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5 de maio de 2026

Sustentabilidade

Litoral Norte de SC aumenta em 12% produção de arroz e alcança marca recorde na safra 2024/25 – MAIS SOJA

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Por Renata Rosa, jornalista bolsista da Epagri/Fapesc

Os municípios do Litoral Norte de Santa Catarina produziram 32.117 toneladas de arroz na safra 2024/25, aumento de 12,01% em relação ao ano anterior e um recorde para a região. Os números demonstram a vitalidade da rizicultura catarinense e o bom desempenho dos cultivares desenvolvidos pela Epagri, mas também impõem uma série de desafios ao setor produtivo, como dar escoamento ao excesso de produção. Este e outros temas foram tratados no último dia 27 de junho, durante o 25º Seminário de Avaliação da Safra de Arroz no Litoral Norte, realizado na Estação Experimental da Epagri em Itajaí.

municípios do Litoral Norte de Santa Catarina produziram 32.117 toneladas de arroz na safra 2024/25 (Foto: Jonatan Jumes / Epagri)

Estavam presentes ao evento agricultores de 25 Unidades de Referência Técnica (URTs), que são propriedades rurais selecionadas pela Epagri para demonstrar, validar e difundir tecnologias agrícolas. Nestas propriedades foram plantados sete cultivares de arroz desenvolvidos pela Epagri, para avaliar a produtividade. O SCBRS126 Dueto alcançou o maior rendimento (12.035 sacas), seguido da SCS122 Miura (10.631) e SCS127 CL (10.551).

A analista de socioeconomia da Epagri/Cepa, Glaucia Padrão, fez um amplo panorama da rizicultura catarinense, revelando o desempenho da produção por município, os cultivares plantados, a incidência de pragas e doenças, o custo de produção e a relação entre este custo e arrendamento de áreas para plantio. O Litoral Norte é a região com maior índice de áreas arrendadas (55,9%), em relação ao Sul (53,1%) e Alto Vale do Itajaí (48,3%). E isto pode ser um problema num ano de excesso de produção e queda de preço.

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“A produtividade dos municípios do Litoral Norte variou entre 160 e 180 sacas, e a decisão de arrendar deve levar em consideração não só essa informação, como também os preços de mercado. Quanto maior a produtividade e/ou os preços praticados, maior a capacidade de arrendar. Mas no cenário atual, com preços próximos à R$60,00 a saca de 50 kg, já fica inviável arcar com os custos do arrendamento”, alerta. A boa notícia é que, por causa da queda do dólar no período, o custo de produção caiu 7,56%, permitindo que parte dos agricultores não ficassem no vermelho.

“Uma forma de minimizar os efeitos do excedente de arroz é escalonar a venda ao longo do ano e não vender tudo na hora da colheita, quando o preço está mais baixo”, recomenda. Mas a pesquisadora sabe que muitos agricultores vendem toda a produção para ter capital e poder acessar crédito para a próxima safra. “O arrendamento é justificável quando o agricultor tem muito maquinário e precisa de mais terra para produzir, mas é sempre preciso levar em conta o custo de produção para fechar a conta”, reitera.

Uso intensivo de herbicida torna as ervas daninhas mais resistentes

A segunda pesquisadora a apresentar seus estudos foi Cristiane Mara Fiedler, tendo por base um experimento realizado na Fazenda Limoeiro, em São João do Itaperiú, juntamente com o pesquisador da Epagri recém-aposentado, José Alberto Noldin. A pesquisa analisou o desempenho de herbicidas para o controle Scirpus Mucronatus, uma espécie de erva daninha. A equipe testou sete herbicidas e oito combinações de produtos.

A pesquisadora da Epagri Gláucia Padrão fez um amplo panorama da rizicultura catarinense durante o Seminário (Foto: Renata Rosa / Epagri)

Cristiane elencou os problemas mais comuns da atividade, como a falta de rotação de culturas, a repetição de sistemas de cultivo e a ‘soca’, que é uso da semente rebrotada. Eles acarretam prejuízo no solo e na qualidade do grão, além de favorecerem as ervas daninhas. Ela também deu exemplos de outros países, onde o uso abusivo de herbicidas deixou as plantas invasoras mais resistentes. “O uso intensivo seleciona planta, que ganha tolerância ao produto”, complementa.

