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Ministro anuncia R$ 9 mi para Hospital da Mulher no interior I MT

Durante visita oficial ao município de Sorriso nesta sexta-feira (11), o ministro da Agricultura e Pecuária, senador licenciado Carlos Fávaro se reuniu com o prefeito Alei Fernandes, o vice-prefeiro Acácio Ambrosini e o secretário municipal de Saúde e Saneamento, Vanio Jordani, na sede do Executivo municipal.
No encontro, foram discutidas as demandas do município nos diversos setores, mas com atenção especial à Saúde. Na ocasião, o senador anunciou a destinação de R$ 9 milhões para a implementação do Hospital da Mulher e Maternidade Municipal de Sorriso.
“Onde é o Hospital Nossa Senhora de Fátima vai se transformar no Hospital da Mulher e Maternidade Municipal para atender às mães e elas possam decidir sobre seus partos. Por isso que a gente tá implementando essa ação deste hospital”, explicou o prefeito.
De acordo com o secretário municipal de Saúde e Saneamento de Sorriso, Vânio Jordano, a unidade funcionará por meio de convênio com a Prefeitura e terá capacidade para realizar até 120 partos por mês.
Fávaro também recebeu do vereador Wanderley Paulo o pedido para a construção do novo Hospital Regional de Sorriso, que irá atender pacientes de 16 municípios. O investimento é de aproximadamente R$ 50 milhões e será articulado junto à bancada federal de Mato Grosso.
Como senador, desde 2020 Fávaro já destinou cerca de R$ 700 milhões em emendas para Mato Grosso. Deste montante, R$ 297.263.272,00 são recursos para investimentos na Saúde, desde a manutenção e custeio da atenção primária à média e alta complexidade dos municípios mato-grossenses.
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El Niño vai comprometer a safra de soja? Meteorologista explica os riscos para o próximo ciclo

O retorno do El Niño deve marcar o ciclo da soja 2026/27 no Brasil. De acordo com o boletim da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês), o fenômeno tem potencial para se estabelecer nos próximos meses, podendo permanecer até o verão e início do outono de 2027. Assista à previsão completa no Soja Brasil desta semana.
A previsão indica um evento de forte intensidade, com possibilidade de evoluir para um super El Niño no fim de 2026. Caso o cenário se confirme, os impactos devem ser sentidos principalmente durante a implantação da próxima safra de soja.
No inverno, a expectativa é de temperaturas acima da média no Centro-Oeste e no interior da região do Matopiba. O calor e a baixa umidade aumentam o risco de queimadas e deixam o solo mais seco às vésperas do plantio.
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Com esse cenário, a recomendação é de que os produtores, especialmente das regiões Centro-Oeste e Sudeste, evitem antecipar a semeadura. A tendência é que a janela mais favorável ocorra entre o fim de outubro e o início de novembro, quando as chuvas devem se tornar mais regulares.
Enquanto isso, no Norte e no Nordeste, a atuação do El Niño deve reduzir o volume de chuvas. Além de dificultar o início da semeadura em algumas áreas, o cenário pode afetar a logística de escoamento da produção pelos portos do Arco Norte.
No Sul do país, a situação será oposta. A previsão aponta chuvas acima da média no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná durante a primavera e o verão, condição que pode provocar atrasos na implantação da safra e exigir maior atenção no manejo das lavouras.
De forma geral, após o plantio, a tendência é de boa disponibilidade de chuva para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, favorecendo o desenvolvimento das lavouras. Já no Norte e Nordeste, as precipitações devem permanecer abaixo da média tanto na primavera quanto no verão, mantendo um cenário de maior preocupação para os produtores dessas regiões.
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Índice de vegetação do trigo avança nas áreas monitoradas pela Conab

