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21 de setembro de 2026

Sustentabilidade

FPA cobra agilidade do governo na liberação de crédito rural e alerta para aumento do endividamento no campo – MAIS SOJA

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A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) cobrou nesta terça-feira (21) do governo federal maior rapidez na execução da Medida Provisória 1.314/2025, que prevê a destinação de R$ 12 bilhões — com possibilidade de ampliação para R$ 20 bilhões — em linhas de crédito rural voltadas à liquidação ou amortização de dívidas de produtores afetados por eventos climáticos adversos. A bancada também demonstrou preocupação com o aumento do endividamento no campo e com o impacto da política de piso mínimo do frete rodoviário sobre a competitividade do setor.

O encontro contou com a participação do vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil, Gilson Bittencourt, e do head de Agronegócio da Serasa Experian, Marcelo Pimenta.

O presidente da FPA, deputado federal Pedro Lupion (PP-PR), reforçou que a escassez de crédito e o alto custo do financiamento têm se tornado um gargalo crescente para a produção agropecuária. Segundo ele, a reunião com o Banco do Brasil e a Serasa Experian confirmou o que o setor vem alertando: o Plano Safra atual não atende à dimensão da demanda agrícola brasileira.

“Os números apresentados hoje pelo Banco do Brasil confirmam o que já temos alertado: o Plano Safra é totalmente insuficiente diante da dimensão do nosso agronegócio”, afirmou Lupion.

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O deputado defendeu a aprovação de uma nova Lei de Seguro Agrícola, em discussão no Senado, e a destinação de R$ 30 bilhões do Fundo Social e dos Fundos Constitucionais para apoiar produtores em dificuldade — valor previsto em projeto aprovado recentemente pela Câmara dos Deputados.

“Os R$ 12 bilhões previstos atualmente são completamente insuficientes. Precisamos que essa medida provisória saia da gaveta e seja votada com urgência. O tempo está se esgotando para o produtor rural”, disse.

Lupion relatou ainda o agravamento da situação no Rio Grande do Sul, onde a cadeia de alimentos enfrenta endividamento severo, somado ao aumento dos custos logísticos e do frete.

“Faltam garantias reais e um sistema de seguro rural robusto. Essa é uma pauta essencial para dar estabilidade ao produtor e previsibilidade ao setor”, completou.

Crise social

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Coordenador da Comissão Trabalhista da FPA, o deputado Afonso Hamm (PP-RS) afirmou que a Medida Provisória 1.314/25 é insuficiente para atender o conjunto dos produtores rurais, sobretudo os que enfrentaram perdas de safra.

“Essa medida provisória atende a uma parte muito pequena das necessidades do agro brasileiro. E não falo do agro que perdeu renda, mas daquele que perdeu produção por causa do clima”, disse.

O parlamentar lembrou que o programa, anunciado durante a Expointer, previa R$ 12 bilhões, com possibilidade de ampliação para R$ 20 bilhões, mas que nenhum produtor do Rio Grande do Sul — estado que soma cerca de R$ 30 bilhões em renegociações — recebeu recursos até o momento.

“Desde o anúncio, nenhum agricultor gaúcho recebeu um centavo. Nenhum! Apesar de todas as normas e portarias já publicadas, os produtores continuam sem acesso aos recursos prometidos”, afirmou.

Hamm alertou para o agravamento da crise social no campo, citando o aumento dos casos de suicídio entre produtores rurais. “Infelizmente, temos vivido um cenário muito preocupante. Já são 28 casos entre produtores — o mais recente, ontem, no Rio Grande do Sul. Pedi um espaço na tribuna da Câmara para tratar desse tema, pois algo precisa ser feito com urgência”, disse.

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O deputado denunciou também irregularidades cometidas por instituições financeiras que, segundo ele, têm orientado produtores a transformar operações de crédito subvencionado em cédulas bancárias ou confissões de dívida, o que configura desvio de finalidade. Ele informou que a Comissão de Agricultura da Câmara aprovou pedido de auditoria no TCU para investigar a atuação de bancos públicos e privados.

“O que pedimos não é favor, é justiça, é cumprimento da lei e respeito a quem produz o alimento que sustenta este país”, concluiu.

Seguro rural

Durante a reunião, o senador Jaime Bagattoli (PL-RO) destacou que o seguro rural precisa ser tratado como prioridade nas políticas agrícolas do governo.

“Estamos enfrentando um grande problema hoje com a inadimplência, a frustração de safra e tantos outros fatores. Mas precisamos nos debruçar sobre o seguro rural. Tem que existir um empenho para que possamos avançar nessa questão. O seguro precisa atuar no Brasil inteiro e o governo precisa ter compromisso de colocar recurso no orçamento”, afirmou.

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Na mesma linha, o deputado Zé Vitor (PL-MG) cobrou maior transparência na aplicação dos recursos públicos destinados ao seguro.

