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Jogos reúnem povos indígenas de Mato Grosso em território Erikpatsa até domingo (17)
Com patrocínio do Governo de MT, evento busca estimular a troca de saberes e a prática esportiva como ferramentas de resistência cultural
Os primeiros Jogos Indígenas de Mato Grosso tiveram início nesta quarta-feira (13.8) e prosseguem até domingo (17.8), na aldeia Curva, terra indígena Erikpatsa, no município de Brasnorte (a 580 km da Capital). Para a realização, o evento conta com o patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT).
Inédita no Estado, a iniciativa é promovida pela Federação dos Povos e Organizações Indígenas de Mato Grosso (FEPOIMT), que é o principal interlocutor dos povos indígenas com a sociedade civil e os órgãos governamentais do Estado.
Estão representadas nos Jogos as sete regionais jurisdicionadas pela Federação (Cerrado/Pantanal, Norte, Médio Araguaia, Noroeste, Xavante, Vale do Guaporé e Xingu). Ao todo, 45 dos 46 povos indígenas de Mato Grosso participam do evento. Apenas o povo Tapirapé não está presente devido ao luto pelo falecimento recente de uma anciã.
As competições continuam no sábado (16), com provas de atletismo de 100 metros e 1.500 metros, cabo de guerra e etapas eliminatórias de futebol. No domingo (17) serão realizadas as disputas finais do futebol e premiações.
Além das disputas masculinas e femininas, o encontro busca promover a união entre os povos, estimulando a troca de saberes e a prática esportiva como ferramentas de resistência cultural e de fortalecimento político-social.
Para o secretário adjunto de Cultura da Secel, Jan Moura, os Jogos Indígenas representam um momento histórico para as políticas de fomento ao esporte e à cultura.
“É um momento ímpar de celebrarmos nossa cultura, fortalecer nossos laços identitários, intercambiar nossas histórias e garantir que os povos indígenas possam ter acesso a práticas culturais, esportivas e de lazer tão importantes para a cidadania e o desenvolvimento social. O Governo de Mato Grosso cumpre seu papel e constrói junto aos povos indígenas uma nova e importante história”.
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Amaggi e Inpasa anunciam parceria para mais três usinas de etanol de R$ 2,5 bilhões em MT

Após reunião com o governador Mauro Mendes, as multinacionais Amaggi e Inpasa anunciaram uma parceria para a construção de mais três usinas de etanol de milho em Mato Grosso.
A reunião ocorreu na última semana e o anúncio foi feito nesta sexta-feira (29), após a confirmação oficial dos investimentos, que giram na casa dos R$ 2,5 bilhões, com previsão de gerar centenas de empregos diretos e indiretos.
O encontro, mediado pelo ex-senador e presidente do Conselho Administrativo da Nova Rota do Oeste, Cidinho Santos, contou com a presença do ex-governador e investidor da Amaggi, Blairo Maggi, bem como de toda a diretoria da empresa, além do fundador e principal controlador da Inpasa, José Lopes.
De acordo com os representantes de ambas as empresas, as medidas do Governo de Mato Grosso para fortalecer a indústria “foram fundamentais” para a tomada de decisão.
Entre as medidas, se destacam a rapidez e isonomia na concessão de incentivos fiscais, desburocratização, a retomada do equilíbrio fiscal, a redução de mais de 140 taxas e impostos que o Estado promoveu para toda a população desde o início da gestão, e os recordes em investimentos em todas as áreas.
“Hoje Mato Grosso é o melhor lugar do país para se investir, porque construímos um ambiente favorável para isso. E é por esse motivo que temos atraído tantas empresas e indústrias para cá. Nenhuma empresa faria investimentos dessa magnitude se não confiasse no potencial do nosso estado”, destacou o governador Mauro Mendes.
O setor
Mato Grosso é hoje o maior produtor de etanol de milho do país e o segundo maior produtor de etanol em geral, perdendo apenas para o estado de São Paulo.
Na safra 2023/2024, foram produzidos 4,54 bilhões de litros de etanol de milho no estado, por meio das 14 usinas que processam milho, sendo 11 exclusivas de milho.
A estimativa é que, até 2031, esse volume de produção aumente para até 9,6 bilhões de litros por ano.
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Soja do Brasil deve crescer 3,1% com clima mais favorável; confira os números

As primeiras estimativas para a safra 2025/26 de grãos no Brasil apontam um cenário positivo para a soja. Segundo Carlos Cogo, consultor em agronegócio, a produção deve alcançar 75,5 milhões de toneladas, o que representa um crescimento de 3,1% em relação ao ciclo anterior.
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O avanço decorre principalmente da recuperação da produtividade no Rio Grande do Sul, após anos de perdas climáticas, e de uma expansão de 2% na área plantada, cerca de 900 mil hectares. A abertura de novas áreas ocorre sobretudo no Arco Norte (Rondônia, Acre, norte do Pará e Matopiba) e também no Sul, onde parte das lavouras de arroz dará lugar à oleaginosa.
Neutralidade climática traz alívio ao produtor de soja
O meteorologista Arthur Müller destacou que, diferentemente das últimas safras marcadas por El Niño e La Niña, o Brasil entra em um regime de neutralidade climática. Isso significa que as chuvas devem ocorrer dentro do período esperado, beneficiando principalmente as regiões Centro-Oeste e Sudeste, responsáveis pela maior fatia da produção nacional.
No entanto, ele recomenda cautela: setembro deve ser quente e seco, o que exige planejamento para que o plantio comece em outubro, quando as chuvas estarão mais regulares. No Rio Grande do Sul, a expectativa é de boas condições até dezembro e chuvas suficientes em janeiro, sem repetir as quebras recentes.
Já no Matopiba, o início será favorável, mas há risco de precipitações abaixo da média no Piauí, Maranhão e Tocantins no enchimento dos grãos.
Logística como diferencial
Além do clima e da geopolítica, a logística também está no radar. Projetos ferroviários que conectam o Centro-Oeste ao Pacífico e reduzem entre 18% até 20% o custo do frete total podem elevar o preço recebido pelo produtor brasileiro e ampliar a competitividade no mercado internacional, com forte interesse da China nos investimentos.
Agro Mato Grosso
Veja o vídeo – Pescador fisga piraíba de 2,27 metros durante pesca em Feliz Natal I MT

Sandro Mick estava na aldeia Morená, em Feliz Natal, em projeto coordenado por cacique
Um pescador de pesca esportiva teve uma experiência inesquecível em Feliz Natal (536 km de Cuiabá), na semana passada. Durante um projeto de pesca esportiva, Sandro Mick fisgou um piraíba de 2,27 metros, considerado um dos maiores já registrados na região.
O pescador contou que a captura levou cerca de uma hora até conseguir retirar o peixe da água. Com mais de 20 anos de prática no esporte, Sandro afirmou que nunca havia pescado um exemplar desse porte.
VIDEO:
“Já peguei pirara de 1,5 metro, jaú parecido com isso, mas desse tamanho não”, relatou em entrevista ao Só Notícias.
No momento da fisgada, Sandro estava acompanhado da esposa, que também compartilha da paixão pela pesca. Com o auxílio de indígenas e outros pescadores, foi feita a medição que confirmou os 2,27 metros de comprimento.
O peixe permaneceu na água durante todo o processo, garantindo sua integridade física. Após os registros fotográficos e medições, o piraíba foi devolvido ao rio.
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