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2 de julho de 2026

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“A melhor polícia do país”: Comandante exalta cerco ao crime organizado e novo efetivo em MT

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“Uma polícia que dá orgulho de se ver”. Essa é a avaliação do comandante-geral da Polícia Militar de Mato Grosso, coronel Claudio Fernando Carneiro Tinoco, sobre o atual momento vivido pela instituição, que completará 191 anos em setembro deste ano. O coronel Fernando destaca que a Polícia Militar tem buscado se renovar e que, com apoio do governador Otaviano Pivetta, transformou a forma de fazer a segurança no Estado.

Na entrevista abaixo, o comandante-geral da PM enfatizou todos os avanços da corporação e as novas estratégias de combate às facções criminosas, ao tráfico de drogas e a violência doméstica.

1. Em toda sua carreira como policial militar, como o senhor vê atualmente a Polícia Militar de Mato Grosso?
Uma polícia que dá orgulho de se ver. Primeiro, pelo comprometimento dos policiais militares e pelo apoio do governador Otaviano Pivetta no desenvolvimento dessa instituição. Tenho certeza de que temos muito ainda a fazer em nossa instituição, que está nos 142 municípios e vários distritos de Mato Grosso, colaborando para que o Estado cresça cada vez mais.

2. Desde 2019, a Polícia Militar vive uma transformação com novos armamentos e equipamentos, o que o senhor atribui a isso?
Eu atribuo isso à gestão eficiente do governador Otaviano Pivetta. Eu costumo dizer que ele só não usa a farda, mas está ao nosso lado, fortalecendo as ações da Polícia Militar. Costumo citar como exemplo o Batalhão de Operações Especiais (Bope), que é uma unidade que possui os melhores equipamentos a nível nacional. O apoio estrutural, logístico e a valorização que o Estado de Mato Grosso dá para a Polícia Militar representa um fortalecimento muito grande no combate ao crime.

3. O senhor é comandante-geral da PM desde novembro de 2024, quando houve a criação do Programa Tolerância Zero às Facções Criminosas, quais foram os principais avanços de combate ao crime e quais são as atuais estratégias de combate às facções criminosas que temos atualmente?
Isso é um presente na minha carreira, assumir o comando da Polícia Militar justamente na mesma semana em que foi lançado um programa importantíssimo de defesa à sociedade mato-grossense e de valorização das forças de segurança. Toda vez que o crime é combatido por ações de segurança pública, os criminosos procuram mudar de rota e estratégia de ação e a polícia sempre tem que estar um passo à frente. Neste momento, estamos fortalecendo muito as atividades de policiamento orientado à inteligência, para que a gente possa antecipar as ações das facções criminosas. Já temos resultados positivos e podemos observar uma diminuição nos índices de criminalidade. Temos um Estado que cresce ano a ano, com divisas e fronteiras com outro país e, ao mesmo tempo, estamos conseguindo reduzir os índices criminais.

4. Além da Tolerância Zero às Facções, um outro programa de sucesso do Governo do Estado é a Tolerância Zero às Invasões de Terra, que está combatendo as invasões de propriedade rural no Estado. O que a PM tem feito para coibir o crime nas zonas rurais de Mato Grosso?
Mato Grosso é um Estado de destaque internacional em produção agrícola, que move a nossa economia, então a Polícia Militar criou o patrulhamento rural, que é georreferenciado, proativo e comunitário, em que os profissionais da segurança pública visitam as propriedades rurais. Assim, eles ganham a confiança dos produtores e conhecem as características de cada região para que se crie uma rede de enfrentamento ao crime com apoio dos próprios agricultores, em um atendimento específico e com mais qualidade.

A Patrulha Rural é um programa que dá resultado extremamente positivo e que trabalha junto com o Tolerância Zero às Invasões de Terra, que tem 100% de assertividade, afinal nós não tivemos mais nenhuma propriedade invadida no Estado de Mato Grosso. Aqui existe um campo onde a Polícia Militar e as forças de segurança garantem ao produtor rural a sua segurança jurídica e capacidade de produção.