“Temos que saber se esse dinheiro do seguro rural está chegando na ponta, lá no produtor. As reclamações são enormes e já de algum tempo. Precisamos entender por que esse recurso não chega a quem mais precisa”, disse.

Diálogo

A senadora Tereza Cristina (PP-MS), vice-presidente da FPA no Senado, defendeu que o governo e o Parlamento busquem alternativas para atender arrendatários e pequenos produtores, que não serão alcançados pelas medidas atuais.

“Esse recurso de R$ 12,5 bilhões é importante, mas muita gente vai ficar de fora. Precisamos pensar fora da caixinha e buscar alternativas para atender essas pessoas”, afirmou.

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Ela propôs a realização de uma reunião técnica interna do governo com a FPA para avaliar políticas de apoio a agricultores familiares e arrendatários, com foco em práticas sustentáveis e uso de novas tecnologias.

“Há agricultores que têm máquinas e experiência, mas precisam talvez mudar a forma de produzir. É hora de pensar no que podemos oferecer a eles”, completou a senadora.

Banco do Brasil promete liberar crédito até o fim da semana

O vice-presidente de Agronegócios e Agricultura Familiar do Banco do Brasil, Gilson Bittencourt, afirmou que o banco deve iniciar a liberação dos créditos previstos na MP até o fim da semana. Segundo ele, o sistema do Banco Central que autoriza as operações foi concluído nesta semana, e as solicitações já começaram a ser recebidas.

“O Banco do Brasil está preparado para dar celeridade ao processo. Não há falta de recursos, especialmente para custeio e investimento”, disse.

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Bittencourt destacou que cerca de 50% da carteira de crédito rural do banco já possui algum nível de seguro, e defendeu a criação de um modelo nacional de seguro rural mais amplo e equilibrado, capaz de reduzir o risco e melhorar a qualidade do crédito.

“O seguro é fundamental, mas não substitui ajustes estruturais quando há problemas crônicos de perda ou custo elevado. É um debate técnico e político que exige equilíbrio e diálogo”, afirmou.

Aumento da inadimplência e recuperação judicial

Encerrando a reunião, o head de Agronegócio da Serasa Experian, Marcelo Pimenta, apresentou um diagnóstico sobre a situação financeira dos produtores rurais.

“Quando falamos em população rural, estamos tratando de um universo de cerca de 15 milhões de brasileiros. Desses, acompanhamos, por meio das transações de crédito, aproximadamente 9,9 milhões”, explicou.

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De acordo com o levantamento, a inadimplência rural passou de 6% para 7,9% desde 2022, considerando o prazo de 180 dias de atraso. Entre produtores mais jovens, o índice chega a 11,9%, enquanto entre os mais experientes é de 3,5%.

Os pedidos de recuperação judicial no campo também cresceram de forma expressiva: 127 casos em 2023 saltaram para 566 em 2024, sendo 415 registrados apenas no primeiro semestre deste ano.

“Hoje, 80% dos produtores que entraram em recuperação judicial estavam, antes disso, com o score abaixo de 500 pontos. O problema não surge de forma repentina, ele é um processo que se agrava ao longo do tempo, até o momento em que o crédito se torna inviável”, destacou Pimenta.

O estudo mostra ainda que os produtores com alta dependência de crédito e arrendamento operaram com margens negativas nos últimos três anos, sendo os mais vulneráveis ao risco de inadimplência.

“O produtor que depende fortemente de arrendamento e financiamento está sob maior pressão e é o mais exposto ao risco. Esses dados reforçam a importância de políticas públicas e instrumentos financeiros que deem fôlego ao setor produtivo”, concluiu.

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Entidades do setor produtivo entregam carta à FPA sobre o piso mínimo do frete

Ainda durante a reunião-almoço, a presidente do Instituto Pensar Agropecuária (IPA), Tania Zanella, entregou ao presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, uma carta assinada por 50 entidades representativas do agronegócio, pedindo revisão da Política Nacional de Piso Mínimo do Frete Rodoviário.

Segundo Tania, a metodologia utilizada pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) desde 2018 está “ultrapassada e descolada da realidade do mercado”. Ela afirmou que os cálculos atuais têm provocado aumento expressivo dos custos logísticos, com impacto direto na competitividade do setor produtivo.

“O objetivo é que a FPA encaminhe nossa proposta aos Ministérios da Agricultura, dos Transportes, da Fazenda, à Casa Civil e à ANTT. Precisamos de uma metodologia mais moderna, equilibrada e justa, que reflita os custos reais de transporte e reduza o peso sobre quem produz”, disse Tania.

