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5 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Milho/RS: Semeadura alcança 75% no Estado – MAIS SOJA

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A semeadura de milho alcança 75% no Estado, mas segue ritmos distintos conforme as condições regionais de umidade e temperatura. Nas principais áreas produtoras, a semeadura está praticamente concluída, e as lavouras estão em fase de germinação e desenvolvimento vegetativo. A boa disponibilidade hídrica e as temperaturas adequadas têm beneficiado a cultura, exceto em pontos isolados onde a falta de chuvas ou o excesso de umidade impuseram ajustes no calendário de plantio. As lavouras estão 8% em crescimento vegetativo e 2% em floração. As plantas apresentam estado vegetativo, vigor e arquitetura satisfatórios.

A adubação de cobertura e o controle de plantas daninhas estão em andamento, enquanto o uso de fungicidas se intensifica nas lavouras próximas ao pendoamento. O uso do Manejo Integrado de Pragas MIP tem sido adotado, com monitoramento constante de cigarrinha-do-milho Dalbulus maidis, lagarta-do-cartucho Spodoptera frugiperda e vaquinha Diabrotica speciosa, e intervenções pontuais em áreas com maior incidência.

Na Safra 2025/2026, a área total alcançará 785.030 hectares, segundo projeção da Emater/RS-Ascar, e a produtividade estimada é de 7.376 kg/ha.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Campanha, a semeadura se encontra em ritmo moderado, e os produtores aguardam o retorno das chuvas para prosseguir, evitando o plantio sob baixa umidade do solo. Na Fronteira Oeste, em São Borja, a área estimada de plantio é de 22 mil hectares, e as lavouras implantadas em agosto estão em fase de floração. Em Itaqui e Maçambará, as baixas temperaturas e o excesso de umidade durante a emergência resultaram em desuniformidade de plantas e falhas, sem possibilidade de replantio, comprometendo parte do potencial produtivo. O controle de ervas daninhas prossegue, e não há registro significativo de cigarrinha-do-milho.

Na de Caxias do Sul, as lavouras apresentam bom desenvolvimento vegetativo, mas ainda limitado pelas baixas temperaturas e pelas geadas, ocorridas em áreas de maior altitude. O plantio está praticamente concluído em municípios do entorno de Vacaria. Nos Aparados da Serra, como em Cambará do Sul e São José dos Ausentes, a semeadura ocorrerá principalmente em novembro.

Na de Erechim, a cultura está em fase de desenvolvimento vegetativo, com boas condições sanitárias e crescimento uniforme. Contudo, houve redução nas doses de fertilizantes em comparação à safra anterior como reflexo das limitações financeiras enfrentadas por produtores que dependem de recursos próprios.

Na de Frederico Westphalen, após um início lento em função das temperaturas baixas de setembro, o crescimento vegetativo das lavouras está em recuperação. A adubação nitrogenada de cobertura contribuiu para o bom desenvolvimento das plantas. Há ocorrência significativa de cigarrinha e percevejo, demandando tratamentos químicos e monitoramento contínuo. Os cultivos apresentam satisfatório potencial produtivo, condicionado ao controle fitossanitário.

Na de Ijuí, 6% da área foi semeada. As lavouras se desenvolvem de forma excelente, beneficiadas pela umidade adequada do solo e pelas temperaturas amenas. As plantas demonstram colmos vigorosos e folhas bem expandidas, com fechamento das entrelinhas e ausência de acamamento. Há ocorrência pontual de cigarrinha, e a aplicação de fungicidas está em curso nas áreas próximas ao pendoamento.

Na de Santa Rosa, a semeadura alcança 88%, e o restante da área será implantada somente no período tardio. As lavouras apresentam crescimento vigoroso, aliado à ampla área foliar. O MIP preventivo tem sido eficiente no controle de pragas.

Na de Soledade, a semeadura atinge 60%. Algumas áreas têm sido semeadas dentro do período intermediário do ZARC, mas a maioria das áreas restantes serão plantadas em período tardio. As lavouras semeadas em agosto apresentam ótimo desempenho, e inicia o florescimento nas áreas de menor altitude, como no Baixo Vale do Rio Pardo. O desenvolvimento está uniforme, sem registros relevantes de pragas, e as condições climáticas têm favorecido o crescimento vegetativo e o potencial produtivo.