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) informou nesta quinta-feira (25) que as lavouras de trigo registraram crescimento do índice de vegetação (IV) em todas as regiões analisadas no ciclo 2025/26, em comparação com a safra passada. O resultado consta na 6ª edição do Boletim de Monitoramento Agrícola (BMA), que também indica condições satisfatórias para o desenvolvimento do milho segunda safra na maior parte das áreas acompanhadas entre 1º e 21 de junho.
Segundo a Conab, o trigo apresenta IV acima do registrado na última safra, com boa condição da vegetação de cobertura. O cereal alcançou 74,3% da área semeada, enquanto 55,1% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo. As condições adequadas de umidade e as temperaturas mais baixas favoreceram o cultivo, especialmente na região Sul. No Rio Grande do Sul, a semeadura avançou em todas as regiões, e no Paraná, a floração teve início.
Para o milho segunda safra, 60,7% das lavouras estão em maturação. O boletim mostra que o IV evoluiu próximo ao da safra anterior em praticamente todas as regiões monitoradas. Em Mato Grosso, o tempo seco favoreceu a maturação e o avanço da colheita nas primeiras áreas semeadas, com produtividade acima das estimativas iniciais. Em Goiás e Minas Gerais, a falta de chuvas em abril e maio interferiu no período reprodutivo.
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No Norte, os maiores volumes de chuva ocorreram no noroeste do Amazonas, em Roraima e no norte do Amapá. No Pará, a umidade do solo foi suficiente para o milho segunda safra. No Sealba, a condição também favoreceu o feijão e o milho terceira safra nas áreas próximas à costa.
No Sudeste e no Centro-Oeste, o predomínio de tempo seco, com chuvas atípicas, ajudou na recuperação do armazenamento hídrico do solo e beneficiou parte dos cultivos mais tardios de milho segunda safra e sorgo. Por outro lado, lavouras de algodão e milho segunda safra em maturação tiveram impacto sobre a qualidade do produto e atraso no início da colheita. No Sul, o volume de chuvas favoreceu o trigo e a evolução do milho segunda safra, enquanto parte do feijão segunda safra em Santa Catarina e no Paraná teve desempenho prejudicado pelos índices pluviométricos.
Produzido em parceria entre a Conab, o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o Grupo de Monitoramento Global da Agricultura (Glam), o boletim reúne imagens de satélite e dados de campo para acompanhar as condições agrometeorológicas e espectrais das principais regiões produtoras do país.
Fonte: gov.br
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Colheita de soja na Argentina chega a 98%, e milho avança para 51,2%

A colheita de soja na Argentina alcançou 98% da área apta na última semana, avanço de 0,8 ponto porcentual em relação à semana anterior, segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, nesta quinta-feira (25). No milho, os trabalhos chegaram a 51,2% da área apta, com avanço semanal de 3 pontos porcentuais. A entidade também informou progresso no plantio de trigo da safra 2026/27.
Na soja, os trabalhos seguem mais concentrados nas regiões centro e sul da província de Buenos Aires, onde as condições do solo continuam limitando a entrada das máquinas nas lavouras. A produtividade média nacional está em 3,16 toneladas por hectare, enquanto a estimativa de produção foi mantida em 50,1 milhões de toneladas.
No milho, a colheita avançou para 51,2% da área apta. De acordo com a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, o ritmo mais lento dos trabalhos está relacionado à elevada umidade, tanto nos grãos quanto nas áreas cultivadas. O rendimento médio nacional está em 8,14 toneladas por hectare, e a projeção de produção permaneceu em 64 milhões de toneladas.
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A entidade também atualizou o andamento do plantio de trigo da safra 2026/27. Na última semana, os trabalhos avançaram 8,2 pontos porcentuais e atingiram 65,8% da área prevista de 6,5 milhões de hectares. Em relação à média dos últimos cinco anos, o plantio está 5,9 pontos porcentuais atrasado.
Segundo a bolsa, as baixas temperaturas e a elevada umidade do ambiente seguem dificultando a secagem do solo, o que impede a entrada das máquinas em parte das áreas de cultivo.
Com isso, a Argentina encerra a colheita de soja perto da conclusão, mantém o avanço gradual da retirada do milho e segue com o plantio de trigo em ritmo abaixo da média histórica, sob influência das condições de umidade e temperatura no campo.
Fonte: Estadão Conteúdo
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