Connect with us
8 de maio de 2026

Sustentabilidade

Sementes de alto vigor aumentam em até 35% a produtividade nas lavouras

Published

on

No mais recente videocast do Soja Brasil, Marcelo Laurente, diretor comercial da ATTO Sementes, destacou a importância estratégica da escolha das sementes para o sucesso da lavoura. Segundo ele, a semente é o início de tudo e, embora represente apenas 14 a 15% do custo com insumos, tem impacto decisivo na produtividade e na redução de riscos. Laurente alertou que germinação e vigor são critérios distintos e que o agricultor precisa priorizar sementes de alto vigor para garantir o bom desempenho da lavoura, mesmo em condições adversas, evitando prejuízos com replantio.

  • Fique por dentro das novidades e notícias recentes sobre a soja! Participe da nossa comunidade através do link!

Marcelo também apresentou iniciativas da ATTO Sementes que buscam facilitar a vida do produtor, como a plataforma digital Plantap, que utiliza dados reais e inteligência artificial para auxiliar na escolha das cultivares mais produtivas e adaptadas à região. Outro diferencial é o IPA Índice de Potencial de Alta performance (IPA), criado internamente para estimar o vigor das sementes no momento do plantio com base em mais de 15 testes por lote. A empresa também inovou ao comercializar sementes com base no número de “plantas por hectare”, oferecendo mais precisão e previsibilidade ao produtor.

Por fim, foram apresentadas as duas linhas comerciais da ATTO: a linha ATO, com vigor entre 91% e 95%, pensada como porta de entrada para sementes de alta performance; e a linha Evo, com vigor entre 96% e 100%, voltada ao máximo rendimento produtivo. Ambas contam com o programa Protege, que oferece reposição gratuita em caso de replantio por fatores climáticos ou operacionais. Outro destaque é o tratamento industrial Escud, que garante uniformidade e precisão na aplicação de defensivos, superando a variabilidade dos tratamentos feitos manualmente nas fazendas.

Advertisement
Continue Reading
Advertisement

Sustentabilidade

CEEMA/Unijuí: Trigo recua em Chicago com alívio geopolítico, mas mercado brasileiro segue firme e travado – MAIS SOJA

Published

on


A cotação do trigo, para o primeiro mês cotado, igualmente caiu bastante no final da presente semana. Para se ter uma ideia do recuo, lembramos que, em Chicago, a cotação do trigo, após atingir a US$ 6,49/bushel no dia 28/04, na esteira da continuidade da guerra no Oriente Médio, veio a US$ 6,06/bushel no dia 06/05, após o anúncio de Donald Trump de não mais monitorar o Estreito de Ormuz, acenando com a intenção de fechar um acordo com o Irã para o fim da guerra.

Na quinta-feira (07) houve novo recuo, com o bushel fechando o dia em US$ 6,01, contra US$ 6,23 uma semana antes. A média de abril também ficou em US$ 6,01/bushel, ganhando 1% sobre os US$ 5,95 de março.

Dito isso, nos EUA, no dia 03/05, as condições das lavouras do trigo de inverno se apresentavam com 37% entre ruins a muito ruins, 32% regulares e 31% entre boas a muito boas. Já o trigo de primavera estava com 32% de sua área semeada, contra a média de 35% para aquela data. Do total semeado, 10% estava germinado, contra 9% na média.

E aqui no Brasil, os preços se mantiveram firmes e com viés de alta, especialmente pela falta de produto de qualidade e pelo indicativo de forte redução de área a ser semeada na atual safra. Pesa igualmente a tendência da Argentina reduzir sua área com o cereal, diante dos altos custos de produção. Neste momento, os preços internos estão entre R$ 63,00 e R$ 64,00/saco no Rio Grande do Sul e entre R$ 66,00 e R$ 67,00/saco no Paraná.

Advertisement

Por outro lado, o recuo em Chicago pressiona o mercado interno, principalmente pelo efeito de redução no custo de importação. Ainda assim, a formação dos preços internos continua dependente da disponibilidade interna e do ritmo de comercialização, especialmente em período de entressafra (cf. Cepea).

Portanto, além da guerra no Oriente Médio, existem expectativas ligadas ao clima nas regiões produtoras do Hemisfério Norte, fator que pode influenciar o desenvolvimento das lavouras e reduzir prêmios de risco no curto prazo, enquanto no Brasil, além do recuo em Chicago, o mercado interno é pressionado pela forte valorização do real (em R$ 4,91 nesta semana).

Lembrando que o recuo dos preços do trigo ocorre em meio a um cenário de pressão externa sobre as commodities agrícolas, após a intenção demonstrada pelos EUA de encerrar a guerra. Por outro lado, o mercado internacional segue sensível ao fluxo financeiro global, com variações no dólar e em outras commodities impactando diretamente as cotações. Esse ambiente contribui para movimentos mais técnicos, com investidores ajustando posições.

