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23 de junho de 2026

Sustentabilidade

Sementes Goiás conquista selo de excelência da Corteva para tratamento industrial de sementes – MAIS SOJA

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A Sementes Goiás, marca da Nutrien Soluções Agrícolas, acaba de conquistar o selo TSI da Corteva — certificação que reconhece a excelência do processo de Tratamento de Sementes Industrial (TSI) e o alinhamento da empresa aos mais altos padrões de qualidade, tecnologia e segurança recomendados pela multinacional. A entrega simbólica do selo ocorreu na última quarta-feira (18), durante evento comemorativo em Rio Verde/GO.

O tratamento industrial de sementes é considerado uma das tecnologias mais relevantes para impulsionar a produtividade na sojicultura brasileira. Além de proteger as sementes contra pragas e doenças desde os primeiros estágios, o TSI assegura maior uniformidade, qualidade fisiológica e genética, com vantagens operacionais no momento do plantio.

Ao receber o selo, a Sementes Goiás integra um seleto grupo de empresas reconhecidas pela excelência no TSI, reforçando seu protagonismo no setor de sementes. A certificação é resultado de um processo criterioso que envolve visitas técnicas, testes de compatibilidade, análises de precisão do recobrimento (loading) e a verificação do cumprimento rigoroso das recomendações da Corteva para aplicação de seus produtos.

“Esse reconhecimento chancela o nosso compromisso com a inovação e a qualidade. Fomos pioneiros em TSI no sudoeste goiano, e hoje, com mais de 75% da nossa produção tratada industrialmente, seguimos como referência no país. Receber o selo TSI da Corteva é um orgulho para toda a nossa equipe e reforça nossa missão de entregar sementes com alto potencial produtivo e segurança para o agricultor”, afirma Túlio Santos, diretor da Sementes Goiás.

Excelência industrial e qualidade monitorada

Com duas modernas unidades de beneficiamento e industrialização de sementes de soja, a empresa opera com equipamentos de última geração e um dos mais avançados sistemas de automação do setor. A estrutura tem capacidade para processar até 1,08 milhão de toneladas de sementes por ano e beneficia até 27 mil sacas por dia. Um dos diferenciais está no rígido controle de qualidade, que envolve desde a rastreabilidade da matéria-prima até a realização de testes em um dos melhores laboratórios de sementes do país.

Com cerca de 75 mil hectares plantados, mais de 100 cooperados e uma projeção de vendas de 1,4 milhão de sacas para a safra 2025, a Sementes Goiás avança como referência em produtividade, tecnologia e inovação. Outro destaque da empresa é o seu amplo portfólio, com mais de 50 cultivares de alta produtividade que atendem a diferentes tipos de solo, clima e sistemas de cultivo, reforçando o compromisso com soluções adaptadas às necessidades do produtor rural.

Para Túlio Santos, a conquista do selo TSI da Corteva agrega ainda mais valor à marca e reforça o papel estratégico do TSI na evolução da sojicultura brasileira. “A agricultura brasileira tem mostrado ao mundo sua capacidade de produzir mais com menos, e o TSI é parte fundamental dessa jornada. Ao garantir sementes mais bem protegidas, mais vigorosas e mais práticas de usar, essa tecnologia entrega vantagens reais ao produtor. Nosso papel é liderar esse movimento com qualidade, transparência e compromisso com o campo”, conclui.

 Fonte: Assessoria de Imprensa 



 

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Sustentabilidade

Trigo/BR: Semeadura avança e chega a 74,3% da área nacional estimada – MAIS SOJA

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No RS, a semeadura avançou em todas as regiões produtoras, favorecida pelas condições adequadas de umidade no solo e pelo tempo firme. As lavouras apresentam emergência regular e boa sanidade.

No PR, há o início de floração. As temperaturas mais baixas favorecem o perfilhamento e contribuem para o bom desenvolvimento. Em SC, a semeadura segue avançando no Oeste e Extremo Oeste, beneficiada pela boa disponibilidade hídrica e pelas temperaturas. As áreas implantadas apresentam emergência uniforme e desenvolvimento vegetativo satisfatório. As condições de elevada umidade favorecem a ocorrência de doenças fúngicas, porém sem registros significativos.