5. Cada vez mais mulheres vítimas de violência buscam ajuda da Patrulha Maria da Penha para dar um fim ao ciclo de violência. A Polícia Militar também lançou recentemente a Operação Escudo Feminino, voltada exclusivamente para o combate à violência doméstica. Há a expectativa para o aumento de núcleos e mais operações de proteção à mulher?
A Patrulha Maria da Penha realiza um trabalho muito importante de acolhimento, visita e proteção às mulheres. O governador Otaviano Pivetta, observando a necessidade de ampliar esse atendimento, está criando novos postos de atendimento para que todo o Estado e todos os municípios estejam protegidos por uma equipe da Patrulha Maria da Penha, então nós estamos realizando um trabalho no sentido de que todos os municípios tenham um núcleo capaz de atender as mulheres do Estado. Além disso, temos o treinamento de nossas tropas especializadas, é um objetivo nosso treinar, desenvolver e saber como acolher essa mulher vítima de violência e ter eficiência e qualidade na prestação de serviço.

6. Desde 2019, já foram convocados 1.741 profissionais para cargos efetivos na Polícia Militar. Somente neste ano, mais de 800 alunos foram chamados, o que a sociedade mato-grossense deve esperar desses novos policiais?
Deve esperar o servir e proteger e também um Estado mais seguro. Tenho a certeza de que a maior característica que esses profissionais terão é o servir à população. Eles estão sendo formados em cidades-polos, que é uma visão do Governo de Mato Grosso de formar esses policiais para que eles possam se identificar com a sociedade, se adaptar e entender como funciona cada região. São mais de 800 policiais em formação. Essa visão do governador Otaviano Pivetta, de valorizar todos os municípios, é ótima, pois somos uma população só, às vezes é uma cidade pequena de população, mas grande em nível de produção rural ou uma comunidade importante, todos precisam ser bem atendidos e a presença da PM também irá fazer desenvolver esse município.

7. O que a população mato-grossense pode continuar esperando e porque a sociedade deve continuar confiando na Polícia Militar?
A população mato-grossense conhece a Polícia Militar que ela tem, a PM de 190 anos, que está presente em todos os municípios e que, faça sol ou chuva, frio ou calor, estará presente. Seja na área urbana ou rural, é a Polícia Militar que irá servir e proteger a população diante de qualquer adversidade e o povo mato-grossense pode se sentir seguro. Na minha concepção, a Polícia Militar de Mato Grosso é a melhor polícia do país, a que mais capacita e se desenvolve, que respeita a população e usa a força necessária para combater as facções criminosas dentro da lei e servindo e protegendo a população.

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Governo de MT vai superar em 8 anos todo o asfalto construído em 271 anos de história

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Estado alcançará 7 mil quilômetros de novas rodovias pavimentadas até o fim de 2026. Pivetta destaca fim do isolamento de regiões e segurança para a população.

Até o final de 2026, o Governo de Mato Grosso vai superar a marca de ter construído 7 mil quilômetros de rodovias asfaltadas em oito anos, mais do que havia sido construído em 271 anos de história do Estado.

Os números representam um grande avanço logístico para Mato Grosso, que tem a maior malha rodoviária do país, com mais de 32 mil quilômetros de rodovias. Até o fim de 2018, o Estado tinha pouco mais de seis mil quilômetros de rodovias asfaltadas.

“Por muitos anos, Mato Grosso não recebeu os investimentos que precisava. Quando assumimos o Governo, em 2019, organizamos as contas públicas e fizemos da infraestrutura uma prioridade. Não é à toa que temos um dos maiores pacotes de infraestrutura do país e, em oito anos, vamos construir mais asfalto do que foi feito em toda a história de Mato Grosso. Isso não é importante apenas para quem produz. Estrada asfaltada aproxima as pessoas, garante mais segurança, facilita o transporte escolar, o acesso à saúde e leva desenvolvimento para regiões que antes viviam isoladas. É assim que o Estado cumpre o seu papel de servir a população”, afirmou o governador Otaviano Pivetta.

