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2 de julho de 2026

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Brasil abriu mais de 500 mercados internacionais para o agro desde 2023

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O Brasil avançou de forma significativa na ampliação de sua presença no comércio internacional e abriu mais de 500 novos mercados para produtos agropecuários entre 2023 e 2025. A expansão já resultou em US$ 3,4 bilhões em exportações e consolida o país como um dos principais fornecedores globais de alimentos.

A marca foi celebrada durante a inauguração da nova sede da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), em Brasília. O trabalho de abertura dos mercados envolve uma articulação entre o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), a ApexBrasil, o Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e o setor produtivo.

De acordo com dados do Mapa, os novos mercados estão distribuídos em mais de 80 países e têm potencial de gerar exportações superiores a US$ 37,5 bilhões por ano. Entre os principais produtos habilitados estão carnes, algodão, frutas e pescados.

A estratégia adotada combina diplomacia comercial, certificações sanitárias e fortalecimento da imagem do produto brasileiro no exterior. Em 2025, o país obteve o reconhecimento internacional como livre de febre aftosa, fator considerado decisivo para ampliar o acesso a mercados mais exigentes.

Segundo o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, o avanço é resultado direto da credibilidade sanitária e da capacidade produtiva nacional. Ele destacou ainda o reforço da presença brasileira no exterior, com a ampliação do número de adidos agrícolas de 29 para 40 representantes atuando diretamente junto a governos e empresários estrangeiros.

“A abertura de mercados é só o primeiro passo. Com o tempo, esses contatos se transformam em contratos duradouros, à medida que os compradores testam e ampliam as importações”, afirmou o ministro.

A ApexBrasil também teve papel central no processo. Entre 2023 e 2025, a agência participou de mais de 170 ações internacionais em 42 países, com negócios projetados em cerca de US$ 18 bilhões e atendimento a mais de três mil empresas brasileiras. No período, foram realizadas 19 missões oficiais presidenciais e cinco vice-presidenciais.

O presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, ressaltou a parceria com o setor privado e informou que a agência mantém convênios com 52 setores da economia para participação em eventos internacionais. Ao todo, o Brasil marca presença em cerca de mil feiras e rodadas de negócios por ano.

Criada em 2003, a ApexBrasil apoiou, apenas em 2025, mais de 20 mil empresas, sendo 66% micro, pequenas e médias, com atenção especial às regiões Norte e Nordeste, dentro da política de descentralização da promoção comercial.

Já o vice-presidente da República e ministro da Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou que o país caminha para bater recorde de exportações em 2025, com expectativa de US$ 345 bilhões em vendas externas e corrente de comércio estimada em US$ 629 bilhões, mesmo em um cenário de desaceleração global.

Colaborou Agência Brasil 

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Suspeito de estelionato é preso carregando mala com R$ 8 mil em Cuiabá

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Polícia também apreendeu celulares e cartões bancários.

Um homem de 25 anos foi preso pela Polícia Militar na noite de quarta-feira (1º), em Cuiabá, suspeito de aplicar golpes pela internet. Durante a abordagem, os policiais encontraram uma mala com R$ 8 mil em dinheiro, além de celulares e cartões bancários.

Segundo a PM, a equipe foi acionada para atender uma ocorrência de desentendimento envolvendo a venda de um celular no Shopping Popular. Apesar de a situação já ter sido resolvida, um dos envolvidos chamou a atenção dos militares por demonstrar nervosismo durante a conversa.

Na vistoria da bagagem, os policiais localizaram o dinheiro e outros objetos. Questionado, o suspeito confessou que a quantia era proveniente de golpes praticados em sites e aplicativos de compra e venda, conforme a Polícia Militar.

O homem foi encaminhado à Central de Flagrantes, onde o caso foi registrado. Os materiais apreendidos também foram entregues à Polícia Civil, que dará continuidade às investigações.

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Prefeito defende lotes maiores para garantir moradia de qualidade para a população cuiabana

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Segundo Abilio, suspensão é temporária e permanecerá até a definição da nova legislação urbanística

O Prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, defende a adoção de parâmetros urbanísticos que priorizem a qualidade de vida das famílias e o crescimento planejado da cidade. Nesta quinta-feira (2), na Câmara a municipal, o prefeito reafirmou a manutenção do Decreto nº 12.169/2026, que suspende temporariamente a análise e a aprovação de novos projetos de parcelamento do solo que prevejam lotes inferiores a 200 metros quadrados de área e 10 metros de testada, até a definição da nova legislação urbanística municipal.

