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Terras raras: desafio é processar a riqueza mineral dentro do Brasil

O Brasil reúne a segunda maior reserva de terras raras do planeta e pode ocupar posição estratégica na transição energética mundial. O desafio, porém, é deixar de exportar matéria-prima e ampliar o processamento desses minerais dentro do país, agregando valor à produção e fortalecendo a indústria nacional.
A avaliação é do deputado federal Zé Silva (União Brasil-MG), autor do projeto de lei que cria uma política para os chamados minerais críticos estratégicos. A proposta já foi aprovada pela Câmara dos Deputados e aguarda análise do Senado Federal.
Para o parlamentar, o Brasil reúne vantagens competitivas para atrair investimentos por manter relações comerciais com diferentes blocos econômicos e não enfrentar conflitos geopolíticos como outras nações. Segundo ele, o país precisa aproveitar esse cenário para transformar suas reservas minerais em desenvolvimento industrial.
Além da pauta mineral, Zé Silva também defende uma atuação mais técnica no Congresso Nacional. Para ele, temas estruturantes acabam perdendo espaço em meio à polarização política. “Eu levanto cedo para ver qual o projeto eu vou fazer para ajudar meu país, meu estado, uma comunidade, um município. O outro grupo de políticos levanta para ver qual o meme que vai fazer para chamar mais atenção. Isso atrapalha o Brasil”, diz ao programa Direto ao Ponto.

Agregar valor às reservas
Ao defender o projeto, o deputado rebate a ideia de que mineração e preservação ambiental são atividades incompatíveis. O parlamentar pontua que os avanços tecnológicos permitem reduzir impactos e recuperar áreas exploradas, tornando possível conciliar desenvolvimento econômico e sustentabilidade.
Na avaliação de Zé Silva, o Brasil reúne condições para assumir protagonismo mundial na produção dos chamados minerais da transição energética, utilizados na fabricação de baterias, veículos elétricos, painéis solares, equipamentos médicos, chips eletrônicos e máquinas agrícolas cada vez mais automatizadas. O entrave, afirma, é que o país ainda exporta riqueza sem realizar o beneficiamento necessário. “O Brasil tem a segunda reserva do mundo. Primeiro é a China e o Brasil não sabe como processar”.
O projeto de lei apresentado por ele estabelece regras para dar segurança jurídica aos investidores, criar mecanismos de financiamento e incentivar que o processamento ocorra em território nacional. A intenção é evitar que o país repita o modelo adotado com outras commodities minerais, à exemplo do ferro, exportando matéria-prima e importando produtos industrializados de maior valor agregado. “Você quer investir no Brasil? Então você vem e faz o processamento no Brasil”.
De acordo com o parlamentar, a proposta também prevê instrumentos para reduzir o custo dos investimentos e tornar o país mais competitivo na disputa por novos empreendimentos. A expectativa é criar um ambiente favorável para empresas interessadas em explorar os minerais críticos estratégicos.
Entre os materiais contemplados estão as terras raras e minerais utilizados na produção de fertilizantes, como nitrogênio, fósforo e potássio. Conforme explica ao programa do Canal Rural Mato Grosso, a política prevê ainda a criação de um conselho responsável por atualizar periodicamente quais minerais terão tratamento estratégico de acordo com as necessidades da indústria e da economia.
Zé Silva acredita que a aprovação definitiva da proposta pode destravar uma nova frente de investimentos no país. Segundo ele, mais de 150 empresas já manifestaram interesse em instalar projetos no Brasil. “O Congresso Nacional, a Câmara cumpriu seu papel, criando uma regra clara, obrigando a investir aqui no Brasil, processar no Brasil, dando segurança jurídica. Falta o Senado cumprir sua parte e o presidente da República sancionar, porque já tem mais de 150 empresas querendo investir mais de R$ 100 bilhões no Brasil nesses minerais”.
Cadeia do leite
Outro tema defendido pelo deputado é a necessidade de políticas públicas para equilibrar a cadeia produtiva do leite. Filho de produtores rurais e agrônomo, Zé Silva afirma que a atividade evoluiu em produtividade nas últimas décadas, mas a remuneração continua insuficiente para quem produz.
Ele conta que durante recente visita ao Norte de Minas Gerais encontrou produtores recebendo entre R$ 1,55 e R$ 1,60 por litro, valor abaixo do custo de produção. “Teve produtor me mostrando a nota fiscal recebendo R$ 1,60, R$ 1,55 o litro de leite e custa R$ 2 para produzir”.
O deputado federal mineiro frisa que o principal problema está no desequilíbrio da cadeia. Enquanto o produtor vende abaixo do custo, o consumidor paga cada vez mais caro pelo produto nas prateleiras. “O produtor está recebendo pouco, o consumidor pagando caro e alguém no meio está ganhando muito”.
Para enfrentar essa situação, Zé Silva defende medidas para reduzir a concorrência com produtos importados, especialmente o leite em pó. Ele lembra que apresentou um projeto de lei proibindo a comercialização, no Brasil, de leite e derivados produzidos com matéria-prima importada, iniciativa que já foi aprovada na Comissão de Agricultura da Câmara.
O deputado também cita exemplos de estados que adotaram medidas para restringir a entrada de leite importado e afirma que elas contribuíram para reduzir esse volume. Conforme ele, além de proteger a produção nacional, o governo precisa atuar para fortalecer as políticas públicas voltadas ao setor e promover maior equilíbrio entre todos os elos da cadeia produtiva.
“O governo não tem que tabelar preço. O governo tem que fazer as cadeias produtivas terem um maior equilíbrio. É como se fosse uma corrente. Se um da corrente está fraco e o outro está muito forte, vai arrebentar. E está arrebentando o lado do produtor”.
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Medida provisória amplia acesso ao Move Agricultura para produtores pessoas físicas

