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Comunidade rural de Várzea Grande ganha biblioteca gratuita para incentivar a leitura

Espaço no Formigueiro foi idealizado por coletivo de escritores locais. Acervo já está disponível para empréstimo aos moradores
A comunidade rural do Formigueiro passou a contar, desde o último sábado (1º), com um novo espaço dedicado à leitura, ao conhecimento e à valorização da cultura. A Biblioteca Comunitária do Formigueiro foi inaugurada às 9h e surge como um importante instrumento de incentivo à formação de leitores e de ampliação do acesso gratuito aos livros para os moradores da região.
Localizada a aproximadamente um quilômetro da Escola Municipal do Formigueiro, a biblioteca foi idealizada pelo Coletivo de Escritores de Várzea Grande, em parceria com a Superintendência de Cultura da Secretaria Municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer (SMECEL). A iniciativa nasceu após os escritores identificarem a necessidade de um espaço de leitura que atendesse crianças, jovens e adultos da comunidade.
O acervo poderá ser consultado no próprio local ou emprestado aos moradores, seguindo o mesmo sistema adotado pelas bibliotecas tradicionais. Neste primeiro momento, o atendimento será realizado no período matutino, enquanto os horários definitivos de funcionamento estão sendo definidos.
Para o escritor e integrante do Coletivo de Escritores de Várzea Grande, Mauro Leite Pedroso, a biblioteca representa um importante avanço na democratização do acesso à leitura.
“Percebemos que a comunidade precisava de um espaço onde as pessoas pudessem ter contato com os livros de forma gratuita e acolhedora. A biblioteca comunitária nasce desse desejo coletivo de aproximar a literatura das pessoas e mostrar que o conhecimento pode transformar vidas. Esperamos que este espaço seja frequentado por crianças, jovens, adultos e idosos, tornando-se um verdadeiro ponto de encontro da cultura.”
A superintendente de Cultura de Várzea Grande, Luh Arruda, destacou que o projeto evidencia o protagonismo dos escritores locais e reforça o compromisso do Município com a promoção da leitura.
“Essa biblioteca é fruto da iniciativa dos nossos escritores, que enxergaram uma necessidade da comunidade e decidiram agir. A Superintendência de Cultura abraçou essa ideia porque acreditamos que incentivar a leitura é fortalecer a educação, a cultura e a cidadania. Projetos como este aproximam os livros das pessoas e mostram que a literatura pode chegar a todos os cantos de Várzea Grande.”
Além de oferecer acesso ao acervo literário, a expectativa é de que o espaço passe a receber, futuramente, rodas de leitura, contação de histórias, encontros com escritores e outras atividades culturais voltadas à comunidade.
A implantação da Biblioteca Comunitária do Formigueiro reforça o compromisso com a descentralização das ações culturais, levando oportunidades de acesso ao conhecimento para além da área urbana e valorizando iniciativas construídas de forma colaborativa entre o poder público e a sociedade civil.
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Prefeitura faz mutirão de limpeza e infraestrutura em 15 avenidas e bairros de Várzea Grande nesta terça

Operação inclui reforço na iluminação, instalação de quebra-molas e roçagem. Veja se a sua região está na lista de atendimento de hoje
A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana (SSPMU), realiza nesta terça-feira (4) mais uma etapa do programa VG em Ação, reforçando os serviços de zeladoria, manutenção e mobilidade urbana em diversos bairros e importantes vias do município.
As equipes executam serviços de capina, roçagem, poda de árvores, retirada de entulhos, revitalização de espaços públicos e pintura de meio-fio, garantindo mais limpeza, organização e conservação dos espaços urbanos. As ações contribuem para a valorização dos bairros, promovem mais qualidade de vida aos moradores e tornam a cidade mais segura e acolhedora.
O cronograma também contempla intervenções voltadas à mobilidade urbana, como reforço da sinalização viária, implantação de quebra-molas e modernização da iluminação pública, ampliando a segurança de motoristas, ciclistas e pedestres.
O VG em Ação integra o planejamento permanente da gestão municipal, que mantém equipes atuando diariamente em diferentes regiões da cidade para oferecer uma Várzea Grande mais limpa, organizada, segura e com infraestrutura cada vez melhor para a população.
Locais atendidos nesta terça-feira (4):
- Avenida Ary Paes Barreto
- Avenida Castelo Branco
- Residencial Milton Figueiredo
- Bairro Canelas
- Bairro Marajoara
- Bairro Hélio Ponce
- Bairro Jardim União
- Limpo Grande
- Bairro Parque das Mangabeiras
- Bairro Nova Fronteira
- Bairro Ouro Verde
- Bairro Vitória Régia
- Estrada da Guarita
- Orla da Alameda
- Parque Tanque do Fancho
Agro Mato Grosso
Operação da PF investiga retirada ilegal de mais de 34 toneladas de calcário em MT

