Agro Mato Grosso
Presidente do TCE anuncia ponto de controle para garantir piso da educação infantil

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, alertou os prefeitos dos 142 municípios do estado sobre a obrigação de enquadrar os profissionais da educação infantil na carreira do magistério e pagar a eles o piso salarial nacional. Em reunião com representantes da educação de Tangará da Serra, nesta segunda-feira (3), o presidente anunciou o envio de ofício aos gestores, com orientações sobre o tema, que também será incluído como ponto de controle na análise das contas de governo.
O alerta considera o cumprimento da Lei Federal nº 15.326/2026, que garante o piso a quem exerce a docência na educação infantil, como auxiliares de desenvolvimento infantil (ADIs) e monitores, independentemente da denominação do cargo.
“Faço um apelo aos prefeitos: cumpram essa lei, enquadrem esses profissionais, que são concursados e já têm experiência na educação infantil. Uma das maiores preocupações de qualquer gestor tem que ser a educação. E mais: quando se trata da educação infantil, mais cuidado ainda. Estamos tratando de riqueza, de diamante, de ouro, que são nossas crianças de zero a cinco anos”, afirmou Sérgio Ricardo.
A reunião foi articulada após audiência pública realizada na Assembleia Legislativa sobre o tema. Na ocasião, foi destacado que, para o enquadramento, é preciso atuar na função docente, ter formação em magistério ou pedagogia e ter ingressado por concurso público.
De acordo com Sérgio Ricardo, cerca de 3 mil profissionais em Mato Grosso atendem a esses requisitos, mas até agora a medida só foi adotada pela Prefeitura de Cuiabá. “Lei é lei. Você não fica pensando: será que eu vou cumprir essa lei? Não, lei você cumpre”, disse. “Por isso vai ter um ponto de controle. Quero saber, na prestação de contas de todos os 142 municípios, o que fez com relação ao enquadramento”, acrescentou.
Ele reforçou que a alegação de falta de recursos não se sustenta, porque a legislação prevê complementação da União quando a despesa ultrapassa o mínimo constitucional de 25% da receita aplicada em educação, desde que o município comprove a indisponibilidade orçamentária. “Não dá para dizer que não tem dinheiro, que não tem orçamento para pagar”, afirmou.
Segundo o presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Tangará da Serra, Willians Reis, a categoria procurou o Tribunal após sucessivos adiamentos por parte das prefeituras. “Essa lei está sendo postergada pelos municípios, cada hora uma desculpa diferente para a não aplicação.” Sobre o impacto na categoria, destacou que é uma remuneração maior para esse servidor ter uma boa qualidade de vida. “Para poder se qualificar para prestar o melhor trabalho para a população.”
O diretor da Federação dos Sindicatos dos Servidores Municipais de Mato Grosso, Daniel Ferreira Júnior, afirmou que os gestores alegam falta de sustentação jurídica para aplicar a norma e destacou que o enquadramento não altera cargo nem atribuições: “Eles vão continuar com a mesma função, o mesmo cargo, as mesmas atribuições, com a mesma responsabilidade, apenas alterando o salário. É um reconhecimento ao trabalho que eles vêm fazendo dentro da educação.”
Para o auxiliar de creche Michel Garcia, a lei corrige uma distorção antiga. “Nossa função é reconhecida agora com a lei federal como função docente, nos coloca na carreira do magistério, não troca cargo de ninguém, não atrapalha o professor que já está concursado”, afirmou. “Quero dizer aos pais: nós estamos todos os dias com os filhos de vocês, apaixonados pelo que fazemos.”
Ele defendeu ainda que a categoria participe da elaboração dos projetos de enquadramento nos municípios. “Nós somos da educação, não somos leigos, somos pessoas que podem contribuir e devemos participar das comissões de elaboração dos projetos.”
Foi o que também reforçou a professora Joelice Siqueira. “Uma professora não dá conta de 25 alunos em uma sala de aula, e nós temos os ADIs, que dão esse auxílio. Nada mais justo que eles receberem. Eles não querem ser professores, eles querem ser reconhecidos, porque estão na sala junto com a gente.”
Ofício aos municípios
O ofício circular será encaminhado aos prefeitos com base na Lei Federal nº 15.326/2026, sancionada em janeiro, que alterou a Lei do Piso (Lei nº 11.738/2008) e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996). O documento segue o modelo adotado pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, que já comunicou os municípios paulistas sobre a necessidade de observância da norma.
O texto orienta que sejam consideradas as atribuições efetivamente desempenhadas pelos profissionais, a formação exigida e a forma de ingresso no serviço público e não a denominação do cargo. “Prefeito, qualquer dúvida que você tiver, converse aqui com a gente. Manda um servidor seu, venha você aqui conversar. Falta só a comunicação”, concluiu Sérgio Ricardo.
