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12 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Brasil monta força tarefa para lidar com tarifaço; agronegócio é protagonista – MAIS SOJA

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Por Marcelo Sá – jornalista/editor e produtor literário 

Mais segmentos relatam temor de prejuízos e crise

Uma semana após o anúncio da sobretaxa de 50% sobre todas as exportações brasileiras, feito pelo presidente americano Donald Trump, as diversas cadeias produtivas ainda tentam assimilar o choque, estimar possíveis prejuízos e organizar uma reação coordenada com autoridades, entidades de representação e empresários. O Portal SNA tem se debruçado sobre o impacto da taxação, que deve vigorar a partir de 1 de agosto, sobre diversos segmentos agropecuários, em especial aqueles que escoam parte considerável de sua produção para os Estados Unidos, a exemplo do suco de laranja, pescados, carne bovina e café.

Cabe salientar que o ineditismo da decisão do republicano causou forte abalo em cultivos que já vinham sofrendo por questões não tributárias, caso do café, que teve safras recentes abaixo do esperado em função da irregularidade de chuvas nas principais regiões produtoras e cotações oscilantes no mercado internacional, entre outros fatores. Foi uma das commodities com preço mais elevado internamente, na alta inflacionária de gêneros alimentícios em meses recentes, conjuntura que também recebeu atenção deste Portal.

Com o passar dos dias, outros segmentos muito dependentes das exportações para os americanos também verbalizam sua preocupação e calculam a viabilidade de seus negócios, caso a nova alíquota entre de fato em vigor. É o que acontece como o setor florestal, cujos produtos de alto valor agregado (madeira processadapapelcelulose e painéis) têm os Estados Unidos como principal destino.

 Nesse sentido, além da taxação direta sobre as indústrias exportadoras, há o receio de um efeito cascata sobre segmentos secundários que dependem de embalagens e insumos de madeira, como o alimentício e o automotivo. A Associação Brasileira da Indústria de Madeira Processada Mecanicamente (Abimci) mobilizou o setor para buscar soluções. De acordo com a entidade, os americanos respondem por 40% das exportações brasileiras de madeira.

Em 2024, as exportações brasileiras de produtos florestais para os Estados Unidos totalizaram US$ 1,6 bilhão, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX). A preocupação vai além, pois, desde março, por ordem de Trump, Departamento de Comércio dos Estados Unidos iniciou uma investigação para avaliar se a dependência de madeira importada representa um risco à segurança nacional do país. A análise no impacto das importações foi uma ordem de Trump, com base na seção 232 da Lei de Expansão Comercial dos Estados Unidos, criada em 1962. O Brasil é um dos países investigados. O resultado pode levar à imposição de tarifas adicionais, cotas de importação ou outras medidas restritivas.

Força tarefa para buscar alternativas e articular resposta adequada

O governo federal montou uma força tarefa, sob o comando do Vice – Presidente e Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin. Ele vem se reunindo com lideranças empresariais, órgãos de classe, bancadas parlamentares e diplomatas, para traçar a melhor estratégia de resposta e buscar alternativas aos produtos brasileiros que tem como principal destino os Estados Unidos. O Ministério da Agricultura, como o Portal SNA mostrou, já coordena um movimento para mapear opções entre os parceiros comerciais do país, bem como prospecta novos mercados que já vinham em tratativas avançadas.

No grupo com que Alckmin vem se reunindo, figuras do setor agropecuário assumem destaque, e exercem interlocução importante para minimizar possíveis perdas. É o caso de Roberto Perosa, da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec). Após reunião com Alckmin e Carlos Fávaro, Ministro da Agricultura, Perosa declarou em coletiva de imprensa que há 30 mil toneladas de carne bovina nos portos brasileiros para serem embarcadas aos Estados Unidos ou em navios a caminho do país. O volume representa entre US$ 150 milhões e US$ 160 milhões em exportações do setor que podem ser impactados com a tarifa de 50% que os norte-americanos querem aplicar a partir de 1 de agosto.

