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18 de outubro de 2026

Sustentabilidade

Semeadura de trigo evolui, com restrições pontuais decorrentes das chuvas – MAIS SOJA

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A semeadura de trigo no Rio Grande do Sul avançou de forma significativa e se encontra próxima da conclusão na maior parte das regiões, alcançando em média 83% da área prevista no Estado, que é de 814.220 hectares. De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado nesta quinta-feira (02/07), nas regiões de maior altitude, onde o calendário de implantação se estende até meados ou final de julho, os trabalhos de plantio estão em fases inicial e intermediária, conforme o escalonamento da semeadura e as condições edafoclimáticas locais.

As lavouras de trigo apresentam, de maneira geral, estabelecimento e estandes adequados e desenvolvimento vegetativo compatível com o período de cultivo. As temperaturas baixas e as geadas de fraca intensidade favorecem o perfilhamento, mas sem registro de danos significativos. Já a elevada nebulosidade e a reduzida disponibilidade de radiação solar, especialmente nas manhãs, limitam a velocidade de crescimento das plantas em diversas áreas.

Aveia-branca – O plantio está em conclusão. As áreas semeadas mais precocemente apresentam desenvolvimento vegetativo compatível com o período, e predominam os estádios de perfilhamento e início da elongação do colmo. O estabelecimento das lavouras é considerado adequado, com estandes uniformes e bom potencial produtivo inicial. A cultura de aveia-branca mantém estabilidade de área na Safra 2026, com estimativa de 387.697 hectares. A produtividade média estadual está projetada pela Emater/RS-Ascar em 2.322 kg/ha.

Canola – A semeadura da canola está tecnicamente concluída no RS, restando finalizar em algumas áreas marginais. As lavouras apresentam estabelecimento e desenvolvimento vegetativo satisfatórios, favorecidos pelas baixas temperaturas e radiação solar suficiente na maior parte do período. Nas áreas implantadas mais precocemente, iniciou o florescimento. As precipitações ocasionaram lixiviação de nutrientes em áreas localizadas. Já as geadas não provocaram danos relevantes às lavouras em desenvolvimento vegetativo, mas preocupam os produtores em relação apenas a poucas áreas em florescimento. A área cultivada de canola apresenta grande expansão na Safra 2026 no Estado, com área estimada de 353.397 hectares, e produtividade média de 1.619 kg/h.

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Cevada – A semeadura da cevada está em finalização, e as lavouras apresentam estabelecimento satisfatório, com estandes uniformes e desenvolvimento compatível para a fase inicial do ciclo. Predominam os estágios de desenvolvimento vegetativo inicial e início do perfilhamento, favorecidos pelas temperaturas mais baixas, registradas no período. O estado fitossanitário é considerado satisfatório, sem relatos de ocorrência significativa de pragas ou doenças. A projeção da Emater/RS-Ascar aponta acentuada retração de área na Safra 2026. A estimativa de cultivo é de 20.320 hectares, e a produtividade média estadual de 3.020 kg/ha.

CULTURAS DE VERÃO

Soja – A colheita está concluída no Rio Grande do Sul. As geadas, registradas durante o período, promoveram elevada mortalidade de plantas voluntárias, emergidas após a colheita, reduzindo a presença de hospedeiros vivos no período de entressafra. O vazio sanitário obrigatório para a cultura, vigente entre os meses de julho e setembro, contribui para a diminuição do inóculo de patógenos, especialmente de ferrugem-asiática, e para a redução da pressão de doenças na safra subsequente. A produtividade média estadual da Safra 2025/2026, indicada pela Emater/RS-Ascar, foi de 2.707 kg/ha. A área plantada no Estado foi estimada em 6.697.172 hectares.

Milho – A colheita do milho está concluída no RS. Ainda há áreas pontuais com ciclo encerrado e espigas fisiologicamente maduras, mantidas no campo sob o sistema de armazenamento em pé, mediante o dobramento das plantas, o que permite maior flexibilidade na programação da colheita. A produtividade estadual estimada pela Emater/RS-Ascar foi de 7.362 kg/ha. A área cultivada alcançou 812.540 hectares.