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Agro Mato Grosso
Novo lar de Sandro: conheça o 1º Santuário de Elefantes do Brasil, em MT

Localizado em Chapada dos Guimarães (MT), projeto sem fins lucrativos já resgatou 13 animais e oferece cuidados especializados sem visitação pública.
Criado para oferecer uma alternativa ao confinamento, o Santuário de Elefantes Brasil (SEB) atualmente abriga seis elefantas fêmeas e se prepara pra receber o primeiro macho, Sandro, nesta sexta- feira (18). O local não é aberto à visitação pública do turismo tradicional, para que não haja exposição dos animais ao estresse do público ou a rotinas de apresentações.
Localizado em Chapada dos Guimarães, a organização sem fins lucrativos atua na recuperação e no acolhimento de elefantes resgatados, oferecendo um ambiente com vasta vegetação, lagos e estímulos naturais para que os animais recuperem comportamentos típicos da espécie.
Segundo o presidente do SEB, Raphael Bontempi, a proposta do local é garantir proporções e condições de vida que estruturas urbanas de exposição não conseguem alcançar.
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Santuário de Elefantes, em Chapada dos Guimarães — Foto: Santuário de Elefantes/Divulgação
“A gente é uma associação, uma ONG sem fins lucrativos. O nosso objetivo é o resgate desses elefantes. A gente nasceu para poder trabalhar com os elefantes da América do Sul, que tínhamos aproximadamente 50 quando começamos o projeto. Agora tem muito menos. A gente resgatou ao redor de 13, que vieram morar aqui no santuário”, explica Raphael.
Proporção e espaço para reabilitação
Segundo Raphael, a diferença entre o ambiente do santuário e os recintos tradicionais de cativeiro é um dos pilares para a reabilitação física e psicológica dos elefantes. As áreas destinadas a cada morador contam com dezenas de hectares, permitindo caminhadas longas, exploração de terreno acidentado e contato com diferentes tipos de solo.
Para exemplificar a escala da propriedade, o presidente da instituição compara a área destinada ao mais novo morador do local, o elefante Sandro, que viveu quatro décadas no Parque Zoológico Municipal Quinzinho de Barros e foi transferido nesta quarta-feira (16) para o santuário, com o espaço onde o animal viveu durante anos em São Paulo.
Como funciona a rotina no santuário

Chapada dos Guimarães vai sediar o primeiro santuário de elefantes de Mato Grosso
Diferente de zoológicos, o Santuário de Elefantes Brasil não é aberto à visitação pública do turismo tradicional, garantindo que os animais não sejam expostos ao estresse do público ou a rotinas de apresentações.
A dinâmica do espaço é pautada por diretrizes técnicas rigorosas de manejo e proteção:
- Estímulo à autonomia: Os animais têm liberdade para decidir quando e onde querem caminhar, banhar-se nos lagos ou descansar, desenvolvendo rotinas próprias.
- Redução do estresse do cativeiro: A oferta contínua de estímulos visuais, olfativos e de espaço reduz comportamentos repetitivos (estereotipias) causados pelo tédio e pelo confinamento prolongado.
- Equipe multiprofissional: O acompanhamento é feito diariamente por veterinários, biólogos e tratadores especializados na reabilitação de grandes mamíferos.
- Segurança e regras de manejo: Os recintos mantêm separações técnicas por espécie e gênero, respeitando a organização social natural dos animais e cumprindo as normas ambientais de licenciamento, que proíbem a reprodução de espécies exóticas em cativeiro.
Apesar disso, o santuário foi alvo de ataques por moradores de Sorocaba no último domingo (14). Dois dias antes da transferência de Sandro ao Santuário, famílias com crianças foram ao zoológico onde ele morava para protestar contra a transferência do elefante Sandro. Os manifestantes levaram cartazes com frases como “Fica, Sandro”, “A vida do Sandro é valiosa para nós” e “Vai cuidar de quem realmente é maltratado”.
Os participantes afirmam que a transferência representa um risco para o animal e pode comprometer a saúde e o bem-estar dele. Entre os argumentos, os manifestantes citam a idade avançada de Sandro e os possíveis impactos de uma viagem longa. Eles também temem que a adaptação a um novo ambiente possa afetar o animal.
Sobre os protestos, o presidente do santuário afirmou que o local oferece aos elefantes uma oportunidade de ter uma vida com mais tranquilidade e conforto, algo que, segundo ele, muitos animais talvez nunca tivessem.