Atividade minerária era realizada fora dos limites autorizados pelos títulos minerários e pelas licenças ambientais, o prejuízo foi estimado em mais de R$ 3 milhões à União.
Uma operação realizada pela Polícia Federal investiga um esquema de extração irregular de recursos minerais em Rosário Oeste, a 133 km de Cuiabá. Nesta terça-feira (4), foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em Cuiabá.
De acordo com a polícia, as investigações apontam que a atividade minerária era realizada fora dos limites autorizados pelos títulos minerários e pelas licenças ambientais. O levantamento preliminar indica que mais de 34 toneladas de calcário foram extraídas de forma irregular, causando um prejuízo estimado em mais de R$ 3 milhões à União.
As investigações começaram após a identificação da exploração mineral em área não autorizada. Em seguida, fiscalizações administrativas, análises geoespaciais e uma perícia realizada pela Polícia Federal confirmaram indícios da atividade irregular.
Segundo a PF, as ordens judiciais foram expedidas para apreender documentos, equipamentos eletrônicos, registros contábeis e outros materiais que possam auxiliar nas investigações.
A operação busca identificar a participação de cada investigado, dimensionar o lucro obtido com a exploração ilegal, verificar se as irregularidades continuaram ao longo do tempo e apurar a existência de outros envolvidos ou beneficiários do esquema.
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CNJ vota fim da aposentadoria remunerada para juízes criminosos e cria “cerco ético”

Magistrados flagrados vendendo sentenças poderão perder o cargo de vez. Sessão desta terça (4) também define regras para presentes e eventos
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deve analisar na sessão desta terça-feira (4) uma proposta de criação de regras para disciplinar a participação de juízes em eventos privados, recebimento de presentes e atuação de escritórios de advocacia de parentes de magistrados nos tribunais.
A proposta é de autoria do presidente do conselho e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, e será chamada de Política Nacional de Prevenção e Gestão de Conflitos de Interesses no âmbito do Poder Judiciário. A sessão está prevista para começar às 10h.
No STF, também está em tramitação uma proposta de criação de regras de conduta.
Em fevereiro deste ano, Fachin anunciou que a adoção de um Código de Ética para os ministros do Supremo será uma das prioridades de sua gestão e indicou a ministra Cármen Lúcia para relatar a proposta de criação da norma.
O anúncio sobre a criação do Código de Ética ocorreu em meio às investigações sobre o Banco Master e às citações aos nomes dos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.
Aposentadoria
O CNJ também deve deliberar sobre o fim da aposentadoria compulsória como pena máxima administrativa aos magistrados condenados por faltas disciplinares graves, como venda de sentenças, assédio sexual e moral, entre outras.
A decisão ocorrerá após o julgamento do STF que determinou o fim da aposentadoria compulsória.
Pelo entendimento da Suprema Corte, após a condenação do magistrado pelo CNJ, a Advocacia-Geral da União (AGU) deverá entrar com uma ação no Supremo para que o magistrado tenha a perda do cargo analisada pela Corte.
Em 20 anos, o conselho condenou 126 magistrados à aposentadoria compulsória. O CNJ foi criado em 2005 e é responsável pelo julgamento de faltas disciplinares cometidas por juízes e desembargadores.
Ao longo da história, o CNJ aplicou a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman). A norma definiu que são penas disciplinares a advertência, censura, remoção compulsória, disponibilidade com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço e aposentadoria compulsória com vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, a punição mais grave.
Antes da decisão do Supremo, magistrados mantinham o recebimento mensal dos vencimentos após a condenação pelo CNJ.
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