OLERÍCOLAS E FRUTÍCOLAS

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Cebola – Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul, em Nova Roma do Sul, o alto volume de chuva no período elevou bastante a umidade do solo. Alguns produtores estão aguardando condições adequadas de umidade para realizar o transplantio das mudas das variedades mais precoces. Nas sementeiras, há incidência de doenças como botritis, mas sem causar danos. As práticas realizadas no período foram tratamentos fitossanitários, adubações, controle das plantas daninhas nas sementeiras e preparo final das áreas de cultivo onde serão transplantadas as mudas de variedades precoces.

Na região de Passo Fundo, a semeadura avançou de forma lenta, mesmo no sistema de plantio direto, em função da alta umidade no solo. Já as mudas cultivadas em canteiros, no sistema convencional, estão em desenvolvimento vegetativo. Estima-se o cultivo de 140 hectares, com produtividade esperada de 35 t/ha. Já na região de Pelotas, em São José do Norte, Rio Grande e Tavares, os produtores estão realizando a semeadura da cebola nos viveiros, e o transplante de mudas avançou para 18% da área prevista em São José do Norte. As chuvas foram benéficas para a cultura. No plantio destinado à produção de sementes, continua a classificação de bulbos.

Mandioca – Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Santa Rosa são cultivados 6,2 mil hectares. As chuvas constantes, aliadas às baixas temperaturas, têm preocupado os produtores na região, pois em áreas com excesso de umidade os mandiocais estão suscetíveis ao encharcamento do solo, condição que compromete o desenvolvimento normal das plantas. Em muitos casos, as raízes ficam escurecidas, moles e com odor característico, tornando-se impróprias para o consumo e comercialização. Além disso, as plantas ficam mais vulneráveis a doenças fúngicas e bacterianas. Esse cenário leva muitas famílias a anteciparem ou intensificarem a colheita para diminuir os prejuízos. A retirada das raízes do solo encharcado permite evitar o avanço da podridão e possibilita o aproveitamento da produção antes que ocorram perdas mais severas.

Na região de Lajeado, em Cruzeiro do Sul, que é o sétimo maior produtor de mandioca no Estado, a cultura está em colheita e comercialização. De modo geral, as plantas apresentam bom desenvolvimento e produtividade (15 t/ha). Porém, as plantas começam a apresentar problemas com podridão de raízes em algumas variedades, ocasionados pelo excesso de umidade no solo. A principal variedade cultivada na região é a Vassourinha, reconhecida pelo cozimento adequado e sabor agradável.

Fonte: Emater/RS

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Sustentabilidade

Conab divulga números elevados para a soja na temporada 2026/27; o que movimentou o mercado e o que esperar?

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O mercado brasileiro de soja registrou poucos negócios e recuo nos preços nas principais praças do país. Com a queda das cotações na Bolsa de Chicago, os produtores priorizaram o plantio da nova safra e deixaram a comercialização em segundo plano. As perspectivas positivas para a produção brasileira também influenciaram o cenário, conforme as estimativas divulgadas pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

O relatório de outubro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) elevou a projeção da safra norte-americana de soja em 2026/27 para 4,562 bilhões de bushels, equivalentes a 124,15 milhões de toneladas. No relatório anterior, a estimativa era de 4,535 bilhões de bushels, ou 123,4 milhões de toneladas. O mercado esperava uma produção de 4,541 bilhões de bushels.

A produtividade das lavouras norte-americanas foi revisada de 52,8 para 53,1 bushels por acre. Os estoques finais dos Estados Unidos foram projetados em 315 milhões de bushels, ou 8,57 milhões de toneladas, acima dos 310 milhões de bushels estimados em setembro. A expectativa do mercado era de 311 milhões de bushels.

O USDA manteve a previsão de esmagamento de soja nos Estados Unidos em 2,78 bilhões de bushels. Já a estimativa de exportações passou de 1,685 bilhão para 1,695 bilhão de bushels.

Produção mundial de soja

Para a safra mundial de soja em 2026/27, o USDA estima produção de 442,70 milhões de toneladas, ante 442,35 milhões de toneladas projetadas em setembro. Os estoques finais da temporada foram estimados em 124,28 milhões de toneladas, acima da expectativa do mercado, de 123,9 milhões de toneladas.

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Para a temporada 2025/26, os estoques finais mundiais estão projetados em 124,93 milhões de toneladas.

Em relação à América do Sul, o departamento norte-americano manteve a estimativa de produção brasileira de soja em 180,5 milhões de toneladas para 2025/26. Para 2026/27, a projeção segue em 186 milhões de toneladas.