“A gente tá dando para esses animais uma vida que no zoológico nunca ia poder dar. Desde espaço, estrutura, atendimento especializado, pessoas capazes, até uma área muito maior. Para você ter ideia, a área que o Sandro vai ficar é maior do que o próprio zoológico inteiro de Sorocaba. É uma proporção que a gente não consegue nem comparar”, ressalta o presidente.
🐘 Conheça as outras elefantas do Santuário

Depois de 6 dias na estrada, elefanta Kenya chegou ao santuário em Chapada
- Baby
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Nascida em 1992, no estado da Flórida, nos Estados Unidos, Baby passou parte da vida em um circo antes de ser levada para o parque Beto Carrero World. — Foto: Santuário dos Elefantes Brasil
Nascida em 1992, no estado da Flórida, nos Estados Unidos, Baby passou parte da vida em um circo antes de ser levada para o parque Beto Carrero World, em Santa Catarina, onde se tornou uma das atrações.
A elefanta se tornou a segunda moradora mais jovem do Santuário, ficando atrás apenas de Guillermina, que possui 25 anos.
- Maia
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Maia, uma elefanta asiática de cerca de 50 anos, foi a primeira moradora do Santuário. — Foto: Santuário dos Elefantes Brasil
Maia, uma elefanta asiática de cerca de 50 anos, foi a primeira moradora do Santuário. Antes de chegar, em outubro de 2016, ela passou aproximadamente 30 anos em circos. Após ser retirada dessa situação, permaneceu por cinco anos acorrentada em uma fazenda, sem um local adequado para viver.
Conhecida pela personalidade dócil e pela energia intensa, Maia se tornou um dos símbolos do santuário. Segundo os cuidadores, ela superou os medos trazidos pelo passado em cativeiro e passou a demonstrar comportamentos mais naturais à medida que ganhou espaço para explorar.
Apaixonada por comida, especialmente mangas, a elefanta também é descrita como cooperativa e carinhosa, características que ajudaram em seu processo de adaptação e recuperação.
- Rana
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Rana, uma elefanta asiática de cerca de 65 anos, chegou ao Santuário em dezembro de 2018. — Foto: Santuário dos Elefantes Brasil
Rana, uma elefanta asiática de cerca de 65 anos, chegou ao Santuário em dezembro de 2018. Antes do resgate, ela viveu cerca de 40 anos em circos e passou os últimos anos em um zoológico no litoral brasileiro. Conhecida por sua capacidade de se adaptar aos outros elefantes, Rana é considerada pelos cuidadores uma espécie de “comitê de boas-vindas” do santuário.
Segundo a equipe do SEB, a elefanta passou por uma grande transformação após a chegada ao local. Inicialmente reservada e distante, ela se tornou uma das moradoras mais comunicativas do santuário, famosa pelas vocalizações que faz ao longo do dia. Rana também demonstrou evolução no convívio social com as demais elefantas e passou a explorar comportamentos naturais, como nadar, tomar banhos de lama e aproveitar os espaços abertos.
De acordo com os cuidadores, ela transmite sinais constantes de bem-estar e continua avançando em seu processo de recuperação após décadas em cativeiro.
- Mara
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Mara, uma elefanta asiática de cerca de 58 anos, chegou ao Santuário em maio de 2020. — Foto: Santuário dos Elefantes Brasil
Mara, uma elefanta asiática de cerca de 58 anos, chegou ao Santuário em maio de 2020. Nascida na Índia, ela foi levada ainda jovem para um zoológico na Alemanha e, posteriormente, para circos na América do Sul. Desde 1995, vivia no então Zoológico de Buenos Aires, na Argentina, onde permaneceu por mais de duas décadas até ser transferida para Mato Grosso.
Após uma vida marcada pelo confinamento, Mara chegou ao santuário com alguns problemas de saúde, incluindo lesões nas patas e no tornozelo dianteiro direito. Apesar de ter sido considerada agressiva em parte da vida, os cuidadores descrevem a elefanta como dócil, comunicativa e bastante afetuosa.
Conhecida pelas vocalizações frequentes, ela desenvolveu uma forte ligação com a elefanta Rana logo após chegar ao SEB. Segundo a equipe, Mara segue em processo de recuperação física e emocional, ganhando mais confiança e aproveitando a liberdade e os espaços amplos oferecidos pelo santuário.
- Bambi
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Bambi, uma elefanta asiática de cerca de 60 anos, chegou ao Santuário em setembro de 2020. — Foto: Santuário dos Elefantes Brasil
Bambi, uma elefanta asiática de cerca de 60 anos, chegou ao Santuário em setembro de 2020. Antes do resgate, ela passou mais de 40 anos em circos e, após ser apreendida, viveu por cerca de uma década em zoológicos no interior de São Paulo. Quando foi transferida para Mato Grosso, apresentava baixo peso, pouca massa muscular e perda da visão de um dos olhos.