Já a aplicação da Lei de Reciprocidade, regulamentada por decreto pelo governo no início da semana, parece não ser uma opção prioritária. A aposta, por enquanto, é na articulação entre os setores público e privado, com a ajuda de entidades norte-americanas. Pavel Cardoso, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic), outro que também se reuniu com Fávaro e Alckmin, disse a jornalistas após o encontro que a saída é através da diplomacia, respeitando o histórico de relações comerciais entre Brasil e Estados Unidos.

Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), através de seu presidente, deputado federal Pedro Lupion (PP – PR), fez eco a essa avaliação. Segundo ele, em coletiva de imprensa, a Lei de Reciprocidade poderia ter implicações extremamente severas, especialmente nas questões de propriedade intelectual, de royalties e patentes, afetando tanto as empresas brasileiras, quanto as americanas. Por isso mesmo, sua aplicação deve ser reservada à última instancia, quando não for possível mais nenhum diálogo. Lupion também enfatizou que a FPA tem conduzido suas próprias negociações, conversado com especialistas, membros do corpo diplomático, empresas e setores que são diretamente afetados.

O Senado Federal prepara uma comitiva para ir aos Estados Unidos ainda este mês, no intuito de dialogar diretamente com autoridades americanas. A senadora Tereza Cristina (PP – MS), que integra a FPA e já foi Ministra da Agricultura, é cotada para compor o grupo que tentará uma reversão do cenário junto ao governo Trump.

Com informações da Abimci, Abiec, Abic, Ministérios da Agricultura, do Desenvolvimento e Comércio (SECEX) e FPA.

Fonte: SNA



 

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Sustentabilidade

Tecnologias de pesagem de precisão e automação são destaques no Congresso Apassul 2026 – MAIS SOJA

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O Rio Grande do Sul e o Paraná figuram entre os estados mais relevantes do agronegócio nacional, concentrando polos fundamentais de cooperativismo, armazenagem e produção de soja, milho, trigo e farelo. Acompanhando o avanço tecnológico regional, a Toledo do Brasil, líder nacional no desenvolvimento de soluções de pesagem, medição e automação, confirma sua presença no Congresso Apassul 2026, em Bento Gonçalves (RS).

Com uma estrutura nacional consolidada e presença ostensiva de norte a sul do Brasil, a empresa leva ao evento um portfólio completo focado no aumento da rentabilidade, precisão operacional e eficiência para a cadeia produtiva de sementes e grãos. Para a edição de 2026 do Congresso Apassul, a empresa apresentará em seu estande um ecossistema completo de tecnologias voltadas ao controle de qualidade e expedição: as consagradas balanças Tolbag, a linha analítica PrixLab, balanças suspensas, além do Prix Mug (Medidor de Umidade de Grãos) e do Coletor de Amostras para Sementes

Foto: Assessoria

Entre os principais destaques exibidos aos visitantes, o Coletor de Amostras para Sementes se sobressai por automatizar a coleta durante o processo produtivo em estrita conformidade com as exigências do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). “A pesagem correta no ensaque e na comercialização de sementes é o fiel da balança para a rentabilidade do produtor e da sementeira. O excesso de peso acarreta perdas financeiras diretas ao fornecedor, enquanto o déficit gera não conformidades e desgastes comerciais”, destaca Ryan Coruqieri, Analista de Soluções e especialista em pesagem no agronegócio da Toledo do Brasil. Segundo ele, “as soluções de ponta a ponta integram o hardware ao software, permitindo, por exemplo, que a balança Tolbag receba o Peso de Mil Sementes (PMS) e preencha o big bag com a quantidade exata desejada pelo cliente. Isso garante precisão no planejamento do plantio e segurança jurídica ao negócio”, complementa o especialista

Tecnologia ao alcance do produtor e da agroindústria

A flexibilidade dos equipamentos permite atender desde a propriedade rural até grandes unidades de armazenagem, sementeiras e cooperativas. Todos os equipamentos estarão disponíveis no estande da Toledo do Brasil para demonstração técnica e atendimento personalizado aos congressistas, reforçando o compromisso da marca com o desenvolvimento sustentável e tecnológico do agronegócio brasileiro.

Serviço:

Toledo do Brasil no Congresso Apassul Conecta 2026
• Local: Bento Gonçalves – RS
• Data: 11 e 12 de agosto
• Destaques em Exposição: Levaremos Tolbag, PrixLab, Prix Mug, Coletor de Amostras de Sementes e Balanças Suspensas.