O fitopatologista da Epagri Klaus Konrad Scheuermann apresentou pesquisa sobre o controle químico das doenças do arroz e a época adequada de aplicação para não deixar resíduo no grão (período de carência antes da colheita), o que inviabiliza exportar para países com legislação mais rígida, como os da União Europeia. Ele avaliou 10 tipos de fungicidas para o controle da mancha no cultivo do arroz SCBRS126 Dueto e comparou o custo de aplicação do fungicida entre tratores e drones, que demonstraram melhor relação custo x benefício.

Klaus chamou a atenção dos agricultores que se interessaram em adquirir um drone com fins agrícolas para se adequarem à Portaria Mapa nº298/2021, que estabelece regras para aeronaves remotamente pilotadas. O drone precisa ser registrado na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea). Além disso, o operador precisa fazer um curso para aplicação aeroagrícola remota e apresentar relatórios mensais ao Sipeagro, sistema vinculado ao MAPA.

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Fonte: Epagri



 

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Fenasoja 2026: Estimativa da safra de soja e milho é apresentada no Encerramento Nacional da Colheita da Soja – MAIS SOJA

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Santa Rosa, reconhecida como Berço Nacional da Soja, sedia nos próximos dez dias, de 1 a 10 de maio a edição da Fenasoja que comemora os 60 anos do evento, no Parque de Exposições Alfredo Leandro Carlson. Integrando a programação da feira, foi realizado na manhã desta sexta-feira (1º/05) o ato que marca o Encerramento Nacional da Colheita da Soja, com a presença do vice-governador Gabriel Souza e diversas autoridades, oportunidade em que a Emater/RS-Ascar apresentou os dados relativos à segunda Estimativa da Safra 2025-2026 para a soja e o milho. Na região de Santa Rosa a colheita da soja já chegou a 77% do total cultivado, e no caso do milho esse percentual chega a 94%.

Os números, apresentados pelo presidente da Emater/RS, Claudinei Baldissera, mostram que na estimativa atual a área de produção de soja na regional é de 784.008 hectares. A produtividade esperada atualmente é de 2.350 kg/ha, com expectativa de colher 1.842.419 toneladas. “A safra de verão da soja, um importante componente da agricultura regional, demonstra sensibilidade às condições climáticas. Os dados revelam um cenário desafiador”, destacou o presidente.

Os trabalhos de colheita já alcançaram 77% da área cultivada na região, como mostra o último Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, divulgado na quinta-feira (30/04). Outros 14% estão em maturação, 8% em enchimento de grãos e 1% em floração. Fatores como a distribuição das chuvas, manejo e tipo de solo influenciam na variabilidade produtiva, com registros que vão de 1.200 a 4.200 kg/ha até o momento. “É importante ressaltar a heterogeneidade regional, com variações significativas, especialmente em função da escassez de chuvas, que impacta diretamente o desempenho das lavouras”, observou Baldissera.

No milho a produção deve ser 66.822 toneladas maior do que fora previsto inicialmente. No plantio era esperada a colheita de 1.133.008 toneladas e agora a projeção é de 1.199.830 toneladas. A área também foi revisada para cima, tendo sido registrados 12.703 hectares a mais, quando comparados os 137.501 ha da primeira estimativa com os 150.204 ha de agora. A produtividade média indicada pela estimativa atual é de 7.988 kg/ha, menos 3,1% do que os 8.240 kg/ha iniciais. “O milho tem demonstrado maior estabilidade na produção, especialmente quando cultivado dentro da janela adequada e com práticas de manejo apropriadas”, afirmou.

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A colheita do milho já foi concluída em 94% das áreas plantadas na região, restando pequenas parcelas em floração (1%), enchimento de grãos (4%) e maturação (1%). As chuvas ocorridas recentemente favoreceram o desenvolvimento das lavouras, e não há registros relevantes de pragas ou doenças. Porém, há preocupação com a possibilidade de geadas precoces interferirem na finalização do ciclo. “Há uma preocupação constante com os eventos climáticos, e a possibilidade de geadas precoces pode interferir na fase final das lavouras”, alertou o presidente.