Na Argentina, a estimativa para a safra 2025/26 caiu de 49,5 milhões para 49,3 milhões de toneladas. Para 2026/27, o USDA manteve a previsão de 50 milhões de toneladas.

Projeção da safra 2026/27

No Brasil, a Conab estima que a produção de soja alcance 181,616 milhões de toneladas na safra 2026/27, crescimento de 0,7% em relação às 180,406 milhões de toneladas colhidas no ciclo anterior. Os números fazem parte do primeiro levantamento de acompanhamento da safra brasileira de grãos, divulgado na quinta-feira (15).

A área plantada está estimada em 49,305 milhões de hectares, avanço de 1,4% em comparação com os 48,608 milhões de hectares cultivados em 2025/26.

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Por outro lado, a produtividade média deve recuar 0,8%, passando de 3.711 quilos por hectare na safra anterior para 3.683 quilos por hectare em 2026/27.

As projeções da Conab e do USDA apontam para uma oferta elevada de soja no Brasil e no mercado internacional. Enquanto os produtores brasileiros concentram os esforços no avanço do plantio, as estimativas de produção e os movimentos das cotações em Chicago seguem entre os fatores que influenciam as decisões de comercialização.

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Sustentabilidade

Excesso de chuva e doenças prejudicam o avanço da colheita de trigo no RS – MAIS SOJA

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A colheita de trigo avançou para 9% da área plantada, de forma irregular e com interrupções em função das chuvas. A dessecação para a uniformização da maturação foi utilizada para antecipar a colheita das lavouras e para a manutenção da qualidade dos grãos, embora estes tenham sido colhidos com maior umidade eleve os custos operacionais nas unidades de beneficiamento e secagem.

As estimativas regionais de produtividade apresentam variações, mas há indicativo de redução em diversas áreas. Já as lavouras com melhor manejo ou não afetadas por eventos climáticos, ainda mantêm potencial produtivo satisfatório.

Nas áreas em fase reprodutiva (50%), o excesso de chuva, a manutenção da umidade do ar e a baixa disponibilidade de radiação solar têm prejudicado o enchimento de grãos, com reflexos negativos sobre o rendimento e a qualidade do produto. Em lavouras próximas à colheita (40%), são observados descoloração da palha e enrugamento dos grãos, o que aumenta os riscos de redução do peso hectolitro (PH) e de outros parâmetros comerciais.

Para áreas mais tardias, ocorre restrição das operações de controle fitossanitário e aumento de sintomas de doenças, como giberela, brusone e bacterioses. Os temporais com granizo e ventos fortes provocaram acamamento, quebra de espigas e debulha principalmente no Noroeste. Os triticultores afetados vêm acionando o Proagro e outros seguros agrícolas, e as vistorias estão em andamento para dimensionar os prejuízos.

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A área projetada pela Emater/RS-Ascar para a Safra 2026 é de 814.220 hectares, e a produtividade média de 2.701 kg/ha Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Fronteira Oeste, a colheita avança em pequenas porções, com resultados bastante variáveis. Em Itaqui, as produtividades variam entre 1.200 e 1.500 kg/ha, abaixo das estimativas iniciais em decorrência da baixa radiação solar ao longo do ciclo e do excesso de umidade, que também favoreceu a incidência de brusone. Em São Borja, foram colhidos 5% dos 16.000 hectares cultivados.

As primeiras avaliações indicam produtividade dentro da expectativa e PH satisfatório, embora persista o risco de perdas produtivas e qualitativas nas áreas ainda expostas às precipitações. Na de Caxias do Sul, nos Campos de Cima da Serra, as lavouras estão ingressando na fase reprodutiva sob condições ambientais favoráveis à ocorrência de giberela. O tempo chuvoso restringe o acesso das máquinas e dificulta as aplicações preventivas de fungicidas.

A perspectiva de rendimento continua dentro da normalidade, condicionada às condições meteorológicas do restante de outubro e do início de novembro. Na de Frederico Westphalen, 40% dos cultivos estão em enchimento de grãos, 50% em maturação e 10% colhidos. O excesso de chuva e a incidência de giberela e de brusone comprometem a produtividade e a qualidade. A estimativa de rendimento é de 2.500 kg/ha.