Comercialização (saca de 60 quilos)

O valor médio, de acordo com o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar no Estado, aumentou 0,48%, quando comparado à semana anterior, passando de R$ 62,45 para R$ 62,75.

Confira o Informativo Conjuntural n° 1890 completo, clicando aqui!

Fonte: Emater RS



 

FONTE

Autor:Informativo Conjuntural 1890

Site: Emater RS

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Sustentabilidade

Line-up aponta importação de 7,591 mi de t de fertilizantes de 1/7 a 3/8 – Williams – MAIS SOJA

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De acordo com levantamento realizado pela agência marítima Williams Brasil, foi agendada a importação de 7,591 milhões de toneladas de fertilizantes no período de 1º de julho a 3 de agosto.

Pelo porto de Santos (SP) deve ser desembarcada a maior parte (2,669 milhões de toneladas). Depois aparece o porto de Paranaguá (PR), com 1,666 milhão de toneladas.

O relatório da agência leva em conta as embarcações já ancoradas, as que estão em largo esperando atracação e ainda as com previsão de chegada até o dia 27 de outubro de 2026.

Fonte: Agência Safras



 

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Sustentabilidade

Trigo fecha em forte baixa em Chicago com avanço da colheita e melhora das lavouras nos EUA – MAIS SOJA

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A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o trigo encerrou a sessão desta terça-feira (4) em forte baixa. O mercado foi pressionado pelo avanço da colheita de trigo nos Estados Unidos, pela melhora das condições das lavouras de primavera e pela perspectiva de clima favorável nas principais regiões produtoras do país.

Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a colheita do trigo de inverno alcançou 86% da área até 2 de agosto, ante 81% na semana anterior, em linha com o mesmo período do ano passado e com a média dos últimos cinco anos. Já o trigo de primavera apresentou melhora nas condições das lavouras, com 55% das áreas classificadas entre boas e excelentes, ante 53% na semana anterior. A colheita da cultura também avançou para 5% da área.

A queda do petróleo também contribuiu para pressionar o mercado agrícola. A perspectiva de um acordo entre Estados Unidos e Irã derrubou as cotações da commodity, estimulando um movimento de vendas nas commodities agrícolas, incluindo o trigo.

Os contratos com entrega em setembro fecharam cotados a US$ 6,38 1/4 por bushel, com baixa de 12,75 centavos de dólar, ou 1,95%, em relação ao fechamento anterior. Já os contratos com vencimento em dezembro encerraram a US$ 6,57 por bushel, com recuo de 12,25 centavos de dólar, ou 1,83%.

Fonte: Agencia Safras



 

FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Milho 2ª Safra: 69,1% colhido no país entre desafios climáticos e boas produtividades – MAIS SOJA

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Milho 2ª Safra- 69,1% colhido. Em MT, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as boas produtividades têm sido mantidas. No PR, a colheita avança gradualmente, favorecida pelas janelas de tempo seco.

Em MS, a colheita foi interrompida no Sudoeste devido às chuvas, mas avançou nas demais regiões. Em GO, a redução da umidade dos grãos devido ao tempo seco favoreceu ao avanço da colheita. Em SP, a colheita continua atrasada no estado devido ao prolongamento do ciclo do cereal e a alta umidade dos grãos.

Em MG, a colheita avança nas áreas de sequeiro e a baixa produtividade do cereal vai se confirmando. No TO, a colheita se aproxima dos últimos talhões e as produtividades são consideradas satisfatórias. Na BA, a colheita se aproxima do fim.

No MA, a colheita foi finalizada nos Gerais de Balsas e avança nas demais regiões. As produtividades das lavouras tardias apresentam redução. No PI, a colheita avança normalmente e se aproxima da finalização. Devido à parada precoce das chuvas, as produtividades estão inferiores às do último ciclo.

No PA, a colheita foi finalizada nos polos de Redenção e da BR-163. Nos polos de Santarém e Paragominas, a colheita avança com boas produtividades sendo obtidas, refletindo as condições climáticas favoráveis durante o ciclo.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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