No Estado a área plantada com soja, pela estimativa, é de 6.624.988 hectares, com produtividade de 2.871 kg/ha e produção de 19.017.426 toneladas. A área do milho estimada no RS é de 803.019 hectares, com produtividade de 7.424 kg/ha, que devem resultar em uma produção final de 5.961.639 toneladas do cereal.

“A redução na produção e seus impactos financeiros são notáveis, com perdas expressivas, o que reforça a necessidade de avaliar a vulnerabilidade climática e avançar em políticas públicas voltadas à irrigação, manejo e conservação do solo e da água”, concluiu Baldissera.

Com informações da Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar na Fenasoja, Mateus de Oliveira

Fonte: Assessoria de imprensa

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O drama dos fertilizantes no Brasil – MAIS SOJA

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Por Ivan Ramos 

O Brasil é o país dos casos raros. Tudo o que acontece por aqui gera comentários, positivos ou negativos. Brasileiros que vivem lá fora e têm mais condições de comparar as atividades in loco têm dito isso. No Brasil acontecem coisas que, em outros países, são difíceis de acreditar. 

Fazendo uma analogia com a produção leiteira, a nossa vaca barrosa nunca seca leite, mesmo às vezes faltando comida. Mas precisamos entender que nada é eterno se não houver retroalimentação. O espanto das pessoas mais atentas é a falta de planejamento estratégico, especialmente por parte dos nossos governantes. 

Somos um dos principais produtores de alimentos do mundo; a cada ano avançamos em produção e produtividade, somos demandadores das mais recentes tecnologias em vários setores do agro, e ainda não acordamos para a produção do principal insumo agrícola: o fertilizante. Somos dependentes em aproximadamente 90% de produtos importados, insumo que é o ponto de partida para as atividades agropecuárias, não apenas agrícolas, mas também pecuárias. 

Entra governo e sai governo. Entra esquerda e sai esquerda, entra direita e sai direita, e ninguém prioriza a produção própria de fertilizantes. Muitos planos, projetos e intenções, mas nunca se materializa algo que possa garantir, pelo menos em parte, a nossa produção própria. Quando acontece um problema internacional de abastecimento, como o atual com as guerras, surgem novas propostas para reconhecer que esse insumo é indispensável para o país continuar produzindo alimentos. 

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Além da elevação dos custos de produção, podendo inviabilizar a atividade, ficamos sujeitos a uma logística marítima complicada, correndo o risco de não dispor dos produtos no momento necessário para o plantio. 

Agora, segundo a mídia vem divulgando, está em estudo novamente uma iniciativa da Petrobras de reativar ou implantar novas indústrias de nitrogenados, um dos principais insumos para a agricultura. Esperamos que não seja mais um fogo de palha diante de uma crise momentânea, ou até mesmo propostas eleitoreiras. Torcemos que seja um projeto de país, e não apenas de governo ou ideológico, pois, do contrário, continuaremos na mesma toada. 

O Brasil tem condições de reduzir sua dependência de fertilizantes químicos se houver uma política de incentivo ao uso da matéria-prima orgânica que está disponível, ampliando a produção de fertilizantes organominerais. Poderíamos reduzir boa parte da nossa dependência externa se ampliássemos o uso desses produtos. 

A Fecoagro está priorizando esse tipo de adubo, que, além de garantir a produtividade necessária e a conservação do solo, auxilia a dar um destino adequado aos dejetos, contribuindo com o meio ambiente. 

É possível reduzir pela metade a demanda de fertilizantes minerais e, por conseguinte, diminuir os riscos internacionais. Mas, para isso, precisamos que os governos, estadual e federal, também se preocupem com essa pauta. Temos tecnologia e mecanismos para isso. Falta decisão política para produção em escala. 

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Se não olharmos por esse ângulo, fatalmente ficaremos nas mãos da produção externa, que nem sempre nos atende — e a barrosa pode secar. Pense nisso. 