Segundo Abilio, a medida tem caráter preventivo e busca evitar a consolidação de empreendimentos com padrões urbanísticos considerados inadequados para o desenvolvimento sustentável da cidade. Abilio destacou que terrenos maiores permitem futuras ampliações das residências, maior permeabilidade do solo, espaço para arborização e melhores condições ambientais. “Nós estamos fazendo uma luta para garantir qualidade de vida para as pessoas. Eu não quero que Cuiabá tenha moradores vivendo em lotes cada vez menores, sem espaço para crescer, plantar uma árvore ou ampliar a casa”, afirmou.

O decreto estabelece apenas a suspensão temporária da tramitação dos projetos, sem alterar a legislação vigente. A norma permanecerá em vigor até que a Câmara Municipal conclua a análise das propostas de revisão da legislação urbanística, atualmente em discussão no Conselho Municipal de Desenvolvimento Estratégico (CMDE). Conforme o texto, ficam suspensas a análise, a emissão de diretrizes e a aprovação de novos loteamentos e desmembramentos que não atendam aos parâmetros mínimos de 200 m² e frente de 10 metros, preservando exceções para processos que já possuíam Estudo de Impacto de Vizinhança aprovado e lotes mínimos de 180 m².

Abilio também rebateu críticas de que a medida inviabilizaria empreendimentos habitacionais vinculados ao programa Minha Casa, Minha Vida. Conjuntos habitacionais como Nico Baracat, Buritis e Residencial Terezinha foram implantados com terrenos de 200 metros quadrados, demonstrando que é possível conciliar programas habitacionais com padrões urbanísticos de maior qualidade.

Para Abilio, a prioridade da gestão é assegurar que as famílias tenham acesso a moradias que permitam qualidade de vida também no futuro. “Eu vou defender as pessoas que precisam de uma moradia digna. Vou defender quem precisa de um lote adequado para ampliar sua casa, ver a família crescer, plantar uma árvore e viver com mais qualidade”, declarou.

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Medeiros alerta para riscos econômicos da reforma tributária

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A declaração foi feita durante a posse do empresário Tião da Zaeli como presidente da Fecomércio-MT

Medeiros alerta para riscos econômicos da reforma tributária

A declaração foi feita durante a posse do empresário Tião da Zaeli como presidente da Fecomércio-MT

O deputado federal Zé Medeiros (PL) defendeu mudanças na regulamentação da reforma tributária e alertou para os impactos que o novo sistema poderá causar ao comércio, à geração de empregos e à segurança jurídica no país. As declarações foram feitas na noite desta quarta-feira (1º), durante o jantar de posse do empresário Tião da Zaeli na presidência da Fecomércio-MT, em Cuiabá.

Medeiros afirmou que o Brasil vive um momento de transição que exige união entre o setor produtivo, entidades representativas e o Congresso Nacional para corrigir pontos da reforma tributária que, na avaliação dele, podem comprometer a atividade econômica.

“Estamos num momento de transição muito importante para o país, com a entrada de um novo regime tributário. Precisamos nos unir para fazer ajustes nessa reforma e rever pontos que podem inviabilizar a atividade de muitos comerciantes”, afirmou.

O parlamentar destacou que muitos empresários enfrentarão dúvidas durante a transição, além de custos adicionais e impactos no capital de giro. Também manifestou preocupação com os reflexos da reforma sobre o mercado de trabalho. Pois, o aumento da carga e da complexidade tributária pode levar empresas ao encerramento das atividades e provocar perda de empregos.

“Precisamos nos preocupar não apenas com quem empreende, mas também com os trabalhadores. Se o custo de produzir e gerar empregos aumentar, muitos empresários podem ser obrigados a encerrar suas atividades”, disse.

Durante o discurso, o deputado defendeu ainda maior segurança jurídica para o ambiente de negócios e afirmou que o Senado terá papel decisivo na discussão de temas que impactam diretamente o setor produtivo. Medeiros também defendeu que o país precisa de um ambiente favorável ao desenvolvimento econômico.

“Precisamos de equilíbrio, de segurança jurídica e, acima de tudo, de menos impostos. São temas fundamentais para garantir o crescimento do comércio, da economia e da geração de empregos”, concluiu.

Com Assessoria 

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