A carta detalha três frentes de atuação — política, jurídica e técnica — para reformular a tabela e pede que o governo promova um diálogo técnico e institucional sobre o tema. O documento também alerta para riscos de insegurança jurídica e pressão inflacionária, com destaque para a metodologia atual que não considera diferenças regionais, idade média da frota e o custo real do frete de retorno.

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Fonte: Agência FPA



 

FONTE

Autor:Frente Parlamentar da Agropecuária – FPA

Site: Agência FPA

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Sustentabilidade

Relação de troca abre janela para compras de fertilizantes para a safrinha 2027 – MAIS SOJA

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A relação de troca começa a ganhar ainda mais peso na decisão de compra de fertilizantes. Com a soja 2026/27 já próxima de concluir seu programa de adubação, a atenção se volta para o milho safrinha 2027, que ainda tem uma parcela relevante da necessidade em aberto. A melhora do preço do cereal aumentou o poder de compra do produtor e abriu espaço principalmente para os nitrogenados.

Cerca de 89% da necessidade de fertilizantes da soja 2026/27 já foi contratada, enquanto no milho safrinha 2027 as compras chegaram a aproximadamente 46%, contra 44% no mesmo período da temporada anterior. A ureia encerrou agosto entre US$435 e US$445 por tonelada CFR Brasil, mas voltou a ganhar firmeza após a correção observada no mês anterior.

“Mesmo com a ureia voltando a ganhar força, a melhora do milho criou uma condição mais interessante para o produtor avançar parcialmente nas compras da safrinha 2027. A relação de troca passa a ser um fator importante para definir quanto comprar e em que momento”, afirma Yedda Monteiro, analista de inteligência e estratégia da Biond Agro.

MAP segue pesando na decisão

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Nos fosfatados, o cenário é diferente. Os preços continuam em queda, mas a relação de troca permanece pesada, principalmente para o MAP, que ficou entre US$840 e US$860 por tonelada CFR Brasil. O superfosfato simples segue mais competitivo quando a comparação considera o custo por unidade do nutriente.

Na soja 2026/27, o MAP está 22,4% acima da média histórica em Sorriso (MT), enquanto o cloreto de potássio apresenta relação de troca de 22,4 sacas por tonelada, 4,5% melhor que a média dos últimos quatro anos.

“O momento de compra não é igual para todos os nutrientes. Enquanto o fósforo ainda exige mais cautela, o potássio apresenta uma relação mais favorável e o nitrogenado começa a encontrar espaço com a melhora do milho”, avalia Yedda.

Potássio já entra no radar da safra 2027/28

O movimento também começa a alcançar a próxima temporada. As primeiras compras de cloreto de potássio para a safra 2027/28 foram realizadas no Mato Grosso com relação de troca próxima de 21,5 sacas de soja por tonelada, abaixo da média histórica de cerca de 23,5 sacas.

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A antecipação ocorre em um mercado doméstico que ainda mostra ritmo menor. No primeiro semestre, as entregas de fertilizantes somaram 19 milhões de toneladas, queda de 5,4% em relação a 2025. Em junho, o recuo foi de 17,2%, para cerca de 3,56 milhões de toneladas.

“O mercado entra em setembro com situações diferentes entre culturas e nutrientes. Para o produtor, acompanhar a relação de troca ajuda a identificar onde existe uma janela de compra mais favorável e onde ainda vale esperar”, conclui Yedda.

Sobre a Biond Agro

Empresa especializada em gestão e comercialização de grãos para o produtor brasileiro, originária de um grupo de companhias com 25 anos de experiência (Fyo, CRESUD e Brasil Agro). Compreendendo os números e especificidades do negócio e como interagir com os mercados. A Biond Agro desenha estratégias de comercialização e execução de negócios, profissionalizando a gestão de riscos para tornar o agronegócio sustentável no longo prazo. Saiba mais clicando aqui.

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

Recorde nas exportações reforça protagonismo do algodão brasileiro e demanda por eficiência no campo – MAIS SOJA

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O Brasil chega à nova temporada da cotonicultura em uma posição inédita no mercado internacional. Entre agosto de 2025 e julho de 2026, o país exportou 3,37 milhões de toneladas de algodão, maior volume já registrado em um único ano comercial e 19% acima do período anterior. Os embarques movimentaram US$5,3 bilhões e consolidaram o Brasil como maior exportador mundial da fibra. Ao mesmo tempo, a produção da safra 2025/26 está estimada em aproximadamente 4,1 milhões de toneladas de pluma.

O avanço reforça o protagonismo conquistado pela cotonicultura nacional, mas também amplia a importância de estratégias capazes de preservar o potencial produtivo e a qualidade das lavouras ao longo de todo o ciclo. É neste cenário que a Ourofino Agrociência participa, pela primeira vez, do 15º Congresso Brasileiro do Algodão (CBA), principal encontro da cadeia produtiva nacional.