Na de Ijuí, o período prolongado de alta umidade e de baixa luminosidade prejudicou o enchimento de grãos e a maturação, limitando a formação de reservas e reduzindo o peso final dos grãos. A produtividade estimada está ligeiramente superior a 2.400 kg/ha, mas persiste o risco de novas perdas de peso e qualidade. Também aumentaram os registros de
plantas com sintomas de bacteriose e morte prematura antes da conclusão da fase de enchimento.

Na de Santa Maria, 50% das lavouras estão em enchimento de grãos e 40% em maturação fisiológica. As chuvas intensas acompanhadas de vento e granizo, registradas no final de setembro e início de outubro, deverão reduzir o rendimento. A estimativa atual é de aproximadamente 2.500 kg/ha.

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Na de Santa Rosa, está 1% em floração, 33% em enchimento de grãos, 53% maduras e 13% colhidos. Os temporais com granizo e ventos fortes provocaram acamamento, quebra de espigas e debulha, sobretudo em lavouras maduras ou próximas da colheita. Os produtores seguem muito preocupados com a redução do PH e com os custos de secagem.

Nas áreas atingidas, eles acionaram o Proagro e os seguros privados, e seguem as vistorias para a avaliação dos danos. Na de Soledade, a maior parte dos cultivos está na fase de enchimento de grãos (65%), e 35% iniciam a maturação fisiológica. O manejo fitossanitário está em finalização nas áreas mais tardias. O potencial produtivo está variável: nas lavouras conduzidas com maior nível tecnológico, há boas perspectivas, e nas áreas com manejo menos intensivo, os patamares produtivos estão inferiores.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, reduziu 0,43%, passando de R$ 74,47 para R$ 74,15 com PH padrão 78. Na Bolsa de Cereais de Cruz Alta, é de R$ 85,00 para produto disponível.

Fonte: Emater/RS



 

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Sustentabilidade

Cascudinho-da-soja exige atenção no início da safra de soja 2026/2027 – MAIS SOJA

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“Isso incomoda muito todo mundo, há alguns anos. Se não cuidar, destrói tudo, e é muito difícil seu controle”.  O relato é do diretor da Aprosoja/MS e produtor rural da região Norte do Estado, Eduardo Introvini, sobre a presença do cascudinho-da-soja (Myochrous armatus).

A praga tem gerado preocupação nas últimas safras e pode provocar danos ainda nos estádios iniciais de desenvolvimento da cultura.

De acordo com o Informativo Técnico 05/2026 da Aprosoja/MS, a ocorrência do cascudinho-da-soja é relatada principalmente na região Centro-Norte do estado, com registros também na região sul. Detectada em Mato Grosso do Sul na safra 2017/2018, a praga pode atacar as primeiras folhas e o caule da soja, danificando as plantas ainda jovens.

Segundo o analista técnico da Aprosoja/MS, Lucas Santana, a atenção deve começar logo após a emergência das plantas, quando a cultura está mais vulnerável aos danos provocados pelo inseto.

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“Os primeiros dias de desenvolvimento da soja são fundamentais para a formação de um estande adequado. Por isso, o produtor precisa monitorar a lavoura desde a emergência, identificando possíveis sinais de ataque e buscando orientação técnica para definir as medidas de manejo”, destaca.

Os danos causados pelo cascudinho-da-soja são provocados pelos insetos adultos, que se alimentam de partes da planta. Os ataques mais intensos ocorrem entre a emergência e aproximadamente 25 dias após esse estágio, período que compreende as fases iniciais do desenvolvimento vegetativo.

Em situações de ataque severo, a planta pode tombar e morrer, tornando necessário o replantio de áreas afetadas.

Outro desafio é a localização do inseto na lavoura. Os adultos podem permanecer nas folhas e na palhada, o que dificulta sua identificação e o manejo.

A Aprosoja/MS recomenda o monitoramento constante das áreas cultivadas, seguindo os princípios do Manejo Integrado de Pragas (MIP). Após a emergência, o uso do pano de batida pode auxiliar na identificação precoce do inseto.

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O manejo também pode envolver o tratamento de sementes com inseticidas registrados para a praga e, conforme a necessidade identificada no monitoramento, aplicações foliares. O manejo das plantas hospedeiras também merece atenção. Entre as espécies relatadas estão o amendoim-bravo, a braquiária e o milho tiguera. Por isso, a dessecação pré-semeadura realizada de forma eficiente pode contribuir para reduzir as populações iniciais do inseto.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja MS

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