FONTE: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

Abertura Nacional do Plantio da Soja 26/27 acontece em setembro; saiba como se inscrever gratuitamente

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Foto: Mapa/divulgação

O projeto Soja Brasil completa 15 anos e inicia uma nova temporada com um evento especial. A Abertura Nacional do Plantio da safra 2026/27 já tem data e local definidos.

A largada oficial será realizada no dia 17 de setembro, na Fazenda Horizontina, em Ipiranga do Norte, Mato Grosso. O evento reunirá produtores rurais, pesquisadores, autoridades e representantes do setor para discutir os principais desafios e oportunidades da cultura da soja.

Nesta edição, o tema central será a verticalização da soja na produção de alimentos e energia, destacando as possibilidades de agregar valor à produção e ampliar a participação da oleaginosa em diferentes segmentos da economia.

Para participar presencialmente, os interessados devem realizar a inscrição por meio do AgroAgenda, na aba Plantio 2026/27, ou utilizar o QR Code disponibilizado na divulgação do evento.

  • Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

A Abertura Nacional do Plantio também poderá ser acompanhada à distância. O evento terá transmissão ao vivo pelo Canal Rural e pelo YouTube, permitindo que produtores e profissionais de todo o Brasil acompanhem a programação.

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Sustentabilidade

Produtores gaúchos ganham programa exclusivo para a compra de sementes certificadas de soja Bayer na safra 2026/2027 – MAIS SOJA

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A Bayer anuncia novo programa exclusivo para sojicultores do Rio Grande do Sul que estão escolhendo e comprando as sementes certificadas para a safra 2026/2027. “O cenário do Estado é desafiador, principalmente após recorrentes frustrações de safras. Por isso a empresa está colocando à disposição do agricultor gaúcho a melhor tecnologia e inovação em sementes de soja, levando mais segurança e previsibilidade nas lavouras, especialmente em momento de El Niño”, informa Luciano Bilhalva Centeno, gerente comercial de soja da Bayer no RS.

Após incentivos a regularização disponibilizados no ciclo passado, nessa safra é a vez de apoiar o produtor a aderir à compra de semente certificada. Com a campanha Semente Certa, o agricultor terá acesso a uma bonificação de R$ 40 por saca de 200 mil sementes adquirida pelo produtor do RS, o equivalente a R$ 1.000 por big bag de 5 milhões de sementes. A ação, realizada em conjunto com entidades e parceiros, reforça o compromisso da cadeia com o fortalecimento da sojicultura gaúcha, apoiando os produtores na adoção de tecnologias que geram mais produtividade, competitividade e valor para suas propriedades.

Além de disponibilizar o melhor da genética e da biotecnologia Bayer – Intacta RR2 PRO, Intacta2 Xtend e Xtend Biotec –, a campanha transforma a decisão agronômica em vantagem econômica. O compromisso da empresa com o produtor gaúcho se reflete também nos investimentos contínuos em pesquisa, desenvolvimento e inovação. Nas estações experimentais de Não-Me-Toque e Coxilha, a empresa desenvolve soluções alinhadas às necessidades da agricultura local, reforçando sua parceria com os produtores e seu olhar estratégico para o estado, com foco em inovação, produtividade e sustentabilidade.

Outras informações: Semente Certa | Para o Rio Grande do Sul | Agro Bayer

Sobre a Bayer

Guiada por sua missão “saúde para todos, fome para ninguém”, a Bayer é uma empresa global que atua para desenvolver soluções inovadoras que respondam a alguns dos maiores desafios da humanidade nas áreas de saúde e agricultura. Fundada na Alemanha em 1863 e presente em mais de 80 países, está no Brasil há 130 anos — seu segundo maior mercado no mundo — com negócios nos segmentos de Agricultura, Farmacêutico e Saúde do Consumidor. É comprometida com a inovação, a diversidade e a sustentabilidade, investindo continuamente em pesquisa e desenvolvimento para promover avanços que unam produtividade, preservação ambiental e acesso à saúde de qualidade. Mais informações no site.

Fonte: Assessoria de imprensa


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