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22 de setembro de 2026

Business

Roçadeira e trator lideram vendas de implementos agrícolas usados

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A roçadeira foi o implemento agrícola usado mais vendido na OLX entre janeiro e agosto de 2025. O dado faz parte de um levantamento do marketplace, que analisou o desempenho de produtos do setor agro na plataforma, incluindo volume de vendas, número de anúncios e busca por itens de segunda mão.

Após a roçadeira, o trator aparece como o segundo equipamento mais comercializado, seguido pelo compressor, em terceiro lugar.

Implementos agrícolas usados mais vendidos

O ranking mostra que o interesse por máquinas e equipamentos usados segue forte entre produtores rurais, que buscam economia e praticidade na compra de implementos agrícolas.

Itens mais vendidos (jan–ago/2025):

  1. Roçadeira
  2. Trator
  3. Compressor
  4. Gerador
  5. Torno
  6. Empilhadeira
  7. Retroescavadeira
  8. Esquadrejadeira
  9. Escavadeira
  10. Grade
  11. Pá carregadeira
  12. Tobata
  13. Bobcat

Segundo Flávio Passos, vice-presidente de Autos e Bens de Consumo do Grupo OLX, os resultados refletem a diversidade da plataforma e a importância da economia circular.
“O levantamento ilustra o caráter democrático da OLX em termos de variedade de itens. É uma grande oportunidade poder apoiar o setor agrícola e transformar a forma como as pessoas compram e vendem produtos usados”, destaca o executivo.

Trator é o mais procurado e anunciado no mercado agro online

Além de ser um dos equipamentos mais vendidos, o trator lidera o ranking de implementos agrícolas mais procurados e anunciados na OLX.

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Entre os itens mais pesquisados pelos usuários, a retroescavadeira ocupa a segunda posição e a escavadeira, a terceira. Nos anúncios, o trator também mantém a liderança, seguido pela roçadeira e o compressor.

Ranking dos itens agro mais procurados e mais anunciados na OLX (jan–ago/2025)

Mais procuradosMais anunciados
1️⃣ Trator1️⃣ Trator
2️⃣ Retroescavadeira2️⃣ Roçadeira
3️⃣ Escavadeira3️⃣ Compressor
4️⃣ Torno4️⃣ Torno
5️⃣ Empilhadeira5️⃣ Empilhadeira
6️⃣ Pá carregadeira6️⃣ Retroescavadeira
7️⃣ Gerador7️⃣ Gerador
8️⃣ Grade8️⃣ Escavadeira
9️⃣ Roçadeira9️⃣ Pá carregadeira
🔟 Compressor🔟 Grade

Preços de equipamentos agrícolas usados: gerador cai e Bobcat dispara

Na comparação entre 2024 e 2025, o gerador registrou a maior queda de preço médio, passando de R$ 7.913 para R$ 5.070, uma redução de 36%. Em contrapartida, a Bobcat teve a maior valorização no período: o preço médio saltou de R$ 70.306 para R$ 110.700, alta de 57%.

Variação de preço médio dos implementos agrícolas usados na OLX (jan–ago/2024 x jan–ago/2025)

ProdutoPreço médio 2024Preço médio 2025Variação
GeradorR$ 7.913R$ 5.070🔻 -36%
RoçadeiraR$ 1.031R$ 897🔻 -13%
GradeR$ 15.750R$ 14.391🔻 -9%
RetroescavadeiraR$ 175.441R$ 163.753🔻 -7%
EsquadrejadeiraR$ 7.241R$ 7.199🔻 -1%
TobataR$ 14.003R$ 14.000➖ 0%
Pá carregadeiraR$ 213.838R$ 225.533🔺 +5%
TratorR$ 61.467R$ 68.557🔺 +12%
EscavadeiraR$ 190.532R$ 217.950🔺 +14%
CompressorR$ 2.550R$ 3.022🔺 +19%
EmpilhadeiraR$ 51.135R$ 64.984🔺 +27%
TornoR$ 29.296R$ 39.719🔺 +36%
BobcatR$ 70.306R$ 110.700🔺 +57%

A OLX orienta compradores e vendedores a adotarem práticas seguras em transações online. Confira as principais recomendações:

  • Não compartilhe dados pessoais ou número de celular;
  • Desconfie de preços muito abaixo do mercado;
  • Verifique a reputação do vendedor e informações da empresa;
  • Prefira usar a Garantia OLX, que permite o pagamento dentro da plataforma;
  • Solicite sempre nota fiscal;
  • Combine entregas em locais públicos e movimentados;
  • Nunca forneça códigos de confirmação recebidos por SMS ou e-mail;
  • A OLX não envia anexos nem links externos por e-mail.
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Negócios com a soja? Saiba se preços subiram ou caíram no mercado em dia de poucas negociações

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja teve poucas mudanças nesta terça-feira (22), com cotações praticamente estáveis e baixo ritmo de negócios. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, muitas das ofertas observadas ao longo do dia foram apenas nominais.

No mercado disponível, o cenário permaneceu travado e com poucas ofertas, diante do volume já negociado. “Não houve grande ímpeto de negócios ao longo do dia”, observa Silveira.

Para a safra nova, também não houve reporte de negócios firmes. Os prêmios tiveram poucas alterações, assim como o dólar e a Bolsa de Chicago, mantendo as cotações praticamente estabilizadas.

No mercado físico, as principais praças brasileiras apresentaram poucas mudanças nesta terça-feira.

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Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 155,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 156,00
  • Cascavel (PR): recuou de R$ 152,00 para R$ 151,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 147,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 147,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 149,00
  • Paranaguá (PR): caiu de R$ 163,00 para R$ 162,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 163,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta terça-feira (22). Após operar em alta no meio do pregão, o mercado reverteu o movimento, em meio à cautela antes da reunião entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente da China, Xi Jinping, prevista para quinta-feira (24), na Casa Branca.

Os operadores esperam que o encontro possa resultar em novas compras chinesas da oleaginosa norte-americana, mas mantêm uma postura cautelosa diante da possibilidade de poucos avanços concretos nas negociações comerciais. O mercado também espera possíveis mudanças nas tarifas de importação aplicadas pela China à soja dos Estados Unidos.

As expectativas foram reforçadas na segunda-feira (21), após o secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, afirmar que teve conversas bem-sucedidas com autoridades chinesas durante o fim de semana.

Além disso, os agentes refletiram o discurso de Trump na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Durante o pronunciamento, o presidente afirmou que os Estados Unidos poderão chegar a um acordo com o Irã após as eleições de meio de mandato, previstas para 3 de novembro.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em novembro fecharam com baixa de 2,50 centavos de dólar ou 0,18%, a US$ 13,25 1/2 por bushel. A posição janeiro teve cotação de US$ 13,41 1/4 por bushel, com retração de 2,75 centavos de dólar ou 0,20%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo fechou com alta de US$ 2,30 ou 0,62%, a US$ 370,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 67,92 centavos de dólar, com perda de 0,93 centavo ou 1,35%.

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Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,08%, negociado a R$ 5,1027 para venda e a R$ 5,1007 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0972 e a máxima de R$ 5,1357.

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Inmet: chuvas irregulares ameaçam plantio de soja no Brasil; saiba quais estados devem ser prejudicados

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Freepik

O início da safra 2026/27 de soja e milho exige atenção dos produtores de Goiás e Mato Grosso diante da previsão de chuvas irregulares e baixos volumes de precipitação nos próximos dias. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), as condições ainda não devem ser suficientes para recuperar de forma significativa a umidade do solo, que permanece reduzida em grande parte da região.

A previsão indica ocorrência de pancadas isoladas, que podem criar condições momentaneamente favoráveis para a semeadura em algumas áreas. No entanto, essas precipitações não garantem a manutenção da disponibilidade de água necessária para a germinação, emergência e estabelecimento inicial das plantas.

Para as lavouras de sequeiro, a distribuição e a continuidade das chuvas são fatores importantes neste momento. Caso a umidade do solo diminua rapidamente após a semeadura, podem ocorrer problemas como germinação desuniforme, falhas de estande e, em situações mais severas, necessidade de replantio.