O Governo Federal publicou, nesta quarta-feira (1º), a Medida Provisória nº 1.374, que autoriza a destinação de até R$ 10 bilhões para uma linha de financiamento voltada à disseminação tecnológica com máquinas e equipamentos agrícolas inovadores produzidos no Brasil. A medida integra o Move Agricultura e amplia o acesso ao crédito para produtores rurais investirem na modernização da produção.
A medida altera o artigo 15-A da Lei nº 11.540, de 12 de novembro de 2007, e permite, em caráter extraordinário no exercício financeiro de 2026, a criação da nova linha de financiamento. A operação será gerenciada pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), por meio de crédito descentralizado concedido por agências de fomento, bancos de desenvolvimento e instituições financeiras oficiais credenciadas.
A linha será destinada a projetos de disseminação tecnológica baseada em equipamentos inovadores nacionais para a produção agrícola. Poderão acessar o crédito pessoas físicas e jurídicas, com enquadramento da operação como crédito rural para fins da legislação aplicável.
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Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, a ampliação do acesso ao Move Agricultura permite que produtores rurais pessoas físicas também possam adquirir máquinas e equipamentos agrícolas inovadores produzidos no Brasil. A inclusão de pessoas físicas e jurídicas entre os beneficiários amplia o alcance da política pública e estende o acesso ao financiamento para produtores de diferentes portes.
A linha de financiamento faz parte do Move Agricultura, lançado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin durante a 20ª edição da Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães (BA). O programa tem como objetivo disponibilizar crédito para a aquisição de tratores, colheitadeiras, plantadeiras e demais implementos agrícolas, com taxa de juros de até 9,2% ao ano, prazo de até 60 meses para pagamento e carência de 12 meses.
A Medida Provisória nº 1.374 também autoriza a concessão de apoio financeiro, na forma de subvenção econômica, a produtores independentes de cana-de-açúcar da Região Nordeste afetados por prejuízos decorrentes da tributação adicional imposta pelos Estados Unidos sobre exportações brasileiras ou por eventos climáticos extremos.
A medida foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a cerimônia de lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar 2026/2027, realizada na terça-feira (30), e amplia o escopo de financiamento do Move Agricultura ao incluir produtores rurais pessoas físicas entre os beneficiários.
Fonte: gov.br
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Falta de armazéns desafia o agro de MT e impulsiona uso do silo bolsa

A colheita do milho segunda safra em Mato Grosso voltou a escancarar um dos principais gargalos do agronegócio: a falta de capacidade para armazenar a produção. Em um ano marcado por chuvas fora de época durante a retirada dos grãos, produtores enfrentam filas nos armazéns, dificuldades no transporte e aumento do risco de perdas na qualidade do cereal.
O problema se reflete diretamente na rotina das propriedades. Com o escoamento mais lento e os armazéns operando próximos do limite, muitos agricultores precisam desacelerar a colheita ou buscar alternativas para não deixar o milho exposto às condições climáticas.
Em uma fazenda com 5.090 hectares cultivados com milho segunda safra em Santa Rita do Trivelato, quase metade da área já estava pronta para ser colhida. Mas, além de retirar o grão da lavoura, o desafio passou a ser encontrar espaço para armazená-lo.
O gerente de produção Edivandro Milani explica que a sequência de chuvas atípicas em junho alterou completamente o planejamento da fazenda. Com estradas em piores condições, caminhões demorando para chegar e o armazém sem capacidade para acompanhar o ritmo da colheita, foi preciso buscar uma “válvula de escape”. “Esses dias choveu 50 milímetros, depois deu 30. Ninguém esperava essa chuva nessa época. No armazém o suporte é pequeno, então precisa ir colhendo e tirando”.

