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5 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Arroz/RS: Houve avanço expressivo na semeadura, que alcançou 35% da área prevista para cultivo – MAIS SOJA

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Houve avanço expressivo nas atividades de semeadura, que alcança 35% da área projetada, favorecido pelo tempo seco em grande parte das regiões produtoras. A redução dos volumes de chuva também permitiu o acesso às áreas que anteriormente apresentavam excesso de umidade, viabilizando o preparo do solo, a construção de taipas e a implantação das lavouras.

Contudo, o andamento do plantio está heterogêneo entre as regiões. Nas áreas de várzea com drenagem mais lenta ou com histórico de precipitações recentes, a implantação está em fase inicial em razão do excesso de umidade para uso de maquinário. Já nas áreas em que o tempo se manteve firme, o plantio atingiu cerca de dois terços da área prevista em algumas localidades.

Em relação aos sistemas de cultivo, o pré-germinado predomina nas áreas mais úmidas, permitindo a semeadura mesmo com encharcamento, e o sistema em solo seco avança nas glebas com boa trafegabilidade. As lavouras implantadas estão, em geral, em estádio vegetativo inicial, com desenvolvimento dentro da normalidade.

O vento intenso, observado em alguns municípios, tem dificultado a aplicação de herbicidas em tempo oportuno ponto-de-agulha, o que pode afetar a eficiência no controle de plantas daninhas.

 A área a ser cultivada está estimada em 20.081 hectares IRGA . A produtividade está estimada pela Emater/RS-Ascar em 8.752 kg/ha.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, o tempo seco favoreceu intensamente as operações de campo na Campanha e Fronteira Oeste. Especialmente em Uruguaiana, Barra do Quaraí e Dom Pedrito, o plantio já alcança cerca de 60% da área prevista. Em Itaqui, o percentual chega a 21%. Em São Borja, menos de 5% em razão das chuvas mais volumosas na semana anterior, que novamente impediram o acesso às áreas. Em comparação com o mesmo período do ano passado, há atraso significativo no estabelecimento das lavouras, especialmente nas áreas tradicionalmente semeadas mais cedo.

Na de Pelotas, a semeadura alcançou 77% da área estimada. As lavouras estão predominantemente em fase vegetativa, com desenvolvimento satisfatório e dentro do projetado para o período. Além do plantio, os produtores concentraram esforços no nivelamento de áreas, no estabelecimento de taipas e na manutenção de acessos internos. As precipitações esparsas não interferiram nas operações.

Na de Santa Maria, a semeadura ultrapassa 10% da área. O sistema pré-germinado tem sido amplamente adotado, especialmente na Quarta Colônia, como em São João do Polêsine, em razão da elevada umidade do solo. Essa estratégia tem permitido realizar as atividades mesmo sob condições de solo saturado, além de contribuir para o controle do arroz vermelho, recorrente na região. As lavouras apresentam boa emergência e vigor inicial.

Na de Santa Rosa, as chuvas recorrentes continuam limitando o plantio, sobretudo em Garruchos, onde ainda há áreas sem acesso para preparo do solo. Esse atraso já indica possível impacto negativo à produtividade devido à semeadura fora da janela ideal.

Na de Soledade, a semeadura em sistema pré-germinado está praticamente concluída. Nas áreas conduzidas em solo seco, o plantio segue em ritmo lento em razão da umidade excessiva residual. Estima-se que 25% da área total esteja implantada. Houve intensa mobilização de maquinário para o preparo e nivelamento das glebas, indicando tendência de aceleração dos trabalhos nas próximas semanas.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, reduziu 2,03%, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 58,72 para R$ 57,53.

Confira o Informativo Conjuntural n° 1890 completo, clicando aqui!

Fonte: Emater RS



 

FONTE

Autor:Informativo Conjuntural 1890

Site: EMATER RS

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Sustentabilidade

Line-up aponta importação de 7,591 mi de t de fertilizantes de 1/7 a 3/8 – Williams – MAIS SOJA

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De acordo com levantamento realizado pela agência marítima Williams Brasil, foi agendada a importação de 7,591 milhões de toneladas de fertilizantes no período de 1º de julho a 3 de agosto.

Pelo porto de Santos (SP) deve ser desembarcada a maior parte (2,669 milhões de toneladas). Depois aparece o porto de Paranaguá (PR), com 1,666 milhão de toneladas.

O relatório da agência leva em conta as embarcações já ancoradas, as que estão em largo esperando atracação e ainda as com previsão de chegada até o dia 27 de outubro de 2026.

Fonte: Agência Safras



 

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Sustentabilidade

Trigo fecha em forte baixa em Chicago com avanço da colheita e melhora das lavouras nos EUA – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (4) em forte baixa. O mercado foi pressionado pelo avanço da colheita de trigo nos Estados Unidos, pela melhora das condições das lavouras de primavera e pela perspectiva de clima favorável nas principais regiões produtoras do país.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita do trigo de inverno alcançou 86% da área até 2 de agosto, ante 81% na semana anterior, em linha com o mesmo período do ano passado e com a média dos últimos cinco anos. Já o trigo de primavera apresentou melhora nas condições das lavouras, com 55% das áreas classificadas entre boas e excelentes, ante 53% na semana anterior. A colheita da cultura também avançou para 5% da área.

A queda do petróleo também contribuiu para pressionar o mercado agrícola. A perspectiva de um acordo entre Estados Unidos e Irã derrubou as cotações da commodity, estimulando um movimento de vendas nas commodities agrícolas, incluindo o trigo.

Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,38 1/4 por bushel, com baixa de 12,75 centavos de dólar, ou 1,95%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,57 por bushel, com recuo de 12,25 centavos de dólar, ou 1,83%.

Fonte: Agencia Safras



 

FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Milho 2ª Safra: 69,1% colhido no país entre desafios climáticos e boas produtividades – MAIS SOJA

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Milho 2ª Safra- 69,1% colhido. Em MT, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as boas produtividades têm sido mantidas. No PR, a colheita avança gradualmente, favorecida pelas janelas de tempo seco.

Em MS, a colheita foi interrompida no Sudoeste devido às chuvas, mas avançou nas demais regiões. Em GO, a redução da umidade dos grãos devido ao tempo seco favoreceu ao avanço da colheita. Em SP, a colheita continua atrasada no estado devido ao prolongamento do ciclo do cereal e a alta umidade dos grãos.

Em MG, a colheita avança nas áreas de sequeiro e a baixa produtividade do cereal vai se confirmando. No TO, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as produtividades são consideradas satisfatórias. Na BA, a colheita se aproxima do fim.

No MA, a colheita foi finalizada nos Gerais de Balsas e avança nas demais regiões. As produtividades das lavouras tardias apresentam redução. No PI, a colheita avança normalmente e se aproxima da finalização. Devido à parada precoce das chuvas, as produtividades estão inferiores às do último ciclo.

No PA, a colheita foi finalizada nos polos de Redenção e da BR-163. Nos polos de Santarém e Paragominas, a colheita avança com boas produtividades sendo obtidas, refletindo as condições climáticas favoráveis durante o ciclo.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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