O cenário também merece atenção devido à expansão da área cultivada com milho primeira safra e à continuidade do crescimento da soja no país. Conforme as perspectivas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o desempenho das culturas ao longo do ciclo dependerá, entre outros fatores, da evolução das condições climáticas.

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Com a previsão de volumes pouco expressivos ou ausência de chuva em parte dos estados, as condições para o avanço do plantio podem variar entre municípios e propriedades. A umidade já presente no solo e a ocorrência efetiva das precipitações serão determinantes para definir onde a semeadura poderá avançar com menor risco.

Além disso, eventuais atrasos prolongados no plantio da soja em Goiás e Mato Grosso podem reduzir a janela disponível para a implantação da segunda safra de milho em áreas de sucessão. Por isso, a decisão sobre o momento da semeadura deve considerar as condições locais de umidade, as atualizações da previsão meteorológica e as recomendações do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC).

Previsão do tempo para Goiás e Mato Grosso

Para os próximos sete dias, a previsão aponta baixos acumulados de chuva em grande parte de Goiás e Mato Grosso. Os volumes entre 10 e 30 milímetros devem ficar concentrados principalmente na porção sul dos estados.

Ao mesmo tempo, as temperaturas tendem a permanecer elevadas no norte e sudoeste de Mato Grosso e no oeste de Mato Grosso do Sul, com máximas acima de 30 °C.

O cenário mantém extremamente baixos os níveis de armazenamento de água no solo em grande parte da região. De acordo com o Inmet, a condição deve persistir nos próximos cinco dias, refletindo a continuidade do déficit hídrico.

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Embora o Centro-Oeste esteja entrando no período chuvoso, os volumes previstos ainda não devem promover uma recuperação significativa da umidade do solo em boa parte de Goiás e Mato Grosso. Com isso, o avanço do plantio continuará dependendo da regularização das precipitações.

Para a soja, a situação é especialmente importante porque a baixa disponibilidade de água pode comprometer a germinação e a emergência caso as primeiras chuvas sejam insuficientes ou mal distribuídas.

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USDA aponta colheita de milho em 13% e de soja em 12% nos Estados Unidos

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O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou na segunda-feira (21) que a colheita do milho 2026/27 no país alcançou 13% até o último domingo, acima dos 10% de um ano antes e dos 11% da média dos cinco anos anteriores. Na soja, os trabalhos chegaram a 12%, ante 8% no mesmo período do ano passado e também na média quinquenal.

Segundo o USDA, o avanço semanal da colheita de milho foi de 5 pontos porcentuais, em meio às chuvas registradas em boa parte do Meio-Oeste. A agência informou ainda que 57% da safra do cereal apresentava condição boa ou excelente, estável em relação à semana anterior. Há um ano, esse índice era de 66%.

O relatório também mostrou que 92% da safra de milho havia formado dentes, ante 90% no mesmo período do ano passado e 91% na média de cinco anos. Já a parcela madura chegou a 58%, acima dos 54% de um ano antes e dos 55% da média.

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Na soja, 58% das lavouras estavam em condição boa ou excelente, sem mudança na semana. Na mesma data de 2025, o percentual era de 61%. O USDA informou ainda que 62% da safra apresentava queda de folhas, contra 58% há um ano e também na média de cinco anos.

No trigo de primavera, a colheita atingiu 96%, em linha com igual período do ano passado e com a média quinquenal. Para o trigo de inverno, o plantio chegou a 17%, abaixo dos 19% observados um ano antes e dos 21% da média de cinco anos. A emergência foi indicada em 2%, contra 4% tanto no ano passado quanto na média.

O USDA também informou que 34% da safra de algodão estava em condição boa ou excelente, recuo de 2 pontos porcentuais na semana. Um ano antes, a parcela era de 47%. A abertura de maçãs alcançou 65%, ante 59% no mesmo período do ano passado e 58% na média de cinco anos. A colheita do algodão avançou para 13%, ante 12% há um ano e 11% na média.

Os dados do USDA mostram avanço da colheita de milho, soja, trigo de primavera e algodão nos Estados Unidos, além do andamento do plantio do trigo de inverno e das condições das principais lavouras de verão no país.

Fonte: Estadão Conteúdo

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