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10 de maio de 2026

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Sema combate pesca predatória no Rio Cristalino com apreensão de 11 embarcações

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A operação, que se estendeu por seis dias, encerrou no sábado (12).

Operação realizada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) no Refúgio de Vida Silvestre Corixão de Mata Azul, localizado no Rio Cristalino, nos municípios de Cocalinho e Novo Santo Antônio, apreendeu 11 embarcações com motores de popa, um motor gerador de energia, apetrechos de pesca e 10 tarrafas utilizadas na pesca predatória. A operação, que se estendeu por seis dias, encerrou no sábado (12.7).

De acordo com a Superintendência de Fiscalização da Sema, a ação contou com o apoio da Polícia Militar Ambiental e da gerência do Parque Estadual do Araguaia. A operação foi deflagrada após solicitação da Coordenadoria de Unidade de Conservação (Cuco), que recebeu várias denúncias de pesca irregular na região. Durante a ação, a equipe de fiscalização encontrou diversos acampamentos e pescadores com pescados proibidos, a exemplo do Tucunare. “Algumas das embarcações e apetrechos de pesca foram depositados em pousadas locais por meio de Termo de Depósito, enquanto outros foram encaminhados para depósito na Gerência do Parque Estadual do Araguaia”, informou o gerente do Parque Estadual do Araguaia, Johann Dávilas Barros Cavalcante.

Segundo ele, a equipe desmontou todos os acampamentos encontrados na Unidade de Conservação. “Fiscalizações contínuas no Refúgio de Vida Silvestre Corixão da Mata Azul são essenciais para garantir a proteção da biodiversidade e dos recursos naturais da região”, acrescentou o gerente. Regras da Pesca

Para o pescador profissional, é permitida a pesca, transporte e comercialização do pescado, com exceção das 12 espécies restritas previstas na lei. Já para o pescador amador, é permitido o pesque e solte, e a captura de dois quilos ou uma unidade de qualquer peso, respeitando as medidas mínimas estabelecidas em lei, desde que seja para consumo local e não esteja na lista de espécies proibidas. É proibido o transporte e comercialização do pescado por parte do pescador amador.

As espécies proibidas são cachara, caparari, dourado, jaú, matrinchã, pintado/surubin, piraíba, piraputanga, pirarara, pirarucu, trairão e tucunaré.

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De acordo com a Resolução do Cepesca nº 02/2024, os peixes que estão na lista da Lei do Transporte Zero só podem ser pescados e transportados se forem considerados exóticos ou predadores na bacia hidrográfica que se encontram. Os peixes exóticos são aquelas espécies cuja incidência não é natural de uma bacia hidrográfica, ou rio, causando interferência negativa nas populações das espécies nativas.

As espécies exóticas podem ser transportadas tanto por pescadores amadores como profissionais, desde que o transporte ocorra apenas nos municípios que compõem a bacia onde estão liberadas. Caso ele seja transportado para outros rios ou Bacia Hidrográfica em que é nativo, o responsável responderá por infração ambiental.

Denúncias

A pesca ilegal e outros crimes ambientais devem ser denunciados à Ouvidoria Setorial da Secretaria de Estado de Meio Ambiente pelo número (65) 98153-0255, ou pelo e-mail ouvidoria@sema.mt.gov.br, pelo aplicativo MT Cidadão ou em uma das regionais da Sema.

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Mãe de adolescente, já se acostumou com o banco do passageiro?

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Existe uma mudança silenciosa na maternidade que começa quando os filhos entram na adolescência. Ela aparece nos detalhes: quando já não querem mais dar a mão em público, quando passam a sonhar destinos próprios e quando percebem que já conseguem atravessar caminhos sem depender totalmente de nós.

Ser mãe de adolescente é exatamente isso: aprender, aos poucos, a sair do volante.

Gosto de pensar que a mãe é o primeiro passaporte de um filho. É através dela que a criança conhece o mundo pela primeira vez, aprende a confiar no desconhecido e desenvolve coragem para explorar o que existe além do lugar seguro onde nasceu. Antes de qualquer viagem, é no vínculo materno que nasce a segurança emocional necessária para partir.

Existe uma contradição inevitável na maternidade. Passamos anos ensinando os filhos a terem autonomia, mas sentimos um aperto no peito quando percebemos que ela finalmente chegou. Queremos protegê-los do mundo e, ao mesmo tempo, prepará-los para enfrentá-lo.

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Durante a adolescência a contradição fica ainda mais aparente. Já não somos mais quem resolve tudo, organiza cada passo ou escolhe os caminhos. Aos poucos, nos tornamos apoio emocional, referência silenciosa e porto seguro. É nesse momento que muitas mães descobrem o desconforto do banco do passageiro.

Isso não significa ausência. A presença materna continua existindo na segurança construída dentro de casa e nos valores ensinados ao longo da infância. Nenhuma viagem começa no aeroporto. Ela começa muito antes, quando uma mãe ensina um filho a acreditar em si mesmo.

Em razão disso, os sonhos dos filhos costumam ser ainda maiores do que já foram os nossos. Muitas vezes, aquilo que levamos décadas para conquistar já se torna realidade para eles muito antes.

Minha primeira viagem internacional aconteceu perto dos 30 anos. Já meu filho mais velho, tão desejado e amado desde antes de nascer, fez o primeiro intercâmbio aos 11 anos, na Irlanda. Aos 16, embarcou sozinho pela primeira vez.

Não porque a vida tenha sido mais simples para esta geração, mas porque existe por trás disso o esforço silencioso de mães e pais que trabalham diariamente para ampliar horizontes e oferecer oportunidades que talvez não tenham tido.