O total de 7 mil quilômetros corresponde à quantidade de asfalto novo construída em rodovias estaduais e também em estradas vicinais, em parceria da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) com prefeituras e associações.

Além de facilitar o escoamento da produção agropecuária de Mato Grosso, que é a maior do país, a ampliação da malha rodoviária beneficia diretamente a população, que passa a ter o direito de se deslocar por rodovias mais seguras e com mais conforto.

“Nós fazemos estradas para passarem pessoas. As estradas asfaltadas facilitam o transporte escolar, o trabalho das forças de segurança, o transporte de pacientes e ajudam no desenvolvimento regional”, afirma o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.

O asfalto novo chegou a novos corredores logísticos, como a MT-242, que corta o Estado de leste a oeste, mas também em ligações regionais, como a MT-240, entre Santo Afonso e Tangará da Serra. Beneficiou tanto os municípios de maior produção, como Sorriso, quanto aqueles cuja economia não é baseada no agronegócio, como Acorizal.

“Esses investimentos só foram possíveis porque, lá em 2019, o Governo, com a parceria da Assembleia Legislativa, arrumou o Estado, acertou as contas e permitiu que Mato Grosso passasse a ter recursos para realizar obras e investimentos”, afirmou o secretário Marcelo.

Com  Assessoria 

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Mato Grosso atinge a menor taxa de desemprego do Brasil e se aproxima de 1 milhão de carteiras assinadas

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Indicador despencou de 8,2% para apenas 2,2%. Setor de serviços e o agronegócio puxaram o saldo positivo de mais de 31 mil novas vagas formais

Mato Grosso registrou uma queda expressiva na taxa de desemprego entre 2019 e 2025 e chegou ao menor patamar do país, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) compilados pelo DataHub (Centro de Dados Econômicos de Mato Grosso) da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). No período, o indicador recuou de 8,2% para 2,2%, uma redução de seis pontos percentuais que consolida o estado entre os que mais ampliaram a absorção de mão de obra no Brasil.

O movimento de queda do desemprego ocorre em paralelo à expansão do mercado formal. Os dados têm como ponto de partida o ano de 2020, quando entrou em vigor o Novo Caged, sistema que substituiu a metodologia anterior de registro de movimentações no mercado de trabalho. Naquele ano, o saldo de empregos formais – diferença entre contratações e desligamentos – foi de 14.034 vagas. Em 2025, esse número chegou a 31.658 postos de trabalho com carteira assinada.

Para o governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, os resultados refletem políticas adotadas pelo Estado que vêm fortalecendo a economia e ampliando as oportunidades de trabalho.

“O Governo de Mato Grosso fez a escolha de apoiar quem produz, investir em infraestrutura, garantir segurança jurídica e criar um ambiente favorável aos negócios. Os resultados mostram que essa política está dando certo. Além disso, estamos investindo na qualificação da mão de obra, com capacitação e ensino profissionalizante, para preparar os trabalhadores e atender a demanda do setor produtivo. Isso se reflete em uma economia mais forte e em mais oportunidades para a população”, afirmou Pivetta.

O estoque de empregos formais, total de vínculos ativos no Estado, também cresceu no período: de 725.206 em 2020 para 947.376 em 2025, evidenciando a ampliação da base de trabalhadores inseridos no mercado formal.

Na divisão por setores econômicos, o destaque de 2025 foi o setor de serviços, responsável por um saldo de 14.421 vagas. Em seguida aparece a agropecuária, com 6.260 novos postos de trabalho no acumulado entre admissões e desligamentos.

De acordo com a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, o crescimento dos indicadores mostra que o desenvolvimento econômico do Estado tem se refletido em mais oportunidades para a população, com a expansão do emprego formal em diferentes setores.

