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18 de outubro de 2026

Agro Mato Grosso

FS e AMAGGI concluem acordo estratégico em MT

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A FS e a AMAGGI concluíram o acordo que une uma das líderes na produção de etanol no Brasil e a maior empresa brasileira de grãos e fibras, após a aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e do cumprimento de todas as condições precedentes.

A transação, por meio da qual a AMAGGI adquire uma participação de 40% do capital social da FS, contempla um aporte de US$ 100 milhões na companhia, por meio de uma emissão primária de ações. Além disso, prevê a aquisição de participações detidas por acionistas da FS.

Com raízes no estado de Mato Grosso, tanto a FS quanto a AMAGGI compartilham uma trajetória marcada por inovação, crescimento sustentável e protagonismo na cadeia agrícola. Fundada com foco na produção de biocombustíveis e nutrição animal a partir do milho, a FS foi pioneira na produção de etanol de milho no Brasil e protagonista no desenvolvimento do setor, consolidando-se como referência em eficiência, inovação e sustentabilidade.

A AMAGGI, que completa 50 anos no próximo ano, tornou-se a maior empresa de capital integralmente brasileiro na cadeia da soja, do milho e do algodão. Atua na produção, exportação, industrialização, logística, geração e comercialização de energia, produtos e serviços financeiros, insumos, produção de biodiesel, entre diversas outras atividades do agronegócio. A companhia também é referência em sustentabilidade, com diversos reconhecimentos internacionais e posição de liderança em rankings globais sobre o tema.

A parceria tem como foco apoiar o crescimento da FS e capturar conhecimentos e sinergias relevantes em áreas estratégicas, incluindo originação de milho, otimização logística e exportações, fortalecendo ainda mais a competitividade das duas organizações. Para a AMAGGI, trata-se de mais um passo em sua estratégia de industrialização e verticalização das operações, contribuindo para a crescente diversificação de seu portfólio de negócios.

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A FS deve inaugurar sua quarta unidade produtiva ao fim de 2026, em Campo Novo do Parecis, e a quinta, em Querência, em julho de 2027. Ao fim desse ciclo de expansão, a empresa terá capacidade produtiva estimada de 3,8 bilhões de litros de etanol e de aproximadamente 3,0 milhões de toneladas de DDG.

Sobre a FS – A FS foi a primeira empresa a produzir etanol exclusivamente a partir de milho no Brasil, e sua visão de negócio é ser a maior companhia de combustível carbono negativo do mundo. Desde o início das atividades, em 2017, o negócio cresceu mais de 10 vezes e vive um novo ciclo de expansão. A receita líquida da companhia alcançou R$ 13 bilhões ao fim do ano-safra 2025/2026, com lucro líquido de R$ 1,6 bilhão e Ebitda (lucro antes do pagamento de juros, depreciação e amortização) de R$ 3,5 bilhões .

A companhia processa atualmente em torno de 6 milhões de toneladas de milho por ano-safra e produz 2,6 bilhões de litros de etanol e 2,2 milhões de toneladas de DDG (proteína de milho para nutrição animal). O etanol de milho produzido pela FS possui a menor pegada de carbono do mundo.

Sobre a AMAGGI – Fundada em 1977, a AMAGGI é a maior empresa brasileira de grãos e fibras. Presente em diversas etapas da cadeia do agronegócio, a companhia atua na produção agrícola de grãos, fibras e sementes; na originação, processamento e comercialização de grãos e insumos; além de transporte fluvial e rodoviário, operações portuárias e geração e comercialização de energia elétrica renovável.

Com sede em Cuiabá (MT), a AMAGGI está presente em todas as regiões do Brasil, com fazendas, armazéns, escritórios, fábricas, frota fluvial e rodoviária, terminais portuários e centrais hidrelétricas. No exterior, possui unidades e escritórios na Argentina, China, Holanda, Noruega, Suíça, Singapura e Panamá.

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A empresa comercializa 24,7 milhões de toneladas de grãos e fibras em todo o mundo, das quais 1,7 milhão de toneladas é proveniente de suas próprias fazendas. Além disso, mantém relacionamento comercial com aproximadamente 5,6 mil produtores rurais. (com Assessoria FS)

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Avó, mãe e netas morrem após acidente de carro na BR-364 em MT

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Quatro pessoas da mesma família morreram após uma batida entre dois carros na BR-364, na entrada da comunidade Córrego Grande, em Diamantino, a 209 km de Cuiabá, na tarde de sábado (17). As vítimas são Luciana Pinheiro de Souza, de 46 anos, a filha dela, Kamilli Vitória Souza da Silva, de 24 anos, e as netas Sophia Vitória Souza de Matos, de 9 anos, e Manuella Vitória Souza de Matos, de 1 ano.

Segundo a Polícia Civil, os dois carros saíram da pista após a batida, e um deles tombou.

Kamilli dirigia um dos carros e morreu no local, assim como a filha dela, Sophia. Luciana morreu depois de ser levada ao Hospital Municipal de Diamantino. Já a bebê Manuella morreu durante o transporte de ambulância para uma unidade de saúde com estrutura de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) esteve no local para realizar os procedimentos periciais. A ocorrência também foi atendida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e por investigadores da Polícia Civil.