Em SP, as lavouras seguem em bom desenvolvimento. Em MG, com o início da maturação, as lavouras de sequeiro apresentam menor perfilhamento e espigas menores em razão das
temperaturas mais elevadas. As expectativas permanecem favoráveis nas áreas irrigadas.

Em GO, as lavouras apresentam baixa produtividade em decorrência do deficit hídrico ao longo do ciclo. As áreas irrigadas mantêm bom desenvolvimento, com parte das lavouras entrando em pré-florescimento. Em MS, as noites frias e as chuvas regulares favorecem o desenvolvimento da cultura. Na BA, o plantio foi finalizado e as lavouras seguem com bom desenvolvimento.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

TRIGO/CEPEA: Clima e menor oferta no spot mantêm preços em alta no BR – MAIS SOJA

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Os preços do trigo em grão seguem em alta na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. As negociações estão pontuais, refletindo a menor disponibilidade do cereal no mercado spot.

Pesquisadores do Cepea destacam também que agentes permanecem atentos às condições climáticas para a safra 2026/27, especialmente no Sul do País, onde a perspectiva de maior volume de chuvas ao longo do ciclo pode comprometer a qualidade dos grãos. Esse cenário mantém compradores e vendedores cautelosos, o que contribui para a sustentação dos preços domésticos.

No campo, segundo a Conab, até 12 de junho, 59,5% da área destinada ao trigo na safra 2026 já havia sido semeada no Brasil. Os trabalhos já estavam concluídos em Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Em Goiás, a semeadura atingia 99% da área prevista; no Paraná, 78%; na Bahia, 60%; no Rio Grande do Sul, 36%; e em Santa Catarina, 7,3%.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Como ficaram os preços da soja? Cotações variam entre queda e estabilidade em regiões do Brasil

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja começou a semana com pouca movimentação e sem registro de grandes volumes negociados. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, nesta segunda-feira (22), as melhores ofertas apareceram no porto de Santos, mas o ritmo dos negócios permaneceu lento.

As cotações oscilaram entre estáveis e mais fracas ao longo do dia, refletindo o comportamento do dólar e da Bolsa de Chicago. Os prêmios apresentaram alguma alta, fator que ajudou a conter quedas mais acentuadas nos preços.

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Segundo o analista, a semana começou com poucos movimentos e sem negociações de maior relevância, mantendo o mercado em espera.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): desceu de R$ 127,00 para R$ 126,00
  • Santa Rosa (RS): desceu de R$ 128,00 para R$ 127,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 121,50
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 113,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 115,00
  • Rio Verde (GO): desceu de R$ 116,00 para R$ 115,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 132,50
  • Rio Grande (RS): desceu de R$ 134,00 para R$ 133,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado foi pressionado pela queda dos preços do petróleo, diante dos avanços das conversas entre Irã e Estados Unidos em busca de um acordo para o encerramento do conflito no Oriente Médio.

O bom desenvolvimento das lavouras norte-americanas reforçou o cenário baixista para os preços na abertura da semana. Ainda nesta segunda-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgará seu relatório mensal com os dados sobre o avanço da soja americana.

As inspeções de exportação norte-americanas de soja somaram 241.045 toneladas na semana encerrada em 18 de junho, segundo relatório semanal do USDA. Na semana anterior, o volume havia sido de 533.438 toneladas. No mesmo período do ano passado, o total inspecionado alcançou 202.391 toneladas.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 7,00 centavos de dólar, ou 0,62%, a US$ 11,15 3/4 por bushel. A posição agosto encerrou cotada a US$ 11,22 1/2 por bushel, com recuo de 5,75 centavos de dólar, ou 0,50%.

Nos subprodutos, o farelo para julho fechou com queda de US$ 1,50, ou 0,49%, a US$ 299,80 por tonelada. Já o óleo de soja para julho terminou a sessão em 71,15 centavos de dólar por libra-peso, com ganho de 1,46 centavo, ou 2,09%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,61%, negociado a R$ 5,1422 para venda e R$ 5,1402 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1237 e a máxima de R$ 5,1685.

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