícia Militar. Somente neste ano, mais de 800 alunos foram chamados, o que a sociedade mato-grossense deve esperar desses novos policiais?
Deve esperar o servir e proteger e também um Estado mais seguro. Tenho a certeza de que a maior característica que esses profissionais terão é o servir à população. Eles estão sendo formados em cidades-polos, que é uma visão do Governo de Mato Grosso de formar esses policiais para que eles possam se identificar com a sociedade, se adaptar e entender como funciona cada região. São mais de 800 policiais em formação. Essa visão do governador Otaviano Pivetta, de valorizar todos os municípios, é ótima, pois somos uma população só, às vezes é uma cidade pequena de população, mas grande em nível de produção rural ou uma comunidade importante, todos precisam ser bem atendidos e a presença da PM também irá fazer desenvolver esse município.

7. O que a população mato-grossense pode continuar esperando e porque a sociedade deve continuar confiando na Polícia Militar?
A população mato-grossense conhece a Polícia Militar que ela tem, a PM de 190 anos, que está presente em todos os municípios e que, faça sol ou chuva, frio ou calor, estará presente. Seja na área urbana ou rural, é a Polícia Militar que irá servir e proteger a população diante de qualquer adversidade e o povo mato-grossense pode se sentir seguro. Na minha concepção, a Polícia Militar de Mato Grosso é a melhor polícia do país, a que mais capacita e se desenvolve, que respeita a população e usa a força necessária para combater as facções criminosas dentro da lei e servindo e protegendo a população.

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