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4 de novembro de 2026

Sustentabilidade

Nano no tamanho. Gigante na cobertura: conheça Galil® nano, inseticida lançamento da ADAMA – MAIS SOJA

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Nova formulação com partículas em escala nano amplia a cobertura foliar, potencializa o efeito de choque e reforça a eficiência no manejo de percevejos em soja e milho

A ADAMA apresenta ao mercado brasileiro Galil® nano, desenvolvido no Brasil para elevar o padrão de controle de percevejos na soja e da cigarrinha-do-milho. O novo produto utiliza partículas em escala nano.

“Para se ter ideia, uma partícula nano pode ser até mil vezes menor do que uma partícula de uma formulação convencional. Esse tamanho muito reduzido traz benefícios como a maior velocidade de absorção pela planta, trazendo um efeito mais rápido, ou maior contaminação do inseto, como é o caso de Galil nano®”, explica Raphael Malandrino, gerente de Inseticidas da ADAMA. Na prática, a tecnologia nano entrega maior cobertura na superfície da folha e, por consequência, um efeito de choque mais rápido e perceptível no manejo de pragas, especialmente do percevejo-marrom e do percevejo-barriga-verde, contribuindo para reduzir perdas e preservar o potencial produtivo das lavouras, mesmo em cenários de difícil controle.

“O maior desafio no manejo do percevejo não é aplicar o inseticida, mas garantir que a praga entre em contato com o princípio ativo e só Galil® nano traz uma cobertura com alta eficácia de controle”, explica Malandrino. “Sendo assim, a nanotecnologia muda o jogo ao aumentar a biodisponibilidade do ativo e intensificar o contato tarsal, entregando um controle mais eficiente e seguro.”

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Desenvolvido no Brasil, benefícios para os agricultores 

Galil® nano foi desenvolvido integralmente no centro de Pesquisa e Desenvolvimento da ADAMA em Londrina (PR) e testado por várias safras, em diferentes regiões produtoras de soja e milho do País, sempre com resultados consistentes. O produto conta com formulação alinhada ao padrão de qualidade ADAMA, que favorece a estabilidade e a eficiência da aplicação em condições climáticas distintas.

Outro diferencial está na versatilidade da solução, que se consolida como uma ferramenta estratégica para produtores de soja e milho devido à sua alta eficácia para o controle das espécies que podem maiores danos, como o percevejo-marrom (Euschistus heros) e o percevejo-barriga-verde (Diceraeus spp.) Para regiões de produção de sementes, o percevejo pode causar danos ainda mais críticos e o controle desses insetos deve ser ainda mais rigoroso. Galil® nano é uma ferramenta que contribui para elevar o padrão de qualidade das sementes, ao minimizar danos provocados pela alimentação dessas pragas.

Posicionamento estratégico e visão de futuro

O lançamento de Galil® nano sinaliza um novo momento da ADAMA em tecnologias de formulação. Trata-se do primeiro produto de uma plataforma de Nanotecnologia que já está sendo expandida para outros segmentos e outras culturas. Com o produto, que estará disponível comercialmente para os produtores brasileiros a partir da safra 2026/2027, a ADAMA reforça sua estratégia de Inovação de Valor, entregando ao agricultor uma ferramenta altamente eficaz, acessível e alinhada às práticas de manejo integrado de pragas (MIP), em um cenário de escassez de novos ingredientes ativos no mercado.

Sobre a ADAMA

A ADAMA Ltda. é uma empresa global líder em proteção de cultivos, oferecendo soluções inovadoras para agricultores no combate a plantas daninhas, insetos e doenças. A companhia possui um dos portfólios mais amplos e diversificados de ingredientes ativos do setor, apoiado por capacidades avançadas de Pesquisa & Desenvolvimento, fabricação e formulação.

Com presença em mais de 100 países, a ADAMA combina escala global com forte foco local, desenvolvendo produtos de alta qualidade e soluções customizadas, orientadas pelas necessidades reais dos agricultores e de seus parceiros comerciais.

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Para mais informações, visite nosso site www.adama.com e nossos canais no Facebook, LinkedIn, Instagram e Youtube.



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Sustentabilidade

Como a planta de soja sabe que deve emitir um novo nó? – MAIS SOJA

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O número de nós na haste principal é uma das variáveis mais usadas para acompanhar o desenvolvimento da soja a campo. O intervalo de tempo térmico (graus dia ou soma térmica) entre a emissão de um nó e o próximo é chamado de plastocrono. Até pouco tempo, esse valor era tratado como constante durante toda a cultura, sem considerar que, a partir do florescimento, a emissão de nós passa a ocorrer junto com o desenvolvimento reprodutivo.

