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25 de maio de 2026

Sustentabilidade

Chicago/CBOT: Milho fechou em baixa com colheita nos EUA e vendas na Argentina – MAIS SOJA

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Por T&F Agroeconômica, comentários referentes à 24/09/2025
FECHAMENTOS DO DIA 24/09

Chicago:  A cotação de dezembro, fechou em baixa de 0,53% ou $ -2,00 cents/bushel, a $424,25. A cotação para março fechou em baixa de 0,45% ou $ -2,00 cents/bushel, a $ 441,00.

ANÁLISE DA BAIXA

O milho negociado em Chicago fechou em baixa nesta quarta-feira. As cotações do cereal caíram com a pressão da colheita, da retirada temporária dos impostos argentinos e o fraco relatório de produção de etanol. O EIA apontou uma redução na produção e um aumento nos estoques de etanol no comparativo semanal. A colheita da grande safra avança nos EUA, mas com relatos de rendimentos menores que os previstos pelo USDA.

A decisão da Argentina de reduzir as taxas de exportação de grãos também afeta o milho, já que o país é o terceiro maior exportador global. A Subsecretaria de Mercados Agroalimentares da Argentina informou que, desde que a redução do imposto de exportação entrou em vigor, declarações juramentadas foram protocoladas para vendas externas 952.500 toneladas de milho, com um valor FOB total de US$ 190.627.500.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL
B3: O milho fechou em baixa com mercado de olho no milho argentino

Os principais contratos de milho encerraram em baixa nesta quarta-feira, As cotações do cereal seguiram a queda de Chicago. Com o mercado de olho no milho argentino, devido a retirada temporária das retenciones, o imposto de exportação para os grãos, as cotações futuras seguiram pressionadas, enquanto o mercado físico permanece estável, com o produtor esperando melhores preços para vender.

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A ANEC estima que as exportações de milho 7.610.000 de toneladas em setembro, um aumento de 6,9% em relação à projeção da semana anterior.

OS FECHAMENTOS DO DIA 24/09

Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam em baixa no dia: o vencimento de novembro/25 foi de R$ 66,12, apresentando baixa de R$ 0,32 no dia e baixa de R$ 1,06 na semana; o vencimento de janeiro/26 foi de R$ 68,98, com baixa de R$ 0,26 no dia e baixa de R$ 1,20 na semana; o contrato de março/26 fechou a R$ 71,84, com baixa de R$ 0,25 no dia e baixa de R$ 1,41 na semana.

NOTÍCIAS IMPORTANTES
EUA-AVANÇO DA COLHEITA AMERICANA (baixista)

O milho está sendo negociado em leve baixa em Chicago. A pressão está sendo exercida pelo progresso da colheita nos EUA, que deve apresentar pelo menos duas semanas de tempo predominantemente seco em áreas agrícolas importantes, o que favoreceria um avanço mais rápido no campo.

EUA-EXPORTAÇÕES E SECA (altistas)

O alto nível de exportações dos EUA e os relatórios persistentes de produtividade não apenas inferiores às previsões do USDA, mas também inferiores às obtidas na temporada
anterior contribuem para o aumento da demanda.

EUA-NOVA VENDA (altista)

Em seus relatórios diários e pelo terceiro dia consecutivo, o USDA confirmou hoje uma nova venda de milho americano 2025/2026 para o México, de 312.956 toneladas. Até o momento, nesta semana, a agência confirmou transações com o principal comprador de milho americano de 733.617 toneladas de milho da temporada atual e 22.354 toneladas da temporada 2026/2027.

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EUA-ETANOL-PRODUÇÃO MENOR (baixista)

O relatório semanal da Administração de Informação de Energia dos EUA não trouxe boas notícias, pois reduziu a produção diária de etanol de 1.055.000 para 1.024.000 barris hoje, um número que ainda permaneceu acima dos 994.000 barris no mesmo período em 2024, enquanto aumentou os estoques de biocombustíveis de 22.602.000 para 23.468.000 barris, um número próximo aos 23.524.000 barris em estoque há um ano.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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Sustentabilidade

Cooperativismo catarinense cresce acima da média nacional e faturamento de 2025 supera R$ 105 bilhões – MAIS SOJA

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O cooperativismo catarinense segue demonstrando sua pujança econômica e capacidade de expansão. Dados recentes do Sistema OCESC apontam que o faturamento do setor alcançou R$ 105,7 bilhões em 2025, consolidando uma trajetória consistente de crescimento nos últimos anos.