Apesar das condições de saúde encontradas no momento do resgate, Bambi surpreendeu os cuidadores ao demonstrar uma personalidade ativa e curiosa. Descrita como brincalhona e facilmente empolgada, ela passou a explorar os espaços do santuário com entusiasmo e a apresentar comportamentos mais naturais. Segundo a equipe do SEB, a elefanta ganhou autonomia, cuidados individualizados e melhores condições de bem-estar, fatores que contribuíram para sua recuperação física e emocional após décadas de cativeiro.
- Guillermina
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Guillermina, uma elefanta asiática de 25 anos, nasceu no Ecoparque de Mendoza, na Argentina, e passou toda a vida em cativeiro — Foto: Santuário dos Elefantes Brasil
Guillermina, uma elefanta asiática de 25 anos, nasceu no Ecoparque de Mendoza, na Argentina, e passou toda a vida em cativeiro antes de ser transferida para o Santuário. Filha das elefantas Pocha e Tamy, ela cresceu em um recinto com espaço extremamente limitado, onde tinha poucas oportunidades para explorar comportamentos naturais da espécie.
Descrita pelos cuidadores como curiosa, brincalhona e dona de uma personalidade marcante, Guillermina chegou ao santuário ainda muito dependente da mãe e insegura diante das novidades. Com a adaptação ao novo ambiente, passou a descobrir gradualmente elementos que nunca havia experimentado, como áreas amplas, vegetação, lama e o convívio com outros elefantes.
Segundo a equipe do SEB, a jovem elefanta segue desenvolvendo autonomia e habilidades sociais, enquanto explora o espaço e constrói novas relações após uma vida inteira em confinamento.
Conheça o Santuário
Para conhecer o Santuário não é preciso ir lá, até porque os elefantes vivem soltos e se escondem na mata, e a intenção é justamente que eles não sejam uma atração como foram durante a vida toda nos cativeiros onde viveram.
No entanto, nas redes sociais e no portal é possível acompanhar os relatos do dia a dia destes animais, assim como assistir aos vídeos que os tratadores conseguem fazer durante o atendimento a elas.
Quem quiser ajudar de forma mais efetiva, pode participar da campanha “Adotar um Elefante”, enviando recursos especialmente para os cuidados de qualquer uma das moradoras.
Agro Mato Grosso
Rinha de galos é fechada e 90 animais são encontrados feridos em MT

Três pessoas foram conduzidas durante o flagrante em Várzea Grande; local tinha sangue, medicamentos e anabolizantes.
Uma rinha de galos que estava sendo transmitida ao vivo pela internet foi fechada durante um flagrante da Guarda Municipal, nesta quinta-feira (17), em Várzea Grande, região metropolitana de Cuiabá. Mais de 90 animais foram encontrados no imóvel, sendo vários com ferimentos e quatro em estado mais grave.
A ocorrência foi registrada no bairro Jardim Marajoara, após uma denúncia recebida pelo Centro de Inteligência Municipal de Segurança 153. Segundo a Guarda Municipal, a equipe chegou ao local enquanto uma disputa entre os animais acontecia.
Durante a abordagem, várias pessoas tentaram fugir. Três foram conduzidas, sendo duas detidas no momento do flagrante e uma terceira localizada posteriormente. De acordo com o comandante da Guarda Municipal, Juliano Lemos, o homem se apresentou como proprietário do imóvel e teria admitido que criava animais para rinhas também em sua residência.
No local, os agentes encontraram uma estrutura montada para as disputas, com grades sujas de sangue, medicamentos e anabolizantes. Segundo a fiscalização ambiental, alguns galos apresentavam cortes profundos, ferimentos e sinais de lesões antigas. Quatro animais estavam em situação mais grave.
O fiscal ambiental Daniel Vieira de Miranda afirmou que a estrutura e as condições dos animais indicam que as rinhas poderiam ocorrer com frequência. Segundo ele, os medicamentos encontrados serão analisados para identificar a finalidade e o possível uso durante as disputas.
Três celulares também foram apreendidos. Conforme a Guarda Municipal e a fiscalização ambiental, há informações de que a rinha estava sendo transmitida ao vivo pelo YouTube no momento da chegada das equipes.
Os animais foram apreendidos e devem passar por avaliação. O caso será investigado e os responsáveis poderão responder por crimes relacionados à prática de rinha e maus-tratos contra animais.
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