Fonte: Fecoagro



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Bayer apresenta vitrine de ciência em campo, levando mais produtividade às lavouras brasileiras – MAIS SOJA

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Em mais um passo para apresentar soluções de portfólio integradas, olhando para desafios atuais e futuros, a Bayer mostrou, na última segunda-feira, 27, soluções sustentáveis e inovadoras para a agricultura brasileira, durante evento em Paulínia, onde está localizado um de seus centros de Pesquisa & Desenvolvimento.

Entre as novidades estão uma nova carboxamida que integrará uma linha de fungicidas destinada ao mercado brasileiro, um herbicida para controle pós-emergente de plantas daninhas e o primeiro inseticida cetoenol, que ainda estão em fase de registro.

Desta forma, a Bayer reforça o seu já extenso portfólio de proteção de cultivos e mira no lançamento de cinco novos produtos por ano, além de 14 novas moléculas e seis novos modos de ação até 2030. Com uma estratégia sólida para as próximas safras, a companhia liderou o crescimento deste mercado nos últimos quatro anos. Tiago Santos, líder do negócio de proteção de cultivos da Bayer no Brasil, atribui este avanço aos investimentos e a abordagem inovadora em pesquisa da companhia para criar soluções de forma mais ágil e precisa, olhando para os desafios da agricultura tropical.

“A Bayer sempre esteve presente em momentos decisivos do agricultor brasileiro, no controle da ferrugem asiática na soja com a Família Fox, na introdução destas tecnologias em bipolares no milho, além do pioneirismo do RoundUp na década de 1970, que impulsionou o plantio direto e o controle moderno de plantas daninhas”, explica. “Agora, temos aprimorado ainda mais nossos processos de pesquisa. Utilizando inteligência artificial, respondemos mais rapidamente aos desafios da agricultura e antecipamos as necessidades do produtor, incluindo mais modos de ação ou a combinação deles para o manejo de resistência no campo”, reforça.

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Com um investimento global de 2 bilhões de euros anuais em Pesquisa e Desenvolvimento, a Bayer é uma das empresas que mais investem em inovação no setor, oferecendo soluções completas por meio de um portfólio diversificado, integrando proteção de cultivos, sementes, biotecnologia e uma plataforma de agricultura digital robusta.

Um olhar para o futuro

Uma das soluções mais esperadas pelos agricultores é o herbicida Icafolin. Com o lançamento no mercado brasileiro previsto para 2028, a inovação se destaca como o primeiro novo mecanismo de ação para o controle pós-emergente de plantas daninhas em mais de 30 anos. Desenvolvido para culturas anuais e perenes, o produto oferece uma nova estratégia para combater plantas daninhas resistentes ao glifosato e outros herbicidas convencionais.

De acordo com Tiago Santos, por sua eficácia na pós-emergência e poder residual, o produto pode ser uma ferramenta poderosa para os agricultores que enfrentam a resistência das plantas daninhas. “Acima de tudo, é um forte aliado na prática de agricultura regenerativa, já que ele protege o solo, favorecendo o plantio direto, contribuindo para o sequestro de carbono e promovendo sistemas de cultivo mais sustentáveis”.

Outra novidade, atualmente em fase de registro, é o Plenexos. O primeiro inseticida cetoenol fará parte de uma família de produtos e conta com uma eficiência superior no controle populacional das pragas e excelente efeito residual, sendo adequado para aplicação em culturas como soja e algodão. Além disso, por não afetar insetos benéficos, como os polinizadores, é um produto verde altamente seletivo.

Ainda para 2028, a Bayer prevê o lançamento do fungicida de amplo espectro Iblon, com uma nova carboxamida de última geração, chamada isoflucypram, que misturada com tebuconazol, agrega no manejo das principais doenças foliares das culturas de soja, trigo, milho, e algodão, como a mancha-de-bipolaris, diplodia, mancha alvo e Ramulária.