Em nota, a Prefeitura de Diamantino lamentou a morte de Luciana, que trabalhava como técnica de enfermagem no Grupo Viver Legal, da Secretaria Municipal de Assistência Social, Trabalho e Cidadania. O município também manifestou pesar pela morte da filha dela, Kamilli, e das netas Sophia e Manuella.

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“A Administração Municipal manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho, desejando força e conforto para enfrentar essa irreparável perda”, diz trecho da nota.

 

As circunstâncias do acidente serão apuradas.

Quatro pessoas da mesma família morreram após uma batida entre dois carros na BR-364, na entrada da comunidade Córrego Grande, em Diamantino. — Foto: Reprodução- Polícia Militar

Quatro pessoas da mesma família morreram após uma batida entre dois carros na BR-364, na entrada da comunidade Córrego Grande, em Diamantino. — Foto: Reprodução- Polícia Militar

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Cinco pessoas morreram após carro bater de frente com carreta na MT-140

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Cinco pessoas morreram após um carro bater de frente com uma carreta na MT-140, nas proximidades do Trevo do Corgão, em Nova Brasilândia, a 215 km de Cuiabá, neste sábado (17). As vítimas foram identificadas como Avelino Carlos de Souza, de 33 anos, Amanda Nayara Manoel da Silva, de 29, Emanuelly da Silva Fajardo, de 10, Arthur Emanuel da Silva Fajardo, de 8, e Davi Manoel Carlos de Souza, de 2 anos. Todas estavam no carro e morreram no local.

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado por volta das 19h. Ao chegar ao local, a equipe constatou que as cinco vítimas estavam presas às ferragens e sem sinais vitais.

Após autorização da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), os bombeiros retiraram as vítimas do veículo. Para isso, removeram as portas e o teto do carro e rebateram o painel para liberar os corpos. Após o resgate, os corpos foram entregues à Politec e à Polícia Civil.

O motorista do caminhão não apresentava ferimentos aparentes e recusou atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Equipes da Polícia Militar também atenderam à ocorrência.

As causas do acidente não foram informadas.

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Justiça penhora fazenda de R$ 17,6 mi do “maior desmatador do Pantanal” I MT

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O juiz Renan Carlos Leão Pereira do Nascimento, da 4ª Vara Cível de Rondonópolis, determinou a penhora de uma fazenda avaliada em R$ 17,6 milhões pertencente ao pecuarista Claudecy Oliveira Lemes, conhecido como o “maior desmatador do Pantanal”. A medida busca garantir o pagamento de uma dívida de R$ 15,2 milhões cobrada pelo Banco do Brasil.

Na decisão, publicada nesta quinta-feira (15), o magistrado também rejeitou o pedido da instituição financeira para bloquear outros imóveis do fazendeiro e quebrar seu sigilo bancário.

A cobrança tramita na Justiça desde 2024 e envolve um débito de R$ 15.228.453,70. Para assegurar o recebimento, o banco havia solicitado medidas sobre diversas propriedades do pecuarista, localizadas em diferentes municípios.

A defesa de Claudecy contestou os pedidos, alegando que as restrições eram desnecessárias, já que uma das propriedades havia sido oferecida como garantia hipotecária da operação financeira.

Trata-se da Fazenda Bom Sucesso, localizada em Santo Antônio de Leverger, que possui 5.887,4 hectares e valor estimado pela defesa em R$ 17.632.342.

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Ao analisar o processo, o juiz entendeu que a propriedade deve ser utilizada, inicialmente, para garantir a cobrança, uma vez que seu valor estimado supera o montante exigido pelo banco.

Para o magistrado, não há justificativa, neste momento, para ampliar as restrições patrimoniais antes de verificar se o imóvel dado em garantia é suficiente para quitar a dívida.

Com isso, determinou que a penhora fique limitada à Fazenda Bom Sucesso e que seja realizada uma avaliação judicial para confirmar o valor de mercado da área. O procedimento deverá ser realizado na comarca de Santo Antônio de Leverger.

Maior desmatador do Pantanal

Claudecy Oliveira Lemes ficou conhecido após ser investigado pela Polícia Civil por suspeita de promover desmatamento em larga escala no Pantanal mato-grossense, utilizando produtos químicos para destruir a vegetação nativa.

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O caso foi alvo da Operação Cordilheira, conduzida pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), após uma denúncia recebida em 2022.

As investigações apontaram que agrotóxicos eram lançados por aeronaves sobre áreas de vegetação nativa, em uma prática conhecida como “desmate químico”.

Segundo a Polícia Civil, o método representa riscos não apenas à flora, mas também aos animais e à população, já que as substâncias podem ser carregadas pelas águas durante os períodos de cheia e contaminar rios e outros ambientes do Pantanal.

O pecuarista possui aproximadamente 277 mil hectares de terras no bioma, extensão equivalente a 2,7 mil quilômetros quadrados e que representa quase 6% do Pantanal localizado em Mato Grosso.

Com base em valores de mercado de propriedades rurais da região, as áreas investigadas foram avaliadas em cerca de R$ 775,6 milhões.

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Pelas irregularidades ambientais identificadas, Claudecy recebeu multas que ultrapassam R$ 2,8 bilhões, valor apontado como a maior penalidade administrativa já aplicada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT).

 

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