“Santa Catarina tem no cooperativismo um motor econômico real. O faturamento alcançado em 2025 é reflexo de um cooperativismo cada vez mais competitivo, mais organizado e mais presente na vida das pessoas, com capacidade de investir, gerar empregos e sustentar desenvolvimento nas regiões onde atuam”, destaca o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta.

A série histórica mostra avanço contínuo nos últimos anos. Em 2022, o faturamento das cooperativas de Santa Catarina foi de R$ 80,82 bilhões. Em 2023, subiu para R$ 84,65 bilhões e, em 2024, avançou para R$ 91,26 bilhões. O salto mais expressivo ocorreu em 2025, com crescimento de 15,8% em relação ao ano anterior.

A análise da evolução do faturamento mostra um movimento contínuo de expansão. Após o crescimento expressivo de 63,3% em 2022, impulsionado pelo cenário de recuperação pós-pandemia, o setor manteve um ritmo estável nos anos seguintes, com altas de 4,7% em 2023 e 7,8% em 2024, até alcançar o avanço mais robusto em 2025.

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“Os números mostram que o cooperativismo catarinense está em plena expansão, com um crescimento sustentável. Isso é resultado do trabalho conjunto das cooperativas, que investem em gestão, inovação e no desenvolvimento das pessoas e das comunidades onde estão inseridas”, afirma o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta.

A taxa de crescimento acima da média nacional é resultado da capacidade de adaptação das cooperativas, do fortalecimento da gestão e da presença cada vez mais estratégica no desenvolvimento econômico do estado. O desempenho também ressalta o papel das cooperativas como agentes relevantes na geração de riqueza, distribuição de renda e promoção do desenvolvimento regional sustentável.

 As perspectivas para os próximos anos projetam que o cooperativismo catarinense deverá manter a curva de crescimento. As projeções apontam que o faturamento pode chegar a R$ 115,2 bilhões em 2026, avançar para R$ 125,9 bilhões em 2027 e alcançar R$ 137,6 bilhões em 2028.

“Essas projeções apontam para um setor com escala, governança e capacidade de continuar avançando. O cooperativismo catarinense cresce porque combina operação eficiente com presença territorial e visão de longo prazo”, conclui Zanatta.

Fonte: Sistema Ocesc, Disponível em Fecoagro

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FONTE

Autor:Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro

Site: Fecoagro/SC

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Agro Mato Grosso

Fundação Rio Verde fortalece intercâmbio em viagens técnicas e apresentação de pesquisas

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A pesquisadora Luana Belufi participou de visitas nacionais e internacionais, e apresentou avanços da Fundação Rio Verde no manejo de doenças do Cerrado.

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Sustentabilidade

De advogada a produtora rural: Flávia Garcia Cid transforma fazenda em referência nacional em óleos essenciais – MAIS SOJA

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Foto de capa:  Assessoria

No agronegócio onde a produção de commodities como soja e milho é proeminente, a história de Flávia Garcia Cid foge do tradicional. De advogada a empresária do campo, Flávia tornou a Fazenda Jaracatiá, em Querência do Norte (PR), em um polo de produção de plantas aromáticas, óleos essenciais e bioinsumos. Sua dedicação ao segmento a consagrou como uma das maiores produtoras de óleos essenciais orgânicos certificados do Brasil, com mais de 200 hectares de cultivo. O país é um dos três maiores exportadores mundiais de óleos essenciais, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Além disso, Flávia foi uma das vencedoras da categoria Grande Propriedade do Prêmio Mulheres do Agro em 2025, promovido pela Bayer em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e que está com as inscrições abertas. Ela destaca a importância de as produtoras rurais participarem da iniciativa para dar visibilidade a seus trabalhos e impacto no setor. “O meu conselho para as mulheres que querem se inscrever no prêmio é: não hesitem, pois todas podem e serão valorizadas. Fazemos parte de uma rede que só funciona com todas atuando, e cada papel é importante.”

A transição de Flávia para o agro começou em 1999, ao lado do marido. Sem experiência prévia no setor, ela abraçou o desafio de implantar o cultivo de plantas aromáticas após uma viagem despretensiosa, que despertou no casal o interesse nas propriedades terapêuticas das plantas para o cuidado e bem-estar humano. A paixão pelo campo e o desejo de inovar guiaram sua jornada. Para a produtora, a trajetória comprova que “tudo é possível quando se coloca o coração e a dedicação ao trabalho”.

