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Syngenta Seeds anuncia novo modelo comercial no Brasil

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Parceria entre Golden Harvest e NK amplia geração de demanda e consolida presença da marca no campo

A Syngenta Seeds anuncia sua nova estratégia de acesso ao mercado brasileiro com a Golden Harvest, sua marca de licenciamento de sementes de soja. A partir da safra 2025/2026, além dos tradicionais representantes de licenciamento e parceiros multiplicadores e distribuidores, o time ganha um reforço na geração de demanda com franqueados da marca de sementes de milho NK. Com a novidade, que foi apresentada em evento privado, em São Paulo (SP), nesta quarta-feira (22/10), a empresa espera multiplicar em 10 vezes a força de vendas no segmento.

O novo modelo de negócios combina fortalecimento na rede de relacionamentos e alavanca a geração de demanda das sementes de soja. A estratégia visa ampliar o alcance de soluções da marca e garantir suporte próximo aos parceiros comerciais. “Com essa expansão, somamos a ampla cobertura e larga escala de fornecimento dos multiplicadores Golden Harvest com a excelência de geração de demanda do time NK, que já possui alto reconhecimento e confiança dos agricultores. O resultado será o crescimento conjunto desses parceiros, aliado à máxima produtividade no campo”, afirma Carlos Hentschke (na foto), Presidente da Syngenta Seeds no Brasil.

Além disso, a mudança aproxima ainda mais os agricultores ao time técnico da empresa, proporcionando mais assistência e acesso facilitado à genética de qualidade, traduzidas em maior rentabilidade e resiliência dos seus negócios. “Desenvolvemos novas tecnologias e estratégias comerciais com o mesmo foco: entregar resultados consistentes dentro e fora da porteira. Esse movimento é essencial para que o produtor receba, de forma ágil, todo valor que a Golden Harvest pode entregar. Com isso, nossa capacidade de posicionamento será 10 vezes maior e vamos oferecer de forma integrada muito mais opções de soluções no campo”, afirma Frederico Barreto, Diretor Comercial da Syngenta Seeds no Brasil.

Novas variedades na esteira de lançamentos

Nos últimos 2 anos, a Golden Harvest lançou sete novas cultivares no mercado brasileiro, adaptadas às condições regionais e as diferentes necessidades dos agricultores: 2463I2X, 2459I2X, 2564I2X, 2566I2X, com foco na região Sul e 2473I2X, 2571I2X e 2581I2X com foco nas regiões Centro Oeste e Norte. Os lançamentos fazem parte dos investimentos em pesquisa e desenvolvimento da empresa, que anualmente investe globalmente cerca de US$ 2 bilhões no segmento.

“Com nossos investimentos, comparados à última década, já somos 50% mais rápidos no desenvolvimento e lançamento de novas soluções. Dessa forma, trazemos ao mercado um portfólio robusto e competitivo, que agrega valor aos negócios dos nossos parceiros e clientes”, destaca Hentschke.

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Agro Mato Grosso

Nortão de MT vive nova onda de crescimento e atrai mercado de capitais

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Mato Grosso deve encerrar 2026 com crescimento de 6,6% no PIB, o triplo da média nacional, segundo projeções de mercado. Esse fôlego econômico tem transformado o Norte do estado: cidades como Lucas do Rio Verde e Sorriso deixaram de ser apenas polos agrícolas e passaram a se consolidar como centros de um mercado imobiliário e logístico em forte expansão.

Com investimentos em urbanização que já superam R$ 500 milhões, de acordo com balanços municipais, a região passou a atrair cada vez mais a atenção do mercado financeiro. É nesse cenário que o Semear Banco de Investimento (SBI) participa do Show Safra 2026, evento que será realizado entre os dias 23 e 27 de março em Lucas do Rio Verde. A presença no evento, viabilizada por meio de parceria com a Romancini Incorporadora, tem como objetivo apresentar o crédito estruturado como alternativa para um mercado que não para de crescer.

Para Raphael Coutinho, head comercia ldo SBI, a dificuldade de acesso ao crédito nos bancos tradicionais abriu espaço para soluções financeiras que antes eram mais comuns no eixo Rio–São Paulo. Segundo ele, o empresário de Mato Grosso amadureceu e hoje busca maior independência financeira para garantir que projetos e expansões não sejam interrompidos.

“O investidor local percebeu que não precisa mais ficar refém das linhas de crédito tradicionais para tirar um loteamento ou um armazém do papel. No Show Safra, nosso foco é mostrar que instrumentos como o CRI (Certificado de Recebíveis Imobiliários) e o CRA (Certificado de Recebíveis do Agronegócio) oferecem a flexibilidade que o caixa dessas empresas precisa, permitindo que os investimentos acompanhem o ritmo acelerado da região”, explica Coutinho.

A estratégia ganha força com a parceria da Romancini Incorporadora, referência em projetos imobiliários emLucas do Rio Verde. A união reúne quem conhece de perto aregião e o déficit habitacional da região com a engenharia financeira necessária para captar volumes de recursos no mercado de capitais.

Além do setor imobiliário, a participação no evento também busca originar oportunidades em áreas com o agro, logística, comércio e indústria. O banco ainda mira operações de fusões e aquisições (M&A) e a estruturação de Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs), ferramentas que contribuem para profissionalizar a gestão de capital das empresas locais.