Chuva aumenta pressão sobre a logística
Além de atrasar a colheita, a chuva compromete toda a logística da propriedade. O transporte fica mais lento, o fluxo entre a lavoura e os armazéns perde eficiência e o milho permanece mais tempo no campo.
“Com chuva piora porque a estrada fica ruim, caminhão não vem, o processo de colheita enrola. Tudo é mais difícil”, relata Milani ao Patrulheiro Agro.
Ele conta que a situação não era vista havia vários anos. Enquanto as colheitadeiras trabalham apenas durante o dia, a estrutura de armazenagem opera ininterruptamente em quatro turnos para receber a produção. Ainda assim, a capacidade não acompanha o volume retirado das lavouras. “Há muitos anos que a gente não via isso. Hoje todo mundo está querendo tirar o produto, então é caminhão para todo lado. Muitas vezes a gente se obriga a jogar no tempo porque o armazém não suporta”.
Com o milho permanecendo mais tempo na lavoura, cresce também a preocupação com a qualidade dos grãos. Conforme Milani, as espigas ficam mais suscetíveis à entrada de água, o que pode elevar o índice de avarias. “Começa entrar chuva pela ponteira se ela não fecha direito e começa a acumular embaixo. Já tem danos nos primeiros plantados. Tem carga que não dá nada e tem carga que sai com 5%, 8%, 10% de avariado”.

Estrutura na fazenda faz diferença
A umidade elevada também aumentou os custos para quem precisa secar o milho antes da comercialização. O presidente do Sindicato Rural de Nova Mutum, Paulo Zen, afirma que muitos produtores consumiram rapidamente toda a lenha reservada para esta safra, enquanto o preço do cavaco também subiu.
“Há relatos de produtores que já chegou em 60% o consumo na sua propriedade e já gastou toda a lenha que ele tinha feito toda a safra o ano passado. O custo hoje do cavaco subiu 40%”.
Mesmo com esse gasto adicional, quem possui estrutura própria consegue reduzir parte dos impactos. De acordo com Zen, secar e beneficiar o milho dentro da fazenda permite iniciar a colheita mais cedo, estender o trabalho por mais tempo e entregar um produto com melhor qualidade. “Agora o pessoal que tira da lavoura e leva direto para empresa, além da umidade, as impurezas que no final vira um grande desconto”.
Em Santa Rita do Trivelato, onde a família Batistela cultivou 1.410 hectares de milho nesta segunda safra, o agricultor Enéas Gláucio Batistela afirma que a falta de armazenagem se repete em grande parte dos municípios produtores do estado. Em anos de chuva durante a colheita, o problema se agrava e as filas aumentam.
“A maioria dos municípios do interior tem dificuldade e déficit de armazenagem, e Santa Rita do Trivelato não é diferente. Você pega um ano igual a esse, chovendo, umidade no milho, avariado, as filas dos armazéns só aumentam”, pontua à reportagem do Canal Rural Mato Grosso.
Na avaliação dele, ampliar a armazenagem dentro das propriedades depende de linhas de financiamento de longo prazo. “Hoje precisaria uma condição de financiamento a longo prazo para produtores, incentivo do governo federal para construção de armazém. A maioria dos produtores não têm armazém ainda”.

Produção cresce acima da infraestrutura
O déficit de armazenagem também preocupa produtores em Sorriso. Conforme o presidente do Sindicato Rural, Diogo Damiani, mesmo com a ampliação das estruturas nos últimos anos, elas continuam insuficientes para atender a demanda. “Apesar de termos as maiores construção de armazéns na região, nós produzimos quase 4,5 milhões de toneladas e não temos onde armazenar todo esse produto”.
Damiani avalia que o acesso ao crédito continua sendo um dos principais obstáculos para ampliar essa estrutura. O presidente do Sindicato Rural frisa que a burocracia das linhas do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) e as dificuldades envolvendo o licenciamento ambiental acabam desestimulando novos investimentos. “A gente precisa de um trabalho conjunto para que o produtor tenha acesso a essas linhas de armazenagens e consiga taxas de juros também adequada”.
Para o presidente da Aprosoja Brasil, Lucas Costa Beber, a armazenagem precisa deixar de ser tratada apenas como uma demanda do setor produtivo e passar a integrar uma política de governo. “A armazenagem deve ser uma política de governo, não só do setor agropecuário, já que é estratégico para segurança alimentar e também para a comercialização”.
Beber lembra que a previsão é de uma safra brasileira de cerca de 360 milhões de toneladas, enquanto a capacidade de armazenagem permanece muito abaixo da necessidade. Esse descompasso, afirma, pressiona o escoamento da produção, reduz os preços recebidos pelos produtores durante a safra e contribui para o aumento do frete. “Há uma supervalorização nos fretes no pico da safra, o que acaba desvalorizando ainda mais a nossa produção”.
Além da deficiência de armazenagem, o setor estima que Mato Grosso deixe de movimentar mais de R$ 8 bilhões por ano devido à falta de concorrência no transporte ferroviário.