No evento, a companhia terá um estande próprio de 60 metros quadrados e levará duas novidades voltadas especificamente aos desafios dos cotonicultores: o herbicida Terrad’or, com novos posicionamentos para a cultura, e o fungicida Vigia.

Com tiafenacil como ingrediente ativo, Terrad’or passa a ampliar as possibilidades de manejo no algodão. Entre seus usos está a desfolha pré-colheita, etapa importante para a uniformização da lavoura e preparação para a colheita, além de possibilidades de posicionamento no manejo de plantas daninhas e na destruição de soqueira. A tecnologia faz parte da estratégia da Ourofino Agrociência de tropicalizar soluções, adequando produtos às particularidades ambientais, climáticas e produtivas encontradas nas lavouras brasileiras.

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Já Vigia chega ao portfólio como uma nova alternativa para o controle das principais doenças foliares do algodão. O fungicida reúne dois ingredientes ativos complementares e foi desenvolvido para proporcionar proteção de amplo espectro e flexibilidade de posicionamento de acordo com o desafio predominante em cada área. Entre os alvos de atenção estão doenças como a mancha-alvo e a ramulária. A proposta é permitir que o manejo seja direcionado conforme a realidade da lavoura, inclusive por meio da associação com fungicidas multissítios adequados dentro das estratégias recomendadas de manejo.

“O algodão brasileiro conquistou uma posição de protagonismo mundial e esse avanço aumenta também a responsabilidade de continuarmos evoluindo em produtividade, qualidade e eficiência agronômica. O produtor enfrenta diferentes desafios ao longo do ciclo, desde o manejo de plantas daninhas e a preparação para a colheita até a proteção contra doenças foliares. Nossa estreia no CBA reforça a decisão da Ourofino de estar cada vez mais próxima dessa cadeia, entendendo essas necessidades e trazendo tecnologias adaptadas às condições da agricultura brasileira”, afirma Roberto Rodrigues, gerente de marketing da Ourofino Agrociência.

Proximidade com a cadeia do algodão

A estreia da Ourofino no Congresso Brasileiro do Algodão ocorre em meio ao movimento da companhia para fortalecer sua presença em uma cultura que vem ganhando representatividade econômica para o agronegócio brasileiro.

Mais do que uma ação comercial, a participação no CBA tem como objetivo ampliar o relacionamento com produtores, consultores, pesquisadores e demais profissionais ligados à cadeia, além de acompanhar as discussões técnicas que devem orientar os próximos ciclos da cultura.

O próprio conceito do projeto desenvolvido para o espaço da companhia, “Raízes no campo. Inovação no futuro”, traduz essa estratégia. Madeira, algodão e elementos verdes foram incorporados ao espaço para reforçar proximidade, conexão com o campo e inovação. O ambiente terá ainda ações de relacionamento, como pintura ao vivo de uma obra inspirada na cultura do algodão, totem interativo para fotos, serviço de engraxate e happy hours.

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Promovido pela Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa), o CBA reúne a cada dois anos produtores, pesquisadores, agrônomos, lideranças, empresas e demais profissionais da cadeia. A programação de 2026 inclui plenárias técnicas, debates sobre mercado e estratégia, hubs especializados e minicursos.

Serviço:

  • 15º Congresso Brasileiro do Algodão – CBA 2026
  • Data: 22 a 24 de setembro de 2026
  • Local: Expominas – Belo Horizonte (MG)
Sobre a Ourofino Agrociência

A Ourofino Agrociência é uma empresa de origem brasileira, fabricante de defensivos agrícolas, com 15 anos de atuação. Sua fábrica — considerada uma das mais modernas do mundo no segmento — está localizada em Uberaba, no Triângulo Mineiro, e possui capacidade de produção de 200 milhões de quilos/litros por ano. São mais de 50 mil m² de área construída, com equipamentos de última geração e ambiente automatizado. A empresa desenvolve produtos, serviços e tecnologias com base nas características do clima tropical, seguindo o propósito de reimaginar a agricultura brasileira. 

Mais informações,clique aqui.  

Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Participação do farelo na ‘crush margin’ aumenta no BR e nos EUA – MAIS SOJA

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A cotação do farelo de soja segue em alta no Brasil e nos Estados Unidos, diante da forte demanda global pelo derivado. Segundo o Cepea, a participação do farelo na margem de processamento das indústrias voltou a aumentar nos últimos dias, atingindo novas máximas.

O Centro de Pesquisas destaca que, entre julho e agosto, a Conab disponibilizou algumas unidades de armazenamento de farelo de soja em certos estados brasileiros, o que pode ter limitado o interesse de venda das indústrias.

Neste cenário, com base nos preços da soja, do farelo e do óleo de soja negociados na região de São Paulo, a participação do farelo de soja na “crush margin” foi o maior desde outubro de 2024, conforme apontamento do Cepea.

Fonte: Cepea

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FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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