Enfim, segundo a TF Agronômica, as negociações seguem lentas no Sul do país, em meio ao descompasso entre preços pedidos pelos vendedores e os valores aceitos pelos moinhos. O cenário reflete justamente as dificuldades na comercialização de farinha, custos elevados e cautela por parte da indústria, que mantém parte das necessidades de compra já cobertas para os próximos meses. Assim, no Rio Grande do Sul o mercado de lotes ficou praticamente paralisado ao longo da semana.

Produtores e vendedores pedem cerca de R$ 1.350,00 por tonelada no interior, enquanto os moinhos afirmam que os preços atuais inviabilizam a conta operacional. Com estoques de maio garantidos e parte de junho já negociada, compradores reduziram a atuação para evitar pressão maior sobre os preços.

Advertisement

A avaliação do setor moageiro é de que a farinha encontra dificuldade de venda, sem espaço para reajustes, enquanto custos com trigo, frete e embalagens seguem elevados. Na safra nova, foram registrados negócios pontuais ao redor de R$ 1.250,00 CIF porto e CIF moinhos. O volume já negociado antecipadamente soma cerca de 40.000 toneladas entre moinhos e exportação. Já em Santa Catarina, o mercado segue lento e condicionado ao ritmo das vendas de farinha.

As ofertas de trigo do Paraná e do Rio Grande do Sul avançaram para R$ 1.400,00 por tonelada FOB, enquanto o trigo catarinense gira em torno de R$ 1.300,00 FOB. E no Paraná, o mercado também registra poucos negócios. Os moinhos trabalham com ofertas entre R$ 1.370,00 e R$ 1.430,00/tonelada CIF para entrega em junho, enquanto vendedores seguem pedindo valores maiores. Para a safra nova, compradores indicam preços entre R$ 1.320,00 e R$ 1.350,00 FOB para setembro (cf. Agrolink).

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


undefined

FONTE
Advertisement

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

Site: Ceema/Unijuí

Advertisement
Continue Reading

Sustentabilidade

IHARA lança FUSÃO FIX para proteger a soja no momento mais decisivo do ciclo: o fechamento da lavoura – MAIS SOJA

Published

on


O avanço da pressão de doenças na cultura da soja, aliado à maior exigência por eficiência no manejo fitossanitário, tem elevado a importância das aplicações no final do ciclo produtivo. Para atender a esse cenário, a IHARA anuncia o lançamento do FUSÃO FIX, fungicida desenvolvido para atuar estrategicamente no fechamento da lavoura, fase decisiva para a preservação da sanidade foliar, enchimento de grãos e máximo potencial produtivo.

A novidade chega ao mercado em um contexto desafiador para o agricultor. A ferrugem-asiática, causada pela Phakopsora pachyrhizi, segue como uma das principais ameaças à cultura, com potencial de perdas de até 90%, dependendo das condições de manejo e da suscetibilidade da cultivar. Já a mancha-alvo (Corynespora cassiicola), em casos mais severos, pode causar danos de até 40% da produtividade e também avança em diversas regiões produtoras, aumentando a complexidade do controle fitossanitário.

Dados de mercado apontam que a adoção de fungicidas voltados a esses alvos tem crescido nos últimos anos. O Brasil registrou mais de 200 milhões de hectares tratados com fungicidas na safra 2025/26, com média superior a três aplicações por hectare, reflexo da maior complexidade no manejo de doenças. Na ferrugem-asiática, por exemplo, a adoção de fungicidas atingiu mais de 90% na última safra, enquanto no controle da mancha-alvo foi superior a 70%.

O manejo fitossanitário evoluiu significativamente nos últimos anos, mas o fechamento da lavoura, período que concentra a última aplicação, exige atenção estratégica por seu impacto direto na preservação da área foliar e sustentação do enchimento de grãos. “Quando falamos em fechamento de lavoura, estamos tratando de uma fase diretamente relacionada à sustentação do enchimento de grãos e à definição do rendimento final da soja. Nesse momento, o agricultor precisa de uma solução confiável com controle consistente e capacidade de manter a sanidade foliar no período de maior demanda fisiológica da cultura. O FUSÃO FIX foi desenvolvido exatamente para atender a essa demanda, reunindo máxima eficácia no controle das principais doenças da soja”, afirma o engenheiro agrônomo e gerente de produtos Fungicidas da IHARA, Archimedes Nishida.

Advertisement
Tecnologia ganha protagonismo no momento decisivo da lavoura

O produto reúne três princípios ativos, formando uma combinação com baixo risco de desenvolvimento de resistência e alto desempenho agronômico. “O FUSÃO FIX associa ação multissítio, com atuação preventiva e protetora, aliada à alta sistemicidade e fixação, promovendo máxima eficiência de absorção, distribuição e permanência na folha. A solução, além de elevado controle da ferrugem e das doenças da soja, possui outro diferencial importante: seletividade superior, que respeita a cultura, preserva a área foliar ativa e contribui para a manutenção do potencial produtivo da lavoura, inclusive com efeito fisiológico positivo sobre os novos crescimentos”, complementa Nishida.

