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23 de junho de 2026

Sustentabilidade

DATAGRO Grãos eleva estimativa da safra brasileira 2024/25 de milho para 134,0 milhões de toneladas – MAIS SOJA

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DATAGRO Grãos informou, por meio do novo levantamento para o mês de junho, que a projeção para a produção de milho no Brasil foi revisada para cima, de 132,7 para 134,0 milhões de toneladas (+0,9%). O volume representa um avanço de 10% em relação ao colhido em 2023/24, que somou 122,0 mi de t.

A safra de verão recém-colhida está estimada em 25,4 milhões de toneladas, avanço de 2,8% em relação ao registrado na temporada 2023/24 (24,7 mi de t), mesmo com uma redução de 6% da área plantada.

Milho safrinha 2025

Já o milho safrinha, que é responsável por 81% da produção nacional, está projetado em 108,5 milhões de toneladas, 11% superior às 97,3 mi de toneladas colhidas em 2023/24. O número se aproxima do recorde histórico de 108,6 mi t registrado em 2022/23.

A produtividade média foi ajustada para cima, de 5.957 kg/ha para 5.986 kg/ha, o maior rendimento já observado para lavouras de inverno no Brasil — 7% acima do obtido em 2023/24.

Apesar da colheita volumosa, a consultoria projeta um déficit no mercado brasileiro de milho (produção – consumo) de 1,2 milhão de toneladas, o quinto consecutivo, embora menos severo que o registrado em 2023/24, quando o déficit foi de 5,2 mi t.

Soja: produção é estimada em 173,5 milhões de toneladas

No caso da safra 2024/25 da soja, a DATAGRO Grãos elevou a sua estimava para produção da oleaginosa de 172,0 para 173,5 milhões de toneladas (+0,8%), um avanço de 12% sobre a temporada 2023/24, marcada por severas perdas em várias regiões do país.

A área plantada é avaliada em 48,0 milhões de hectares nesta temporada, 4% acima dos 46,2 milhões de hectares do ciclo anterior — é esperado também uma melhora de 8% no rendimento médio, que chega a 3.614 kg/ha.

Espera-se que a produção brasileira supere a demanda total por soja em cerca de 0,1 mi de t, apenas, dado recorde de demanda interna e externa pelo grão. Este deverá ser o primeiro superávit após cinco anos consecutivos de déficit.

Fonte: Assessoria de Imprensa DATAGRO



 

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Sustentabilidade

Trigo/BR: Semeadura avança e chega a 74,3% da área nacional estimada – MAIS SOJA

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No RS, a semeadura avançou em todas as regiões produtoras, favorecida pelas condições adequadas de umidade no solo e pelo tempo firme. As lavouras apresentam emergência regular e boa sanidade.

No PR, há o início de floração. As temperaturas mais baixas favorecem o perfilhamento e contribuem para o bom desenvolvimento. Em SC, a semeadura segue avançando no Oeste e Extremo Oeste, beneficiada pela boa disponibilidade hídrica e pelas temperaturas. As áreas implantadas apresentam emergência uniforme e desenvolvimento vegetativo satisfatório. As condições de elevada umidade favorecem a ocorrência de doenças fúngicas, porém sem registros significativos.

Em SP, as lavouras seguem em bom desenvolvimento. Em MG, com o início da maturação, as lavouras de sequeiro apresentam menor perfilhamento e espigas menores em razão das
temperaturas mais elevadas. As expectativas permanecem favoráveis nas áreas irrigadas.

Em GO, as lavouras apresentam baixa produtividade em decorrência do deficit hídrico ao longo do ciclo. As áreas irrigadas mantêm bom desenvolvimento, com parte das lavouras entrando em pré-florescimento. Em MS, as noites frias e as chuvas regulares favorecem o desenvolvimento da cultura. Na BA, o plantio foi finalizado e as lavouras seguem com bom desenvolvimento.

Fonte: Conab



 

FONTE

Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

TRIGO/CEPEA: Clima e menor oferta no spot mantêm preços em alta no BR – MAIS SOJA

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Os preços do trigo em grão seguem em alta na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. As negociações estão pontuais, refletindo a menor disponibilidade do cereal no mercado spot.

Pesquisadores do Cepea destacam também que agentes permanecem atentos às condições climáticas para a safra 2026/27, especialmente no Sul do País, onde a perspectiva de maior volume de chuvas ao longo do ciclo pode comprometer a qualidade dos grãos. Esse cenário mantém compradores e vendedores cautelosos, o que contribui para a sustentação dos preços domésticos.

No campo, segundo a Conab, até 12 de junho, 59,5% da área destinada ao trigo na safra 2026 já havia sido semeada no Brasil. Os trabalhos já estavam concluídos em Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Em Goiás, a semeadura atingia 99% da área prevista; no Paraná, 78%; na Bahia, 60%; no Rio Grande do Sul, 36%; e em Santa Catarina, 7,3%.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Como ficaram os preços da soja? Cotações variam entre queda e estabilidade em regiões do Brasil

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja começou a semana com pouca movimentação e sem registro de grandes volumes negociados. De acordo com o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, nesta segunda-feira (22), as melhores ofertas apareceram no porto de Santos, mas o ritmo dos negócios permaneceu lento.

As cotações oscilaram entre estáveis e mais fracas ao longo do dia, refletindo o comportamento do dólar e da Bolsa de Chicago. Os prêmios apresentaram alguma alta, fator que ajudou a conter quedas mais acentuadas nos preços.

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Segundo o analista, a semana começou com poucos movimentos e sem negociações de maior relevância, mantendo o mercado em espera.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): desceu de R$ 127,00 para R$ 126,00
  • Santa Rosa (RS): desceu de R$ 128,00 para R$ 127,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 121,50
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 113,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 115,00
  • Rio Verde (GO): desceu de R$ 116,00 para R$ 115,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 132,50
  • Rio Grande (RS): desceu de R$ 134,00 para R$ 133,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta segunda-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado foi pressionado pela queda dos preços do petróleo, diante dos avanços das conversas entre Irã e Estados Unidos em busca de um acordo para o encerramento do conflito no Oriente Médio.

O bom desenvolvimento das lavouras norte-americanas reforçou o cenário baixista para os preços na abertura da semana. Ainda nesta segunda-feira, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) divulgará seu relatório mensal com os dados sobre o avanço da soja americana.

As inspeções de exportação norte-americanas de soja somaram 241.045 toneladas na semana encerrada em 18 de junho, segundo relatório semanal do USDA. Na semana anterior, o volume havia sido de 533.438 toneladas. No mesmo período do ano passado, o total inspecionado alcançou 202.391 toneladas.

Contratos futuros

Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 7,00 centavos de dólar, ou 0,62%, a US$ 11,15 3/4 por bushel. A posição agosto encerrou cotada a US$ 11,22 1/2 por bushel, com recuo de 5,75 centavos de dólar, ou 0,50%.

Nos subprodutos, o farelo para julho fechou com queda de US$ 1,50, ou 0,49%, a US$ 299,80 por tonelada. Já o óleo de soja para julho terminou a sessão em 71,15 centavos de dólar por libra-peso, com ganho de 1,46 centavo, ou 2,09%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com baixa de 0,61%, negociado a R$ 5,1422 para venda e R$ 5,1402 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1237 e a máxima de R$ 5,1685.

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