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Exportação mundial de café registra queda de quase 4%

A exportação mundial de café alcançou 11,35 milhões de sacas de 60 kg em agosto, o 11º mês da safra 2024/25. O volume corresponde a uma redução de 3,73% na comparação com o mesmo mês do ano passado (11,79 milhões de sacas). Os números fazem parte de relatório mensal da Organização Internacional do Café (OIC).
Divulgado nesta sexta-feira (3), o relatório aponta que no acumulado dos 11 meses do ano comercial, os embarques somaram 127,92 milhões de sacas, alta de 0,2% ante igual período do ciclo 2023/24, quando totalizaram 127,68 milhões de sacas.
Nos 12 meses encerrados em agosto de 2025, a exportação de arábica totalizou 84,77 milhões de sacas, ante 83,62 milhões de sacas em igual período do ano anterior, aumento de 1,38%. Por outro lado, o embarque de robusta aumentou 2,35% na mesma comparação, de 53,19 milhões para 54,44 milhões de sacas.
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Preços dos fertilizantes começam o ano com alta de até 20%, mostra levantamento

Os preços dos fertilizantes começaram o ano em alta, segundo relatório da Stonex. De acordo com o relatório, na última semana de janeiro as cotações da ureia nos portos brasileiros estavam cerca de 10% acima do nível observado no mesmo período de 2025. Já os preços do SSP e do cloreto de potássio (KCl) registraram altas próximas de 20% na mesma comparação anual.
Conforme explica o analista de Inteligência de Mercado, Tomás Pernías, esse movimento de valorização não se restringe ao Brasil. Segundo ele, a alta dos fertilizantes em relação ao início de 2025 também é observada, em maior ou menor grau, em outros mercados, o que indica um fenômeno de caráter global.
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“Entre os fatores que sustentam esse patamar mais elevado de preços estão elementos sazonais, como a preparação para as aplicações agrícolas em diversos países, e fatores geopolíticos difíceis de antecipar, como a escalada das tensões entre Estados Unidos e Irã”, realça o analista.
Neste contexto, o Oriente Médio é uma região estratégica para os nitrogenados, e qualquer instabilidade tende a gerar volatilidade e reforçar um viés altista nas cotações.
Nos Estados Unidos, o início do ano marca a retomada das compras para a temporada de primavera, com aumento das importações entre fevereiro e abril, período tradicionalmente mais aquecido. Esse fortalecimento da demanda norte-americana costuma pressionar os preços tanto no mercado doméstico quanto nos países fornecedores.
A China também atravessa um período sensível no primeiro semestre. Conforme levantamento da StoneX, apesar de ser grande produtora, o impacto sazonal sobre as importações é mais limitado, com exceção do KCl, cujas compras tendem a crescer nos primeiros meses do ano. O principal efeito chinês ocorre pelo lado das exportações.
“Em momentos estratégicos, as autoridades costumam restringir as vendas externas para priorizar o abastecimento interno, o que reduz a oferta global e intensifica a disputa por cargas”, destaca Pernías. Para alguns fertilizantes, a expectativa é de que essas restrições se estendam ao menos até meados do segundo semestre de 2026.
Outro fator relevante é a demanda indiana. Caso a Índia anuncie uma nova rodada nas próximas semanas, essa demanda poderá coincidir com um período-chave para mercados como Estados Unidos, Canadá, China e Europa, reforçando o sentimento altista.
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Homem usa drone como ‘helicóptero’ no interior do Pará; veja vídeo

O piloto de drone agrícola Hudson Vinícius viralizou nas redes sociais após aparecer utilizando um drone de grande porte como meio de transporte no interior do Pará.
O equipamento não está habilitado para o transporte de pessoas, e seu uso para essa finalidade impõe sérios riscos de segurança. O drone utilizado no vídeo foi desenvolvido para pulverização de lavouras e dispersão de insumos.
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Segundo Hudson, o registro é real e foi publicado para rebater comentários que apontavam o uso de inteligência artificial ou montagem no vídeo.
A cena gerou ampla repercussão nas redes sociais, com discussões sobre limites de segurança no uso de drones no agronegócio.
O Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola (Sindag) informou que apresentou denúncia formal à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em relação às infrações e aos prováveis riscos registrados no vídeo.
“A entidade repudia de maneira veemente a atitude registrada no vídeo, que não apenas evidencia riscos à segurança das pessoas e ao meio ambiente, como confronta diretamente os princípios de responsabilidade, profissionalismo e compromisso com a segurança que norteiam o setor aeroagrícola brasileiro”, informa nota do Sindag.
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Custo elevado de produção pressiona algodão e área recua 8% em Mato Grosso

Os custos elevados de produção seguem pressionando a rentabilidade das lavouras de algodão em Mato Grosso. Motivo que impulsiona uma redução de 8,06% na área no atual ciclo em relação à safra 2024/25. Diante disso, as perspectivas apontam um decréscimo de 15,16% na produção de pluma.
As projeções constam em relatório divulgado na segunda-feira (2) pelo Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Segundo o levantamento, a previsão é semear 1,42 milhões de hectares nesta safra 2025/26 com a fibra. Como destacado pelo Canal Rural Mato Grosso recentemente, até o dia 30 de janeiro 67,75% da extensão projetada já havia recebido as sementes.
A queda na área é observada “em todas as regiões”, pontua o Instituto. A mais acentuada é na região Nordeste de 84,3 mil hectares para 60,6 mil, retração de 28,04%. Já na região Norte 15,55%, devendo a área ficar em 21,4 mil hectares. Na região Centro-Sul do estado a previsão é de 10,81%.
Produção de algodão recua em mais de 15%
Em relação à produtividade, conforme o Imea, foi mantida a metodologia de média ponderada das safras anteriores, ficando em 290,88 arrobas por hectare, 7,69% inferior ao observado na safra 2024/25.
Com isso, considerando a menor projeção de área de cultivo, a produção de algodão em caroço foi estimada em 6,21 milhões de toneladas, queda de 15,13% no comparativo com a safra passada, quando 7,32 milhões de toneladas foram colhidas.
Já a produção de pluma ficou prevista na nova revisão em 2,56 milhões de toneladas, volume 15,16% abaixo das 3,01 milhões de toneladas colhidas no ciclo 2024/25.
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