“Mais do que bons indicadores, o mais importante é ver esse crescimento chegar às pessoas. Quando a economia cresce e novos investimentos se transformam em empregos, mais famílias conquistam renda, estabilidade e perspectivas de futuro. É isso que buscamos ao fortalecer o ambiente de negócios e atrair empresas para Mato Grosso.” destacou Mayran Beckman.

Com  Assessoria 

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Oferta restrita limita negócios de soja no Brasil, mas preços são firmes; confira as cotações

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Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve uma sessão moderada nesta quinta-feira (2), sem registro de grandes ofertas. Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, o foco dos produtores na comercialização do milho safrinha reduziu a disponibilidade de lotes de soja no mercado.

As cotações oscilaram entre estabilidade e alta ao longo do dia, sustentadas pelo desempenho positivo da Bolsa de Chicago durante boa parte da sessão, pelo dólar em patamar favorável e pelos prêmios de exportação, que seguem bastante firmes. Mesmo com esse cenário, o volume de negócios permaneceu limitado.

De acordo com Silveira, os produtores continuam priorizando as vendas de milho safrinha e segurando a soja, reduzindo a liquidez no mercado. O analista também destaca que algumas regiões apresentam oportunidades acima da paridade de exportação, especialmente em Minas Gerais, onde os preços estão acima da referência de exportação. Com o fechamento da Bolsa de Chicago nesta sexta-feira (3), em razão do feriado da Independência dos Estados Unidos, a expectativa é de poucas mudanças no curto prazo.

Mercado de soja

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 131,00 para R$ 131,50
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 132,00 para R$ 132,50
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 126,50
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 117,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 119,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 137,50
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 138,00 para R$ 138,50

Soja em Chicago

No mercado internacional, os contratos futuros da soja fecharam sem direção única em Chicago, em uma sessão marcada por forte volatilidade e ajustes de posições antes do feriado prolongado nos Estados Unidos. Os investidores seguiram atentos aos números divulgados pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), às oscilações do petróleo, às condições climáticas favoráveis às lavouras norte-americanas e ao comportamento da demanda chinesa.

  • Saiba as notícias mais recentes sobre a soja na comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

O USDA estimou a área plantada de soja nos Estados Unidos em 85,4 milhões de acres na safra 2026, volume 5% superior ao registrado no ano passado e acima dos 84,7 milhões de acres projetados no relatório de intenção de plantio divulgado em março. A estimativa ficou dentro das expectativas do mercado.

O órgão também informou que os estoques trimestrais de soja em 1º de junho totalizaram 1,06 bilhão de bushels, alta de 5% em relação ao mesmo período de 2025 e acima da expectativa dos analistas, que era de 1,05 bilhão de bushels. Desse total, 367 milhões de bushels estavam armazenados nas propriedades rurais, queda de 11% na comparação anual, enquanto os estoques fora das fazendas somaram 694 milhões de bushels, avanço de 16%.

Já as exportações líquidas dos Estados Unidos ficaram abaixo do esperado. Na semana encerrada em 25 de junho, foram comercializadas 41,5 mil toneladas da safra 2025/26 e outras 182,5 mil toneladas da temporada 2026/27. O mercado aguardava vendas entre 500 mil e 1,5 milhão de toneladas.

Contratos futuros de soja

Na Bolsa de Chicago, o contrato agosto da soja avançou 0,26%, encerrando a US$ 11,36 1/4 por bushel. O vencimento novembro recuou 0,13%, para US$ 11,47 3/4 por bushel. Entre os subprodutos, o farelo para agosto subiu 0,06%, fechando a US$ 305,50 por tonelada, enquanto o óleo avançou 0,11%, para 66,77 centavos de dólar por libra-peso.

Câmbio

No mercado cambial, o dólar comercial encerrou o dia com queda de 0,03%, cotado a R$ 5,2077 na venda e R$ 5,2057 na compra, oscilando entre a mínima de R$ 5,1587 e a máxima de R$ 5,2187 durante a sessão.

O post Oferta restrita limita negócios de soja no Brasil, mas preços são firmes; confira as cotações apareceu primeiro em Canal Rural.

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