A tecnologia se insere ainda em programas de manejo mais robustos, contribuindo para a rotação de ativos e para a construção de estratégias mais sustentáveis, especialmente diante do avanço da resistência e da necessidade de maior eficiência no uso de fungicidas.

Ensaios conduzidos na safra 2024/25, em diferentes regiões do País, indicam alto e consistente desempenho no controle da ferrugem-asiática, mesmo sob alta pressão da doença. Em áreas onde a severidade na testemunha atingiu níveis elevados, o FUSÃO FIX manteve eficiência agronômica e contribuiu para ganhos de produtividade em comparação aos manejos convencionais. Os resultados também apontam boa seletividade para o desenvolvimento da cultura.

“O compilado de testes realizados em nove locais com presença de ferrugem-asiática indicou eficiência de 76% no controle da doença. Os ensaios de pesquisa foram conduzidos em área sob elevada pressão doença, condição fundamental para maximizar a expressão dos patógenos e avaliar a real performance das tecnologias fungicidas. Os resultados reforçam a consistência e a robustez do FUSÃO FIX no manejo das principais doenças de soja”, explica o engenheiro agrônomo e gerente de produtos da IHARA.

Com o lançamento do FUSÃO FIX, a IHARA amplia seu portfólio para a cultura da soja e reforça seu compromisso com a inovação no campo, oferecendo soluções alinhadas às demandas atuais do agricultor e que contribuem para a competitividade da soja brasileira no mercado global.

Advertisement
FUSÃO FIX
testemunha
Sobre a IHARA

A IHARA é uma empresa de pesquisa e desenvolvimento que, há mais de 60 anos, leva soluções para a agricultura brasileira, setor no qual é reconhecida como fonte de inovação e tecnologia japonesa, sendo uma marca que possui a credibilidade e a confiança dos seus clientes. A empresa conta com um portfólio completo de fungicidas, herbicidas, inseticidas, biológicos, acaricidas e produtos especiais, somando mais de 60 soluções que contribuem para a proteção de mais de 100 diferentes tipos de cultivos, colaborando para que os agricultores possam produzir cada vez mais alimentos, com mais qualidade e de forma sustentável. Em 2022, a IHARA ingressou no segmento de pastagem, oferecendo soluções inovadoras para o pecuarista brasileiro. Para mais informações, acesse o site da IHARA. 

Fonte: Assessoria de imprensa


undefined


 

Continue Reading

Sustentabilidade

Como a planta de milho sabe quando tem que emitir uma nova folha? – MAIS SOJA

Published

on


Após o estabelecimento inicial, as plantas de milho desenvolvem sua estrutura com folhas surgindo de cada nó de forma alternada. Cada folha sucessiva é projetada para fora pelo alongamento do caule e pela expansão da folha subsequente. A emissão de folhas é o principal parâmetro morfológico para caracterizar o desenvolvimento vegetativo, sendo quantificada por meio do filocrono (definido como o intervalo de tempo térmico necessário para o surgimento de duas folhas consecutivas no colmo).

A dinâmica da emissão de folhas através do filocrono é comumente representada através de relações lineares ou bilineares (Abendroth et al., 2011; Santos et al., 2022) A relação linear pressupõe uma taxa constante desde a emergência até o florescimento. Em contrapartida, a relação bilinear descreve uma mudança de ritmo duranto o ciclo: inicialmente, observa-se um filocrono maior, no início do desenvolvimento da cultura, atrelado a um aparecimento mais lento das folhas (fase I), seguidamente, os valores de filocrono decrescem (fase II), indicando uma aceleração na emissão das folhas (Figura 1).

Figura 1. Número total de folhas desde a emergência até a floração e os dois modelos de predição de emissão de folhas utilizados. As setas pontilhadas verticais e horizontais azuis (modelo bilinear) indicam o ponto de transição da fase I para a fase II (por exemplo, 9 folhas ou 600 °C dia).

Adaptado de: Santos et al. (2022)

Embora ambos os modelos sejam aplicados na caracterização do desenvolvimento vegetativo, a relação bilinear apresenta maior precisão estatística. Valores comuns de filocrono mencionados na literatura são de 52 ºC dia folha-1 na fase I e 36ºc dia folha-1 na fase II (Birch et al., 1998; Van Esbroeck et al., 2008; Santos et al., 2022).



Referências:

Advertisement

ABENDROTH, L. J. et al. Corn growth and development. Ames, Iowa: Iowa State University Extension, 2011. 49 p.

SANTOS, C. L. et al. Maize Leaf Appearance Rates: A Synthesis From the United States Corn Belt. Frontiers in Plant Science, v. 13, n. 872738, 2022. Disponível em: < https://www.frontiersin.org/journals/plant-science/articles/10.3389/fpls.2022.872738/full > , acesso: 06/04/2026

PILECCO, I. B. et. al. Ecofisiologia do milho visando altas produtividades. Santa Maria, ed. 2, 2024.

Advertisement
Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT