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Governo de MT vai superar em 8 anos todo o asfalto construído em 271 anos de história

Estado alcançará 7 mil quilômetros de novas rodovias pavimentadas até o fim de 2026. Pivetta destaca fim do isolamento de regiões e segurança para a população.
Até o final de 2026, o Governo de Mato Grosso vai superar a marca de ter construído 7 mil quilômetros de rodovias asfaltadas em oito anos, mais do que havia sido construído em 271 anos de história do Estado.
Os números representam um grande avanço logístico para Mato Grosso, que tem a maior malha rodoviária do país, com mais de 32 mil quilômetros de rodovias. Até o fim de 2018, o Estado tinha pouco mais de seis mil quilômetros de rodovias asfaltadas.
“Por muitos anos, Mato Grosso não recebeu os investimentos que precisava. Quando assumimos o Governo, em 2019, organizamos as contas públicas e fizemos da infraestrutura uma prioridade. Não é à toa que temos um dos maiores pacotes de infraestrutura do país e, em oito anos, vamos construir mais asfalto do que foi feito em toda a história de Mato Grosso. Isso não é importante apenas para quem produz. Estrada asfaltada aproxima as pessoas, garante mais segurança, facilita o transporte escolar, o acesso à saúde e leva desenvolvimento para regiões que antes viviam isoladas. É assim que o Estado cumpre o seu papel de servir a população”, afirmou o governador Otaviano Pivetta.
O total de 7 mil quilômetros corresponde à quantidade de asfalto novo construída em rodovias estaduais e também em estradas vicinais, em parceria da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra) com prefeituras e associações.
Além de facilitar o escoamento da produção agropecuária de Mato Grosso, que é a maior do país, a ampliação da malha rodoviária beneficia diretamente a população, que passa a ter o direito de se deslocar por rodovias mais seguras e com mais conforto.
“Nós fazemos estradas para passarem pessoas. As estradas asfaltadas facilitam o transporte escolar, o trabalho das forças de segurança, o transporte de pacientes e ajudam no desenvolvimento regional”, afirma o secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.
O asfalto novo chegou a novos corredores logísticos, como a MT-242, que corta o Estado de leste a oeste, mas também em ligações regionais, como a MT-240, entre Santo Afonso e Tangará da Serra. Beneficiou tanto os municípios de maior produção, como Sorriso, quanto aqueles cuja economia não é baseada no agronegócio, como Acorizal.
“Esses investimentos só foram possíveis porque, lá em 2019, o Governo, com a parceria da Assembleia Legislativa, arrumou o Estado, acertou as contas e permitiu que Mato Grosso passasse a ter recursos para realizar obras e investimentos”, afirmou o secretário Marcelo.
Com Assessoria
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Prefeito defende lotes maiores para garantir moradia de qualidade para a população cuiabana

Segundo Abilio, suspensão é temporária e permanecerá até a definição da nova legislação urbanística
O Prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, defende a adoção de parâmetros urbanísticos que priorizem a qualidade de vida das famílias e o crescimento planejado da cidade. Nesta quinta-feira (2), na Câmara a municipal, o prefeito reafirmou a manutenção do Decreto nº 12.169/2026, que suspende temporariamente a análise e a aprovação de novos projetos de parcelamento do solo que prevejam lotes inferiores a 200 metros quadrados de área e 10 metros de testada, até a definição da nova legislação urbanística municipal.
Segundo Abilio, a medida tem caráter preventivo e busca evitar a consolidação de empreendimentos com padrões urbanísticos considerados inadequados para o desenvolvimento sustentável da cidade. Abilio destacou que terrenos maiores permitem futuras ampliações das residências, maior permeabilidade do solo, espaço para arborização e melhores condições ambientais. “Nós estamos fazendo uma luta para garantir qualidade de vida para as pessoas. Eu não quero que Cuiabá tenha moradores vivendo em lotes cada vez menores, sem espaço para crescer, plantar uma árvore ou ampliar a casa”, afirmou.
O decreto estabelece apenas a suspensão temporária da tramitação dos projetos, sem alterar a legislação vigente. A norma permanecerá em vigor até que a Câmara Municipal conclua a análise das propostas de revisão da legislação urbanística, atualmente em discussão no Conselho Municipal de Desenvolvimento Estratégico (CMDE). Conforme o texto, ficam suspensas a análise, a emissão de diretrizes e a aprovação de novos loteamentos e desmembramentos que não atendam aos parâmetros mínimos de 200 m² e frente de 10 metros, preservando exceções para processos que já possuíam Estudo de Impacto de Vizinhança aprovado e lotes mínimos de 180 m².
Abilio também rebateu críticas de que a medida inviabilizaria empreendimentos habitacionais vinculados ao programa Minha Casa, Minha Vida. Conjuntos habitacionais como Nico Baracat, Buritis e Residencial Terezinha foram implantados com terrenos de 200 metros quadrados, demonstrando que é possível conciliar programas habitacionais com padrões urbanísticos de maior qualidade.
Para Abilio, a prioridade da gestão é assegurar que as famílias tenham acesso a moradias que permitam qualidade de vida também no futuro. “Eu vou defender as pessoas que precisam de uma moradia digna. Vou defender quem precisa de um lote adequado para ampliar sua casa, ver a família crescer, plantar uma árvore e viver com mais qualidade”, declarou.
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Medeiros alerta para riscos econômicos da reforma tributária

A declaração foi feita durante a posse do empresário Tião da Zaeli como presidente da Fecomércio-MT
Medeiros alerta para riscos econômicos da reforma tributária
A declaração foi feita durante a posse do empresário Tião da Zaeli como presidente da Fecomércio-MT
O deputado federal Zé Medeiros (PL) defendeu mudanças na regulamentação da reforma tributária e alertou para os impactos que o novo sistema poderá causar ao comércio, à geração de empregos e à segurança jurídica no país. As declarações foram feitas na noite desta quarta-feira (1º), durante o jantar de posse do empresário Tião da Zaeli na presidência da Fecomércio-MT, em Cuiabá.
Medeiros afirmou que o Brasil vive um momento de transição que exige união entre o setor produtivo, entidades representativas e o Congresso Nacional para corrigir pontos da reforma tributária que, na avaliação dele, podem comprometer a atividade econômica.
“Estamos num momento de transição muito importante para o país, com a entrada de um novo regime tributário. Precisamos nos unir para fazer ajustes nessa reforma e rever pontos que podem inviabilizar a atividade de muitos comerciantes”, afirmou.
O parlamentar destacou que muitos empresários enfrentarão dúvidas durante a transição, além de custos adicionais e impactos no capital de giro. Também manifestou preocupação com os reflexos da reforma sobre o mercado de trabalho. Pois, o aumento da carga e da complexidade tributária pode levar empresas ao encerramento das atividades e provocar perda de empregos.
“Precisamos nos preocupar não apenas com quem empreende, mas também com os trabalhadores. Se o custo de produzir e gerar empregos aumentar, muitos empresários podem ser obrigados a encerrar suas atividades”, disse.
Durante o discurso, o deputado defendeu ainda maior segurança jurídica para o ambiente de negócios e afirmou que o Senado terá papel decisivo na discussão de temas que impactam diretamente o setor produtivo. Medeiros também defendeu que o país precisa de um ambiente favorável ao desenvolvimento econômico.
“Precisamos de equilíbrio, de segurança jurídica e, acima de tudo, de menos impostos. São temas fundamentais para garantir o crescimento do comércio, da economia e da geração de empregos”, concluiu.
Com Assessoria
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Mato Grosso atinge a menor taxa de desemprego do Brasil e se aproxima de 1 milhão de carteiras assinadas

Indicador despencou de 8,2% para apenas 2,2%. Setor de serviços e o agronegócio puxaram o saldo positivo de mais de 31 mil novas vagas formais
Mato Grosso registrou uma queda expressiva na taxa de desemprego entre 2019 e 2025 e chegou ao menor patamar do país, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) compilados pelo DataHub (Centro de Dados Econômicos de Mato Grosso) da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (Sedec). No período, o indicador recuou de 8,2% para 2,2%, uma redução de seis pontos percentuais que consolida o estado entre os que mais ampliaram a absorção de mão de obra no Brasil.
O movimento de queda do desemprego ocorre em paralelo à expansão do mercado formal. Os dados têm como ponto de partida o ano de 2020, quando entrou em vigor o Novo Caged, sistema que substituiu a metodologia anterior de registro de movimentações no mercado de trabalho. Naquele ano, o saldo de empregos formais – diferença entre contratações e desligamentos – foi de 14.034 vagas. Em 2025, esse número chegou a 31.658 postos de trabalho com carteira assinada.
Para o governador de Mato Grosso, Otaviano Pivetta, os resultados refletem políticas adotadas pelo Estado que vêm fortalecendo a economia e ampliando as oportunidades de trabalho.
“O Governo de Mato Grosso fez a escolha de apoiar quem produz, investir em infraestrutura, garantir segurança jurídica e criar um ambiente favorável aos negócios. Os resultados mostram que essa política está dando certo. Além disso, estamos investindo na qualificação da mão de obra, com capacitação e ensino profissionalizante, para preparar os trabalhadores e atender a demanda do setor produtivo. Isso se reflete em uma economia mais forte e em mais oportunidades para a população”, afirmou Pivetta.
O estoque de empregos formais, total de vínculos ativos no Estado, também cresceu no período: de 725.206 em 2020 para 947.376 em 2025, evidenciando a ampliação da base de trabalhadores inseridos no mercado formal.
Na divisão por setores econômicos, o destaque de 2025 foi o setor de serviços, responsável por um saldo de 14.421 vagas. Em seguida aparece a agropecuária, com 6.260 novos postos de trabalho no acumulado entre admissões e desligamentos.
De acordo com a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, o crescimento dos indicadores mostra que o desenvolvimento econômico do Estado tem se refletido em mais oportunidades para a população, com a expansão do emprego formal em diferentes setores.
“Mais do que bons indicadores, o mais importante é ver esse crescimento chegar às pessoas. Quando a economia cresce e novos investimentos se transformam em empregos, mais famílias conquistam renda, estabilidade e perspectivas de futuro. É isso que buscamos ao fortalecer o ambiente de negócios e atrair empresas para Mato Grosso.” destacou Mayran Beckman.
Com Assessoria
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