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Neste Dia das Mães, talvez a grande reflexão seja entender que amar um filho também significa prepará-lo para partir. Não para ir embora emocionalmente, mas para construir o próprio caminho com autonomia. Filhos não foram feitos para permanecer eternamente sob os nossos braços. Foram feitos para crescer.

E existe algo profundamente bonito quando uma mãe entende que seu papel nunca foi de controlar o volante da vida ou impedir o voo, mas garantir que o filho sempre soubesse onde fica o caminho de volta.

Márcia Amorim Pedr’Angelo é psicopedagoga, fundadora das escolas Toque de Mãe e Colégio Unicus, e coordenadora da Unesco para a Educação em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

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Relatório do USDA deve mudar panorama da soja; confira as apostas do mercado

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Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileira de soja esboçou recuperação no início da semana, mas com o passar dos dias perdeu força. No encerramento da semana, poucos negócios foram registrados e os preços mantiveram-se sob pressão.

De acordo com o analista da Safras & Mercado Rafael Silveira, o cenário segue marcado pela cautela dos agentes e pelas cotações enfraquecidas.

“Nos portos, o ritmo seguiu limitado, assim como no mercado doméstico. O ambiente também é influenciado pela expectativa em torno do próximo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), a ser divulgado na próxima terça-feira, dia 12”, resume.

Preços da soja no mercado físico

  • Passo Fundo (RS): R$ 122,50
  • Cascavel (PR): R$ 118
  • Rondonópolis (MT): R$ 107,50
  • Porto de Paranaguá (PR): R$ 128
  • Porto de Rio Grande: R$ 128,50

Bolsa de Chicago

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago, os contratos futuros estiveram ligados a comportamento de outros mercados, principalmente do petróleo.

“Os preços praticamente surfaram nas altas e baixas da commodity, em meio às dúvidas sobre o futuro da situação no Oriente Médio”, pontua Silveira.

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Segundo ele, também merece atenção o encontro entre os presidentes dos Estados Unidos e da China, na próxima semana, diante da possibilidade de um acordo para a compra de soja norte-americana por parte dos asiáticos.

Apostas para o relatório do USDA

cotação soja

O analista de Safras & Mercado ressalta que o relatório de maio do USDA deverá indicar produção e estoques de passagem de soja norte-americanos em 2026/27 maiores que os relatados na temporada anterior.

Analistas consultados pelas agências internacionais indicam que o número para a safra dos Estados Unidos em 2026/27 deverá ficar em 4,450 bilhões de bushels (cerca de 121,1 milhões de toneladas). No ano anterior, a produção foi de 4,262 bilhões, segundo a mais recente projeção do USDA.

Em relação aos estoques de passagem, o mercado aposta em número 353 milhões de bushels. Para 2025/26, a previsão de de que o Departamento reduza seu número de 350 milhões para 347 milhões de bushels.

Em relação ao quadro de oferta e demanda mundial da soja, o mercado aposta em estoques finais 2026/27 de 126,3 milhões de toneladas. Para 2025/26, o USDA deverá aumentar sua estimativa de 124,8 milhões para 125,6 milhões de toneladas.

Para a safra brasileira, a avaliação do mercado é que o órgão eleve suas projeções de 180
milhões para 180,4 milhões de toneladas em 2025/26. Já a previsão para a produção argentina em deverá ter aumento de 48 para 48,5 milhões de toneladas.

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Agro Mato Grosso

Sem-tetos recebem alimentos e cobertores para encarar frente fria que deve chegar domingo

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A Prefeitura de Cuiabá iniciou uma força-tarefa para atender pessoas em situação de vulnerabilidade diante da frente fria prevista para atingir a capital entre o fim de semana e a próxima segunda-feira (11), quando os termômetros podem registrar mínima de 13°C, segundo a previsão meteorológica.

A atuação será realizada de forma conjunta entre a Secretaria Municipal de Defesa Civil e a Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, com foco na distribuição de cobertores, alimentos e apoio às pessoas em situação de rua nos principais pontos da cidade.

De acordo com o secretário municipal de Defesa Civil, coronel BM Alessandro Borges, o planejamento já está em andamento para garantir uma resposta rápida no período de maior queda de temperatura. “O município já está se organizando juntamente com a Secretaria Municipal de Assistência Social para realizar uma ação conjunta no momento em que a temperatura cair de forma mais significativa. Da parte da Defesa Civil, faremos o acompanhamento e a distribuição, disponibilizando recursos humanos e viaturas para o transporte de cobertores e, se necessário, alimentação quente”, afirmou o secretário.

Ainda segundo Alessandro Borges, a integração entre as equipes busca ampliar a capacidade de atendimento durante os dias mais frios. A Defesa Civil atuará na logística e no suporte operacional das ações.

A secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e Inclusão, Hélida Vilela, destacou que as equipes irão percorrer os principais pontos da capital onde há concentração de pessoas em situação de vulnerabilidade social. “Com a previsão de queda da temperatura a partir deste domingo e a chegada de uma frente fria na próxima segunda-feira, planejamos realizar uma ação conjunta com a Defesa Civil. Estaremos nos principais pontos da cidade onde se encontram pessoas em situação de vulnerabilidade para realizar a entrega de cobertores e alimentos”, disse.

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A previsão aponta queda acentuada nas temperaturas em Cuiabá no início da próxima semana. Conforme os dados meteorológicos, a mínima prevista para segunda-feira (11) é de 13°C, índice considerado baixo para os padrões climáticos da capital mato-grossense.

A mobilização das secretarias faz parte das medidas preventivas adotadas pela Prefeitura de Cuiabá para minimizar os impactos da frente fria e reforçar o atendimento social à população mais vulnerável durante o período.

 

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