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“É uma solução que utiliza uma carboxamida com um espectro de controle de doenças ampliado, permitindo a eficácia mesmo em dosagens reduzidas. Essa abordagem se destaca como um excelente aliado da família Fox no manejo do produtor, já demonstrando produtividades 83% superiores à média dos métodos atualmente utilizados no mercado, conforme áreas de teste”, comenta o executivo.

Inovação consolidada

As soluções se unem ao já consagrado portfólio da empresa e aos lançamentos deste ano, que garantem o tratamento ideal para as principais plantas daninhas, pragas e doenças fúngicas de milho, algodão e soja.

Um destaque do evento foi o sucesso e eficácia dos produtos da Família Fox. São mais de 10 anos de liderança no mercado, e mais de 500 milhões de hectares tratados com as soluções, sendo elas: o Fox® Xpro, o Fox® Supra e, mais recentemente, o fungicida Fox® Ultra, que inaugura um novo patamar de performance de controle, amplo espectro de ação e tecnologia Leafshield, que confere maior flexibilidade na absorção e eficiência, compondo o manejo de outras doenças, como a mancha-alvo, ferrugem e podridão das vagens e dos grãos.

“Esses produtos são a prova que ciência e produtividade caminham lado a lado. O nosso foco é garantir que o produtor rural tenha acesso ao que há de mais tecnológico e funcional no mercado, por isso investimos e acreditamos no potencial da ciência”, afirma Tiago.

Unindo produtividade e inovação, a Bayer também desenvolveu o Guardião, um novo conceito para o tratamento de sementes (TS) que apresenta uma série de benefícios com o objetivo de ajudar o produtor antes e depois do plantio de soja. O Guardião conta com produtos de alta eficácia, com opções para proteção contra pragas, doenças iniciais e nematoides, com excelentes resultados em campo. Aliados ao nematicida Verango® Prime, que oferece um controle de longa duração contra as mais importantes espécies de nematoides, controle de patógenos de solo, sendo seletivo para organismos benéficos, proporcionando uma excelente performance de cultivo inicial.

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Além disso, em herbicidas, a empresa continuou desenvolvendo soluções para um manejo inteligente e eficaz de daninhas, à exemplo do Convintro® Duo, um avanço importante no combate a plantas daninhas e com um ativo inédito no país, o Diflufenicam, aplicado na pré-emergência, que, junto com o Metribuzim, traz alto espectro de controle para daninhas de difícil controle como o Caruru e o pé-de-galinha.

Durante a agenda, a Bayer também reforçou outras soluções já conhecidas em seu portfólio, como o Curbix®, que atua no combate rápido insetos sugadores, protegendo culturas de milho, soja, algodão e cana-de-açúcar por mais tempo graças ao efeito de choque e residual. Outra solução, voltada para combate de cigarrinhas do milho e pulgões, é o lançamento de Valient®, que possui a molécula Flupiradifurone, com alta sistematicidade e poder residual, que auxilia no controle das pragas.

Centro de Inovação da Bayer em Paulínia

O evento ocorreu em um dos principais centros de desenvolvimento e inovação para a agricultura e saúde ambiental na América Latina. A unidade é estratégica para a tropicalização de tecnologias globais e o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições brasileiras.

Ocupando uma área de 86 hectares, a unidade de Paulínia é dedicada aos estudos iniciais em proteção de cultivos, recebendo anualmente mais de 100 moléculas para o desenvolvimento de novos defensivos agrícolas.

Sobre a Bayer 

Guiada por sua missão “saúde para todos, fome para ninguém”, a Bayer é uma empresa global que atua para desenvolver soluções inovadoras que respondam a alguns dos maiores desafios da humanidade nas áreas de saúde e agricultura. Fundada na Alemanha em 1863 e presente em mais de 80 países, está no Brasil há quase 130 anos — seu segundo maior mercado no mundo — com negócios nos segmentos de Agricultura, Farmacêutico e Saúde do Consumidor. É comprometida com a inovação, a diversidade e a sustentabilidade, investindo continuamente em pesquisa e desenvolvimento para promover avanços que unam produtividade, preservação ambiental e acesso à saúde de qualidade. Mais informações no site.

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Fonte: Assessoria de imprensa Bayer



 

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