Esse movimento reflete uma mudança na forma como o interior do estado financia seu desenvolvimento. Ao aproximar a sofisticação do mercado de capitais de quem projeta prédios, armazéns e indústrias, a instituição ajuda a sustentar o ritmo acelerado de crescimento regional. A presença no Show Safra reforça esse suporte financeiro, considerado essencial para acompanhar a nova etapa de urbanização e industrialização do Norte de Mato Grosso.

 

FIQUE SABENDO

O Semear Banco de Investimento (SBI) nasceu da união entre o Banco Semear e a RSA Capital. Depois de quase 10 anos de uma parceria de sucesso, houve a aquisição de 30% da RSA Capital oficializada em 2024 após a autorização do Banco Central.

A nova instituição combina o relacionamento do Banco Semear com a expertise da RSA Capital no mercado de capitais, atuando de forma especializada em operações estruturadas, crédito e investimentos, com foco nos setores agro e imobiliário. Entre as soluções oferecidas estão CRA, CRI e financiamentos estruturados sob medida para empresas de médio e grande porte.

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Agro Mato Grosso

Tremor de magnitude 3,1 atinge região próxima de cidade com 6 mil habitantes em MT

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Um tremor de magnitude 3.1 foi registrado próximo ao município de Cocalinho, a 780 km de Cuiabá, no domingo (15). Ninguém ficou ferido.

O comunicado foi divulgado nesta terça-feira (17) pela Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisado pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP).

O prefeito de Cocalinho Márcio Baco (União) disse que a população não sentiu nada, a princípio.

“No primeiro momento, ninguém sentiu nada, só se teve algo que alguém sentiu mais concreto. Nem na cidade não ouvi comentário”, afirmou.

Com base nas estações da rede, o tremor de terra ocorreu por volta de 22h16. O município tem 6.220 habitantes, segundo o último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A última vez que houve um abalo sísmico no estado foi no dia 20 de janeiro, em Barão de Melgaço, com magnitude de 2.1, região do Pantanal.

A rede explica que os tremores de terra de baixa magnitude costuma ser relativamente comum e ocorrem quase todas as semanas, mas a maior parte deles não é sentida pela população.

“Os sismos naturais, na sua grande maioria, se devem às grandes pressões geológicas que atuam na crosta terrestre”, diz, no comunicado.

A RSBR é coordenada pelo Observatório Nacional (ON/MCTI) com apoio do Serviço Geológico do Brasil (SGB/CPRM).

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Agro Mato Grosso

Pescadores relatam falta de água potável para consumo em comunidades no Pantanal de MT

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O representante da Comunida Padilha, Adilson Mariano dos Santos, afirmou nesta terça-feira (17) que os pescadores do Pantanal em Mato Grosso, uma das maiores planíceis alagáveis, enfrentam dificuldades em acessar água potável para consumo há anos.

A fala foi dada durante coletiva de imprensa ao final de uma expedição que percorreu aproximadamente 900 km do Rio Manso ao Pantanal e reuniu 25 profissionais, incluindo pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), que trabalham num plano hidrográfico do Rio Cuiabá.

“Antes da barragem, a gente vivia tomando água das nascentes, hoje não temos mais isso. Tomamos água de garrafão, antes não era assim”, afirmou Adilson.

Segundo ele, que também é pescador profissional, a comunidade espera por uma solução há anos.

“Quero deixar claro que antes, ninguém comprava água. Queremos uma solução para os pescadores”, contou.

Para a promotora de Justiça Ana Luiza Ávila Peterlini de Souza, da 15ª Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente de Cuiabá, a superfície de água no Pantanal sofreu uma redução de 70% nos últimos anos.

“Isso se reflete na qualidade de vida da população, principalmente da mais vulnerável. Estamos no Pantanal, a maior planície alagável do planeta, seja porque o acesso ao rio a água está poluída ou porque não tem água disponível para perfurar poços. Eles têm dificuldades e precisam comprar água na cidade”, disse.

Além da Comunidade Padilha, em Chapada dos Guimarães, outras sociedades também passam pela mesma dificuldade de falta de água, em Barão de Melgaço.

Comunidades com falta de água no Pantanal:

  • Estirão Comprido;
  • Porto Brandão;
  • Croará;
  • Rancharia;
  • Piúva.

O grupo de profissionais identificou inúmeras irregularidades, como poluição do rio, descarte irregular de lixo nas margens, lançamento de esgoto sem tratamento e falta de saneamento básico.

A promotora destaca ainda que os empreendimentos que existem ao redor do Pantanal, como Usinas Hidrelétricas, geram severos impactos às comunidades e ao meio ambiente.

“Na planície alagável do Pantanal é proibida a instalação de usinas, então no entorno sempre há tentativas de instalação de novos empreendimentos, o que acaba afetando na disponibilidade de água no Pantanal, na reprodução dos peixes e uma série de impactos”, explicou.

A bacia hidrográfica do Rio Cuiabá é considerada uma região vermelha por ter o maior ponto de desova de peixes comerciais, como o pacu, de acordo com um estudo da Agência Nacional de Águas (ANA).

Ao todo, existem 54 empreendimentos hidrelétricos no estado, segundo levantamento da ANA, sendo 47 Pequenas Centrais Hidrelétricas e Centrais Geradoras Hidráulicas e sete usinas hidrelétricas.

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Agro MT