Um estudo conduzido por Dalla Porta et al. (2024), da equipe FieldCrops, reuniu 17 experimentos ao longo de 7 safras e 4 locais do Rio Grande do Sul (RS), com 25 cultivares de soja, sendo 6 de hábito de crescimento determinado e 19 de hábito indeterminado. Em vez de calcular um único plastocrono para o ciclo todo, foi dividido o período de emissão de nós em fases: nas cultivares indeterminadas, fase inicial (V1 a R1), intermediária (R1 a R3) e final (R3 a R5); nas determinadas, que têm menor sobreposição entre os estádios vegetativo e reprodutivo, apenas fase inicial (V1 a R1) e final (R1 a R3). Essa divisão permite acompanhar melhor a sobreposição entre o desenvolvimento vegetativo e reprodutivo durante a emissão de nós.

Os resultados mostraram que o ritmo de emissão de nós muda conforme o hábito de crescimento e a disponibilidade de água. Em cultivares determinadas irrigadas, a fase inicial do plastocrono (59,7 °C dia nó-1) foi mais rápida que a fase final (65,7 °C dia nó-1), enquanto no sequeiro essa diferença desaparece, com média de 70,1 °C dia nó-1 (Figura 1A e 1B). Já nas cultivares indeterminadas irrigadas, a fase intermediária foi a mais rápida (58,5 °C dia nó-1), mas no sequeiro o destaque foi a fase final, que praticamente dobrou o ritmo de emissão de nós, com plastocrono de 79,4 °C dia nó-1 frente a 60,6 °C dia nó-1 nas fases inicial e intermediária (Figura 1C e 1D), evidenciando o efeito do déficit hídrico justamente no período em que a planta já está formando vagens e grãos.

Figura 1. Plastocrono (°C dia nó-1) por fase de desenvolvimento em cultivares de soja de hábito determinado irrigadas (A) e de sequeiro (B), e de hábito indeterminado irrigadas (C) e de sequeiro (D), em sete safras e 17 experimentos no Rio Grande do Sul. Fonte: adaptado de Dalla Porta et al. (2024).

Os autores também observaram que esse padrão está ligado ao hábito de crescimento da cultivar, e não ao seu grupo de maturidade, o que reforça a importância de considerar essa característica na hora de interpretar a velocidade de desenvolvimento a campo. Dividir o plastocrono em fases, como proposto no estudo, dá uma base mais realista para os modelos de simulação da soja, aproximando a estimativa do número de nós — e, por consequência, do estádio de desenvolvimento da lavoura — do que de fato acontece quando a planta enfrenta déficit hídrico durante o enchimento de vagens e grãos.

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Referências:

DALLA PORTA, F.S. et al. Improving understanding of the plastochron of determinate and indeterminate soybean cultivars. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, v. 28, n. 10, e278299, 2024. Disponível em: < https://doi.org/10.1590/1807-1929/agriambi.v28n10e278299 >, acesso: 01/11/2026.

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Sustentabilidade

Mercado do algodão: Alta do dólar favorece exportação enquanto preço do caroço recua em MT – MAIS SOJA

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Em nov/26, a estimativa de safra do algodão 26/27 não apresentou alterações em seus indicadores. Dessa maneira, a área estimada para a próxima temporada ficou em 1,43 milhão de hectares, incremento de 3,84% em relação à safra 25/26, impulsionado pelos preços mais atrativos da pluma, que estimulam os cotonicultores a ampliar a área destinada à cultura.

O avanço da semeadura da soja indica que, até o momento, a janela de plantio do algodão não deve ser comprometida. No entanto, os possíveis impactos do El Niño e os volumes de precipitação durante o desenvolvimento das lavouras seguem como pontos de atenção. Nesse cenário, a produtividade média permaneceu estimada em 310,39 @/ha, recuo de 6,01% em relação ao recorde observado na última safra. Por fim, a produção está estimada em 6,65 milhões de toneladas de algodão em caroço. volume que representa uma redução de 2,41% em relação ao que foi observado na safra 25/26.

Confira os principais destaques do boletim:
  • ALTA: na última semana, a paridade do contrato de dez/26 ficou na média de R$ 137,13/@, com aumento de 4,48%, reflexo da valorização do dólar no mesmo período.
  • BAIXA: a queda do real, após a eleição presidencial do Brasil, ampliou a competitividade do algodão brasileiro no mercado internacional, contribuindo para o recuo da pluma em NY.
  • VALORIZAÇÃO: dólar encerrou com alta de 7,15% na semana passada, ficando cotado na média de R$ 5,39/US$ ]
O beneficiamento do algodão em MT da safra 2025/26 atingiu 65,62% até a última sexta-feira.