Tecnologia e ESG no DNA

A Fazenda Jaracatiá opera com um modelo de negócios inovador e verticalizado. Flávia implementou uma indústria de destilação própria, desenvolvendo maquinários específicos para culturas não convencionais e controlando todo o processo, do cultivo à comercialização direta para grandes empresas farmacêuticas, cosméticas e de aromaterapia. Um diferencial é a produção de bioinsumos a partir de resíduos de sua própria atividade, posicionando-se no mercado de insumos – neste caso totalmente naturais e de base vegetal – para grãos e pastagens.

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Flávia Garcia Cid, vencedora da categoria “Grande propriedade” do Prêmio Mulheres do Agro em 2025

A propriedade também é referência em práticas ESG, utilizando energia solar e biogás, promovendo a conservação da mata nativa via Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), reutilizando resíduos e otimizando a gestão hídrica com tecnologia, além de operar com desperdício zero. No âmbito social, foi criado o Instituto Fazenda Jaracatiá, para atuar junto a comunidades vizinhas com foco em suas necessidades e capacitação.

Essas práticas de ponta renderam à produtora prêmios como o Fazenda Sustentável (Globo Rural, 2024) e Produtor 4.0 (AgroBIT, 2024), além da vitória na categoria “Grande Propriedade” do Prêmio Mulheres do Agro em 2025, promovido pela Bayer em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG).

Prêmio Mulheres do Agro 2026

Em sua 9ª edição, o Prêmio Mulheres do Agro reforça o compromisso da Bayer com o reconhecimento de produtoras rurais que contribuem para um agronegócio mais inovador, sustentável e inclusivo. Desde sua criação, a iniciativa já recebeu mais de 1.500 inscrições e reconheceu mulheres de diferentes regiões do país por suas boas práticas no campo.

“Olho para a Flávia que subiu ao palco para receber o prêmio e vejo que é possível uma pessoa que almejava se aposentar, sem experiência no agro, hoje ser reconhecida e impactar tantas outras mulheres. É a prova de que, com paixão e esforço, podemos ir muito além do que imaginamos”, incentiva Flávia.

Em um ano simbólico, em que a Bayer celebra 130 anos de atuação no Brasil, a cerimônia de premiação ocorrerá durante um evento proprietário realizado pela Bayer e a ABAG, no segundo semestre, em São Paulo.

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Daniela Barros, Diretora de Comunicação da Divisão Agrícola da Bayer no Brasil, destaca que “ao longo dos últimos anos, o Prêmio Mulheres do Agro se consolidou como uma importante plataforma de reconhecimento das mulheres no campo. Nesta nova edição, queremos ampliar ainda mais a visibilidade dessas histórias e fortalecer as conexões entre as produtoras, o setor e toda a cadeia do agronegócio.”

As produtoras rurais interessadas em participar podem se inscrever até o dia 7 de junho pelo site oficial do prêmio. Para concorrer, as candidatas devem comprovar atuação alinhada aos pilares de sustentabilidade, governança e impacto social.

Sobre a Bayer

Guiada por sua missão “saúde para todos, fome para ninguém”, a Bayer é uma empresa global que atua para desenvolver soluções inovadoras que respondam a alguns dos maiores desafios da humanidade nas áreas de saúde e agricultura. Fundada na Alemanha em 1863 e presente em mais de 80 países, está no Brasil há 130 anos — seu segundo maior mercado no mundo — com negócios nos segmentos de Agricultura, Farmacêutico e Saúde do Consumidor. É comprometida com a inovação, a diversidade e a sustentabilidade, investindo continuamente em pesquisa e desenvolvimento para promover avanços que unam produtividade, preservação ambiental e acesso à saúde de qualidade. Mais informações no site.

Sobre a ABAG

Com mais de 3 décadas de atuação, a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) é a única entidade que reúne, em uma só voz, todos os elos da cadeia produtiva, do campo à indústria, distribuição e serviços. Promove uma visão integrada e de futuro para o agronegócio brasileiro, fomentando o desenvolvimento sustentado e a bioeconomia, ao mesmo tempo em que aproxima o setor de seus principais públicos estratégicos. A ABAG tornou-se referência na articulação de alianças nacionais e internacionais, estimulando conexões, diálogos e inovação, mobilizando a força de suas mais de 80 associadas para dinamizar o setor e ampliar o protagonismo de toda a cadeia.

Fonte: Assessoria

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