Silo bolsa ganha espaço
Enquanto os investimentos em infraestrutura não acompanham o crescimento da produção, alternativas de armazenamento dentro das próprias fazendas vem ganhando força. O uso do silo bolsa tem se consolidado como alternativa para aliviar a pressão sobre os armazéns tradicionais durante a colheita.
O superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), Cleiton Gauer, observa que Mato Grosso ampliou significativamente sua capacidade estática de armazenagem nos últimos anos. Ainda assim, o crescimento da produção continua em ritmo superior.
“Hoje nós temos 50 milhões de capacidade estática. É um volume que se desenvolveu drasticamente ao longo dos últimos anos, mas a velocidade de crescimento da produção acaba sempre superando esse investimento”.
Conforme Gauer, o estado produz atualmente mais de 110 milhões de toneladas de grãos e possui déficit superior a 50 milhões de toneladas em capacidade de armazenagem. Para ele, qualquer dificuldade no transporte ou no escoamento amplia a preocupação dos produtores. “É realmente um período sensível. Qualquer falha de escoamento, desafio de transporte, logística… acaba sendo uma preocupação não só pensando no lado da produção, mas também no escoamento da próxima temporada”.
Na prática, o silo bolsa tem permitido que muitos agricultores mantenham a colheita mesmo quando os armazéns estão lotados ou o transporte desacelera. O produtor rural Flávio Kroling afirma que a tecnologia já faz parte da rotina da propriedade tanto na soja quanto no milho.
“A cada ano a gente produz mais, a capacidade estática é praticamente a mesma. A saída é uma só, silo bolsa”. Para ele, a ferramenta também amplia as possibilidades de comercialização. “É uma ferramenta que nos ajuda muito. Para quem não tem armazém, é uma maneira de guardar o milho e esperar preços melhores mais tarde”.
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Paraná abre inscrições para produtores de café na Semana Internacional do Café 2026

O Governo do Paraná abriu inscrições para produtores rurais, cooperativas e associações interessadas em participar da Semana Internacional do Café 2026 (SIC), em Belo Horizonte (MG). A iniciativa reúne a Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), o Sistema Faep e a Câmara Setorial do Café do Paraná. O cadastro pode ser feito por formulário virtual até 25 de agosto.
A proposta é organizar uma delegação para representar o território paranaense na feira, com o objetivo de conectar e projetar propriedades produtoras de cafés especiais do estado em uma vitrine internacional. A ação busca consolidar o Paraná como referência em qualidade e inovação cafeeira.
Podem se inscrever produtores que comprovem a produção de cafés de alto valor agregado, além dos aspectos legais e de qualidade da atividade. No cadastro, os participantes devem informar as características sensoriais e o perfil da produção que pretendem expor ao público.
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A participação paranaense ocorrerá em um estande próprio, estruturado com degustações técnicas, ou cupping, e avaliações profissionais de aroma, sabor e corpo da bebida. O espaço também vai identificar as regiões produtoras, os lotes de cafés especiais e apresentar informações sobre cultivares desenvolvidas pela pesquisa pública paranaense.
O secretário estadual da Agricultura e do Abastecimento, Natalino Avance de Souza, afirmou que a participação marca a segunda presença do Paraná com estande próprio na SIC. Segundo ele, a presença consecutiva na feira amplia a exposição dos cafés especiais do estado, com potencial para gerar negócios e fortalecer a agricultura paranaense.
No estado, a cafeicultura voltada a cafés diferenciados tem sido impulsionada por iniciativas como o Café das Mulheres e por grãos com Indicação Geográfica (IG), caso das regiões do Norte Pioneiro, Apucarana e Mandaguari. Considerada uma das maiores feiras do mundo dedicadas ao setor, a SIC conecta toda a cadeia, do produtor ao consumidor final, e projeta movimentar milhões de reais em negócios.
Com inscrições abertas até 25 de agosto, a iniciativa busca ampliar a presença do café paranaense em um dos principais eventos internacionais do setor, reunindo produtores e organizações ligadas aos cafés especiais do estado.
Fonte: agricultura.pr.gov.br
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