O avanço amplia a oferta de caroço de algodão no mercado e contribui para pressionar as cotações. Em out/26, o preço médio fechou em R$ 718,40/t, redução de 5,54% ante set/26. Além disso, em comparação com a média de out/25, o preço nominal ficou 23,76% menor.

Embora a produção seja inferior à da safra passada, a queda expressiva das cotações no comparativo anual está associada, principalmente, à demanda enfraquecida no estado ao longo de 2026, que tem limitado a sustentação dos preços mesmo diante da menor oferta do produto.

Para o curto prazo, na ausência de sinais de recuperação da demanda, a expectativa é que os preços permaneçam pressionados, sem valorizações expressivas. Por fim, esse cenário está alinhado à tendência sazonal observada em períodos com condições de demanda semelhantes às atuais no estado.

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Fonte: IMEA



 

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Sustentabilidade

Após estragos no Sul, previsão aponta chuvas de 100 mm e ‘friaca’ no fim de semana em vários estados; saiba mais

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A previsão do tempo indica mais dias de instabilidade no Brasil, com risco de novos temporais após os estragos registrados no Sul. Entre esta quarta-feira (4) e o fim de semana, diferentes estados devem enfrentar chuva intensa, rajadas de vento, descargas elétricas e possibilidade de granizo. Em algumas áreas, os acumulados podem chegar a 100 milímetros.

O alerta começa pelo Mato Grosso do Sul, onde os temporais já avançam nesta quarta-feira (4). Na quinta-feira (5), a instabilidade também ganha força em Goiás e Mato Grosso, com previsão de raios, ventos intensos e possibilidade de granizo, especialmente na porção leste de Mato Grosso do Sul e no sul de Goiás.

Em Mato Grosso, as chuvas começam a avançar principalmente pelo norte do estado, mas ainda sem previsão de volumes muito expressivos. Já no sul de Mato Grosso do Sul, a precipitação pode ser maior.

Temporais de 100 mm colocam Sul e Sudeste em alerta

A situação exige atenção especial no Sul do país. Depois dos episódios de tornados em Chapecó (SC) e das microexplosões que provocaram estragos no Paraná, a previsão mantém o alerta para novos temporais no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná.

Um cavado meteorológico favorece a formação de áreas de instabilidade também no Sul e no Sudeste nesta quarta e quinta-feira. O tempo severo pode atingir ainda o norte do Paraná, São Paulo, o sul de Minas Gerais e o Rio de Janeiro.

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Em Santa Catarina, Paraná e São Paulo, os acumulados podem alcançar 100 milímetros nos próximos dias. Em Santa Catarina, há alerta para chuva intensa, principalmente durante a tarde, além de rajadas de vento. A instabilidade deve persistir durante o fim de semana, sem dar muita trégua aos moradores dessas regiões.

Frente fria provoca ‘friaca’ no fim de semana

Além da chuva, uma frente fria avança pelo país e provoca queda nas temperaturas. No fim de semana, as mínimas no sul de Mato Grosso do Sul podem ficar entre 15°C e 16°C.

No Sul, o frio será mais expressivo. Entre sábado e domingo, as temperaturas mínimas no Rio Grande do Sul podem ficar abaixo dos 7°C em áreas de baixada. Apesar da queda nas mínimas, as máximas ainda podem alcançar 30°C em algumas localidades.

No Sudeste, a mudança também será sentida, com temperaturas mais amenas durante o fim de semana. Enquanto isso, o Nordeste continua com predomínio de tempo quente e seco, com temperaturas que podem chegar aos 40°C em Tocantins e Piauí. Há previsão de temporais isolados no sul do Maranhão e no norte do Tocantins.

Chuva volta a ganhar força na próxima semana

Na próxima semana, a tendência é de tempo mais firme no Sul e no Sudeste, abrindo uma janela para o produtor rural aproveitar as condições meteorológicas. A chuva, entretanto, deve voltar a ganhar força entre os dias 15 e 19 de novembro.

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No Paraná e em Santa Catarina, os acumulados podem ficar entre 50 e 60 milímetros em cinco dias. Em São Paulo, também há previsão de volumes expressivos nesse período.

A instabilidade deve avançar ainda sobre áreas do Centro-Oeste e do Matopiba, contribuindo para a reposição da umidade do solo e favorecendo o desenvolvimento das lavouras de soja, especialmente em Goiás.

No oeste de Mato Grosso, a chuva ainda apresenta comportamento bastante irregular. Entre os dias 15 e 19 de novembro, os volumes previstos ficam em torno de 20 milímetros em algumas áreas.

A frente fria também deve levar chuva para o interior do Nordeste, trazendo alívio para regiões que enfrentam calor e tempo seco. A tendência é de uma semana com distribuição irregular das precipitações, mas com novas oportunidades de recuperação da umidade do solo em importantes regiões produtoras.

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